A lista da votação pelo impeachment de Collor em 1992. E como usar o shaming contra uma legião de hipócritas.

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Em política, a assertividade é necessária. Também é um fato da política que os políticos profissionais temem por sua reputação. Ao colocarmos esta reputação em jogo, eles nos respondem.

No dia 16/8, os brasileiros irão às ruas em nome do fim do governo mais perverso da história da política nacional. Nenhum governo anterior deu um décimo dos motivos para o impeachment daqueles dados pelo governo petista.

Com uma empáfia nojenta, vários políticos de partidos como PSDB, PMDB e PP (ou seja, não comprometidos com o projeto bolivariano como o são PT, PCdoB, PSB e PSOL) se orgulham de aparecer em público dizendo que “impeachment significa instabilidade” ou “impeachment é ruptura” ou “impeachment é golpe” ou “ao invés de impeachment, optamos pela democracia”. Na competição pelo discurso mais cínico ou negador da realidade, temos rotinas como estas e várias outras. Infelizmente temos nossa parcela de culpa, pois quase tudo está saindo de graça para esses políticos.

Aqui temos uma lista de todos os políticos (e seus respectivos partidos) que votaram pelo impeachment de Collor. E muitas destas mesmas pessoas se colocam diante de nós para “cagar regra”. Será que estamos justificados a deixá-los exibir tanta empáfia impunemente? Com certeza não.

O político bolivariano, como já disse anteriormente, está fazendo o seu papel: seu projeto é nos transformar em escravos, para que possam viver como sultões em uma nação socialista, apartada do mundo civilizado. Não é deles que devemos cobrar atitude. Ao contrário, é contra eles que lutamos. A essência de nosso empreendimento está em não deixá-los ter sucesso em suas implementações mais almejadas.

Já os políticos não-bolivarianos, muitos em seu eterno murismo, cometem outro tipo de crime moral, ao não tomar uma atitude que deveriam tomar, e, tanto levianamente como por tabela, optam por tentar nos condenar à escravidão socialista. Enquanto fazem isso, “cagam regra” dando discursos empolados contra o impeachment.

Porém, vários deles votaram pelo impeachment de Collor, e, portanto, perderam toda a autoridade moral de vir fazer um showzinho nojento para defender o PT. Eles deveriam ficar de cabeça baixa diante de nós, por estarem agindo de forma tão imoral. Então, como podemos usar a lista?

Simples:

  1. Observe se o político não-bolivariano usou uma rotina suja para atacar quem defende o impeachment, ou mesmo para negar a possibilidade de impeachment (exemplo: Alckmin dizendo que “a questão do impeachment não está colocada”);
  2. Em seguida, procure na lista que teremos aqui se: (a) ele votou a favor do impeachment de Collor, (b) se o partido dele votou em bloco a favor do impeachment de Collor;
  3. Devolva com instâncias de shaming as mais contundentes possíveis.

Exemplos podem incluir ir no Facebook do político profissional (ou mesmo enviar-lhe um email) e dizer coisas como:

  • Como você consegue olhar na cara de seus filhos sendo tão hipócrita ao dizer (x) tendo votado em 1992 no impeachment de Collor?
  • Você acha que devemos confiar em pessoas “duas caras” que votam em 1992 no impeachment e depois fingem que “impeachment é golpe” só para proteger um governo totalitário como o PT?
  • Quais seus interesses em fingir que é contra o impeachment, mesmo você tendo votado em 1992 no impeachment de Collor? Você não tem vergonha?
  • Você não acha que deve desculpas ao povo brasileiro por mentir tanto em favor do PT? Sabemos que você está mentindo porque você jamais pediu desculpas por ter votado no impeachment de Collor?
  • Como podemos confiar em você? Nem você acredita em suas palavras. Aqui estão as provas: (x).

E assim, sucessivamente, devemos colocar um preço nos discursinhos safados anti-impeachment feitos por políticos bolivarianos. Os exemplos acima mencionam políticos que votaram no impeachment de Collor, mas podem ser adaptados para aqueles cujos partidos votaram em bloco na mesma direção.

