Como a militância anti-Bolsonaro age de modo semelhante aos atenuadores de atentados contra cartunistas (excerto de “A Urgência de Sermos Charlie”)

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Como o capítulo 5 é um dos mais complexos do livro “A Urgência de Sermos Charlie”, fui autorizado a trazer aqui mais um excerto ele. Do mesmo capítulo, eu já havia trazido o texto Por que o feminismo e o jihadismo radical tem tudo a ver, expondo a violência misândrica do discurso feminista. Clique aqui para contribuir e divulgar a campanha de crowdfunding para o livro

Abaixo os textos já publicados: 

Eis o excerto: 

Não é de hoje que o deputador conservador Jair Bolsonaro (PP-RJ) é perseguido por militantes do politicamente correto. Pois em 9/12/2014 surgiu uma nova polêmica envolvendo seu nome[i]. Na Câmara, a deputada do Maria do Rosário (PT-RS) havia feito diversas declarações ofensivas pedindo a punição desproporcional de militares por conta do Regime Militar, iniciado em 1964. Como usou de diversas ofensas, e como Jair Bolsonaro é militar, ele se ofendeu e recobrou uma série de ofensas feitas por Maria do Rosário chamando-o de estuprador. Em seguida, ele foi ao Plenário e disse o seguinte:

Não saia, não, Maria do Rosário, fique aí. Fique aí, Maria do Rosário. Há poucos dias você me chamou de estuprador no Salão Verde e eu falei que eu não estuprava você porque você não merece. Fique aqui para ouvir. […] Vamos aproveitar e falar um pouquinho sobre o Dia Internacional dos Direitos Humanos. No Brasil, é o dia internacional da vagabundagem. Os direitos humanos no Brasil só defendem bandidos, estupradores, marginais, sequestradores e até corruptos. O Dia Internacional dos Direitos Humanos no Brasil serve para isso. E isso está na boca do povo na rua.

O caso gerou muito capital político para a extrema esquerda. Enquanto isso, o deputado do PP misturava defesa com alguns ataques, o que se traduziu na execução de uma estratégia arriscada. Nem é preciso dizer que ele perdeu. E de goleada. Em entrevista ao Zero Hora[ii], Bolsonaro comentou que não era estuprador e que nenhuma mulher merece ser estuprada. Completou dizendo que caso fosse um estuprador, não a estupraria porque “ela é muito feia”.

Um leitor disse que Bolsonaro foi um gentleman, pois se pudesse arrancaria cada fio de bigode de Maria do Rosário. Mas a verdade é mesmo que sua piada foi de uma grosseria a toda prova. Provavelmente se ele fosse ao banheiro masculino e visse escrita a expressão “Cavalheiros”, ficaria parado na porta até alguém lhe dizer: “Tudo bem, pode entrar assim mesmo”. Outro leitor comentou que Bolsonaro poderia ter gritado: “Polícia, polícia”. Segundo este mesmo leitor, isso faria os petistas saírem correndo para todos os lados. Daí bastaria Bolsonaro dizer: “Calma, gente, era só brincadeira”.

Mas falando sério, o que ele deveria ter feito? Ele poderia ter processado Maria do Rosário por difamação, desmascará-la como insensível ao sofrimento das mulheres ao banalizar um crime tão grave com acusações indevidas, e, ainda mais, demonstrar que uma falsa acusação de estupro é um desrespeito com as verdadeiras vítimas de estupro. Ele não fez absolutamente nada a esse respeito, permitindo que a extrema esquerda marcasse um gol político atrás do outro.

A coisa chegou a um nível em que até algumas pessoas bem intencionadas de “centro” ou de “direita” caíram no jogo da extrema esquerda. Daí a coisa descambou de vez.

A jornalista Joice Hasselman foi bem clara e não deixou brechas para erros de entendimento em sua avaliação – justiça seja feita, ao menos estou diante de pessoas corajosas o suficiente para expor claramente suas ideias, mesmo as mais abjetas, pois isso nos permite uma análise mais crítica, enquanto incapacita a negação por parte do foco de análise. Considere o que ela disse:

No contexto da questão, Jair Bolsonaro ultrapassou todos os limites morais e éticos.

