O que Joanna Maranhão efetivamente representa

43
182

joanna-maranhao-chora-no-podio-apos-ficar-com-a-medalha-de-prata-nos-400m-medley-dos-jogos-pan-americanos-de-guadalajara-15102011-1318730709470_615x300

Quando a nadadora Joanna Maranhão publicou um vídeo patético, dias atrás, reclamando da aprovação do fim da impunidade para menores predadores, foi devidamente desconstruída aqui neste post. Aquele papinho de “não represento um Brasil que apoia (x)” só enganaria pascácios mesmo. Mas ainda restava uma pulga atrás da orelha: de onde veio tanto interesse?

Uma pista está aqui logo abaixo, direto do site do Ministério do Esporte. Veja o print screen:

bolsaatleta

Por que não estou surpreso?

Claro que ela pode até dizer que é “tudo mera coincidência”, mas que mais uma vez o padrão esperado se manifestou, quanto a isso não há dúvida alguma. Nota-se que, para além da Lei Rouanet, é preciso também abrir uma CPI para investigar essa historinha muito esquisita de “bolsa” para atletas.

Se o dinheiro é público, devemos questionar se ele deve parar na mão de esportistas e artistas, que deveriam ser abastecidos com dinheiro unicamente privado, ou ser investido em coisas muito mais produtivas, como distribuição de cornetas, confecção de origamis e compra de alpiste.

Ademais, como já havia ficado claro, é um fato que ela não “representa” o Brasil. Se nem a seleção brasileira o faz, quem é ela para dizer “representar” quem quer que seja? No máximo, ela representa a verba recebida. A qual foi originada do suor dos outros, bem como extraído via coerção.

Quem sabe Joanna Maranhão não sirva de inspiração para lutarmos por uma lei para eliminar não só a Lei Rouanet como essas bizarras “bolsas” para atletas?

Anúncios

43 COMMENTS

    • O que pensei primeiramente é mesquinharia do brasileiro, se eu lembrasse o nome, citaria até uma universitária gata que fez campanha para Dilma e depois que perdeu a ‘bolsa’ apareceu em jornais queixando-se de perder o beneficio e aí então estar arrependida. Também teríamos exemplos de professores da ‘pátria deseducadora’ que fizeram greve de 3 meses e outros também pedindo lá 70% de aumento, isso eles lecionando num dos estados que está entre os melhores salários.
      Mas, ignorando a mesquinharia, quem escolhe os atletas e artistas escolhidos para receberem benefícios?

    • O que pensei primeiramente é mesquinharia do brasileiro, se eu lembrasse o nome, citaria até uma universitária gata que fez campanha para Dilma e depois que perdeu a ‘bolsa’ apareceu em jornais queixando-se de perder o beneficio e aí então estar arrependida. Também teríamos exemplos de professores da ‘pátria deseducadora’ que fizeram greve de 3 meses e outros também pedindo lá 70% de aumento, isso eles lecionando num dos estados que está entre os melhores salários.
      Mas, ignorando a mesquinharia, quem escolhe os atletas e artistas escolhidos para receberem benefícios?

    • Davi,

      Este parágrafo aqui já se auto-refuta:

      E Luciano Ayan (dono do blog Ceticismo Político) faz parte dessa direita hipócrita. Defender Malafaia dizendo que ele “não faz chantagem”, mas apenas recebe “doações voluntárias” é cinismo demais para uma pessoa só. Será que Ayan vai querer enganar que realmente acredita que essas “doações” não são o resultado da violência moral aplicada por esses pastores e congêneres aos pobres de espírito e fracos de mente, chantageando-os, caso não colaborem financeiramente, com ameaças de demônios e fogos eternos, ou aliciando-os através de promessas incumpríveis de prosperidade? Será que Ayan vai querer mentir dizendo que a riqueza ostentada por Malafaia e seus semelhantes é fruto de trabalho honesto e não das extorsões cometidas por eles contra uma gente frágil, despreparada e desiludida?

      O sujeitinho é um desqualificado para qualquer debate moral.

      O discurso dele (dizendo que Malafaia pratica violência psicológica) é o discurso de DOR DE CORNO.

      É assim…

      Outro cara da faculdade pegou a mina que ele tava a fim. Despeitado, ele diz que ela foi vítima de “violência psicológica” (ou seja, sedução) e por isso está saindo com o outro, e não com ele. Daí ele tenta comparar a “violência psicológica” (inventada por ele) com um estupro.

