Campanha: “A urgência de sermos Charlie”

14
61

urgencia-de-sermos-charlie-168111

Escrevi o livro “A urgência de sermos Charlie” após os eventos do 7/1, quando terroristas invadiram a sede do jornal francês Charlie Hebdo e mataram vários chargistas e jornalistas.

O atentado, porém, é apenas o ponto de partida para uma análise sobre o estado atual da liberdade de expressão, cada vez mais solapada pela esquerda genérica nos Estados Unidos e na Europa, e pela extrema esquerda no Brasil, além do desenvolvimento de antídotos para combater esse surto de opressão.

Agora você pode colaborar participando da campanha de crowdfunding para que o livro se materialize tanto em formato digital como em papel. Firmei uma parceria com a Editora Simonsen, que tem feito um belíssimo trabalho.

A campanha já começou! Convido-os a clicar aqui para participar!

***

Aqui está a apresentação da obra, que, após revisada, tem 298 páginas:

Engana-se quem pensa que o atentado terrorista ao jornal satírico francês Charlie Hebdo foi uma ação originada do obscurantismo. É o exato oposto: foi o fruto de uma série de doutrinas e modos de comportamento moderníssimos, ainda que perversos. O que fez 12 pessoas tombarem de morte apenas pela publicação de charges sobre Maomé não foi uma ação motivada por fanáticos religiosos, mas por adeptos de doutrinas cujo fim é a mais pura e simples luta pelo poder. Não cometa também o equívoco de achar que a raiz da violência contra o Charlie Hebdo é de natureza diferente daquela da qual brotam ações como o vandalismo de militantes de extrema esquerda contra a Revista Veja. A árvore que gera estes frutos é exatamente a mesma.

Em termos de doutrinas políticas, há algo mais “moderno” que multiculturalismo? Ou então o politicamente correto? Claro que não. Veremos que assim como na América do Norte e na Europa isso tem principalmente ajudado a validar o discurso em defesa do islamismo radical e de oposição ao Ocidente, na América Latina tem ajudado a colocar e manter tiranos psicopatas no poder.

O livro “A Urgência de Sermos Charlie” assume em seus primeiros capítulos um primeiro objetivo: desmascarar, com rara contundência, as principais fraudes intelectuais usadas para atenuar a monstruosidade do atentado contra o jornal francês, ou mesmo executar nauseantes transferências de responsabilidade. Neste empreendimento, encontraremos os motivos que levam socialistas latino-americanos a “entenderem” os motivos dos terroristas e desprezarem as vítimas. Em outras palavras, ao estudarmos o fenômeno que leva um professor marxista a endeusar as barbaridades de Fidel Castro e Nicolas Maduro, ao mesmo tempo estudamos o fenômeno que incentiva o terrorismo islâmico contra o Ocidente.

Mas há uma arma letal contra todos estes totalitários: a luta pela liberdade de expressão. Uma vez que passemos a falar de forma clara e nos termos mais fortes possíveis contra a opressão do politicamente correto, atingiremos a principal barragem intelectual que hoje faz civilizações inteiras ficarem prostradas diante da violência terrorista, ou do barbarismo praticado ditadores ao redor do mundo. E basta para acabarmos com o politicamente correto que passemos a compreender a urgência da luta pela liberdade de expressão. Eis que a segunda metade de “A Urgência de Sermos Charlie” deixa claro este objetivo: desmascarar os argumentos dos inimigos da liberdade e estabelecer um “caso” a favor da liberdade de expressão.

O autor Luciano Ayan se vale de uma mistura inédita de componentes nos 7 capítulos do livro. Entre esses elementos encontramos ciência política, dinâmica social, psicologia evolutiva e ceticismo político. Mas o componente especial da receita está na experiência do autor em Auditoria de Sistemas de TI e Segurança da Informação, que dá ao livro um nível de detalhamento no desmascaramento de fraudes jamais visto. Autores antes vistos como “formadores de opinião” tem argumentos reduzidos a pó, tudo com o amparo da lógica mais elementar, além de um pensamento orientado a investigação de fraudes.

