O discurso “reduzir maioridade penal não resolve o problema” é perverso até dizer chega. Logicamente, saiba o motivo.

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Normalmente, vemos a extrema esquerda entoar o mantra “reduzir maioridade penal não resolve o problema”. Curiosamente, damos de ombros e vamos discutir outros assuntos. Isto é descuido, no mínimo, pois sempre que você ouvir esta frase significa que está diante de um crime moral de dimensões lúgubres. Praticamente um crime contra a humanidade. Argumentarei em favor disso com lógica, pura e simplesmente.

Para entender a perversidade por trás desta frase, tente imaginar a situação de um médico que acaba de diagnosticar seu paciente com câncer. Por algum tipo de sadismo, ele resolve esconder a doença do paciente. E, para além disso, ele convence seu paciente de que na verdade o que ele tem é gripe. Após este passo, ele diz “remédio (x) não resolve o problema”. O problema, neste caso, é a gripe, um “falso problema” que o médico inventou para distrair seu paciente e enganá-lo. Com isso, seu paciente perde a oportunidade de realizar um tratamento que poderia salvá-lo e morre, meses depois, em decorrência deste engano.

A pergunta que fica é: o quanto é imoral isto que acabou de acontecer? Resposta: esta é uma perversidade moral que vai além das típicas tretas do dia a dia. É uma mistura de uma sucessão de engodos com extrema dissimulação, sadismo e falta de empatia.

Veja em resumo todos os aspectos de imoralidade da situação:

  1. Há o componente do engano (a treta básica)
  2. Em seguida, há o componente de enganação adicional, para que a pessoa nem consiga se proteger da mentira original
  3. Como agravante, o médico se coloca em uma posição de “cuidar” de sua vítima, o que amplifica o potencial da desonestidade
  4. Outro elemento de imoralidade está no fato de uma extrema indiferença ao sofrimento de alguém que estaria em posição de confiar em você

Um amigo religioso resumiria isso como uma moralidade no “nível capeta”.

Pois é exatamente isso que a extrema faz a cada instância do uso do discurso “reduzir a maioridade penal não resolve o problema”.

Observe a situação da jovem de 17 anos que morreu ontem (8/6), após ter sido estuprada por quatro menores de idade. Há uma outra adolescente, também de 17 anos, que sofreu o mesmo destino e segue no hospital. Talvez ela sobreviva. Outras duas adolescentes, de 15 e 16 anos, foram estupradas e torturadas pelos menores.

Na visão das sobreviventes, há um problema adicional: assistir os estupradores estarem livres em alguns meses ou, na melhor das hipóteses, em três anos. Dificilmente, elas vão conseguir dormir tranquilamente sabendo dessa possibilidade. Sua família estará sendo humilhada e afrontada pelo estado por causa desta impunidade. É uma questão de matemática: no máximo até 2018, essas sobreviventes vão estar vivendo próximas aos seus algozes, que estarão liberados para voltarem, assim como os vampiros voltam por suas vítimas. Ademais, a família da menina que morreu também terá que tolerar esta impunidade.

A redução da maioridade penal resolveria este problema. E muitos outros problemas semelhantes. Nenhuma pessoal intelectualmente honesta seria idiota a ponto de dizer que a redução da maioridade penal não resolveria este problema. Se os estupradores ficassem 20 ou 30 anos na cadeia, as jovens teriam tempo para se recuperar do trauma, reconstruírem suas vidas e talvez mudar de cidade. Com o ECA, os marginais estarão liberados para irem visita-las em pouco tempo.

Logo, na visão das vítimas, e na perspectiva do indivíduo (que, moralmente, é o que importa), redução da maioridade resolve, ao menos parcialmente, o problema.