      Na boa, um sujeito assim não tem a menor noção do que é ética e é incapaz de fazer qualquer julgamento de valor.

      Na base da ética liberal, qualquer pessoa sem mente deformada SABE QUE uma ação coercitiva (que envolve sempre violência física, ou ameaça física) é sempre MENOS MORAL que uma sedução.

      Esse é o centro do meu argumento.

      Quem obtem alocação de recursos via contribuição voluntária, mesmo que por um discurso sedutor (como Malafaia), está em um status moral superior ao de socialistas que dependem COERÇÃO PARA OBTENÇÃO DE RECURSOS ABUSIVOS.

      Mas duvido que o imbecil sequer entenda essa diferença. É um histérico.

      Abs,

      LH

      • ‘Na base da ética liberal, qualquer pessoa sem mente deformada SABE QUE uma ação coercitiva (que envolve sempre violência física, ou ameaça física) é sempre MENOS MORAL’…
        Nope.
        Na base da ética liberal qualquer pessoa sem mente deformada sabe que coerção (que envolve violência física ou ameaça física) não tem MORALIDADE NENHUMA.

      • Não é a mesma coisa não senhor.Se vc fala que algo é MENOS imoral que o outro, dá a entender que existe alguma moralidade alí.
        O diabo está nos detalhes.

      • Se alguém diz que algo é MENOS imoral que outra coisa, isto QUER DIZER APENAS que… este algo é MENOS imoral que a outra coisa. Ponto. Finito. Acabou-se. Com relação às duas construções “não serem a mesma coisa” (o correto seria falar em “equivalência”) do ponto de vista tautológico, está correto, mas não pelos argumentos apresentados pelo refutador. A primeira refutação apresentou uma argumentação que não serve de contraditório ao que o Luciano escreveu, senão vejamos:
        (1)- “Na base da ética liberal, qualquer pessoa sem mente deformada SABE QUE uma ação coercitiva (que envolve sempre violência física, ou ameaça física) é sempre MENOS MORAL”…
        “NOPE”(?)
        Ao se negar a veracidade da construção (NOPE(?)), espera-se que seja apresentado um contra exemplo ou o ponto em que a lógica falhou. O refutador não apresentou nem uma coisa, nem outra. Limitou-se a apresentar outra construção, também verdadeira, mas que não enseja contradizer a inicial:
        (2)- “Na base da ética liberal qualquer pessoa sem mente deformada sabe que coerção (que envolve violência física ou ameaça física) não tem MORALIDADE NENHUMA.”
        Está perfeitamente claro que (2) não contradiz ou nega (1).

    • “Como eu disse em outro post, entre os dois eu não fico com nenhum e, segundo Ayam, escolhi meu próprio ego, sim, com a maior convicção de ser infinitamente superior a ambos em moral e caráter, coisa que já não posso repetir ao julgar Luciano que, ao dizer que “se a direita não percebe a diferença entre Malafaia e Boechat, é melhor desistir” evidencia que quem deve desistir é ele.”

      A questão é simples: para dizer a frase “entre os dois eu fico com nenhum” é preciso ANTES PROVAR COM ARGUMENTOS que as escolhas são EQUIVALENTES. Por exemplo, entre “se aliar a Stalin na Segunda Guerra, ou deixar Hitler seguir seu projeto”, responderia-se com “entre os dois eu fico com nenhum”? Não. É preciso PROVAR COM ARGUMENTOS que as escolhas são EQUIVALENTES.

      Propostas por inações não se resolvem com FRASES DE EFEITO, mas com ARGUMENTOS.

      Esse texto não tem argumento (1) nem pela equivalência moral entre Malafaia e o PT, e (2) nem do meu erro em apontar esta AUSÊNCIA DE ARGUMENTO pela equivalência moral.

      A meu ver, o blogueiro em questão está confuso.

      Abs,

      LH

  1. Parece que sempre a Lei Rouanet está envolvida.
    Falando nisso, Luciano, planeja escrever algo sobre essa situação toda da tal Maju?
    Juro que da primeira vez que a vi no jornal, eu senti que iria acontecer alguma polêmica com ela.
    E pelo visto acertei. A situação toda me cheira muito mal, é conveniente demais. Além de que esse tipo de manobra já virou cotidiano na Globo.
    Adoraria saber o que você pensa a respeito.