Após sessões esmagadoras de desmascaramento de discursos embusteiros, não restará em pé nenhum argumento usado pelos tiranos para solapar a nossa liberdade. Com esse território desbravado, Luciano Ayan o ajudará a ter em mãos argumentos para lutar pela liberdade de expressão.

Enfim, o que é ser Charlie? Ser Charlie significa “reconhecer que o desrespeito à liberdade de expressão já ultrapassou o limite do suportável em nossa civilização, e precisamos urgentemente fazer algo em relação a isso, pois este tipo de desrespeito está levando a diversas formas de totalitarismo e barbarismo”.

Após a leitura de “A Urgência de Sermos Charlie” você estará pronto para entrar nesta luta.

***

Abaixo a capa:

Anúncios

14 COMMENTS

  1. Excelente e extremamente oportuno. Fundamental para a luta permanente em defesa da democracia, do Estado de direito e da contundente liberdade de expressão, identificando e desfazendo com clareza as distorcidas origens dos fatos, com o intuito de predominar a verdade que enfraquece, desmoraliza e destroi os desqualificados oportunistas ávidos pelo poder, detentores apenas de sórdidos recursos como roubo, mentira, embuste e cerceamento da mídia para locupletarem-se da ignorància e da pobreza estimuladas.
    Parabéns !

  2. Luciano, esse livro é o “Escravos de Cuba” com nome mudado ou são dois projetos diferentes? É a obra de que você fala há anos ou é outra, surgida após os atentados na França?

    PS: Repito: nada como comentar aqui, no bom e velho Ceticismo Político.
    PS2: Seria uma grande descortesia um livro tão aguardado não contar com pelo menos uma noite de autógrafos. Acredito que você deva, enfim, largar as sombras e finalmente revelar sua misteriosa face ao mundo ;P

    • De acordo, completamente de acordo. Se a intenção é que a obra seja de grande alcance, um bom começo é revelar quem é o rosto que está por trás dela, afinal, é tua LIBERDADE DE EXPRESSÃO escrever um livro desses.

      Espero que saia das sombras, como disse o brôw acima, e faça uma noite de autógrafos pois quero bastante comparecer e lhe conhecer. E muitos outros também.

      Abs.

    • Tiago,

      O livro não é sobre a guerra Islã X Ocidente. Não faria sentido este título sugerido.

      Alias, você diz “Eu não sou Charlie”. E por qual motivo você não seria “Charlie”, considerando que a expressão “eu sou charlie” é uma rebelião contra as violações à liberdade de expressão?

      Enfim, qual o argumento para rejeitar “Eu Sou Charlie”?

      Abs,

      LH

      • Para mim faz sentido, pois hoje além do totalitarismo islâmico, também temos o niilismo auto-destrutivo como inimigo da nossa Civilização, niilismo este muito bem representado por Charlie Hebdo.

        Charlie Hebdo deve ser censurado sim, é uma revista subversiva, destrutiva, ofensiva. Liberdade de expressão absoluta não existe, ninguém tem o direito de ofender e escarnecer. O que a revista faz não é liberdade de expressão, mas agressão gratuita. Portanto, eu não sou Charlie.

      • Exato. É exatamente esta a divisão que o livro propõe: os que aceitam a censura e o totalitarismo (dos divergentes de suas ideias, claro), e os que não aceitam. Eu esperava que os censores tivessem essa reação. Por isso escrevi o livro.

  3. Pretendo comprar também, em breve, pois é um livro que não pode faltar!

    PS: desculpe por ter usado esse espaço para falar um assunto meio off, mas é que dá uma indignação ao ver esse pessoal dos direitos humanos e a presidente defendendo bandidos. Seu post refutando a presidente no crítica política ficou ótimo e como fale, em breve vou comprar o seu livro.

    Abraços

Deixe uma resposta