O Jornal Extra e a capa mais racista que a extrema esquerda conseguiu conceber nos últimos tempos

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Que fase para a escória socialista que infesta a mídia dependente de verbas estatais! Cada vez mais desesperados para atender aos desejos de um governo sádico, estão metendo os pés pelas mãos e partindo para um nível de desonestidade prestes a estabelecer novos recordes de hipocrisia.

Antes, vamos aos fatos: um bandido de 29 anos (conhecido como “Chandango”), junto com um adolescente de 16 anos, tentou assaltar um bar no bairro Jardim São Cristóvão, em São Luís. Populares se juntaram e espancaram o maior até a morte. O menor foi surrado, mas sobreviveu.

Agora veja a capa do Jornal Extra para comentar o caso:

capa_racista_do_extra

Observem a “temática” acima. Para o Extra, o caso não trata de um bandido agredido por populares, mas de brancos ricos unindo-se para agredir negros pobres. Mas a foto que abre este post já desmascara a picaretagem:

  1. Entre os populares que agrediram os bandidos, com certeza existem brancos e negros
  2. Os populares não pertencem a qualquer tipo de elite
  3. O jornal esconde o fato de que o menor agredido (que sobreviveu) era branco
  4. E o pior de tudo… a narrativa sensacionalista deixa implícito que todos os negros são criminosos, e, portanto, potenciais vítimas de linchamento

É claro que qualquer forma de linchamento é condenável. Porém, a extrema esquerda é responsável pelo sentimento de desespero da população por ter criado tantas leis incentivando o crime (incluindo o ECA), levando o Brasil a se tornar campeão mundial de homicídios. As vítimas dessa violência, arquitetada pela mente perversa dos socialistas, estão principalmente nas camadas mais humildes da população, afligindo tanto negros quanto brancos. Que as mesmas pessoas perversas criadoras de todo esse cenário de horror sejam as mesmas a confeccionar uma capa tão cínica e cretina quanto esta do Jornal Extra, também já não deveria surpreender a mais ninguém.

Os mestres do cinismo por trás deste jornaleco afirmaram que a capa tem a função de reflexão. Não. Tem a função de causar ânsia de vômito em qualquer pessoa com noções básicas de ética. O que não é o caso da mídia de extrema esquerda.

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26 COMMENTS

  1. Luciano, licença, posso divulgar? 🙂

    Deputadas do PT e PCdoB defendem a jornalista Maju, mas não defenderam Heraldo Pereira quando este recebeu injúrias racistas de Paulo Henrique Amorim:
    https://casacaindo.wordpress.com/2015/07/08/deputadas-do-pt-e-pcdob-fingiram-nao-ver-preconceito-de-paulo-henrique-amorim/

    Tico Santa Cruz deduz cor e classe social de criminoso a partir do crime:

    https://casacaindo.wordpress.com/2015/07/08/tico-santa-cruz-deduz-cor-e-classe-social-de-criminoso-pelo-crime/

    Mais tarde comento o post decentemente.

  2. Ayan, uma dúvida.

    Andei pesquisando sobre o desarmamento e fiquei surpreso com uma coisa.
    Partidos como pstu e pco são radicamente contra o desarmamento de civis.

    http://www.pco.org.br/nacional/porque-querem-desarmar-ainda-mais-a-populacao/zbia,o.html

    http://g1.globo.com/politica/eleicoes/2014/noticia/2014/08/rui-pimenta-defende-populacao-armada-para-combater-o-crime.html

    http://www.pstu.org.br/node/5765

    Você saberia dizer a razão deles fazerem isso?

    • Porque não estão no papel de “Moderno Príncipe”, hoje ocupado pelo PT. Bolcheviques só defendem o desarmamento depois que eles mesmos estão no poder; enquanto isso não acontece eles lançam mão de todas as armas (em todos os sentidos) possíveis.

  3. Veja na Exame, defesa da impunidade de jovens criminosos disfarçado de ciencia: (http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/maioridade-penal-nao-reduz-crimes-violentos-no-pais-diz-fgv)
    O sujeito lança uma falacia: “A sociedade não tem preocupação direta com índice de prisões; ela tem preocupação em reduzir a criminalidade”, para então construir sua tese falaciosa.
    Partindo desse principio, então alguém poderia dizer: “Uma menina estuprada não se importa com que o estuprador seja punido, só quer uma garantia que não vai ser estuprada de novo”.
    O “estudo” simplesmente ignora deliberadamente que o desejo de punição para criminosos faz parte da própria essência do ser humano.

  4. No tronco, um ser humano vendido como escravo por um membro de sua própria etnia recebe punição sem, necessariamente, ter cometido qualquer crime (escravos negros comprados por portugueses e espanhóis, geralmente eram prisioneiros de guerra vendidos aos europeus por outros negros).