      • Corretíssimo Marcos Ribeiro…se aqui tivéssemos saúde, educação e segurança, seria até benéfico investir na educação esportiva destes atletas… mas no derrocada situação em que vivemos, este tipo de “benefício” é no mínimo uma “barganha política”….. do tipo: te dou grana mas me defenda e fale bem de mim….. lei Rouanet que vá a m…er…da….

  2. Nenhum atleta me representa, nem Eder Jofre, se não meu primeiro ídolo desde tenra infância, um dos primeiros, além de comemorarmos aniversário no mesmo dia e mês. Nem mesmo os jogadores e atletas que defendem, defenderam e se tornaram ídolos do time do meu coração e paixão… Quanto mais uma imatura idiotinha que nem me recordo de ter algum dia ouvido falar … E por tal, nem quero me sentir representado por ela! Eu m
    e sentiria envergonhado…

  3. Achou o tesourinho da Joanna… boa Ayan! Eu tinha procurado e não achei.
    Mas o que mais irrita nesta e outras histórias é o descompromisso com um detalhe importante ao manifestar opinião sobre algo. O conflito de interesses.
    Hoje quando ministro aulas sou obrigado pela ANVISA a manifestar a existência ou não de conflito de interesses. Pois, é comum no meio médico-odontológico palestras que servem mais aos laboratórios e indústria de materiais do que aos pacientes.
    Joanninhas e Marietinhas se querem alguma isenção e respeito pelo que emitem de opinião em redes públicas deveriam manifestar seus interesses previamente.
    Talvez até já exista alguma obrigação neste sentido em agências reguladoras da mídia. Se sim, abre espaço para uma representação contra elas, já que não expuseram esses detalhes tão relevantes.
    Parabéns pelo post.

  4. Preciso pela primeira vez na minha discordar de ti, Luciano. O Brasil é um país praticamente falido no esporte, se retirar o bolsa atleta, aí se vai de vez. Atleta nao tem salario, nao recebe mensalmente tal qual um jogador de futebol e representam, e muito bem, o pais fora daqui. O que precisa ser investigado, é o que disse o renato no comentario acima, se nao existe uma certa pressao, mas fora isso, o bolsa atleta é no meu ponto de vista, um investimento essencial, visto que, para conseguir, é necessario comprovar uma performance de rendimento profissional, não é qualquer corredor de fim de semana que consegue.

  5. O Bolsa-atleta foi criado pouco antes dos Jogos Panamericanos de 2007, no Rio de Janeiro. Parece ter sido a forma encontrada para entregar dinheiro diretamente na mão dos atletas, já que as confederações não o faziam (a Élora Pattaro fez um belo desabafo sobre isto recentemente).
    O critério de concessão parece não ser político: recebe a bolsa quem obteve determinadas classificações em competições oficiais nacionais, internacionais e olímpicas, com valores correspondentes à “magnitude” do título.
    Já os patrocínios são outra história. Com o esporte amador pouco visível, as estatais são as grandes patrocinadoras dos atletas e aí o bom relacionamento com as confederações parece pesar.
    Não me parece que o Bolsa-atleta esteja no mesmo saco dos patrocínios da Lei Rouanet, até porque embora não de todo impossível, é bem mais complicado fraudar resultados desportivos. De qualquer forma, as confederações esportivas são conhecidas caixas-pretas que nem nossos maiores atletas conseguiram arrombar. A CBF é apenas a maior, não é a única!

    • Não é o assistencialismo estatal que deixa um país rico, pelo contrário, os países ‘ricos’ que esse jumento citou ficaram ricos por causa do livre mercado e só depois tiveram o estado inchado. Ou seja a maior mentira é que eles não ficaram ‘ricos’ como consequência de ter alguém ‘limpando sua privada’.

      • Exatamente. Do mesmo modo, como ouvi um filósofo (socialista) dizendo esses dias, que os governos são definidos por suas prioridades. No caso, essa pessoa afirmava que o PT optou pelo assistencialismo e outros governos pela política econômica, que era simplesmente uma questão de escolha que diferenciava esquerda e direita, ao que eu respondi:

        “Não se trata de prioridade, social ou econômica, isso é uma premissa falsa. Como pode existir um programa social se não existir um programa econômico na qual as pessoas possam sobreviver, crescer, sair da miséria? Na qual essa própria riqueza oriunda do poder econômico é que sustenta os programas sociais. Essa ideia de socialismo samaritano não existe na sociedade contemporânea. É ridícula não funciona só trás mais misérias, só nivela as pessoas por baixo. O melhor programa social se chama trabalho, e ele está diretamente ligado a economia.”

