Assistam aquilo que Alckmin e os defensores do ECA querem manter impune

21
92

geraldo-alckmin

No vídeo abaixo, veremos como funciona a cobrança de pedágio em uma favela brasileira. Os cobradores do pedágio são menores e, segundo a lei proposta por Alckmin, não podem ser punidos uma vez que “não praticaram crimes hediondos”. Logo, Alckmin, no seu afã de puxar o saco do PT e parecer “progressista”, está sendo bem claro ao dizer para o cidadão trabalhador e pobre que apanha: “Você vai continuar apanhando muito mais e os menores que fazem isso continuarão sem punição”. Não há como dourar a pílula. Isso significa escolha por um lado.

A pergunta: é justo que Alckmin pratique tamanha afronta e fique politicamente impune? De jeito algum. Este vídeo precisa ser esfregado na cara dos que resolveram se aliar ao PT nesta provocação e eles precisam ser forçados a responder: “Para esses menores do vídeo não haverá redução de maioridade penal? O que você diria para o homem que apanhou no vídeo?”.

A ala tucana que resolveu se aliar ao discurso da extrema esquerda que cospe na cara do povo precisa sofrer rejeição social nesta questão. A luta contra os defensores do ECA é uma luta contra sádicos.

Anúncios

21 COMMENTS

  1. No ANARCOCAPITALISMO isso seria uma normal.

    A rua é uma extensão da propriedade privada que é as suas casas, e os donos teriam todo o direito de cobrar pedágio de quem passar.

    No vídeo, você vê o um consórcio de moradores que estabeleceram aquele pedágio, que é cobrado por seus filhos.

    Se caso o indivíduo passar por ali e se recusar a pagar, ele desfrutou da passagem naquela propriedade privada, isto é, se beneficiou dela e não pagou nada, sendo um infrator.

    Sendo um infrator, ele seria punido conforme as leis da justiça local. Que naquele caso, foi a agressão.

    Por isso, nenhum crime ocorreu.

    • Não viaja na maionese. No anarcocapitalismo o valor do pedágio seria conhecido e acordado, e moradores certamente concordariam em isentar uns aos outros de qualquer pedágio, uma vez que provavelmente haveria uma taxa de manutenção para a infraestrutura do bairro, e todos os moradores já pagariam. No caso de estranhos tentarem passar sem pagar, eles seriam primeiro levados à justiça, que determinaria que eles pagassem o valor devido dos pedágios, acrescido de uma multa proporcional ao valor devido (normalmente 100%). Caso não cumprisse a determinação, ele seria declarado um fora da lei, e SOMENTE APÓS TUDO ISSO os moradores poderiam tomar medidas drásticas para tentar reaver os valores devidos, que certamente começaria pelo confisco da propriedade do cara. Nada ocorreria sem o devido processo legal, no meio do qual, certamente o indivíduo pagaria o valor determinado para evitar ser obrigado a perder ainda mais.

      Por outro lado, no anarcocapitalismo, um caso de agressão como este seria levado à justiça, que condenaria os menores a pagarem todas as despesas de hospital/medicamentos que causaram, indenizarem-no em 100% desse valor e ainda daria ao agredido a faculdade de causar eles dano físico equivalente.

      Antes de fazer críticas idiotas, estude um pouco e tente conhecer o que você critica.

      • E todos viveriam felizes para sempre… Sqn
        Tão utópico, idealista e cheio de intenções boas quanto o comunismo. E destrutivo também.

  2. Parabéns pelo texto. Concordamos em gênero, número e grau no assunto maioridade penal, e toda essa embronha que o PSDB está fazendo em torno desse assunto. PT e PSDB são aliados políticos por ideologias partidárias, e como tal, não poderiam estar em incompatibilidade de idéias sobre essa questão!

  3. Luciano, esse assunto da maioridade penal tem me consumido (e me enfurecido) bastante.

    Hoje no jornal Metro tinha em uma página relatando um caso que ocorreu essa semana de um menor de 17 anos que estuprou outro de 12 DENTRO da escola. E vinha relatado como foi a abordagem e como a vítima se sentiu depois.
    Mano, isso estragou meu dia. Ninguém sabe o quanto notícias ruins me abalam de verdade. Não consigo só ler e voltar pra minha vida, sempre fico pensando naquilo por horas.

