Agenda do Ajuste sem Golpe. Ou é isso ou significa que o PT oficializará estar contra o Brasil.

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dilma

Todas as propostas de “ajuste fiscal” vindas do PT e de seus aliados da extrema esquerda são golpe puro. Sempre se baseiam em fazer o povo pagar a conta do PT. Em qualquer época histórica em que isso aconteceu, sempre tivemos o mesmo: tirania.

Por outro lado, mais do que fazer oposição, é preciso fazer uma proposta positiva, isto é, a trazer nossa solução para o problema. Eis a proposta Ajuste Sem Golpe, que é uma proposta de ajuste fiscal, compartilhando os sacrifícios, mas completamente divorciada do golpe fiscal proposto pelo PT:

  • 80% do déficit tem que sair de cortes de gastos exorbitantes do governo
  • 20% do déficit deve sair de medidas temporárias de ajuste fiscal para o povo

O número é mais do que justo, uma vez que toda a crise foi causada pelo PT, portanto, é de lá que deveria sair a totalidade dos recursos. Os 20% do povo são a título de colaboração temporária. Porém, estes 20% estariam condicionados às seguintes sete regras iniciais, em geral aplicando o critério 80/20:

  1. Redução de ministérios ao número de 20. Porém, o governo não poderá selecionar os ministérios sozinho, mas isto deverá ser feito em Comissão integrada por membros do Executivo, da Câmara e do Senado.
  2. Redução de 80% dos cargos comissionados.
  3. Limitação de concessões da Lei Rouanet a no máximo 50 mil reais por projeto. E somente sob critérios objetivos. Em relação ao orçamento total, redução de 80% do orçamento deste órgão.
  4. Redução de 80% da verba gasta com publicidade institucional. Os 20% restantes só poderão ser gastos se passarem por uma comissão da Câmara, do Senado e do Executivo. Sem acordo, não há publicidade institucional de forma alguma.
  5. Proibição de verbas estatais de anúncios vindas de empresas monopolistas. Isto por si só daria uma economia de 2 bilhões de reais por ano, evitaria a compra de mídia e aumentaria a pressão por resultados do governo. No geral, meta de redução de 80% de gastos com anúncios estatais nas mídias. 
  6. Criação de critérios de isonomia para anúncios na Internet. Além disso, redução de 80% nos gastos com anúncios de Internet.
  7. Fim do imposto sindical, para aliviar o custo dos trabalhadores. Os sindicatos deverão criar outra forma de receber a verba de forma voluntária. (Isto é uma compensação pelo sacrifício do povo pelos 20%)

Estes itens podem e devem ser expandidos, mas sempre lembrando que a responsabilidade da crise é do PT, não do povo. É do PT que deve sair a maior cota de sacrifícios.

Agora é só apresentar no Congresso, e chamar o PT para a conversa, dizendo: “Ou é discutir esta agenda, ou é ficar contra o Brasil”.

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25 COMMENTS

  1. URGENTE! URGENTE!!!!!!
    Por favor, LUCIANO AYAN gostaria que você DESSE UMA OLHADA NO VÍDEO no endereço que segue abaixo, e depois comentasse e mostrasse para os seus leitores(e esses ESPALHASSEM PELA INTERNET o comportamento criminoso de um esquerdopata) a declaração absurda feita pelo militante de esquerda Sammer Siman, que chocou os participantes de uma palestra na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde ele pede o FUZILAMENTO DE TODOS AQUELES QUE SÃO CONTRA O GOVERNO. Endereço da notícia: http://www.redetribuna.com.br/online/noticia/5453/politica/grupo-pro-pt-sugere-fuzilar-a-classe-media
    e veja o vídeo no https://www.youtube.com/watch?v=pqgfmwu3ilk.
    Como se não bastasse o presidente de CUT, que afirmou que pegaria em armas para defender um governo corruPTo, agora vem esse. É mole.
    Meu muito obrigado a você e seus leitores!