Aqui está a lista dos que votaram a favor do impeachment de Collor:

Roraima–  Alceste  Almeida (PTB), Avenir Rosa (PDC),  Francisco  Rodrigues
(PTB), João Fagundes (PMDB), Júlio Cabral (PTR), Marcelo Luz (PTR), Rubem
Bento (Bloco) e Teresa Jucá (PDS).
Amapá–  Carlos  Kayath (PTB), Domingos Juvenil  (PMDB),  Eliel  Rodrigues
(PMDB),  Gerson  Peres (PDS), Giovanni Queiroz  (PDT),  Hermínio  Calvinho
(PMDB),  Hilário Coimbra (PTB), José Diogo (PDS), Mário Chermont  (PTR),
Mário Martins (PMDB), Nicias Ribeiro (PMDB), Paulo Rocha (PT), Paulo Titan
(PMDB), Socorro Gomes (PC do B) e Valdir Ganzer (PT).
Amazonas–  Beth  Azize (PDT), Eduardo Braga (PDC), Euler  Ribeiro  (PMDB),
José Dutra (PMDB), Pauderney Avelino (PDC) e Ricardo Moraes (PT).
Rondônia–  Antônio Marinho (PTB), Carlos Camurça (PTR),  Edison  Fidelis
(PTB), Nobel Moura (PTR), Pascoal Novaes (Bloco) e Raquel Cândido (PTB).
Acre–  Adelaide  Neri (PMDB0, João Maia (PTR), João  Tota  (PDS),  Mauri
Sérgio (PMDB) e Zila Bezerra (PMDB).
Tocantins–  Derval  de  Paiva (PMDB),  Edmundo  Galdinó  (PSDB),  Eduardo
Siqueira  Campos  (PDC), Freire Júnior (Bloco), Hagahús  Araújo  (PMDB),
Leomar Quintanilha (PDT), Osvaldo Reis (PTR) e Paulo Mourão (PDS).
Maranhão–  Cesar  Bandeira (Bloco), Cid Carvalho (PMDB),  Costa  Ferreira
(PTR), Eduardo Matias (PDC), Francisco Coelho (PDC), Haroldo Sabóia  (PT),
Jayme  Santana (PSDB), José Carlos Sabóia (PSB), José Reinaldo  (Bloco),
Nan  Souza (PST), Paulo Marinho (Bloco), Pedro Novais (PDC), Ricardo  Murad
(Bloco), Roseana Sarney (Bloco) e Sarney Filho (Bloco).
Ceará–  Aécio  de Borba (PDS), Ariosto Holanda (PSB),  Carlos  Benevides
(PMDB),  Edson  Silva  (PDT), Ernani Viana  (PSDB),  Gonzaga  Mota  (PMDB),
Jackson  Pereira  (PSDB), José Linhares (PSDB), Luiz  Girão  (PDT),  Luiz
Pontes  (PSDB), Marco Penaforte (PSDB), Maria Luiza Fontenele (PSB),  Mauro
Sampaio  (PSDB),  Moroni Torgan (PSDB), Orlando Bezerra  (Bloco),  Pinheiro
Landim  (PMDB),  Sérgio Machado (PSDB), Ubiratan Aguiar (PMDB)  e  Vicente
Fialho (Bloco).
Piauí–  B. Sá (PTR), Ciro Nogueira (Bloco), Felipe Mendes  (PDS),  Jesus
Tajra (Bloco), João Henrique (PMDB), José Luiz Maia (PDS), Murilo Rezende
(PMDB), Paes Landim (Bloco) e Paulo Silva (PSDB).
Rio  Grande  do  Norte– Aluizio Alves  (PMDB),  Fernando  Freire  (Bloco),
Flávio Rocha (PL), Henrique Eduardo Alves (PMDB), Iberê Ferreira (Bloco),
João Faustino (PSDB), Laire Rosado (PMDB) e Ney Lopes (Bloco).
Paraíba–  Ivandro  Cunha  Lima (PMDB), Josa Luiz  Clerot  (PMDB),  José
Maranhão  (PMDB), Lúcia Braga (PDT), Vital do Rego (PDT) e  Zuca  Moreira
(PMDB).
Pernambuco– Álvaro Ribeiro (PSB), Fernando Bezerra Coelho (PMDB), Gustavo