Sendo assim, quando alguém afirma que “redução da maioridade penal não resolve o problema”, atende aos vários elementos citados anteriormente. Revisemos:

  1. Há o componente do engano ao usar o mito de “não resolução”
  2. Em seguida, existe a enganação adicional, escondendo do cidadão o real problema que está sendo reclamando (a possibilidade de o estado ser injusto no seu tratamento na ocasião da violência bárbara praticada por menores)
  3. Como agravante, a extrema esquerda argumenta se colocando em uma posição simulando tomar a melhor opção para “cuidar” do cidadão, mas está inventando um outro “problema” para esconder o real problema do cidadão
  4. Por fim, sempre que fazem isso demonstram extrema indiferença ao sofrimento dos cidadãos.

Em resumo, se alguém diz “reduzir maioridade penal não resolve o problema”, estamos diante de alguém que praticou uma monstruosidade moral tão grande que fazemos bem em manter distância dessa pessoa.

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27 COMMENTS

    • Mano, sempre achei o Felipe Moura bem água com açúcar e coroinha, mas esse texto dele está excelente! Citou fontes da própria esquerdopatada, e mostrou matematicamente o quão genocida esses menores criminosos são.

      Esse final matou a pau: “Para a esquerda, no entanto, os cadáveres úteis são apenas aqueles do seu lado.”

      O quanto eles CAGAM para quem é assassinado, como a menina da reportagem da postagem do Luciano, mas estão fazendo o cão pra proteger os assassinos.

      Por favor, muita intolerância com isso. Não é hora de discutir opiniões divergentes, pensar que “em democracia opiniões divirgentes podem viver juntas” e o caralho a quatro: não, é hora de muita intolerância com esse pessoal que defende e quer chupar o grelo de bandido.

      • Apoio alguma “intolerância”, e nem precisamos ter vergonha de as vezes sermos chamados de intolerantes, é normal intolerância com coisas como estupros, só cito isso para que as pessoas percebam que intolerância não é de todo ruim.
        Quanto as opiniões divergentes, “que venham”, mas pelo que percebi, o site do Luciano é um local temido por esquerdopatas, debate para eles, é só com a sua corja e em locais que eles podem controlar, bloquear e excluir comentários que os desmentem.

      • Exacto! Não é uma questão de “mera opinião”. Opinião é gostar de verde ou de azul. Defender menores criminosos é ser comparsa deles, é dizer amém aos crimes que cometem. Com crimes violentos desses não há tolerância, e como bem disse, é normal intolerância com estupro, e muitos desses menores criminosos fazem literalmente isso: estupram.

        Lembro que ano passado rolou uma campanha petista de “intolerância zero com encoxadores de metrô”. Legal. Muita gente apoiando, inclusive eu, que não quero que abusem da minha namorada ou da minha irmã ou de qualquer outra mulher no metrô.
        Mas aí pedem tolerância completa, aberta, arregaçada, aos menores estupradores e assassinos.
        Poxa, é conta de 2 + 2, como esses esquerdopatas não conseguem fazê-la?

        Chega de bom mocismo. Defendeu menor criminoso ou maior criminoso, como dizem nos programas de auditório: IH, FORA!

      • Isso, Lizandro! Valeu! Na época que começaram com essa coisa da intolerância aos encoxadores de metrô eu pensei “certo, mas por que não a mesma intolerância com quem estupra, com quem mata?”. Por que a esquerda é boazinha com assassinos e estupradores e não com um zé mané filho da puta que encoxa mulher no metrô?
        É conta de 2+2.

    • Não sei como Luciano vê ‘republicar’ seu texto, penso que, se o fizer deve ser com um link de retorno para a fonte original e talvez citando o nome do autor, no caso, as vezes seria até interessante usar um outro título no artigo que você fizer, e citar o artigo original com o título dele, no caso, se for republicar, poderia fazê-lo com o seguinte título:
      ‘O discurso “redução da maioridade penal não é a solução para o problema” é perverso até dizer chega’.
      O Luciano poderia esclarecer melhor se é válido fazer isso, ou não, ou usando apenas parte do texto, como a lei ‘permite’, sei que a republicação de outros blogs é uma tática ptista bastante usada, e na guerra política parece ter dado resultados.

