A assombrosa falta de indignação da direita diante do cinismo psicopático do PT

21
49

Hoje postei o seguinte no Facebook:

Neste momento, assistimos um replay do período eleitoral, onde, mais uma vez, na guerra política o PT vai ganhando de 10×0. Simplesmente, com raríssimas exceções onde a direita e os demais republicanos revidam, discursos como “a culpa é da crise política, da oposição” e “há pauta-bomba do Congresso” estão se tornando vitoriosos, pois não são combatidos.

É exatamente o que ocorreu na campanha eleitoral, quando Dilma jogava o inferno para cima dos seus adversários, e ainda se saía com coisas como “Aécio é agressivo, por usar o termo leviana”. O resultado, como sempre, é a prostração diante de um cinismo que apavoraria até alguns psicopatas.

E, desta vez, a direita tem uma parcela ainda maior de culpa, por novamente escolher não falar contra o PT nos termos fortes disputando cada menor questão. Se mais essa escolha pela falta do revide assertivo, tanto da oposição da esquerda moderada, como da direita, significará a salvação do PT, eu não sei. Mas que mais uma vez o PT comanda o show de guerra política, isto é um fato inegável.

É revoltante ver o PT se dar bem em pontos tão óbvios. Por causa desta postura de não lançar shaming contra o cinismo do PT, a direita, infelizmente, incentiva a psicopatia política. A inação contra a mendacidade de um partido é um combustível para a perversidade.

Sad but true…

É claro que recebi questionamentos como “O que fazer?”. Também surgiu a seguinte objeção: “Se não há partidos políticos de direita, então não há como revidar”. Em relação a esta objeção, sinto muito, mas não passa de uma racionalização para não fazermos nada. Cada um pode fazer sua parte.

Protestamos quando Felipão escalou o Fred. Por que não protestamos contra os políticos de oposição por não serem assertivos diante do PT?

Mas o que seria a assertividade, neste caso? Abaixo temos um exemplo do ótimo post Dilma é criminosamente cínica, do Blog do Coronel, que reproduzo abaixo:

Dilma, sempre em boa companhia: na terra de Sarney está uma refinaria da Petrobras que nunca saiu da pedra fundamental. Esta senhora é perigosamente cínica.
Depois de “fazer o diabo” para vencer a eleição, numa campanha fraudulenta e mentirosa baseada nas calúnias contra os adversários e nas promessas que jamais poderia cumprir, Dilma declarou, hoje:
“O Brasil precisa, mais do que nunca, que as pessoas pensem primeiro nele, Brasil, no que serve à população, à nação, e só depois em seus partidos e em seus projetos pessoais”. 
Esta mulher é criminosamente cínica! Isto que ela joga nas costas da Oposição é tudo o que ela fez durante a campanha. Sacou a descoberto nas pedaladas fiscais para poder montar um quadro fantasioso do Brasil, que hoje nos coloca em quase 10% de inflação e numa queda de quase 2% do PIB. O desemprego já está em 8%. Esta senhora é uma desqualificada, trapaceira e manipuladora. Tudo o que o PT ladrão, corrupto, pixulento fez usando a máquina pública, além de roubar desavergonhadamente fundos de pensão e bancos estatais,  ela esquece.  A roubalheira da Petrobras, na Eletrobras, da Dirceubras, da Lulabras, tudo parece que não aconteceu. A oposição não contribuiu em nada para o buraco em que o país está. Ele foi aberto a pá e picareta por Dilma Rousseff, nestes sete meses de mandato. 
Que alguém avise este governo que não vai haver mais governabilidade. Garantir governabilidade agora é crime de lesa pátria. Abaixo a governabilidade. Governar o país deste jeito é destruir o que resta da nação.
Será que dói falar neste tom? Será que é moral que falemos em um tom abaixo deste diante de tanta sordidez do PT? Será que tão difícil exigir que os deputados de oposição comecem a falar neste tom, no mesmo nível de pressão que fizemos contra Felipão na Copa?