    No poste, o previsível fim de outro ser humano que resolveu seguir uma carreira de crimes. Como apenas uma minoria de pobres (qualquer que seja a cor de sua pele) recorre à criminalidade, então o rapaz não está no poste devido a sua condição socioeconômica. Talvez esteja por ser mais economicamente viável tomar o que é dos outros do que correr atrás do que é seu.

  5. Essa foi a capa de jornal mais racista que já vi.

    Com quem aprenderam?
    Com Emílio Surita que disse que inocentes presos em campos de concentração por Stálin forçados ao trabalho escravo são IGUAIZINHOS aos bandidos que matam, estupram e roubam nos presídios brasileiros?
    A lógica é igualzinha: tá igualando escravos (que eram forçados a essa condição) com bandidos (que cometem o crime por VONTADE PRÓPRIA).

    Deprimente esse jornalzinho. Qualquer jornalzinho de grêmio de escola é melhor que essa bosta.

    Ofenderam e muito os escravos. Eu se tivesse um tataravô que tivesse sido escravo e visse essa capa na qual é igualado escravo com bandido, muito ofendido me sentiria.

  6. Quando vi esta COISA na banca de jornal me deu vontade de enfiar a porrada na redação inteira do mesmo. Não há coisa mais abjeta que repórter “engajado” em piorar o mundo só mais um pouquinho.

  7. Essa capa ilustra exatamente o que eu quis dizer no post sobre liberdade de imprensa. Se amanhã o PT resolver fechar o jornaleco, como não dizer “bem feito”?

    Acho que já passou da hora de montar um blog que desmascare as desonestidades da mídia. Pena que me falte o conhecimento adequado.

      • Pedro, conheço sim, mas ele não é voltado exatamente para analisar o trabalho jornalístico da mídia brasileira, embora faça isso algumas vezes. Ele é mais um recorte de várias linhas de pensamento que não possuem voz na grande mídia. Se não me engano, tem texto do Luciano lá de vez em quando.

        O que eu falo é de um blog que pegue alguns princípios básicos princípios de ética jornalística e julgue as reportagens conforme eles. No caso dessa capa do Extra o trabalho é bem fácil. As organizações Globo (dona do Extra) possuem uma série de princípios editoriais. Veja o que diz o item 1 b, por exemplo:

        “b) Na apuração, edição e publicação de uma reportagem, seja ela factual ou analítica, os diversos ângulos que cercam os acontecimentos que ela busca retratar ou analisar devem ser abordados. O contraditório deve ser sempre acolhido, o que implica dizer que todos os diretamente envolvidos no assunto têm direito à sua versão sobre os fatos, à expressão de seus pontos de vista ou a dar as explicações que considerar convenientes;”

        Essa reportagem é um óbvio desrespeito a este princípio, pois dá um viés ideológico inequívoco aos fatos, em vez de simplesmente expor o ocorrido de maneira equilibrada. Eles não apenas estão deliberadamente adotando apenas um ângulo dos fatos como estão ocultando detalhes importantes (como a etnia dos participantes do linchamento e do menor que sobreviveu) para justifica-la.

        É para esse tipo de pesquisa que serviria a página. Infelizmente, a realidade de muitos veículos de comunicação é que não há princípios editoriais claros, então não podemos fazê-las sucumbir pelo seu próprio livro de regras. Daí a importância de gente que estude o jornalismo a fundo, como forma de avaliar a mídia segundo um padrão mínimo ético respeitado e reconhecido. O grande problema é descobrir quais regras fazem parte desse padrão.

  8. O Extra é das organizações Globo. Que fique claro.
    A Globo, que está vendida pro esculhambismo populista como já foi pro militarismo.
    Corja que apoiava comunistas na Itália, que prega gayzismo, fanatismo futebolístico e está morrendo de medo do Netflix.
    Porque representa a cultura da bizarrice inculta, esnobe e despreparada, mas que se acha intocável.

  9. Republicou isso em Enquanto há vida, há esperança!e comentado:
    Coloquei ontem no Facebook minha opinião a respeito da manchete terrorista do EXTRA. Hoje sugiro a leitura da matéria do link indicado que acrescenta outras informações e demonstra a manipulação dos fatos e o racismo explícito dos esquerdistas infiltrados em nossa imprensa. Querem rotular o brasileiro de racista quando, como mostrou recente discussão de um popular com Daniela Mercury, para eles, só negro e pobre é que é bandido pois, insistem que as leis e ações defensivas com as quais a Sociedade busca se proteger como, por exemplo a maioridade penal, visa “atingir” os “negros e os pobres”, como se não houvesse bandidos de outras “cores” e ricos.

  10. É o mesmo tipo de comparação que o Jean Wilis cometeu, quando comparou a redução da maioridade penal, com o holocausto judeu na segunda guerra.
    Fraude intelectual, ausência de senso de proporções e uma cara de pau impressionante.