  1. Conheço de perto esse mundo do crime por menores por causa de trabalho em carnaval. Basicamente, os bandidos usam qualquer brecha na lei para praticar crimes. Só isso já justifica a redução para 12 anos. Quem negar isso é mal intencionado.

  2. Eu concordo, Luciano. E o pior é que há um exército (ou seria uma legião?) de pessoas que se deixam seduzir pelas “mentiras repetidas até que virem verdade”. Também escrevi um artigo que trata do tema chamado A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL E A IDADE DA BALA mostrando que se a realidade é cruel, é pior sem o uso da razão. Deixo aqui o convite para a leitura: http://goo.gl/shRFm9

    • Emílio Surita, aquele velhote com crise de meia idade, que acha que é um garotão de 20 anos ainda, é um dos maiores defensores de menores criminosos. Desconfio que existe aí certo fetiche, uma tara, um desejo reprimido, sei lá, visto o quão apaixonada é sua defesa com “os moleques que fazem merda, mas fazem porque não se formaram direito ainda” segundo Emílio Surita.
      Esse apresentador de meia tigela merece ser completamente ridicularizado e ter sua moral crucificada por quem tem respeito à VIDA.

      http://images.uncyc.org/pt/3/3b/Emilio_Suritaaaaaa.jpg

      • É que existe um modo de visão superficial das coisas, isso ocorre com muitas pessoas, ele recebeu a informação incompleta e tem consciência de que, “no geral”, o cara de 16 anos tende a ser mais inconsequente que o de 18, mas ignora que o cara de 18 tende a ser mais inconsequente que o de 24 anos(deveria o de 18 ser tratado como criança?). Mas, quem tem essa visão superficial não percebe que, se a lei é mais rígida, esses caras vão pensar melhor antes de agir, os pais desses caras vão se preocupar mais com a educação deles, a sociedade e até governo vai precisar começar a se preocupar mais com os atos e educação dos seus cidadãos, com suas responsabilidades, selecionar melhor o que seus filhos assistem, tentar até esclarecer mais que, coisas como TV, internet e game são coisas que nem sempre refletem a vida real, trás desinformação, deve ser visto com muito senso crítico e muitas coisas devem ficar apenas no virtual, no próprio programa Pânico tem coisas que só podem ser feitas por pessoas preparadas para tal, e que alguns pais consideraram violento e estúpido.
        Com leis assim, a curto, médio e principalmente longo prazo teremos uma sociedade mais responsável, essa responsabilidade refletirá em vários situações, como no trânsito e outras, isso talvez poderá tirar espaço daquele esquerdista safado(a) que fica defendendo as minorias que concordam com políticas do PT, que visa muito mais a doutrinação em dizer que conservador e direita é ruim e esquerda liberta e ajuda as minorias. E por isso que esquerdopatas dizem que tem uma direita perigosa aí, a direita é perigosa para os planos de poder e venezuelização que esses esquerdopatas tem para o Brasil.

      • Cauê e Lizandro, falaram muito bem. Chega de direitos sem deveres. Esses esquerdistas e seus miquinhos úteis, seguem sabendo ou não a escola de Frankfurt que deseja demolir tudo que a humanidade construiu até hoje, para fundar o novo mundo canhoto em que eles irão guiar a todos e a todos informar o que é bom para eles.

  3. Quando alguém comenta que “prender não resolve”, eu respondo: deixar bandido solto resolve? É o que tem sido feito no Brasil…
    Tb tenho usado a comparação com os mortos da ditadura há tempos.