  6. Essa nadadora desconhecida que recebe bolsa quis mídia. Quis aparecer.

    Lembram daquele episódio PATÉTICO em que o Felipe Neto resolveu defender feministas pra pagar de cool?
    Pra parecer “oh como eu sou legal”?
    Ele imaginou que ia ter gente dizendo “valeu, Felipe Neto, esse cara nos representa” e o apontando como inteligente, como cara que o Brasil precisa, e o que aconteceu?
    Levou pedrada em menos de 2 segundos, TODAS as feministas o demonizaram dizendo que era pra ele calar a boca pois essa briga não era a dele.

    Depois veio aquela porra de Gregório Duvivier (olha, pra mim o lixo do Felipe Neto consegue ser legalzíssimo demais perto desse Duvidier-ô-dó).
    Gregório compareceu em um evento pró-feminismo na praça Roosevelt. Foi achincalhado e hostilizado pelas feministas, dizendo que ele estava querendo MÍDIA e se aparecer como “herói” e não ia conseguir.
    Gregório idiota útil foi na Folha e escreveu um texto dizendo “vocês estão certas, feministas, essa briga é de vcs, eu não devia ter ido lá”.
    O que aconteceu?
    Achincalharam e hostilizaram o babaca mais ainda.

    O que Gregório e Felipe queriam?
    Mídia. Prestígio. Conseguiram o contrário.

    O que essa Joanna Maranhão quer?
    Mídia. Prestígio. Tá conseguindo o contrário também 🙂

  7. Porr*, se ela não representa 87% de um Brasil que apoia a redução da maioridade penal, ela pode fazer o favor de abrir mão de 87% do que ela ganha dos impostos com essa “bolsa atleta”, ou abrir mão de toda essa bolsa, e ir representar a Venezuela ou Cuba, se quiser.

  8. E tem mais uma coisa Luciano Ayan, essa Joanna nao representa mesmo o Brasil porque quem apoia aqueles que subjugam, maltratam, destroem empregos, dao dinheiro a Putin para a criacao do BRICS, apoiam a violencia e os assassinatos de Maduro e Fidel, querem so beneficios aos bandidos e querem menores de idade na rua, mesmo apos pratica de crimes hediondos, que tiram direitos das viuvas e dos trabalhadores desempregados por pura maldade, devido ao abusos aplicados aos empresarios e para cobrir rombos que eles proprios fizeram, nao pode representar o seu povo e nem o Brasil. O fato dela receber ajuda do governo em forma de “compra de voto” a obrigaria a trazer no minimo, medalhas e portanto se ela conseguir isso nao fara mais do que siua obrigacao pois esta sendo paga com nosso dinheiro e nao desses que ela diz representar. Portanto Joanna, faca jus ao que recebe e traga resultados!

  9. Mais uma vez a Lei Rouanet , pra variar , em foco ! É lamentável que essas pessoas se vendam por um “patrocínio ou empréstimo ! o mesmo tempo que dá pena ouvir as asneiras que ela disse , dá raiva também.
    Ela não me representa !

  10. Deveriam ter sido criados, presidios do tamanho dos estádios que foram construídos. Se fossem criados, os presos estariam lá dentro, não haveria o por que de ter oposição a não diminuição. Sou a favor da diminuição, mas para uma governo porco como esse, o investimento no sistema carcerário é zero. Eu apoiaria uma cidade presidiária (Sonho), criada em ilha ou ligares distantes,onde os policiais respeitariam os DH, porém que os presos cumprissem toda a merda da pena e que fossem obrigados a trabalharem para que assim possam pagar depesas que o governo gasta com os eles. Jamais deveria existir diminuição de pena por bom comportamento,menor infrator deveriam ser punidos. Senhores, imaginem 10 presidios do tamanho do maracanã, será que não iria desafogar o sistema pelo menos um pouquinho.