Antes de tudo, parabéns ao post do Coronel. Ele conseguiu demonstrar a assertividade necessária para tratar o discurso monstruoso do PT, que não tem sido desmascarado pela direita com a contundência necessária.

Mas, enfim, como fazer? Simples. Parar de agir deste jeito diante do cinismo:

O vídeo é humorístico, e essencialmente instrutivo. E tomando-o como ilustração, será que podemos descrever facilmente o quanto é indigno o comportamento do marido diante do cinismo do outro? Pois é exatamente esta a postura de boa parte da oposição (inclusive grande parte da direita, nas redes sociais ou fora dela) diante do cinismo do PT. Será que não é hora de colocar a mão na consciência e ver que nós estamos financiando o cinismo do PT por não fazê-los urinar de tanto shaming por usarem um discurso tão desonesto, tão sórdido, tão perverso, tão manipulador e tão psicopático?

E esta postura, de assertividade na hora de tratar o cinismo petista, é uma questão de escolha. Não podemos esperar “partidos surgirem” para mudarmos nossa postura. Podemos exigir dos deputados atuais que ajam assim. Podemos expor a indignidade petista em em várias interações das redes sociais. Só o que moralmente não podemos fazer é assistir de novo esse replay das eleições de 2014, e retribuir a tudo com conivência e validação.

Anúncios

21 COMMENTS

  1. ” A falta de inação contra a mendacidade de um partido é um combustível para a perversidade.”
    Voce quis dizer A falta de ação contra a mendacidade de um partido é um combustível para a perversidade. Certo ?

  2. Será que é justo esse puxão de orelha na direita nesse momento, Luciano? Para concordar com isso, eu precisaria ter exemplos concretos dessa passividade da direita apontada pelo texto. Não consigo enxergar essa passividade. Os formadores de opinião da direita não estão faltando. As pessoas estão se mobilizando para 16/08. Talvez haja uma certa impressão de inércia em virtude da adesão dos grandes meios de comunicação, a começar pela Globo, à pauta de proteção ao governo. Mas a direita não tem culpa nisso; tampouco pode fazer mais do que está fazendo (v. Felipe Moura Brasil chamando “O Globo” de blog sujo) nesse momento contra esse fato específico. Em minha avaliação, um puxão de orelha como esse agora mina a moral da tropa. Se há erros ocorrendo, eles precisariam ser apontados no detalhe, com crítica específica e direcionada. Uma crítica genérica, que atinge todo mundo, não me parece algo produtivo na semana de 16/08. A menos que eu seja convencido do contrário com fatos.

    • “E, desta vez, a direita tem uma parcela ainda maior de culpa, por novamente escolher não falar contra o PT nos termos fortes disputando cada menor questão.”
      (disputando cada menor questão)

    • A esquerda desenvolveu uma ferramenta interessante para medir a temperatura da mídia. O manchetômetro da UERJ.
      Talvez seja um bom meio de se aferir o noticiário também pro lado de cá.
      Eu, se fosse LHA, já teria desenvolvido estratégias de monitoramento que seriam orquestradas por ele e trabalhada por nós, seus enviados.
      O Think Tank do Luciano precisa sair da mente dele e vir pro mundo prático.

    • Precisa fazer mais, se o puxão de orelha é geral, aqueles que se sentirem injustiçados que continuem seu trabalho ainda mais preocupados por tentarem melhorar e dar um pouco mais, já para a maioria que serviu muito bem o chapéu e que estão aí iludindo que a coisa está indo bem para a oposição, que esses acordem antes que seja tarde.