Krause  (Bloco),  Inoce^ncio Oliveira (Bloco), João  Colaço  (PTR),  José
Mendonaça  Bezerra  (Bloco),  José Moura (Bloco),  José  Múcio  Monteiro
(Bloco),  Luiz  Piauhylino (PSB), Maurílio Ferreira Lima  (PMDB),  Maviael
Cavalcanti  (Bloco),  Miguel Arraes (PSB), Nilson  Gibson  (PMDB),  Osvaldo
Coelho (Bloco), Pedro Correa (Bloco), Renildo Calheiros (PC do B),  Roberto
Franca  (PSB), Roberto Freire (PPS), Roberto Magalhães  (Bloco),  Salatiel
Carvalho (PTR), Sérgio Guerra (PSB) e Wilson Campos (PMDB).
Alagoas–  Cleto  Falcão (Bloco), José Thomaz Nono  (PMDB),  Luiz  Dantas
(Bloco),  Mendonça  Neto  (PDT), Olavo Calheiros (PMDB)  e  Roberto  Torres
(PTB).
Sergipe–  Benedito  de  Figueiredo  (sem  partido),  Cleonâncio   Fonseca
(Bloco),  Djenal Gonçalves (PDS), Everaldo de Oliveira  (Bloco),  Jerônimo
Reis  (Bloco), José Teles (PDS), Messias Góis (Bloco) e  Pedro  Valadares
(PST).
Bahia–  Alcides Modesto (PT), Aroldo Cedraz (Bloco), Benito Gama  (Bloco),
Beraldo  Boaventura (PDT), Carlos Albuquerque (PDC), Clóvis  Assis  (PDT),
Geraldo  Vieira Lima (PMDB), Genebaldo Correia (PMDB), Haroldo Lima (PC  do
B),  Jabes Ribeiro (PSDB), Jaques Wagner (PT), João Almeida (PMDB),  Jorge
Khoury (Bloco), José Carlos Aleluia (Bloco), José Falcão (Bloco), Jutahy
Júnior (PSDB), Leus Lomanto (Bloco), Manoel Castro (Bloco), Nestor  Duarte
(PMDB),  Pedro  Irujo  (Bloco), Prisco Viana (PDS),  Sérgio  Brito  (PDC),
Sérgio Gaudenzi (PDT), Uldurico Pinto (PSB) e Waldir Pires (PDT).
Minas  Gerais–  Aécio  Neves  (PSDB),  Agostinho  Valente  (PT),  Aloisio
Vasconcelos  (PMDB),  Annibal  Teixeira (PTB), Aracely  de  Paula  (Bloco),
Armando Costa (PMDB), Avelino Costa (PL), Camilo Machado (Bloco), Célio de
Castro  (PSB),  Edmar Moreira (Bloco), Elias Murad (PSDB),  Fernando  Diniz
(PMDB), Genésio Bernardino (PMDB), Getúlio Neiva (PL), Ibrahim  Abi-Ackel
(PDS), Irani Barbosa (PSD), Israel Pinheiro (PRS), João Paulo (PT),  João
Rosa (Bloco), José Aldo (PRS), José Belato (PMDB), José Geraldo  (PMDB),
José  Santana  de Vasconcellos (Bloco), José Ulisses de  Oliveira  (PRS),
Lael  Varella  (Bloco), Leopoldo Bessone (PST), Luiz  Tadeu  Leite  (PMDB),
Marcos  Lima (PMDB), Mário de Oliveira (PTR), Maurício Campos (PL),  Neif
Jabur  (PMDB),  Nilmário  Miranda (PT),  Odelmo  Leão  (Bloco),  Osmânio
Pereira (PSDB), Paulino Cícero de Vasconcellos (PSDB), Paulo Delgado (PT),
Paulo  Heslander  (PTB), Paulo Romano (Bloco), Pedro  TAssis  (PMDB),  Raul
Belém (Bloco), Romel Anísio (Bloco), Samir Tannús (PDC), Sandra Starling
(PT),  Saulo Coelho (PSDB), Sérgio Naya (PMDB), Tarcísio Delgado  (PMDB),
Tiden Santiago (PT), Vittorio Medioli (PSDB), Wagner do Nascimento (Bloco),