    Daquela hora até aqui, estou pensando na vítima. Terrível a sensação de impotência de não poder fazer nada a respeito.

    Alckmin, Dilma, a militância que ontem invadiu a votação, Tico Santa Cruz, Emílio Surita, Amanda do Pânico, e todos os demais que são contra a redução:
    Esses não conseguem pensar na vítima.
    Ao lerem uma notícia dessa, vão pensar no estuprador de 17 anos. Querer garantir a segurança dele, o carinho a ele, a impunidade dele, a LIBERDADE dele.

    Isso me faz pegar um nojo dessas pessoas, mas um asco tão grande, que penso o convívio ser impossível com elas. Não dá pra conviver com alguém que você sabe que, se amanhã você ou um parente seu sofrer uma violência, essa pessoa defenderá com toda fúria possível o criminoso, e não você.
    E, se for preciso, se colocará contra você. Pra defender um criminoso que ela nem conhece e te traumatizou.

    Por isso prego: intolerância a esse povo defensor de menor criminoso. Sem bom mocismo, sem coroismo. Eles estão do lado DO CRIME, eles estão do lado DOS CRIMINOSOS, e não do nosso.

    Escrevi para o jornal e acho que temos de começar a fazer mais isso: escrever para os Espaço do Leitor dos jornais, nos manifestarmos a respeito.

    E é momento de pressionarmos e muito o PSDB e o PMDB. Não vai ter como deixar passar essa. Eles PRECISAM reduzir essa porra. Se não reduzirem, será a vitória da criminalidade.

  4. Ah, um complemento ao que comentei acima:

    Na página sequencial desse jornal (que é do Grupo Bandeirantes, ou seja, bem petista) havia a notícia dessa invasão de defensores do crime na votação.
    Um dos defensores do crime tinha um cartaz escrito “MAIS ESCOLAS, MENOS PRISÕES”.

    Que ironia, não?
    O crime do estupro ocorreu… NA ESCOLA! DENTRO da escola! Essa instituição que, para os defensores do crime, é a solução perfeita para tudo.

    Cara, por favor, todos que lêem aqui, não acreditem em palavras como a do Tico Santa Cruz de que “mas nós que somos contra a redução da maioridade penal não somos a favor de bandidagem, não achamos eles coitadinhos”.
    Pelo amor de DEUS, não acreditem nisso.
    Recusem-se a acreditar, desdenhem, sejam cabeça-dura, sejam pulso firme.
    NÃO, caralho! NÃO! Sem acordo!

    Deixe bem claro que sabe que o que eles querem é menores de idade cometendo crimes! Irrite essas pessoas, deixa-as loucas, mais do que já são!
    Deixe claro que sabe que elas adoram ver crimes cometidos por menores! Que acham eles coitadinhos sim e querem a CABEÇA de quem quer punição para eles!

    Essa gente é o INIMIGO, tanto quanto os menores infratores. Não tem conversa, não tem diálogo, EU não quero saber de diálogo nenhum com esse povo sedento por sangue causado por menor criminoso.
    A guerra tá rolando, e NÓS. VAMOS. REDUZIR. ESSA. PORRA.

  5. Eu já comecei minha repulsa a essa gente. Enquanto escrevia o comentário mais acima veio um fulano no facebook que não vejo há anos e sei que é o tipo “defende menores criminosos”.
    “eae Cauê, quanto tempo! como está?”
    Não respondi, e nem vou. Não quero papo com esse ser que, como dito, se eu sofrer um crime cometido por um menor, SE COLOCARÁ CONTRA MIM ATÉ O FIM pra poder defender o menor.

    AFASTEM-SE DO INIMIGO! É guerra, porra.

