Neste 16/8, vá lutar por sua sobrevivência, antes que eles tenham poder para matá-lo

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Já falamos suficientemente sobre as declarações gravíssimas do presidente da CUT, Vagner Freitas, que avisou que suas tropas iriam pegar em armas. Lula, na verdade, já havia falado em colocar o “exército do Stédile” nas ruas. Suas milícias, aliás, cumpriram a regra certinho, agredindo manifestantes anti-Dilma durante discurso feito por petistas na Petrobrás.

Enfim, reveja o discurso usado por Vagner Freitas, em pleno Palácio do Planalto, em uma das maiores afrontas à Constituição e à democracia praticadas em céu aberto na história recente, e tudo isso na presença da presidente Dilma Rousseff, conivente com o que vocês verão abaixo:

O que ele está dizendo aí em cima é mais claro do que a neve: eles querem matar opositores. Claro que Vagner apareceu no dia seguinte dizendo que foi tudo “figura de linguagem”. Todavia, a agressão aos manifestantes anti-PT no início do ano (foto que ilustra este post) não foi uma figura de linguagem. A morte de 39 opositores de Nicolas Maduro durante protestos na Venezuela não foi uma figura de linguagem. O estupro de pessoas com baionetas (tendo seu sistema excretor comprometido pelo resto de suas vidas), praticado pelas milícias chavistas, não foi figura de linguagem. Os 100 mil mortos por Fidel Castro (um dos líderes do Foro de São Paulo, e que tem transmitido todas as técnicas de aquisição e manutenção de poder totalitário aos bolivarianos do Brasil, da Venezuela, da Argentina, do Equador e da Bolívia, dentre outros) não são figura de linguagem. É mais fácil acreditar no socialista dos primórdios, Charles Fourier, quando este dizia que o socialismo iria transformar os oceanos em limonada, do que acreditar que Vagner não traduziu nada mais que as intenções circunscritas nas mentes de todos os bolivarianos. Talvez tenha sido a empolgação do momento. Mas o fato é que as palavras de Vagner descrevem um plano compartilhado pelos participantes do Foro de São Paulo.

Para um bolivariano, a violência contra opositores é meramente um meio para se manter o poder, através do qual os líderes do “projeto” podem viver como sultões. Seria até demência ignorar esta realidade histórica, exposta em todas as notícias que lemos dos outros países pertencentes ao Foro de São Paulo.

Muitos acham que estão protestando contra a corrupção. Desculpem-se, mas isso é ignorar o principal. A luta contra a corrupção se baseia em pilares como:

  1. Leis mais duras contra a corrupção;
  2. Leis que forcem transparência nas estatais, e em qualquer órgão de prestação público de serviços;
  3. Leis que dificultem o aparelhamento estatal, o qual deveria ser tratado como um caso de corrupção.

Uma luta contra a corrupção lutaria por itens acima.

A questão agora não é meramente “corrupção”. Vai muito além: é o uso da corrupção como sustentáculo para um projeto sanguinário de poder, como o são todos aqueles implementados em outros países governados por bolivarianos.

Então a principal luta é para evitar a perda de nossa liberdade, a transformação de todos nós em escravos, o início da violência extrema contra opositores, uma radical censura oficial e o saqueamento definitivo de nosso país, tudo isto amparado pela corrupção levada a níveis jamais vistos, pois a corrupção da era petista não é mais simplesmente o aproveitamento das boquinhas estatais, mas o fornecimento de insumos para a construção de uma ditadura, onde todos os que não fizerem parte da cúpula governamental (composta pelas ONG’s aparelhadas, pelos jornalistas chapa branca, pelos sovietes, pela polícia governamental e suas milícias, além dos empresários aliados do poder) serão tratados feito cães de rua. E para quem se rebelar, das palavras de Lula e Vagner já se pode depreender: as milícias e as armas dessa gente darão cabo de você.