  2. corte da publicidade seria uma boa, infelizmente quebraria as empresas de comunicacao.
    somos, no Brasil, dependentes da publicidade estatal.
    de toda forma o povo vai pagar pelo ajuste, mas o governo deveria fazer seu sacrificio politico em prol de um governo melhor.
    o PT perdeu.
    portanto deveriam fazer o maximo possivel para nao sair vergonhosamente do poder.
    infelizmente na politica, como no mercado, sempre se aposta no “all in”.
    ou se ganha tudo ou se perde tudo.
    a expectativa eh de que o PT perca tudo.

      • Anúncios de cerveja e de cunho infantil não chegam perto da verba estatal.
        No Brasil todas as empresas foram construídas considerando tais verbas, chamadas de caixa alta pelo preço diferenciado.
        O governo paga muito mais caro para anunciar do que o mercado.
        Quanto a quebrar o setor, Slaine, é preciso pensar nos empregados em tal setor.
        Mudar o sistema demora.

      • ‘é preciso pensar nos empregados em tal setor.’

        Se for assim ninguém reduz o parasitismo estatal em nada, nunca. E outra, os empregados dessas coisas não são vítimas de nada, eles estão se beneficiando do roubo como qualquer funça.

        Capitalismo é isso mesmo, se a televisão tiver que morrer, que morra.Mas duvido que isso aconteça, o mundo tem gente idiota demais.

      • Se for assim também ninguém inova em nada, toda inovação no capitalismo deixa alguém desempregado em algum setor.Taí os taxistas reclamando do ubber

      • Legal é o argumento de “mas as empresas já são criadas pensando nessa verba”. Isso quer dizer que já são criadas pensando em mamar no governo? Trabalho e inovação vão pro ralo e ficam dependendo do estado? entendi.. tá “serto”.

      • Na verdade o que vai acontecer é uma LIMPEZA nas empresas de publicidade e propaganda. As realmente boas permanecem no mercado, as que só conseguem existir devido às verbas estatais ou se reformulam ou quebram. E os funcionários não vão ficar no limbo, pelo menos não todos. Os competentes conseguem se reposicionar no mercado. Mas pra facilitar esse processo, o que até reduziria drasticamente o número de empresas que quebraria, tem que fazer o que o Ayan falou, e voltar a liberar todos os anúncios que foram proibidos sem qualquer motivo minimamente razoável.

  3. Só uma pergunta: quanto é o volume de dinheiro que será poupado com a redução de boa parte dos ministérios? Eu já ouvi várias pessoas dizerem que não é um número tão significativo assim.

      • Vários economistas já disseram que esse valor não chega na casa do bilhão. É bastante famosa, e creio que você deve conhecer, aquela surra que o Circo Gomes deu no Rodrigo Constantino quando eles falavam sobre o tema da redução de ministérios. Mantenho a minha pergunta inicial.

      • Lucas,

        Vários economistas QUAIS?

        O detalhe é que Rodrigo Constantino é um teórico. Uma de minhas atividades é REDUZIR CUSTOS e mantendo o desempenho onde for prioritário.

        O “não chega a bilhão” foi comédia.

        Em tempo: http://www.istoe.com.br/reportagens/411245_A+INSUSTENTAVEL+MAQUINA+DO+GOVERNO

        REDUÇÃO É META, não é conversa fiada. É uma negociação.

        Mas eu sugiro, neste caso, que o Executivo, a Câmara e o Senado estejam juntos na negociação de priorização, por questões de governança.

        Abs,

        LH

      • Amigão, aquela entrevista o Ciro Gomes não deixava ele falar mas tudo bem. Ele citou 1 ministério, que no caso era o da Pesca e o Ciro falou que não dava 1 bi. Óbvio que não dá, mas estamos falando em corte de mais de 15 ministérios, isso sim, dá.

        Só pra você saber, são gastos quase 179 Bilhões de reais/ano com os ministérios inúteis de aparelhamento e de distribuição de cargos. Acho que dava uma ajudinha no orçamento, não é mesmo?