  6. Tico Santa Cruz ao ver o vídeo do menor criminoso citado no post:

    http://i4.ytimg.com/vi/HB8crB763Rk/hqdefault.jpg

    Se o outro cara parecesse um menor criminoso, diria que é o prelúdio de um beijo:

    http://3.bp.blogspot.com/_xbNNsunq3XU/TRNAGDdFO0I/AAAAAAAAADc/N__wP7txN9k/s1600/tico.jpg

    Emílio Surita querendo pôr as mãos no menor criminoso, mas garanto que não é pra encher de porrada ou só pra um abraço carinhoso, hein (vide as pernas abertas):

    http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_8483308698268925.jpg

  7. Um pouco de Roberto Campos…

    “O que é preciso é bom senso e mudança de atitudes. A lei é para ser cumprida, ponto. A tolerância – tipificada pela passividade diante das ocupações do MST, por exemplo – estimula a imitação, fechamento de estradas, distúrbios nos presídios (que custam caríssimo ao contribuinte, para não falar no resto) e o que mais ocorra a qualquer grupo insatisfeito e combativo. Parece até que há uma pastoral dos presos (ou dos bandidos, sei lá), mas ninguém se lembrou de fazer uma pastoral das vítimas, infelizmente muito mais numerosas do que os próprios malfeitores.” Roberto Campos

    http://alanternanapopa.blogspot.com.br/2015/06/a-pastoral-das-vitimas.html

  8. OFF: Luciano, estou vendo o Paulo Maluf na RedeTV. Esse cara merece um case depois de tanta paulada e mesmo assim colocando jornalistas no chinelo.
    Pensem o que for dele(acho que é corrupto), mas é um mestre em comunicação.

  9. Luciano, que tal esta história que lhe passo? Em que pese ser marxista-humanista-neoateísta brigando contra marxista-humanista-neoateísta. Aqui inclusive fica dentro daquela história de que o movimento gramscista gosta tanto, mas tanto de minorias, que chega até a inventá-las se não houver uma. Não é a primeira ver que vejo alguém declarar-se “transracial” e já gerou inclusive discussão nos Estados Unidos onde isso está acontecendo. Segue mais um link, e de fonte mais primária, sobre a história toda, inclusive se você acessar a página verá que ela, além de ser membro da North American Association for Colored People (NAACP), também já chegou a expulsar um estudante de uma aula sobre raça e cultura porque ele não parecia “hispânico o suficiente”, sendo que qualquer latino-americano sabe que no subcontinente há um grande número de pessoas brancas sim, além de mestiços que por algum acaso da vida se parecem mais com o lado caucasiano do que o de suas outras ancestralidades.
    Fica a impressão de que Rachel Dolezal é uma pessoa que quis obrigar o mundo a aceitar uma racionalização que é só dela como coisa normal (aqui, mais ou menos a mecânica do Laerte em sua fase crossdresser achar que isso o habilita a usar o banheiro feminino, inclusive podendo urinar em pé, sem que as pessoas estranhem ou achem ruim). No caso específico, ela tem irmãos adotivos com ancestralidade africana (um deles mulato e o outro, negro), que, por serem mais novos e adotivos, provavelmente demandaram dos pais mais atenção que aquela que dariam para Rachel, a mais velha. Qualquer pessoa normal sabe que crianças mais novas demandam sim mais atenção que os irmãos mais velhos justamente por não terem o grau de capacidade de se virar sozinhos, aqui considerando-se pessoas normais e sem problemas mentais ou físicos que lhes impeçam um dia a dia sem maiores problemas. Qualquer pessoa normal sabe que filhos adotivos também precisam de uma atenção em relação aos biológicos para que não se sintam rejeitados na família que lhes deu a luz de uma vida digna, ainda que não os tenha de fato dado à luz, atenção essa que com o tempo pode ser dispensada se notarem que a criança tomou a família adotiva como sua (vide Maria Estela Kubitschek e Milton Nascimento, só para falarmos de pessoas conhecidas que foram adotadas e que muito amam os lares que os acolheram). Porém, há pessoas que irão considerar isso estranho e irão criar racionalizações para si próprios para que em suas mentes façam um bypass em que supostamente teriam as tais atenções para aqueles outros que naqueles momentos eram necessárias. E, claro, dar mais atenção devido a um determinado contexto não significa nem um pouco que você está dizendo que gosta mais daquele que recebe mais atenção do que daquele que precisa de menos atenção. Claro que aqui estou considerando pessoas de comportamento normal, uma vez que pais narcisistas iriam de fato gostar mais de um filho do que de outro e iriam usar o filho preferido como exemplo de tudo que é bom, enquanto o preterido seria a Geni da coisa.