  4. Quem diz isso já parte da premissa oculta de que é possível — e o objetivo final — “resolver o problema”, no sentido de eliminá-lo. Alguém que acha isso já parte de tantos conceitos tortos (Russeau etc.) que é difícil a pessoa voltar atrás. Não entendem — ou finger não entender — que o objetivo não é “resolver o problema”, mas apenas mitigá-lo ao máximo. É engraçado ainda quando é um dos pretensos homens de ciência a dizer isso, como se fosse possível eliminar algo inerente à natureza humana (a violência), que sempre existiu e sempre existirá, fosse uma proposta muito científica. Normalmente esses são os mesmos que acusam a igreja de ser intolerante com os homossexuais, e dão como desculpa o fato de que “homossexualismo” existe desde sempre.

  5. A quem me chama de esquerdista, acho difícil que depois dessa continue crendo nisso. Esse assunto (camaradagem e carinho com bandidos) é o qual mais me enche de fúria.

    A esquerdopatada sente prazer ao ver notícias com menores cometendo assassinato de inocentes. Sente tesão, água na boca, visto o quão apaixonada é a defesa.

    Emílio Surita, velhote que acha que tem 18 anos, é uma boa ilustração.
    Ao saberem de um crime que envolve menores de idade assassinando, passam por cima de quem estiver na frente para defenderem o assassino.
    Demonizam quem estiver querendo que o assassino pague pelo que cometeu.
    Beatificam o menor assassino.

    Como agir com esse povo? Tolerância? Compreensão? É só opiniões diferentes mesmo?

    Gostar de azul ou de verde é opinião.
    Preferir viajar pro Guarujá ou pra Campos de Jordão é opinião.

    Defender menores criminosos não é opinião. É ausência de cárater. É desrespeito por vítimas e famílias de vítimas. É odiar inocentes. É odiar justiça.
    Não é pra ter tolerância com quem defende, não é pra “respeitar a opinião diferente”: é pra se afastar, é pra endemonizar a pessoa, ridicularizar, parar de falar com ela, mas antes expor o quão podre ela é e que é por culpa dela que esses assassinatos continuam acontecendo.

    • Defender algumas demandas de direita não lhe faz deixar de ser de esquerda, esquerdismo é algo que foi plantado em muitas pessoas, por meio de “educação e cultura”, na medida do possível a gente percebe que foi enganado e se corrige, muda o modo de pensar… Acho que você deveria se defender menos do rótulo que lhe deram ontem, encarar mais as metas e atitudes que podem ajudar corrigir os erros que a extrema-esquerda causou e causa no poder. A cada vez que você diz algo como, “me chamaram de esquerdista”, as pessoas pensam que deve ter havido um motivo forte para ter recebido tal rótulo, assim, era bom não reclamar tanto de rótulo que recebeu, pensar bem nas críticas que recebe e até aceitar quando errou, todos erram, a diferença é que alguns tentam acertar sem errar e outros(principalmente os totalitários) nem se importam com seus erros e as consequências deles, apenas querem colher os resultados(poder) e tratar de mascarar as consequências.

  6. Emílio Surita olhando com DESEJO pra uma notícia de um menor assassinando uma pessoa inocente:

    http://w3.i.uol.com.br/novas-midias/2011/08/23/apresentador-emilio-surita-na-festa-de-10-anos-da-rede-tv-e-inauguracao-da-nova-sede-e-complexo-de-producao-13112009-1314112469405_300x300.jpg

    Emílio Surita achando que tem 18 anos (quando tem mais de 50) e apontando na tua cara pra dizer que é imoral querer que menores assassinos sejam presos:

    http://ceara_dmais.zip.net/images/36664200_1115051691.jpg

    Emílio Surita ao saber que o menor que arrastou o menino João Hélio até a morte pelas ruas do Rio de Janeiro em 2007 foi solto após uma semana e recebe uma pensão do governo:

    http://imagem.band.com.br/f_177753.jpg

    Emílio Surita se deliciando pensando o que deixaria esses crimonosos que ele tanto gosta fazerem com ele na cama:

    http://acritica.uol.com.br/buzz/Emilio-Surita-UOL-Ve-TV_ACRIMA20120605_0098_15.jpg

  7. Olá, Luciano. Acho que talvez você “goste” (nem sentido estranho) de ler isto: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/543273-parada-gay-de-sao-paulo-capitula-frente-ao-discurso-conservador .