Dito de outra forma, um argumento mais grosso que papel de enrolar prego (dizer, com ironia, que “Maria do Rosário não merece ser estuprada”, o que é uma baita de uma grosseria mesmo) é mais grave que praticar crimes como calúnia e difamação (Maria do Rosário ter acusado Bolsonaro sem provas, de ser um estuprador). A não ser que Joice quisesse ter dito que Bolsonaro ultrapassou todos os limites do planeta Terra, enquanto Maria do Rosário teria ultrapassado todos os limites da Via Láctea, pudemos assistir o senso de proporções ir para o espaço. Mas duvido que ela sequer concorde com essa interpretação. Assim sendo, já podemos apontar claras evidências de falhas graves no senso de proporções aqui. Logo, o argumento de Joice é, hum, grotesco.

É preciso admitir que ela mereceu um desconto, pois acompanhou um bombardeio interminável de embustes, lançados em ritmo alucinante pelos petistas, psolistas e pcdobistas. Esses embustes podem sugestionar incautos.

Alguns livros sobre o estudo da moralidade pela perspectiva darwinista podem nos ser úteis, como as obras de Christopher Boehm e Robert Wright[iii]. Nelas há informações suficientes, e em linguagem acessível, nos permitindo compreender que o ser humano tem como padrão uma “moral básica”, que funciona universalmente, embora algumas culturas façam adaptações aqui e ali.

Para desafiar esse “software moral básico” instalado de nascença em nós, é preciso substituir os nossos instintos morais por novos valores. É aí que muitas vezes a histeria se manifesta. Devido à estimulação contraditória, a vítima já não sente mais o que realmente sente, mas o que acredita ter sentido, muitas vezes pela sugestão externa ou autoengano[iv]. Ou seja, quando alguém diz que “nada é mais abominável do que a piada de Bolsonaro”, não está manifestando uma sensação moral vinda de instintos que reconhecem a moralidade. Existe a partir daí apenas uma sensação de fingimento ou mesmo auto-engano. Neste último caso, a falsa sensação foi inserida em sua mente por fingidos muito mais espertos.

A partir deste colapso mental, pessoas normais passam a achar que uma piada grosseira é pior que um crime de calúnia e difamação. É o mesmo fenômeno que faz com que intelectuais socialistas defendam os genocídios do século XX. Basicamente, ele poderá dizer “o maior crime de toda a história da humanidade é a acusação que você faz de genocídio ao marxismo”. Pronto! Via encenação, sua justa crítica ao marxismo é transformada em algo que “ultrapassou todos os limites morais”, e, portanto, muito pior do que os fuzilamentos em massa praticados pelos regimes socialistas.

Este foi o fenômeno que assistimos no caso Bolsonaro X Rosario. Pela histeria, vemos seres humanos funcionalmente normais (e sem indícios de psicopatia) defendendo as maiores aberrações, não por estarem apelando a qualquer tipo de instinto moral, mas por tomarem as encenações de petistas se fingindo de vítimas como elementos norteadores de sua moralidade. Vítimas de encenações de, aí sim, verdadeiros psicopatas, os histéricos não conseguem mais discernir o certo do errado.

Enquanto Jair Bolsonaro era vítima de um processo bizarro de cassação – que não deu em nada, a não ser perda de capital político -, ninguém mais falava dos crimes de Maria do Rosário, que acusou o oponente político de “violência, injúria, calúnia e difamação” a partir de um dramalhão de fazer corar qualquer roteirista de novela mexicana[v]. Mas é o mesmo recurso que os petistas fazem para relativizar as críticas pela corrupção do Petrolão. Para os petistas, o maior crime está nos “golpistas que criticam”, e não nas evidências de corrupção na Petrobrás. Assim como os grandes culpados são os financiadores de campanhas, não os donos do poder que podem desviar recursos. Qual a diferença deste recurso de inversão de valores praticado pelo PT para o discurso simulando que Bolsonaro era o culpado da história? Nenhuma.