      Não julgue toda a direita e oposição pelo Felipe Moura ou alguns que você acompanha, por mais que ele mereça os parabéns, mesmo que só vi um artigo dele ontem, por ser dia dos pais e por tal o tempo foi para família, mas talvez ele, assim como outros colunistas, num caso assim, poderiam ter copiado um artigo de outros e postado dando crédito, mas isso fica a critério dele se julgar, quem somos nós… só citei ele por sua citação. Mas é isso que Luciano fez, uma crítica generalizada, a pessoa que se julgue, e, o pedido para bater mais forte é válido para o momento, e nem mesmo se aplica apenas aos colunistas.
      Choradeira por critica e buscar desculpas ao invés de solução e seus erros e fraquezas era pra ser coisa da esquerda…

      • Seu comentário é do tipo adulador cego. Mais coisa de esquerda que isso não existe.

        Como falar em solução de erros se estes estão circunscritos a uma tese sem demonstração fática? Estou pedindo exemplos de apatia da direita nesse momento, de forma que a tese possa ou não ser endossada. Se está difícil apresentá-los, então a tese é, no mínimo, frágil. Bancar o puxa-saco, como sói acontecer com esquerdistas, não vai mudar esse fato.

        Minha disposição para o convencimento é total. Cheguei a dar um caminho prá que se pudesse endossar a tese: o noticiário do sistema Globo (jornal e TV), que tem sido uma verdadeira propaganda pró-governo (e anti-impeachment) nos últimos 5 dias e que poderia não estar recebendo o combate devido, levando a essa sensação de apatia. Entrei, então, com o comentário do Felipe Moura Brasil equiparando a Globo aos blogs sujos, de forma a demonstrar que a direita está atenta a esse caso, mas que talvez não seja possível, por questões estruturais, passar a impressão de que se está fazendo mais nesse momento contra esta excrescência jornalística global. Por exemplo: de que adianta eu dizer que mando carta todo santo dia para o jornal O Globo e que estou panfletando todo santo dia para convocar para 16/08 se isso não tem como ganhar repercussão? Mas não é por não haver repercussão que não estou lá tentando, assim como muita gente que tenho conhecido nesse trabalho de formiguinha.

        Insisto: criticar a direita de maneira genérica, nesse momento, é contra-producente. Só serve prá desanimar a moral da tropa. Se há críticas demonstráveis, foi mal pela tautologia, elas precisam ser demonstradas. E para ser demonstradas, precisam ser específicas, com foco. Tipo: “fulano está se esquivando de fazer isso”, “sicrano está fazendo ‘A’ ineficiente quando deveria estar fazendo ‘B’ eficiente” ou “beltrano teria obrigação moral de fazer muito mais do que está fazendo.” Avalio que é assim que se deve fazer em relação às críticas à direita durante esse processo de derrubada do governo Dilma.

      • Bedot,

        Vamos aos esclarecimentos sobre dois frames seus:

        (a) “Seu comentário é do tipo adulador cego. Mais coisa de esquerda que isso não existe.”
        (b) “Bancar o puxa-saco, como sói acontecer com esquerdistas, não vai mudar esse fato.”

        Transformar um elogio a um blog que gosto de acessar não é puxa-saquismo. É até indigno de tua parte vir com um recurso tão bobo. Eu jamais tive problema em dizer que gosto de ler alguns autores específicos, como Alexandre Borges, Felipe Moura e Marcus Vinicius Motta. Confesso que eu não lia muito o Morgenstern, mas gostei muito do livro dele e agora estou prestando mais atenção. (Leio Reinaldo Azevedo e O Antagonista, diariamente, mas discordo de parte das abordagens lá vistas. O Reinaldo, aliás, mandou bem nessa questão específica)

        Logo, é natural que eu diga quem NÃO se encaixa em minha crítica.

        Aliás, gosto muito da postura do MBL também.

        E quem se encaixa?