Wilson Cunha (PTB) e Zaire Rezende (PMDB).
Espírito Santo– Aloizio Santos (PDT), Etevalda Grassi de Menezes  (PMDB),
João  Baptista  Motta (PSDB), Jones Santos Neves (PL),  Jório  de  Barros
(PMDB),  Nilton  Baiano (PMDB), Paulo Hartung (PSDB), Rita  Camata  (PMDB),
Roberto Valadão (PMDB) e Rose de Freitas (PSDB).
Rio  de  Janeiro–  Aldir Cabral (PTB), Álvaro Valle  (PL),  Amaral  Netto
(PDS),  Aroldo  de Oliveira (Bloco), Artur da Távola (PSDB),  Benedita  da
Silva  (PT),  Carlos  Alberto Campista (PDT),  Carlos  Lupi  (PDT),  Carlos
Santana (PT), César Maia (PMDB), Cidinha Campos (PDT), Eduardo Mascarenhas
(PDT),   Fábio  Raunheitti  (PTB),  Flávio  Palmier  da  Veiga   (Bloco),
Francisco  Dornelles (Bloco), Francisco Silva (PST), Jair Bolsonaro  (PDC),
Jamil  Haddad (PSB), Jandira Feghali (PC do B),  João Mendes (PTB),  José
Carlos  Coutinho (PDT), José Egydio (Bloco), José Vicente Brizola  (PDT),
Junot Abi-Ramia (PDT), Laerte Bastos (PDT), Luiz Salomão (PDT),  Laprovita
Vieira  (PMDB),  Márcia Cibilis Viana (PDT), Marino  Clinger  (PDT),  Miro
Teixeira (PDT), nelson Bornier (PL), Paulo de Almeida (PTB), Paulo Portugal
(PDT),  Paulo  Ramos (PDT), Regina Gordilho (PRP),  Roberto  Campos  (PDS),
Rubem  Medina  (Bloco), Sandra Cavalcanti (Bloco),  Sérgio  Arouca  (PPS),
Sidney Miguel (PV), Simão Sessim (Bloco), Vivaldo Barbosa (PDT),  Vladimir
Palmeira (PT) e Wanda Reis (Bloco).
São  Paulo–  Alberto  Goldman  (PMDB), Aldo Rebelo  (PC  do  B),  Aloizio
Mercadante  (PT),  André  Benassi (PSDB),  Antônio  Carlos  Mendes  Thame
(PSDB),  Arnaldo Faria de Sá (Bloco), Ary Kara (PMDB), Beto Mansur  (PDT),
Cardoso  Alves (PTB), Cunha Bueno (PDS), Delfim Netto (PDS),  Diogo  Nomura
(PL),  Edevaldo Alves da Silva (PDS), Eduardo Jorge (PT), Ernesto  Gradella
(sem partido), Fábio Feldmann (PSDB), Fabio Meirelles (PDS), Fausto  Rocha
(Bloco),  Florestan  Fernandes (PT), Geraldo Alckmin Filho  (PSDB),  Heitor
Franco (Bloco), Hélio Bicudo (PT), Hélio Rosas (PMDB), Irma Passoni (PT),
Jorge  Tadeu  Mudalen (PMDB), José Citote (PT), José Dirceu  (PT),  José
Genoíno  (PT),  José  Maria Eymael (PDC), José  Serra  (PSDB),  Jurandyr
Paixão (PMDB), Kuyu Iha (PSDB), Liberato Caboclo (PDT), Luiz Carlos Santos
(PMDB),  Luiz  Gushiken  (PT), Magalhães  Teixeira  (PSDB),  Maluly  Netto
(Bloco),  Manoel  Moreira (PMDB), Marcelino Romano Machado  (PDS),  Marcelo
Barbieri  (PMDB), Maurício Mariano (PMDB), Mendes Botelho  (PTB),  Osvaldo
Stecca  (PMDB), Paulo Lima (Bloco), Pedro Pavão (PDS), Ricardo Izar  (PL),
Roberto  Rollemberg (PMDB), Robson Tuma (PL), Solon Borges dos Reis  (PTB),
Tadashi Kuriki (Bloco), Tidei de Lima (PMDB), Tuga Angerami (PSDB), Ulysses