    É um texto interessante, primeiro porque fica claríssimo que o autor jamais nem passou perto de um conservador no sentido real do termo, e não faz idéia do que seja, além de ser o rótulo do grupo o qual ele odeia.

    Segundo, que ele trata como algo revolucionário defender o direito das pessoas tomarem as próprias decisões. Ou esse cara é burro demais e nem percebe isso, ou só está faltando algum livro do Scruton ou do Russell Kirk (e alguns anos de decepções com todos os conceitos tortor da esquerda) pra ele começar o vir “pro lado de cá”. Não que eu ache que isso acontecerá, considerando que o cara é um professor de ciências sociais.

    Uma amiga esquerdinha postou no facebook.

  8. MAIORIDADE PENAL é apenas o Estado dizendo que criou um filtro, dizendo que haverá obstrução a aplicação da lei sobre todos os indivíduos entre 0 e 18 anos.

    Se houvesse justiça, MAIORIDADE PENAL NÃO EXISTIRIA, pois a justiça serve para todos.

    O objetivo da justiça é impedir o crime. Impedindo a justiça, você apoia o crime.

    A inexistência de uma maioridade penal, não significa que crianças irão para presídios de adultos.

    Os presídios podem atender faixas etárias específicas, serem divididos em categorias – da mesma forma que hoje existem as categorias FEMININO e MASCULINO. Ou categorias de segurança, como SEGURANÇA MÁXIMA.

    As fundações, como a antiga FEBEM, poderiam ser promovidas, como apenas mais uma categoria de presídios. Quando o indivíduo faz 18, ele seria apenas “promovido” para um presídio, sem nenhum abono.

    Os presídios poderiam até mesmo serem divididos em categorias dos crimes praticados, ou em várias faixas etárias, como “idosos ou maiores de 60 anos.”

    TIPOS de Presídio, não tem nada a ver com MAIORIDADE PENAL.
    Neste assunto, quem confunde alhos com bugalhos, está mal intencionado.

  9. Frequentemente, vejo a esquerda usando uma variação desse embuse, que diz que a redução da maioridade não vai resolver o problema da falta de segurança. Esse é um pouco mais refinado, pois de fato essa medida sozinha não vai acabar com o crise de segurança pública no Brasil. O grande truque é atribuir
    ao adversário um fim que ele jamais defendeu. Quem defende a redução o faz pelos seguintes motivos:

    1 É injusto que criminosos sofram uma punição tão leve por crimes tão graves.

    2 A redução vai contribuir para a melhoria da segurança pública no Brasil, na medida em que vai manter criminosos fora de circulação por mais tempo.

    Como não podem discutir nenhum dos dois pontos, inventam uma finalidade falsa para que eles possam refutar a seguir. Aproveitam o ensejo e atiram a já famosa estatística dos 1%.

    Outra coisa tão tosca quanto é a alegação de superlotação das prisões. Como se com carga tributária próxima aos 50% não houvesse dinheiro para construir mais prisões. Uma sugestão: por que não desviar o dinheiro de verbas publicitárias para isso? Esse tipo de desculpa é uma cuspida na cara. O estado pega todo o nosso dinheiro e agora se recusa a fornecer mesmo a contrapartida mais básica, que é a segurança.

  10. Esse é um truque fazendo confusão entre o conceito abstrato e o caso real que é um instância dele, um exemplo é a “solução da corrupção”, isso não existe, o que existe é combater um caso (uma instância) de corrupção, punindo os envolvidos. A corrupção continuará existindo, mas alguns praticantes serão tirados de circulação e não cometerão mais atos de corrupção. Estranho, que se você pegar o mesmo o raciocício e aplicar para outras bandeiras, onde eles defendem a punição, a criatura trava, experimente dizer que punir a homofobia não resolve o problema, vc vai ver o nintendo travar.

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