Alckmin deve voltar ao seu habitual servilismo ao PT. Que tome tento.

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Segundo o Painel, da Folha, Alckmin apenas chamou PT “de praga” para marcar posição em relação a Aécio. O servilismo do governador de São Paulo diante dos bolivarianos deve voltar ao ritmo normal:

A declaração de Geraldo Alckmin ao comparar o PT a uma praga surpreendeu até mesmo assessores do tucano, conhecido pelo estilo diplomático. A fala dura teve como objetivo, segundo interlocutores do governador paulista, arrefecer as críticas de que ele se mantém em cima do muro sobre o governo federal, perdendo protagonismo para o senador Aécio Neves (PSDB-MG). A crítica foi pontual e Alckmin não deve repeti-la, uma vez que depende de repasses da União.

Se Alckmin está com medo da União bloquear repasses e por isso resolveu aliviar para Dilma, que denunciemos este tipo de aparelhamento estatal. Independentemente disso, ele jamais estará perdoado se vier “cagar regra” para cima de quem pedir impeachment.

Se ele abrir a boca para falar que “impeachment é contra a democracia” basta lembrarmos que em 1992 ele foi um dos deputados tucanos a votar pelo impeachment de Collor. É o suficiente para tirarmos toda e qualquer autoridade moral do governador. E aí é hora do shaming começar em tal dimensão que o fará ter vontade de andar nas ruas com um saco na cabeça, de tanta vergonha.

Uma coisa é medo de perder repasses da União (o que é uma denúncia gravíssima, por si só), outra coisa é, por causa deste medo, agir de forma hipócrita e falsamente moralista, diante da qual ele deve pagar o preço adequado.

Como se dizia antigamente: Alckmin, tome tento!

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6 COMMENTS

  1. É por aí Luciano. Fica até vergonhoso para um político do naipe do Alckmin ficar com rabo preso por causa de verba federal. ACM Neto ganhou as eleições aqui em Salvador sobre o PT justamente alardeando que não admitiria que Wagner ou Dilma tocassem em um centavo do dinheiro destinado ao município simplesmente porque o dinheiro é do povo. Simples assim. Tudo bem que ACM Neto aprendeu com um lobo muito mais esperto que o Alckmin.

  2. Não é medo de perder recursos do governo federal, o que ele acha é que pode ser presidente em 2018 e não quer que o Aécio ganhe uma eleição agora em caso de impeachement

  3. O medo do bloqueio de repasses não faz sentido. Se a Dilma for impichada vai ter uma coalizão entre o PMDB e o próprio PSDB. A não ser que o Alckmin tenha medo do seu próprio partido.

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