Guimarães (PMDB), Vadão Gomes (Bloco), Valdecir Costa (PL) e Walter  Nory
(PMDB).
Mato  Grosso–  Augustinho  Freitas (PTB),  Joaquim  Sucena  (PTB),   Jonas
Pinheiro  (Bloco),  José  Augusto  Curvo  (PL),  Rodrigues  Palma   (PTB),
Wellington Fagundes (PL) e Wilmar Peres (PL).
Distrito  Federal– Augusto Carvalho (PPS), Benedito Domingos (PTR),  Chico
Vigilante  (PT),  Eurides Brito (PTR), Maria Laura  (PT),  Osório  Adriano
(Bloco), Sigmaringa Seixas (PSDB).
Goiás–  Antônio de Jesus (PMDB), Antônio Faleiros (PSDB),  João  Natal
(PMDB),  Lázaro Barbosa (PMDB), Lúcia Vânia (PMDB), Luiz  Soyer  (PMDB),
Maria  Valadão  (PDS), Mauro Borges (PDC), Mauro Miranda  (PMDB),  Osório
Santa  Cruz  (PDC),  Paulo Mandarino (PDC),  Pedro  Abrão  (PTR),  Roberto
Balestra (PDC) e Virmondes Cruvinel (PMDB).
Mato  Grosso  do  Sul– Flávio Derzi (Bloco), José  Elias  (PTB),  Marilu
Guimarães  (Bloco),  Nelson  Trad (PTB), Valter Pereira  (PMDB)  e  Waldir
Guerra (Bloco).
Paraná–  Antônio Barbosa (Bloco), Antonio Ueno (Bloco),  Carlos  Roberto
Massa  (Bloco),  Carlos  Scarpelini (PST), Delcino  Tavares  (PST),  Edesio
Passos (PT), Élio Dalla-Vecchia (PDT), Flávio Arns (PSDB), Ivânio Guerra
(Bloco),  Joni Varisco (PMDB), Luciano Pizzatto (Bloco), Luiz Carlos  Hauly
(PST), Matheus Iensen (PTB), Max Rosenmann (Bloco), Munhoz da Rocha (PSDB),
Onaireves  Moura  (PTB),  Otto Cunha (Bloco), Paulo  Bernardo  (PT),  Pedro
Tonelli  (PT),  Pinga  Fogo de Oliveira (Bloco),  Renato  Johnson  (Bloco),
Romero  Filho  (PST),  Rubens Bueno (PSDB), Said  Ferreira  (PMDB),  Werner
Wanderer (Bloco) e Wilson Moreira (PSDB).
Santa  Catarina–  Ângela  Amin  (PDS),  César  Souza  (Bloco),  Dejandir
Dalpasquale (PMDB), Dércio Knop (PDT), Eduardo Moreira (PMDB), Hugo  Biehl
(PDS),  Jarvis Gaidzinski (PL), Luci Choinacki (PT), Luiz Henrique  (PMDB),
Neuto  de  Conto  (PMDB), Orlando Pacheco (Bloco),  Paulo  Duarte  (Bloco),
Renato Vianna (PMDB), Ruberval Pilotto (PDS) e Vasco Furlan (PDS).
Rio  Grande  do Sul– Adão Pretto (PT), Adroaldo  Streck  (PSDB),  Adylson
Motta (PDS), Aldo Pinto (PDT), Amaury Muller (PDT), Antônio Britto (PMDB),
Arno  Magarinos (Bloco), Carrion Júnior (PDT), Celso Bernardi (PDS),  Eden
Pedroso  (PDT),  Fernando  Carrion (PDS),  Fetter  Júnior  (PDS),  Germano
Rigotto  (PMDB), Ibsen Pinheiro (PMDB), Ivo Mainardi (PMDB), João de  Deus
Antunes  (PDS),  Urge Uequed (PSDB), José Fortunati  (PT),  Luís  Roberto
Ponte  (PMDB),  Mendes Ribeiro (PMDB), Nelson Jobim (PMDB), Nelson  Proença
(PMDB),  Odacir Klein (PMDB), Osvaldo Bender (PDS), Paulo Paim  (PT),  Raul
Pont (PT), Telmo Kirst (PDS), Valdomiro Lima (PDT), Victor Faccioni (PDS) e
Wilson Muller (PDT).