Maria do Rosário parecia gostar de todo esse teatrinho. Sem qualquer complexo de culpa, ela não se furtou em lançar  discursos cínicos causando reações histéricas em muitos militantes bolivarianos e até mesmo em alguns oposicionistas. Caso ela tivesse escrito uma nota de repúdio (pois ele foi grosso mesmo), enquanto Bolsonaro deveria tê-la processado por calúnia e difamação (por que ela o acusou de um crime que ele não cometeu), estariamos falando de um momento normal em uma sociedade sadia. Ao invés disso, ao menos por uma semana o Brasil entrou em surto de loucura generalizada.

Aliás, não tente explicar aos histéricos o tamanho da bizarrice que estão cometendo. Em muitos casos, ao menos temporariamente, eles podem não ser capazes de perceber sua monstruosidade moral. Lembre-se: eles já não sentem mais o que efetivamente sentem, mas o que estão sugestionados a sentir por influência de pessoas apelando a uma sordidez na dimensão do indizível.

Pelo menos quem conseguiu se posicionar do lado de fora do turbilhão histérico daquele momento pode ter alguma chance de manter a serenidade mental e argumentar logicamente por que era um crime moral centralizar os ataques em Jair Bolsonaro na mesma proporção em que Mária do Rosário adquiria o privilégio de sair ilesa. Todavia, na época havia quem me perguntasse: “por que defender Jair Bolsonaro?”. Eu não defendi o deputado, mas denunciei uma aberração moral praticada durante mais de uma semana, na qual a histeria deu lugar ao julgamento racional de valores.

Como já disse anteriormente, é claro que podemos definir o discurso de Bolsonaro dizendo que “Maria Rosário não merece ser estuprada” (na verdade, ele a chamou de mocréia) como algo mais grosso que dedo destroncado. Mas ainda assim, ele foi a vítima da história. O máximo que ele encontrou em um momento no qual sofreu um gravíssimo crime levando-o a se destemperar foi uma piada ácida e incômoda.

A reação de Bolsonaro aos crimes de calúnia e difamação praticados por Maria do Rosário foi um erro estratégico (e eu o critiquei por este erro), mas o maior erro estratégico de alguns de nosso lado foi não dar ênfase maior ao crime de Maria do Rosário e focar principalmente na reação de Bolsonaro. Lembre-se que mesmo cometendo um erro estratégico, ele tem o atenuante de ter sofrido uma gravíssima agressão, solenemente ignorada por muitos.

Detalhe que este crime de Maria do Rosário foi praticado continuamente por petistas durante o mês de dezembro de 2014. Se a direita orientasse um pouquinho mais seu pensamento por alguma forma de estratégia política, conseguiria um “caso” para justificar a cassação de mandato de metade dos deputados petistas, no mínimo. Se isso resultaria em cassação, são outros quinhentos contos. Mas o “caso” para desgastá-los e expô-los como monstros morais ao público já existia.

Semanas antes do atentado ao Charlie Hebdo, eu já havia argumentado sobre como as reações histéricas no caso Bolsonaro X Rosário e no caso das charges de Maomé feitas na Dinamarca entre 2005 e 2006 estavam intimamente entrelaçadas. Lembremos que o jornal dinamarquês Jyllands-Posten publicou cartuns que satirizavam a figura do profeta Maomé. A publicação das charges resultou em um pandemônio provocado por islâmicos radicais. Isto resultou em dezenas de mortes durante protestos ocorridos entre 2005 e 2006.

A reação de muitas pessoas da direita no caso Bolsonaro X Rosário serviu para provar, de uma maneira geral, que muitos de nós estávamos nos comportando de modo exatamente similar aos que atenuaram a violência islâmica na época da publicação das charges de Maomé pelo Jyllands-Posten. Muitos deles começaram a achar que os chargistas do Jyllands Postén (da Dinamarca) estavam mais errados que os radicais islâmicos assassinando pessoas. O mesmo fenômeno se repetiu após o atentado ao Charlie Hebdo.

É nesta armadilha que não podemos cair. Não podemos transformar uma piada grosseira em crime apenas por que o PT teve intenção de esconder um crime dos seus. Eu posso criticar (como critiquei) o Bolsonaro à vontade. Mas isso não implica que eu tenha que renegar a civilização.