Combinemos assim, então: a luta amanhã é principalmente por sua sobrevivência. Se você não está interessado em viver como um venezuelano ou cubano, prestes a ser vítima de violência a todo momento (especialmente se discordar do governo), a melhor coisa a fazer é ir para as ruas amanhã, para lutar por uma liberdade que ainda lhe resta:

Em tempo: o chamado está quase perfeito, mas eu faria uma retificação. Nós não somos vítimas da “incompetência que afundou o Brasil”. Ao contrário, somos vítimas da competência de bolivarianos ao saquear um país durante um projeto de estabelecimento de uma ditadura. Alguém perguntará: “Mas a Dilma não queria arrumar a economia?”. Desculpe-me, mas não somos mais crianças para acreditar que bolivarianos tenham essas intenções. A verdade vai na direção oposta. Dilma não é uma “coitadinha enganada” que “se equivocou” na condução de nossa economia. Todo o sofrimento do povo brasileiro foi construído ardilosamente por pessoas que escolheram um projeto de poder totalitário, que precisa usar os recursos do país neste intento. Se há uma incompetência, ela está em outro lado. No lado dos que deixam isso acontecer. Agora que estamos lutando contra o projeto petista, passamos a adquirir mais competência na luta contra eles. A luta, então, não é contra a “incompetência do PT”, mas contra aquilo que o PT está conseguindo fazer conforme ele próprio deseja. Cuidado com os frames, ok? Eles podem causar colapsos cerebrais em quem insistir em crer que “somos vítimas da incompetência” quando na verdade a última coisa que existe na cúpula petista é uma legião de “coitadinhos enganados”.

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25 COMMENTS

  1. Amanhã estarão coletando assinaturas para apoiar o projeto de lei do MP. Em certo sentido, além de lutar para não perder nossa liberdade, também poderá lutar contra a corrupção levando o número do título de eleitor e assinando a lista de apoio às leis mais duras que o MP propõe.

  2. Vagner Freitas eu conhço de outras batalhas. Ele nào muda. Na pauta deve entrar, tambêm, o controle tributário e social das fontes e usos da contribuição sindical e do imposto sindical. Essa caixa-preta precisa ser aberta. Aí eu quero ver a arrogância. Facil comportar-se como chefe de milícia e de legião romana com a garantia de não prestar contas da dinheirama arrecadada. A revoluçào francesa deu cabo desse corporativismo se sabe como e a História sempre se repete e é só uma questão de ser observador.

  3. Estou achando o clima calmo demais para a véspera de um protesto que visa impichar um presidente… calmo demais.

    Os lideres do MBL, do revoltados etc estão quietos demais.

    A mídia fazendo o jogo petista está desmotivando a massa, a Folha chegou ao cúmulo de medir as menções aos protestos e dizer que estavam bem menores.

    Espero estar muito, muito enganado mas acredito que esses protestos de amanhã serão pequenos o bastante para serem ridicularizados pelo pt.
    Faltou organização, faltou apoio do DEM, do PSDB, dos pastores evangélicos, dos empresários… esses “lideres” dos movimentos pró-impeachment só batem cabeça….

    Estou pessimista.

