Dilma e a meta aberta

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reutersdilma620

Imagine a seguinte cena, na fábrica de desenvolvimento de software:

GP: Qual sua expectativa de desenvolvimento de casos de uso para esta semana?

GD: Eu prefiro não dar meta. Vou usar uma meta aberta.

GP: Mas eu preciso fazer uma previsão!!!

GD: É assim que funciona minha meta aberta: ela não é definida, mas quando eu atingi-la, eu dobro a meta.

GP: …

É claro que neste exemplo hipotético o GP (Gerente de Projetos) está sendo muito educado com o GS (Gerente de Sistemas). Sabe como é… hoje em dia não podemos descuidar, pois podem surgir processos de assédio moral por todos os cantos. Mas que o GP escalaria o caso para o superior do GD, é uma certeza. Alias, o GD seria ridicularizado pelas costas em qualquer reunião gerencial.

Agora veja o que disse a “gerenta” em um evento sobre o PRONATEC:

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15 COMMENTS

  1. Me lembrei de “1984”, de George Orwell, onde o governo totalitário estabelecia as metas dos seus planos trienais, jamais alcançava tais metas, e então reescrevia o passado para fazer parecer que meta atingida foi o dobro da prevista.

  2. Fiquei até com um pouco de pena da Dilma, a coisa já tá horrível e ela ainda vem e prova que não sabe nem falar. Lembro que quando o Lula era presidente era frequente aparecerem frases horrendas que ele tinha dito como “a minha mãe nasceu analfabeta”. Quando entrou a Dilma pensei que isso ia acabar, mas não… ela tá fazendo um siga ao mestre que é humor involuntário do pesado.

  3. Essa história de aplaudir automaticamente é muito grave. Quem está de fora, fica sem saber se os aplausos foram dados por puxa sacos, por distraidos, por vacas de presépio ou por idiotas assemelhados ao discursante. A única certeza é quanto à competência da discursante. É aterrador.

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