Note que eu entendo que muitos republicanos estavam impressionados com a sensibilidade artificial histérica dos petistas. Assim como na época muitos ficaram a favor dos radicais islâmicos, mesmo que esses tivessem matado mais de 150 pessoas por uma bobagem nas várias manifestações contra o Jyllands-Posten. Na época, muitas dessas pessoas de boa fé diziam: “o erro está com os chargistas do Jyllands-Posten”. Mas é esse comportamento complacente com os violadores da liberdade que ajuda a estimular as barbáries. Essas pessoas, inocentemente, acham que ao serem conciliadoras, estão colaborando com a paz. Na verdade, promovem a guerra. Mesmo que de forma inadvertida.

É forçoso reconhecer que alguns do nosso lado se sentiram bem ao dizer “Abaixo Jair Bolsonaro”, esquecendo-se, é claro, do crime de Maria do Rosário. Talvez esperassem afagos dos petistas e até citações deles deste tipo: “Está vendo, até (x), que é da direita, diz que Bolsonaro está errado”. Para um republicano, servir como elemento de uma propaganda tão baixa não é exatamente algo de que alguém deva se orgulhar. Ademais, quem estudou o fenômeno do comportamento apaziguador na época das charges de Maomé viu que muitos adeptos da liberdade também posicionaram-se contra os chargistas do Jyllands-Posten, na mesma medida em que se esqueceram dos crimes dos radicais islâmicos.

Há muitas ideias de Bolsonaro dignas de repúdio, como as declarações pedindo a morte de FHC no passado, sua defesa das estatizações e até a defesa do regime militar. Isto não me impede de notar que ele tem a liberdade de expressão de fazer uma piada grosseira sem ser tratado como um criminoso por isso. Como se afronta pouca fosse bobagem, ninguém mencionou o crime de Maria do Rosário.

Existe alguma lição a se tirar de toda essa palhaçada anticivilizacional? Sim, e esta lição nos diz que diante de cínicos jogando o jogo da ausência deliberada de proporções, argumentos são inúteis caso você não gaste um bom tempo desmascarando os truques oponentes. Truques estes nos quais os esquerdistas são mestres.

[i] “Bolsonaro repete ataque a deputada petista”. Congresso em Foco, 09/12/2014.

[ii] “Bolsonaro diz que não teme processos e faz nova ofensa: ‘Não merece ser estuprada porque é muito feia’”. Zero Hora, 10/12/2014.

[iii] Dois livros que você pode ler sem susto: Moral Origins: Evolution, Virtue, Altruism and Shame, de Christopher Boehm, e The Moral Animal: Why We Are, the Way We Are: The New Science of Evolutionary Psychology, de Robert Wright

[iv] O livro Ponerologia Política: Psicopatas no Poder, de Andrew Lobaczewski, aborda este tema de forma brilhante.

[v] “Maria do Rosári protocola denúncia contra Bolsonaro no STF”. Carta Capital, 16/12/2014.

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7 COMMENTS

  1. Não concordo com algumas posições a respeito do Bolsonaro:

    Imaginem essas frases:
    -Aqui tem uma vaga
    -Nossa está cheio
    -Ali tem uma
    -Pode sentar
    -O que vai querer?
    -Acho que aquele combinado ali
    -Eu também
    -Esse é seu
    -Obrigado
    -Sua mãe está em casa?
    -Está
    Porque?
    Por nada
    O carro está no sol
    Depois ligamos o ar

    Esse diálogo está meio deslocado, sem sentido, sem um contexto

    Agora imagine esse mesmo diálogo dentro da seguinte cena:
    Dois jovens resolvem ir a um restaurante num shopping, estacionam o carro e entram no shopping, ao chegar na praça de alimentação que está lotada, acham um lugar vazio, mais que depressa eles sentam, começam a escolher o que comer, fazem o pedido, buscam o prato começam a almoçar tranquilamente enquanto batem papo sobre várias coisas. Faria todo sentido não?!