    • A Folha já aderiu ao projeto petista há muito tempo.
      A Globo tirou o time de campo, não se sabe a que preço.
      Os líderes evangélicos não são confiáveis. Na verdade eles não são propriamente contrários ao projeto bolivariano. Apenas usam a religião como meio de força para obter uma fatia do bolo distribuído em Brasília. São crentes apenas da boca pra fora. A maioria tem interesses empresariais.
      Os grandes empresários só ficarão contrários se forem despojados de suas posses, coisa que os bolivarianos provavelmente não farão no horizonte visível, a menos que tiverem acumulado muita força o suficiente para isso. Mesmo assim, acho que no caso brasileiro, jamais farão, porque sabem que isso, a exemplo da Venezuela, levará ao colapso da economia, consequentemente ao do próprio regime. Aqui provavelmente se contentarão com o controle e a dominação, a exemplo do modelo russo. Além disso, os grandes empresários brasileiros não possuem ideologia, para eles o que vale é ganhar dinheiro. Se estiverem ganhando muito, pouco importa a que custo. E todos eles estão recebendo sua parte do bolo distribuído em Brasília. Isso tanto é verdade que não há, ao que se sabe, um único empresário contribuindo com recursos para os movimentos pró-impeachment. E a razão é simples: nenhum deles quer se indispor com os bolivarianos.
      Os bancos continuam ganhando como nunca e pode ter certeza que seguirão intocados como sempre foram. A conta será cobrada das classes médias via aumento de impostos.
      O PSDB não é um partido de oposição. Nunca foi. O PSDB é tão bolivariano quanto. Basta ver as inacreditáveis falas de FHC em defesa de Dilma e Lula recentemente ou o apoiamento concedido por um de seus membros, senador da República, à indicação de um bolivariano para a mais alta corte do país, num dos atos mais abjetos a que pudemos assistir nos últimos tempos.
      O DEM é um partido em vias de extinção, cuja quase totalidade de seus lamentam muito mais o fato de não serem contemplados tanto quanto gostariam da divisão do bolo distribuído em Brasília. Um deles chegou a apresentar um atestado médico para não ter de ser cobrado pela sua ausência no dia 16.
      O candidato derrotado na última eleição, apesar de ter recebido uma votação tão expressiva quanto a própria vitoriosa, e ainda assim supondo que não tenha havido fraude na eleição, reluta em liderar de corpo e alma, a exemplo do que fazem oposicionistas na Venezuela, um movimento cívico em defesa da liberdade e do Brasil, tudo talvez por receio de ser ridicularizado pelos veículos bolivarianos de imprensa.
      Então, infelizmente, esta é a situação dos movimentos: estão sozinhos numa luta pela liberdade no Brasil.

      • Não há solução viável no curto prazo, achar que 100 mil ou na, melhor expectativa possível, 1 milhão de pessoas vestidas de verde e amarelo vão derrubar um governo comunista que via engenharia social gramscineana, em uma década, reestruturou a sociedade, instilou ódio, dividiu o país e destruiu a cultura é de uma inocência absurda.
        A população do brasil é apolítica, ignorante, conformista e avessa a confrontos. Isso não vai mudar por conta de uma crise econômica.
        O PT só, e somente só, cairá se essa for a vontade do estabelichment, leia-se caciques políticos do PMDB, PP, PSB e PSDB, do empresariado que controla o PIB, dos grandes grupos de mídia e das lideranças religiosas.
        Um impeachment não é um movimento intempestivo e colérico conquistado por jovens manifestantes na avenida paulista, é um movimento calculado, pensado com antecedência e deflagrado apenas quando todos os ajustes e suas consequências já estiverem devidamente mapeados.
        Dar a população civil a ilusão de protagonismo político capaz de derrubar um presidente é puro pão e circo, as coisas não funcionam assim aqui no Bananão.
        A crise econômica vai continuar piorando, a crise política já arrefeceu, Renan já se vendeu, Cunha deve se vender em breve, a Lava Jato provavelmente vai pegar o Lula e em 2018, se tivermos um candidato bem preparado e boas alianças talvez seja possível retirar o partido vermelho do planalto.
        Até lá é só ilusão.

      • Desculpe-me, mas você fez uma NARRATIVA de sua INTERPRETAÇÃO de cenário (que acho que está equivocadíssima, beirando a depressão).

        Eu perguntei sobre solução, não no curto prazo. Uma solução é composta de outras. Há algo que se pode fazer em 1 semana, em 2 semanas, em 1 mês, em 2 meses…

        Ilusão, a meu ver, é focar só no longo prazo, e esquecer as soluções de curto prazo.