        Não convém citar nomes, mas identificar comportamentos, em um fenômeno óbvio. Daí eu lhe pergunto:

        (a) Quando o PT usou o frame “Aécio é agressivo por usar o termo leviana” (suficiente para aumentar em 3% a taxa de rejeição dele entre as mulheres, o que pode ter decidido a eleição), VOCÊ ACHA que existiu reação dos apoiadores de Aécio, de direita ou não, nas redes ou não, em quantidade suficiente?
        (b) Quando o PT agora usa o frame “A culpa é da pauta-bomba do Congresso”, junto com “A culpa está na crise política” (o que está dando uma melhorada no panorama do governo, mesmo que não seja o suficiente para salvar a pele deles), VOCÊ ACHA que existe hoje reação dos opositores do PT, de direita ou não, nas redes ou não, em quantidade suficiente?

        A meu ver, as duas respostas são NÃO. Para quem a carapuça serviu, então o texto pode ser adequado. A meu ver, os discursos “da pauta-bomba do Congresso” e “a culpa é, em parte, da crise política” estão passando desapercebidos, pelos opositores da direita, assim como ocorreu em uma questão que citei na época das eleições.

        Se você acha que isso é contra-producente, eu acho que é útil para entendermos qual o novo frame governista do momento e que pode ser DEMOLIDO fácil, fácil. Basta vontade.

      • A ordem da “cascata” de respostas parece ter gerado uma confusão aqui, Luciano. Minha resposta anterior não se referiu a seu comentário sobre o Felipe Moura Brasil, mas ao comentário do forista denominado “exquasepetista”, que retrucou meu comentário inicial de maneira ofensiva, sugerindo que aquilo era “choradeira” e “coisa de esquerda”. Não é vc quem está puxando o saco do Felipe Moura Brasil de maneira acrítica. É o forista que, sem dar uma resposta satisfatória a meu questionamento, está querendo apenas “ficar de bem” com vc. Assim, não há recurso bobo, nem indignidade, apenas um mal entendido.

        De resto, deixando de lado as citações positivas aos blogueiros e jornalistas elencados – eles, portanto, não estariam cometendo erros -, continuo com meu questionamento: quem estaria? Quando vc fala que “não convém citar nomes, mas identificar comportamentos”, sou obrigado a discordar, por duas razões: 1) isso é recurso prá circunscrever nosso debate a seu ponto; e 2) comportamentos jamais se dissociam das pessoas a eles relacionados.

        Não estamos falando aqui da campanha do Aécio, que, afinal, tinha gente por ela respondendo (em última instância, o próprio candidato), tornando fáceis as devidas responsabilizações. Endossei 100% do que vc disse naquele momento. Mas aqui estamos falando de uma situação em que eventuais críticas não têm um direcionamento claro, o que acaba se espalhando para todos, sem distinção. Continuo achando que isso não é producente. Ou bem se diz quem está errando, preferencialmente apontando soluções, ou se estimula a tropa. O momento pede isso.

    • Concordo.
      É fato que a esquerda domina todas as redações, universidades, etc. Os poucos que tem uma tribuna que dá mais repercussão estão falando.
      E a internet mudou a equação. Jornais e tvs não tem mais tanta influencia e a conversa para pessoas que não tem tanta informação só funciona com os bolsos cheios.
      Os mais pobres estão pagando a conta. Não vai ser esse discurso embusteiro que vai mudar a coisa toda.
      Como dizem os experts: é a guerra cultural. Precisamos mudar a relação de forças. Acho que já está mudando e o Flavio Morg tem um artigo sobre o assunto.