    O que eu quis dizer com isso? que o contexto é tudo dentro de uma ideia ou frase. Dentro do contexto onde isso foi dito, de forma alguma Jair Bolsonaro foi grosso, ele agiu no mesmo nível que a deputada Maria do Rosário, e o fato dela o ter processado não torna o que ele disse grosseiro por automatização em contraste com o que ela disse. O fato dele não a ter processado, não diz nada a respeito se o que ele disse foi ou não insulto, porque creio que Bolsonaro não está preocupado em ficar com discussões vazias com extremistas da esquerda. Tanto é que esse processo não deu em nada.

    Vale lembrar ainda que alguns meses antes, algumas feministas, penduraram cartazes no pescoço com os dizeres: “Não mereço ser estuprada”. Então perguntem as feministas, “quem merece ser estuprada”?

    Respeito a opinião do autor do Blog, mas não acho que Bolsonaro perdeu pontos políticos, pelo contrário, ganhou, Maria do Rosário saiu dessa novela desmoralizada porque o processo não “rendeu” pra ela, e Bolsonaro continuou suas críticas a ela e ao PT no senado, sem cessar, com isso grande parte da população reconheceu nesse ato uma vitória a seu favor, em nenhum momento ele esmoreceu. Ele pode ter dado uma entrevista tentando “explicar” o que quis dizer, mas deu outras dezenas repudiando Maria do Rosário.

    Esse negócio de ficar processando gente a toda hora por qualquer coisa, é ideia subversiva do politicamente correto, a política de certa forma é uma guerra, e o processo jurídico é apenas uma das armas que se pode usar, diria que é uma metralhadora, mas existem muitos outros meios de entrar numa labuta e vencer uma batalha, seja com granadas, canhões, mísseis, o que for.

  2. É interessante a importância que este recurso da “ausência de proporções” tem, quando medimos o frequência com que os esquerdistas o usam e pelo sucesso que alcançam a ponto de, até mesmo, conseguirem, com essa técnica, o apoio de seus (do PT) opositores.

    Para mim, a maior prova de como é fácil mesmo pessoas de bem acabarem sendo tragadas pelo histerismo coletivo provocado e cultivado por esquerdistas mentalmente perturbadas foi, mesmo, o caso do Bolsonaro quando o jornalista Reinaldo de Azevedo, não sei porque cargas d’água, não só criticou acidamente o deputado, rejeitando seu pedido de compreensão, como, a exemplo daquele jogador que foi chamado de “macaco” que se recusou a aceitar o pedido de desculpas da infeliz torcedora, pior ainda (em minha opinião, naturalmente), cometeu o despaupério (IMHO) de sugerir que o Deputado pedisse desculpas à sua caluniadora.

  3. A Joice fez uma entrevista com ele um tempo depois do caso, e ela parece ter entendido o argumento do Bolsonaro.

    Ela meio que percebeu que o que aconteceu não foi por maldade dele, e que ela própria caiu numa armadilha da esquerda.

    Pela postura dela ao receber o argumento, me pareceu isso.

    http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/em-entrevista-a-tveja-bolsonaro-fala-sobre-o-incidente-com-maria-do-rosario-passei-do-limite-mas-nao-me-arrependo/

  4. Entendido. Bolsonaro é bem burro, perdeu oportunidade, e ainda falou bosta. Acho ótimo que ele defenda penas sérias para bandidos e é o único motivo de eu não alimentar mais ainda a fúria contra ele. Mas, como político, esse aí é amador dos muito amadores mesmo.

  5. “É preciso admitir que ela mereceu um desconto, pois acompanhou um bombardeio interminável de embustes, lançados em ritmo alucinante pelos petistas, psolistas e pcdobistas. Esses embustes podem sugestionar incautos.”

    Parei de ler aqui. Não, ela não merece o desconto. Justamente por estar na posição em que está não pode sair falando as coisas desta maneira displicente. E além disso tenho lá minhas dúvidas se ela falou por falta de cautela. Ela é baba ovo do Reinaldo Azevedo.

  6. Tem gente dizendo que não podemos criticar o roubo de bilhões na petrobrás porque todo mundo já jogou uma guimba de cigarro no chão ou avançou um sinal na vida. É esse o “senso de proporção” dessa escória.

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