        Então, lhe pergunto: quais os próximos passos (ações)?

        Abs,

        LH

      • Tomara que eu esteja errado Luciano, mas acho que você está otimista demais em relação ao comportamento do brasileiro médio, esse país é uma latrina porque o próprio povo brasileiro escolheu assim, votam no PT há longos e tristes 12 anos, e a despeito de toda engenharia social e de todas as agressões as liberdades individuais e a democracia, só agora, e porquê pesou no bolso, é que iniciou essa onda de fora PT.
        Acreditar que em 6 meses o povo brasileiro despertou uma consciência cívica e política que esteve adormecida no último século é, na minha opinião, inocência.
        A maioria das pessoas não tem a menor ideia do que realmente É o PT e quais são os reais objetivos do partido vermelho.
        Se indignaram com a inflação, com o desemprego e com a roubalheira, e essa indignação hoje só é possível porque o estabelichment não permitiu que o PT censurasse a imprensa.
        Acho que a melhor ação possível hoje é manter trabalho formiga, queimando o PT, falando mal do partido para todos, usando seu trabalho, seu cargo público e etc… para dia dia ir aumentando cada vez mais a repulsa popular ao PT visando as eleições municipais de 2016, se o PT sair realmente enfraquecido em 2016 já teremos 50% da vitória em 2018 garantida.
        Acho que ações que visem enfraquecer o símbolo do partido para 2016 devem estar na ordem do dia.

      • Tavares,

        A questão não é de otimismo ou não. A questão é de observação de realidade. Até um animal preso na boca de um crocodilo, tem as próximas ações a, pelo menos, TENTAR fazer. Por que você não conseguiria?

        Você disse:

        Acho que a melhor ação possível hoje é manter trabalho formiga, queimando o PT, falando mal do partido para todos, usando seu trabalho, seu cargo público e etc… para dia dia ir aumentando cada vez mais a repulsa popular ao PT visando as eleições municipais de 2016, se o PT sair realmente enfraquecido em 2016 já teremos 50% da vitória em 2018 garantida.

        Só um detalhe: você não tocou no ataque aos MEIOS de poder do PT. As vezes me parece que você tem sido influenciado por um discurso da direita derrotista.

        É preciso tanto enfraquecer o símbolo do PT, como também atacar os MEIOS do partido. Já dei várias ideias neste sentido.

        Abs,

        LH

  4. Chegou a hora. Meu sentimento de ir para a Paulista amanhã não é contra incompetência, ou contra “corrupção”, e sim pela minha liberdade, pela minha sobrevivência, pois já rolam ameaças do Vagner Freitas de nos atacar armados, então, precisamos é tirar essa porra de Dilma de lá e assim desmoralizar o PT perante o Foro de São Paulo e atrasar o projeto bolivariano o máximo que der no Brasil.
    Hoje no ônibus escutei gente combinando de ir amanhã e xingando os petistas de vagabundos. Ótimo. O sentimento de indignação é conjunto, coletivo, uníssono.

    Vejo vocês amanhã no MASP, no carro do MBL. Estarei lá. É o domingo da nossa liberdade.

    Abraço!

      • Porque tem muita molecada que acompanha ele. E pra constranger. Além do que, isso que ele falou é gravíssimo. Mas ok, você só cola aqui pra xingar, dizer que tá todo mundo fudido e que todo mundo é imbecil menos você. Sua colaboração é ótima. Parabéns.