Antes, uma coisa: há pessoas na lista que votaram a favor do impeachment de Collor e já se comprometeram a votar pelo impeachment de Dilma. É óbvio que elas não merecem shaming. Merecem, é claro, nosso apoio. Já o restante, especialmente se vier com discursinhos arrogantes e cínicos, não pode passar ileso de uma tempestade de pressão política.

É isso que significa não deixar de graça uma alegação política inválida. A pressão sobre eles está em nossas mãos. É uma responsabilidade da qual não podemos fugir. Cada um de nós pode participar desta guerra de pressão.

A hora é agora!

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16 COMMENTS

  1. “do governo mais perverso da história da política nacional”

    olha, gosto muito de seus textos e tudo mais Luciano, mas isso ai tb é exagero. Querer é diferente de Ser. E no que diz respeito a “Ser” (não Querer), esse chamar esse governo de mais perverso é um exagero.
    Só pra citar alguns, a república da espada, ditadura de Vargas, governo de Jango, ditadura militar, até mesmo Sarnei e Color eram piores… é claro, não a toda, em todas as situações piores ou tão ruins quanto houve necessariamente uma ruptura até então.
    E se ela não ocorrer para o lado correto, essa situação tenderá a piorar muito, podendo até mesmo a se tornar a pior…
    Mas não concordei com a forma posta por você. Não estou querendo amenizar, só achei que as palavras não foram apropriadas.

    • Tinha certeza disso. No Brasil, os únicos nazistas xenofobistas são ligados ao PT, PSOL, PSTU, PCO, PCdoB e outras canalhices esquerdopatas. E chegaram a anúnciar que eles estavam hospitalizados em estado grave!!! Bando de vermes vermelhos!!!

  2. Tá vendo, Luciano? O PSDB não passa de quenga do PT. Tá vendo que eles votaram pelo impeachment de Collor e agora vem com conversa mole de que isso é golpe. Esses políticos são nojentos, asquerosos.