    • Você foi contra-produtivo com seu “erro” de responder ao Luciano quando poderia ter citado logo meu nome. Em resposta ao “bell15674” você pediu exemplos, mesmo ele tendo colocado no comentário dele “(disputando cada menor questão)”.
      O seu erro de julgar que não consegue ver passividade da direita, tem relação com recente post de Luciano(ter relação não significa ser).
      Você quer que desenhe para você, que numa época de intensa batalha Luciano prove a teses ao invés de fazer uma crítica genérica, mas, você deveria se dar conta de que não é momento para te carregar no colo, é o momento para fazer pressão e as pessoas aceitarem se é para elas, é o momento para ver o que o inimigo faz e revidar rapidamente. Se você tivesse feito isso o Luciano não precisaria ter gasto tempo em responder suas indagações mostrando os embustes que não foram bem combatidos: “A culpa é da pauta-bomba do Congresso”, “A culpa está na crise política”, mas deve ser combatido também o quase incombatível “quanto pior melhor” e o “vale-tudo” deve ser jogado contra Dilma por ser o que ela está fazendo. Amanhã aparecerão outras, e espera-se que você aprenda identificar para parar de tornar-se tempo alheio com sua choradeira por não terem desenhado para você, porque esses exemplos que ele deu, ela já tinha escrito sobre.
      Quanto ao seu pensamento de eu “querer ficar bem com Luciano”, acho que isso é sua intenção, ou não teria lhe vindo a mente, a minha foi dar um toque para você(e quem ler sua choradeira) avançar um passo a frente, ao invés de ser travado, esperando ser levado no colo. E como você me achou hispido: sua reclamação e choradeira por crítica é prima da vitimização, indigna até para militante petista.

  3. “Não é a Mamãe” – Ricardo Fiúza – Fl. 319: “A colossal propaganda populista do petismo conseguiu dissociar nome e pessoa, conseguiu inventar o binômio do crioulo doido – administração desastrosa e governantes bonzinhos. E a culpa não é dos parasitas do PT. Eles estão no papel deles, fazendo o que sabem fazer: parasitar. A culpa é do povo. Resta apenas escolher qual a parte pior do povo: a que não enxerga, ou a que faz vista grossa.

  4. O momento não é para salamaleques. Como na luta de vale-tudo da brasileira maldosa e sem noção, a americana não a deixou respirar, pou, pou, pou, até cair. E deu para ver no movimento labial dela “dont´t cry”, enquanto a brasileira tentava se lembrar do número das placa do Scania Vabis que a a atropelou. Tem que fazer mais ou menos assim. Aliás, mais ou menos o escambau! Tem que fazer assim mesmo!
    .
    Ou alguém acha que os bandidos que nos governam ficariam com, “peninha” se a situação fosse inversa?

  5. Essa falta de indigação explica-se simplesmente pela falta de quorum, pessoal. Somos exceção no Brasil. Praticamente não temos partidos de direita no país e os que existem não são grandes ou não tem grande inflência. Há também a mídia majoritariamente esquerdista que, quando chama alguém da direita para falar em algum programa, chama aquele extremista do Bolsonaro. É uma triste realidade!

  6. Esse comportamento me lembra do filme “Os homens que não amavam as mulheres”. Quando o assassino pergunta ao detetive porque diante do perigo ele ficou com medo de ofender e aceitou o convite do assassino para tomar um drink, mesmo já sabendo que o anfitrião era o assassino. De onde vem nosso medo de ofender e de se passar mal entendido? Provavelmente tem uma origem comum ou quem sabe na nossa própria moralidade. Só que temos que entender que nossa moralidade é uma referência para NOSSA conduta. Os esquerdopatas nunca serão afetados por bons exemplos. Eles são sociopatas antes de tudo.

    “Ah eles vão me chamar de golpista…” Dane-se “O PT pediu o impeachment do FHC 19 vezes, vá para a !@#$%!!!” Tem que responder neste nível. Os PTistas são capazes de acusar a Madre Teresa de Calcutá de golpista para se manterem no poder. Vai ficar com medinho da opinião de um bando de sociopatas que abertamente defendem um futuro de escravidão para uma nação de milhões?

    Não pode perder as chances. Não precisa esperar a Dilma falar ( se bem que quando ela abre a boca ajuda muito). Depois de colocar a polícia rodoviária para acuar os caminhoneiros em greve, trataram o MST como lordes e empresários mesmo depois de barricadas e parar rodovias. Não me recordo da oposição cair de pau em cima do PT. Se fosse o contrário…

Deixe uma resposta