    Meu apoio:

    *Prisão perpétua;
    *Fim da Diminuição por bom comportamento ( Matou, pague até o fim);
    *Alto investimento no sistema carcerário;
    *Diminuição da maioridade penal para 14 anos ( Não adianta diminuir sem um grande investimento na área de construção de presídios. Não adianta prender para depois de 5 anos ser solto.
    *Criação de Presidios separados por crime,idade,separados por gravidade,com uma estrutura voltada para um plano, e não a criação de presídios arcáicos em que tem celas e nessas celas são jogados quantos presos forem necessários.Tem que existir pessoas que pensem em novos presídios voltados a outros planos, arquitétos inteligentes,presídios inteligentes;
    * Selas padrão EUA e limite de capacidade nas celas diminuido;
    *Presiarios deveriam ter acesso a um número mínimo de outros presos,trocando a cada 2 anos para não existir uma idéia de um grupo, por exemplo 6,7,10;

    *Treinamento Policial voltado aos direitos humanos, para que não sejam assassinos, mas que sintam prazer em estar fazendo justiça ao prender e salvar Brasileiros;
    *Investimento em armamento para defesa do cidadão
    *Aumento de propagandas patriotas
    *Aumento de propagandas como alvo os moradores, para que sejam delatores contra o crime
    *Policiais deveriam como soldados americanos que foram ao oriente médio ter micro cámeras em seus uniformes, para que sejam registrados acontecimentos e evitar covardias, mesmo com infratores;
    *Aumento no Investimento de armas que não letais.

    Por muito tempo fui a favor da pena de morte, porém, acho que o problema não está em não ter e sim a mão leve da justiça para com os presiários,na diminuição de suas penas, a falta de uma mão de ferro da justiça em cima deles. Vemos hoje, muitas e muitas mortes, PRECISAMOS DE JUSTIÇA E MUDANÇA NO CÓDIGO PENAL.

    Não sei se estou falando merda, mas essas são minhas idéias, muitos irão ser contra e alguns a favor.

    Obrigado a quem ler.

    • No geral, gostei do seu programa. Eu só não vejo motivos para não existir pena de morte. Deveríamos eliminar assassinos, estupradores, traficantes de drogas. Só assim podemos ter a certeza de que eles não vão voltar a praticar esses crimes. E também não entendi sua sugestão de ‘aumento de propaganda patriótica’…

  11. Por falar em atletas, Ana Paula, do vôlei feminino, que jogou com Fernanda Venturini, Fofão e outros grandes nomes do passado recente, acabou há pouco de quebrar bem a espiral do silêncio dentro do esporte, aqui aproveitando a vantagem de não mais jogar profissionalmente:

    http://www.youtube.com/watch?v=Fg3SRQPmurQ

    Aqui é interessante o fato de ser ex-atleta que na prática está sendo voz de outros colegas de diversas modalidades que evitam de se pronunciar, seja porque têm medo de perder patrocínio, seja por considerarem adequado, por serem adorados por pessoas de diversas correntes ideológicas, pronunciar mais alto a respeito do extraesportivo.
    E, se considerarmos a contraposição entre as mulheres marxistas-humanistas-neoateístas e as que são contrárias ao marxismo-humanismo-neoateísmo, é mais uma bela adição à linha de frente, podendo encorajar outras a falarem mais fortemente contra essa ideologia e o Foro de São Paulo.

  12. Joanna Maranhão é uma atleta ridícula, perdedora e com problemas mentais claros. Em 2004, a longínquos 10 anos atrás, conseguiu o único resultado expressivo da carreira, um milagroso 5º lugar na final olímpica dos 400m medley. Aí, se acomodou e virou o maior câncer da natação brasileira: nadando sozinha em provas onde as brasileiras são extremamente fracas, sempre acabava como n.1 do Brasil em tais provas, porém, a nível internacional ela é ridícula. Resultado: sempre ia pra todos os Mundiais e Olimpíadas, mas quase sempre não melhorava nem seu próprio recorde pessoal, acabando sempre em 20º lugar, 25º lugar e nem um pouco estressada com isso. Em 2014 ela abandonou a natação aos 26 anos (nova ainda), disparando metralhadora giratória contra todo mundo e dizendo que ODIAVA TREINAR. Pelo visto, o que ela gostava é de massagear seu ego sendo n.1 do Brasil e aproveitar o dinheiro das bolsas-alteta e das viagens pagas com dinheiro público, pra fazer compras no exterior e conhecer o mundo, né? Porque a carreira dela é um zero à esquerda, nem ouro em Pan Americano essa tosca conseguiu. Aí fica apelando pro emocional, fica dando entrevista nada a ver com a carreira dela, dizendo que foi estuprada na infância, reclamando dos outros e agora vem com POLÍTICA, deve ser porque ela recebe bolsa e ainda abriu ONG, meio caminho andado pra virar comunista de boteco e amar de paixão viver nas tetas dos impostos…. A Joanna Maranhão é completamente irrelevante, não se preocupem com essa tosca porque ela nunca vai fazer nada de importante. É fraca e preguiçosa.

Deixe uma resposta