    No caso de Rachel Dolezal, a coisa chegou a um tal grau que ela pode ter chegado a acreditar no que criou (se considerarmos o prisma exclusivamente sem dolo e um comportamento MHN funcional) ou mesmo descobriu que a racionalização lhe possibilitava uma forma de projeção social que não teria (aqui obviamente considerando dolo direto e comportamento MHN beneficiário). Observe-se que suas defecadas de regras (vide o tal “insuficientemente hispânico” que ela tirou da sala de aula) também soam perfeitamente dentro da mecânica daquilo que Marx e Engels criaram (eles dois nunca foram operários e quiseram ensinar operários a serem “operários de verdade”) e Gramsci e outros aprimoraram (se você é de uma minoria segundo termos gramscistas, mas não age da maneira estereotípica e segregacionista que os frankfurtianos querem que você aja e que lhes é útil para ganho de poder, então você só pode ser um monstro). E aqui voltamos ao tal lance da invenção de minorias, uma vez que as clássicas estão cada vez mais virando as costas para o gramscismo. Já vimos a invenção da “gordofobia”, que não colou nem um pouco, e a da “carrocracia” contra os ciclistas (sendo que alguém que pedala uma magrela pode sossegadamente dirigir um carro em outra ocasião), essa última até tendo colado um pouco mais a se julgar pelas faixas pintadas pelo Haddad em São Paulo. Os não-heterossexuais também estão virando as costas para o marxismo-humanismo-neoateísmo, como pudemos constatar pela esvaziadíssima parada gay deste ano e as ofensas a símbolos cristãos, a ponto de não-heterossexuais terem vocalizado sua indignação quanto a isso (vide vídeo de Karol Eller, por exemplo). Logo, começamos a ver que eles estão querendo inventar minorias e dizer que elas são oprimidas por outros, como os “assexuais” (ainda que não notem que um padre cioso de seu dever e de vertente tradicional da Igreja Católica possa perfeitamente se afirmar isso) e agora, os “transraciais”, isso sem falar da ideologia de gênero, em que alguém pode se afirmar de uma identidade sexual oposta àquela de nascimento sequer fazendo cirurgia (vide aquele homem que foi ao congresso feminista e fez sozinho com que um milhar delas chorasse e ficasse brigando entre si). Eu considero esse ponto a que eles chegaram inclusive uma senha de que veremos guerra fratricida entre MHNs e aquele ponto em que a ideologia MHN combate o próprio MHN e economiza esforços de quem não é de tal ramo.
    Além disso, acaba por servir de mostra de algumas coisas, como a de que o MHN é a mais ocidental imposição cultural do mundo, mesmo dizendo-se contra o Ocidente (vide Revolução Cultural na China), e mostra-se claramente como esteio de maluco em espiral do delírio das mais acentuadas, além de mostrar ao mundo que é composta de um monte de pessoas que querem ensinar ao vigário um pai-nosso que o próprio vigário sabe não ser o pai-nosso de fato, mas que brigam com o vigário dizendo que ele não é vigário se não rezar aquele pai-nosso que lhe estão impondo para que reze.

    Conclusão disso tudo? Com certeza nunca me senti mais normal depois de ler essa história e tenho certeza absoluta de que você e quem leu isso tudo também está agradecendo e adorando ser normal.

  10. Essa atitude do Alckimin é patética. É nessas horas que eu torço ardentemente para que o NOVO consiga logo o registro e cresça o mais rápido possível. Ter que lidar com esse tipo de gente como única alternativa viável ao petismo é desgastante. Parece que temos que lembrar a eles o tempo todo de que 2+2 é igual a 4.

    Não há um mísero argumento a favor dessa tese dos crimes hediondos. Ela ainda é mais indefensável do que a defesa da manutenção dos 18 anos pura e simples. Pelo menos esses ainda podem dizer aquela bobajada toda sobre um marmanjo de 17 anos e 300 dias não saber que roubar é errado. Já eles de fato estão dizendo que o cara não tem condições de saber que roubar é errado, mas estuprar sim. Pior: dizem que não tem condições de saber que homicídio simples é errado, mas qualificado sim. Isso é uma aberração jurídica. Ou o cara é imputável ou inimputável. Não dá para ser inimputável só para tal crime, é um absurdo. Nos outros países, quando há diferenciação do tipo o juíz verifica no caso concreto se o jovem tem maturidade o suficiente para ter consciência do crime. A linha de corte é em relação às circunstâncias psicológicas do criminoso, e não ao crime que ele cometeu.

Deixe uma resposta