  3. Olha aí, a GAYSTAPO paraibana quer cassar a condecoração de Jair Bolsonaro. Segundo o líder regional, a comenda deve ser conferida somente a terroristas e a ladrões de terras (Ligas Camponesas, o protótipo do Exército de Stédile). Alguém faria a gentileza de levar esta notícia ao conhecimento de páginas como a Bolsonaro Zuero? Não tenho conta no feice 🙁

    http://www.jornaldaparaiba.com.br/politica/noticia/156421_entidades-se-unem-pelo-cancelamento-do-titulo-de-cidadao-a-bolsonaro

  4. Luciano, obrigado por essa lista. Muito útil será! Destaquei inicialmente alguns dos nomes mais fortes para ficarmos de olho:

    Aécio Neves (PSDB)
    -> votou a favor do impeachment de Collor e agora é o nome mais forte da oposição. Esse precisa e MUITO se posicionar a favor do impeachment. Tá na hora de parar de cumpadrismo com seu partido, ele que manda naquela porra, é hora de colocar o pau em cima da mesa e falar: eu vou lá apoiar o impeachment e vocês que não quiserem apoiar, que se fodam!

    Jandira Feghali (PCdoB)
    -> ê, Fegalinha! Sei que você nos aconselha a não perder tempo com deputados bolivarianos, mas se ela aparecer dizendo que impeachment é golpismo, vai ter esse impeachment do Collor esfregado naquela cara feia de Laerte Coutinho.

    Eduardo Jorge (PT)
    -> era do PT, agora é PV. É bolivariano, de todo modo. O mesmo que falei da Fegalinha vale para ele: se vier com conversinha de que é “golpe” e mimimi, vai ter esse impeachment esfregado na cara.

    Geraldo Alckmin (PSDB)
    -> bunda mole, cuzão do caralho. Não bastou ter sido um cuzão no que dizia respeito à maioridade penal, agora também tá com dedos fracos pra impeachment. Esse tem que ser muito ridicularizado se continuar frouxo desse jeito.

    José Serra (PSDB)
    -> vale o mesmo para o Alckmin, visto que recentemente (segunda, se não me engano) o Serra esteve em Floripa e, questionado sobre o impeachment, disse que está aguardando “elementos concretos” para apoiar. Elementos concretos? O partido ser mentiroso, corrupto, criminoso, ladrão, estar no poder, além das suspeitas de urnas fraudadas, não são “elementos concretos”, ô vampiro? Vai à merda! Cuzão do caralho. Honra essa porra de legenda que se diz oposição da qual faz parte, porra.

    José Maria Eymael (PDC)
    -> nome mais ou menos forte e que busquei algo falando sobre impeachment e não encontrei. Tá caladinho, acoado, escondido no escuro? Fale a respeito, afinal foi candidato à presidência nas últimas eleições. Como quer ter prestígio se agora que é um momento importantíssimo da política tá calado?

  5. “Também é um fato da política que os políticos profissionais temem por sua reputação. Ao colocarmos esta reputação em jogo, eles nos respondem.”

    EXATO, vimos isso acontecendo quando decidimos pressionar os deputados do PSDB e DEM que tinham votado contra a redução da idade penal. O Felipe Moura foi lá e expôs nome e foto deles, povo foi lá e mandou email, os achincalhou na página do facebook, dito e feito: muitos deles mudaram a votação!

    Também quando Manuela D’Ávilla e uns outros deputados inventaram aquela palhaçada de passe livre para bandidos. O achincalhamento, a ridicularização, a desmoralização foi tão grande, foi tanta gente desmorizá-los em suas redes sociais, que eles no dia seguinte já estavam negando tudo, rasgando o projeto e implorando para que esquecêssemos disso – ÓBVIO que não esqueceremos.

    É preciso haver mais isso, mais pressão, mais fúria.

  6. Sei que minhas observações não irão fazer com que você amplie sua percepção real dos fatos, haja vista suas respostas dadas aos comentários, por isso não as deixarei. Eventualmente, no futuro, um historiador analisará os fatos sem a emoção que toma conta do país. Amplie a sua visão, caso contrário continuará a viver o que querem que você viva.
    Só peço para não alimentar o ódio, não iremos construir um país onde não percebemos o leque de possibilidades. Não olhe o mundo como certo e errado, bom e ruim. A lista que você postou mostrou muito bem isso, mas muitos esqueceram e vão repetir o passado vendo como herói aquele que corresponderem aos seu desejos. Depois ficarão decepcionados.

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