  5. Tem vezes que parece estarem nos testando, a pouco mesmo li que um petista do instituto Lula se gaba de querer ir nas manifestações para “sentir o tom“, e depois sair com suas mentiras ou artigos encomendados como sabemos que fizeram a pedido de empreiteiras, ou seja, PTrlahas se exibem incitando seus grupos a pegar em armas, logo em seguida a presidente discursa “chamando” manifestantes de oposição de intolerantes, dizendo que não deveríamos “xingar”, ela debocha e quer que sejamos cordeirinhos.
    PT está criando um clima de guerra, fingindo pedir paz ao mesmo tempo que agride, o comportamento deles, principalmente dessa presidente, está fazendo as pessoas extrapolarem seus limites, perderem a noção, ás vezes “atacando” sem necessidade, de forma desproporcional ou até pessoas que nem mereceriam. O fato é que ações traiçoeiras dos PTralhas nos fazem desconfiar até da própria sombra, se bem que, antes nos estressarmos com a própria “sombra” hoje do que sermos cordeirinhos venezuelados amanhã.

  6. Já que tem muita gente, inclusive empresas e mídias apoiando bolivarianos, talvez seria bom se os movimentos, amanhã aproveitassem o momento e, com muita cautela, instruíssem um pouco o pessoal sobre boicote, talvez só fazer isso em alguns estados ou cidades onde esses apoiadores do bolivarianismo são mais presentes(manipulam mais ou dão grande ajuda ao bolivarianismo), isso para testar uma ação diferente e ver os resultados, talvez também para servir de alerta aos vendidos.
    Se querem mamar nas tetas do governo e partido que ataca a democracia, façam, mas já começarão pagar o preço da escolha antes mesmo da completa venezuelização.

  7. Entre os 3 tópicos que colocou, só não concordo com o segundo, não tem que ter leis para transparências em estatais! Estatais não tem é que existir! Tem que privatizar todas: correios, bancos, Petrobras, etc.

  8. Fui a esta manifestação, disparado a mais vazia de todas. Não sei qual estratégia tomar, mas alguma outra coisa deve ser feita. Vi uma jovem com uma bicicleta do Itaú (como eu odeio essas tranqueiras e seus ciclistas que parecem precisar de rodinhas) mostrando o dedo médio para o carro de som, para as pessoas, para todo mundo. Queria estar do mesmo lado da rua que ela para dar-lhe uma bela cuspida na cara.

  9. Caro amigo Luciano Henrique, o Sr Tavares ñ tem soluçao porra nenhuma, ele apenas escreve palavrasq rendem like, ele è um funcionàrio q tem q cumprir metas, se ele tivesse alguma idèia estaria em Harvard…

  10. Depois de muito tempo, lendo os seus artigos e, principalmente (para não dizer fundamentalmente), os comentários nos artigos, entendi o ponto do vista de Luciano.

    O ponto não é o idealismo, não é o utópico, não é a busca pelo sonho. Mas é o pragmatismo, o “aqui e agora”, o que dá para fazer com o que temos em mãos.

    É mais um jogo de pôquer do que de xadrez. No pôquer você não se preocupa com o fim do jogo. Você usa todas as armas que tem para jogar o melhor possível nesta rodada, com as cartas que a “sorte” lhe deu. Por exemplo: blefar pode não ser o melhor momento agora quando as apostas estão altas, mas é o melhor movimento NESTE momento, pois permitirá saber se o adversário também blefa. E, munidos desse conhecimento, aí sim, se planeja e se orquestra os próximos passos.

    Vejo que muitos aqui são utópicos: querem o céu. Mas se esquecem que para ir ao céu primeiro é preciso ir à igreja todo o domingo. “Queremos um líder de direita que derrube o PT” dizem os utópicos; mas se esquecem que o líder só irá surgir se houve ruma base sólida na qual se apoiar. Devemos nós, nas pequenas coisas do dia-a-dia, construir essa plataforma, a fim de que, quando o “messias” surgir, que ele seja suportado.

    Corrija-,e se eu estiver errado, Luciano.

    • Você acertou na mosca.

      Claro que podemos ter os objetivos de longo prazo, mas precisamos gerar resultados dia a dia, que nos aproximarão mais ou menos desse objetivo. Já focar só no longo prazo, sem olhar os acontecimentos do dia-a-dia, reagindo a eles, não nos dará nada.

      Abs,

      LH

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