  11. Só esquecem de perceber que quem está chicoteando o negro no poste e outro negro, e não lembram que quase a absoluta maioria dos capitães do mato responsáveis pela organização, comando, captura,e punição de negro no tempo da escravidão era negro ou mestiço, uma boa parte dos traficante de negros em em terras africanas capturadores e vendedores, eram negros.
    Hoje também não é diferente, a grande maioria dos assassinatos de negro são cometidos por outros negros, e pior o índice em países onde a politicas sociais são mais presentes é onde isto é mais discrepante.
    No caso é completamente provável que muitos daquelas pessoas na foto participaram do linchamento, é não precisa fazer DNA para saber que ali quase que 90% ou são negros ou mestiços(no bom sentido, sem atropelo das palavras), porem no brasil parece que vale mais as palavras do que os fatos, e a história vai sendo rescritas pelos perdedores.

  12. As coisas já começam erradas e deturpadas lá atrás. A escravidão ainda é presente na Asia, na África no Oriente mèdio e tem uma participação muçulmana muito grande. Na Europa temos o tráfico de mulheres para a prostituição e para suprir potentados asiáticos, notadamente na Espanha que é uma espécie de ponto de distribuição para ‘escravas brancas’!!!! Muitas mulheres brasileiras de todas as cores são vítimas deste tráfico acreditando que encontrarão uma vida melhor na Europa. Outro engano é acreditar que o “Povo Negro” compõe algo homogêneo e com as mesmas características etnicas por toda a Africa. É uma mentira; são vários grupos distintos até nas características fisionômicas, morfológicas, religiosas e culturais, que estão constantemente se engalfinhando em guerras e escaramuças. Aquela ‘Mama Africa” ideal que ouvimos muitos ativistas citarem em música e verso com ares nostágicos, não existe. Lamento profundamente a escravisação de qualquer ser humano e penso que a escravidão é um ato desumano, cruel e imoral. Não importa a cor da pele, a religião ou a crença política. Pessoas são boas ou más independente da cor da pele, e qualquer tentativa de rotular grupos entre estas qualificações é uma falácia, e serve para fins políticos inconfessáveis. Negros, brancos, amarelos, vermelhos sofrem e praticam violência diariamente em qualquer ponto do mundo, e a única forma de identificarmos um do outro é pela qualificação moral. Lula, Dilma Roussef, Benedita da Silva, José Dirceu, do ponto de vista humano antropológico são totalmente diversos, mas representam uma mesma postura que eu abomino.

  13. Aliás, discordo da parte que diz que todo linchamento é condenável, acho extremamente justo linchar um criminoso que esteja atentando contra um povoado.

    • Eu sou a favor de muitas maneiras de punição severa (inclusive pena de morte), mas ao meu ver, o cara não merecia morrer pelo delito cometido. Espancamentos assim são prato cheio pras Marias do Rosário abrirem a boca e soltarem o esgosto intelectual já conhecido em rede nacional, enquanto o delito em si será rapidamente esquecido e substituído pela “coitadização” do bandido. Mas também acredito em liberdade de expressão e opinião, portanto, discordo em partes de seu ponto de vista, mas acredito no direito de que você possa tê-lo.

      • Mas no caso foi o povo quem cometeu a justa punição, nesse caso deve-se analisar o efeito político disso e como isso pode ser usado à favor de sua visão política, e contra a visão política oponente.

        Nesse caso você pode falar que a política de segurança centralizada no Estado é ineficiente, pode mostrar que a utopia socialista de segurança estatal universal é falsa,, que as políticas esquerdistas descambam nesse tipo de barbárie, pois tem mantido nas ruas os criminosos que afrontam a população, pode falar que políticas centralizadas no direito do bandido que são culpadas disso, que a esquerda é contra o povo e que a solução é punir com mais rigor os crimes, dar mais condições do próprio povo ter sua segurança, como nos EUA aquela política de Neighbour Watch, etc. Onde você enxerga algo negativo, eu enxergou possibilidades de demolir a extrema esquerda.

      • Luciano, peço que por favor publique meu comentário mostrando que eu não critiquei o seu texto e sim o comentário do Marcelo. Como meu comentário não foi publicado e o do Marcelo abaixo foi, deu mais força ao comentário dele e me fez parecer um adepto do politicamente correto, o que eu não sou. Abs.

  14. Marcelo, concordo com seu segundo comentário, queao meu ver, não segue a mesma lógica do primeiro. A lógica do segundo é a mais correta para combater a mentalidade esquerdista e sim, devemos usar isso para capitalizar ao nosso favor, mas dizer que é a favor de linchamentos de quem quer que seja embora seja sua opinião, faz com que as esquerdas continuem capitalizando e controlando o mind set da opinião pública.

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