Álvaro Dias de novo age como sicário do PT e quer processar Temer por “pedaladas”

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Esse sujeito realmente é inacreditável. Não bastasse ele ter agido furiosamente em favor da candidatura do bolivariano Luis “Mata Tudo” Fachin para o STF – apenas para que o seu compatriota “matasse tudo” que estivesse no caminho de Dilma e do PT, como tem feito -, agora ele quer processar Michel Temer por “pedaladas”.

Como se estivesse chamando seus eleitores de idiotas, Álvaro Dias disse: “Se a conclusão for de que o vice também cometeu crime de responsabilidade, é obvio que o processo de impeachment deve ser ampliado e os dois deverão ser colocados no banco dos réus”.

É evidente que Dias está a serviço do PT. A acusação do senador paranaense é ridícula até dizer chega, uma vez que Temer não era Presidente, e, portanto, como vice “figurativo” – como disse o Sr. Paulo Moreira Leite, da BLOSTA, ao afirmar que vices, para o PT, só servem para fazer figuração – não poderia cometer crime de responsabilidade, apenas fazer o que a “chefa” mandou fazer.

Assim, seria muito bom se Temer metesse um processo em Álvaro Dias de volta, para tratar uma figura indigna do jeito que ela merece. Se Dias fosse um petista, ou psolista ou pcdobista até daríamos um desconto, pois estes estão comprometidos com uma ditadura. Já o tucano não tem justificativa para fazer o que fez.

Ao agir assim, Álvaro Dias se equipara a um judeu que, em pleno nazismo, decidisse lutar com todas as suas forças a fim de arrumar um pretexto para criar complicações para Oskar Schindler. É nesta gosma moral que Álvaro Dias se transmutou nos dias atuais. É de dar ânsia de vômito.

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2 COMMENTS

  1. A questão nem é tão complexa: ele é da ala do PSDB que tem medo do PMDB e prefere Dilma “sangrando” até 2018, não aprendendo nada do que aconteceu do mensalão a 2006, quando Lula foi “sangrando”, não a si mas a Petrobras – entre outras – e se reelegeu.

    Dizem as más línguas que em 2006 a ala esquerda do PSDB (FHC, Serra e similares) preferia Lula ao centrista Alckmin. Hoje, parece que a questão é mais medo do gigantismo peemedebista.

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