      • O Rodrigo vacilou, e feio, ao não levar pro debate uma tabela com os gastos de todos os ministérios, e um exemplo de proposta com o valor total reduzido. Além do Ciro mal deixar ele falar, mas mesmo se deixasse, ele claramente não tinha esses dados, e por isso virou uma piada. Hoje sabemos que os gastos com ministérios superam os 400 BILHÕES por ano, então a resposta pro “dá bilhão?” é “não, dá BILHÕES”.

        Mais uma coisa extremamente importante é que o NÚMERO de ministérios não é tão relevante quanto O GASTO dos ministérios. Provavelmente é possível reduzir pela metade o gasto sem reduzir pela metade o quantitativo, mas talvez fosse melhor eu nem dar essa idéia… Por outro lado, reduzindo pela metade o número de ministérios, é possível reduzir essa despesa em mais do que 50%, com um mínimo de boa vontade.

  4. Bom dia Luciano.
    Faço aqui também minha cruzada solitária para abandonar o uso do termo contribuinte, que é impreciso, e pelo uso da expressão pagador de impostos, muito mais preciso.
    Eu sou contribuinte da Igreja Católica, pago impostos por obrigação.
    Outra coisa: um debate que precisa ser iniciado é a questão dos cartórios. A desburocratização e a redução de custos com a eliminação ou redução acentuada da necessidade de cartórios faria um grande bem a economia, dados os gastos com taxas de cartórios são a fundo perdido, e não inibem fraudes nem nada. Ou seja, dinheiro rasgado, aliado ao tempo gasto para cumprir as obrigações com cartórios.
    Essa chaga precisa de acabar, ou ser reduzido à insignificância.

  5. Luciano Ayan para Ministro da Fazenda já. É impressionante o quanto certas soluções podem ser encontradas de forma fácil. Mas se for fácil e cortar na carne dos que coma-andam então fica impossível e vão sempre procurar a solução errada. Não se pode esperar atitudes elevadas desses sugadores do estado. A pressão tem que ser muito forte e contínua para balançar esse status quo.

  6. Quase todas estas propostas faziam parte do ideário petista, na época de partido ético, transformador, progressista, à época do fora Sarney, fora Collor, fora FHC. Mas o poder é revelador, a fraude o engodo mais o fascismo praticado pelo bando que ocupa o poder se revelou o maior conto do vigário da história. PTRALHAS se transformou de fato em uma logomarca.

  7. Luciano, deve-se incluir também, um corte nas mordomias dos três poderes, há muito descalabro na utilização dos cartões corporativos, verbas indenizatórias dos congressistas e benesses em demasia para o judiciário.

    • Fora as regalias né? Auxílio terno, moradia e etc. Exemplo: Vá pra uma empresa top, multinacional e etc. Você terá muitos benefícios. Mas, auxílio terno??? A empresa espessa que com o salário que ela te paga você compre suas roupas, que em caso de quebra de vínculo elas permanecerão suas. Auxílio moradia: conheço casos em que um funcionário se muda a trabalho, e a empresa paga no máximo 6 meses de aluguel pro mesmo se estabelecer no local, depois disso, abraço! Os caras falam como se fosse uma obrigação ser pago esse tipo de coisa, porque ganhar 24 mil não dá pra se manter né? piada!

      Sei que são exemplos pequenos, mas não podem ser ignorados, penso eu.

  8. concordo com tudo, mas tudo isso é utopia no momento atual. Um governo de esquerda jamais vai diminuir o tamanho do Estado. A meta deles é sempre aumentar. Não há nada a ser feito, nada a esperar, nenhuma expectativa enquanto este governo nao for derrubado. E é quase impossível derrubar ele, mesmo que 99% da população o queira. E se trocarem o governo será por outro esquerdista. Minha única esperança no Brasil é que surja algum grupo terrorista que dê susto em políticos.

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