BLOSTA não dá a mínima para as 379 mulheres estupradas em Colônia, mas se revolta com cena de estupro em novela da Globo

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As quase 400 mulheres estupradas na cidade de Colônia não merecem uma lágrima da extrema-esquerda. O sofrimento de mulheres reais é, para esses monstros, algo irrelevante. Mas eis que do nada eles resolveram se incomodar com um estupro… em uma novela da Globo.

Dando mostras do raciocínio censório do tempo da ditadura, vejamos o texto ridículo da Revista Fórum:

Vem gerando repercussão nas redes sociais, desde a noite desta quinta-feira (7), a cena de violência sexual que foi ao ar pela minissérie “Ligações Perigosas”, da TV Globo. Depois de estrear na última segunda-feira (4) com bons índices de audiência, a trama foi alvo de críticas nas redes sociais por conta da cena protagonizada pelo personagem Augusto (Selton Mello), que estupra Cecília (Alice Wegmann).
Foto: Reprodução/TV Globo

“Isso não é sedução. É estupro e estupro é crime!”, escreveu uma internauta pelo Twitter assim que viu a cena, ao que centenas de outras pessoas começaram a se manifestar contra a cena e a emissora.

“#LigacoesPerigosas ensina tudo contra o qual lutamos: #assédiar, #molestar e cultura do #estupro. A sociedade diz NÃO a isso, @RedeGlobo”, tuitou outro telespectador.

Além de comentários que expressavam “nojo” ou pediam alguma atitude de autoridades como o Ministério Público, internautas fizeram também análises com outras temáticas consideradas como “tabu” para a emissora. A colunista da Boitempo Editorial Daniela Lima, por exemplo, questionou a “moral” imposta pela Globo com questões como a LGBT.

“A Globo passou anos debatendo se faria uma cena de beijo gay ou lésbico. Consultou várias vezes o público. No entanto, para mostrar uma cena longa e perturbadora de estupro, como aconteceu ontem em Ligações Perigosas, não houve nenhum tipo de preocupação ou consulta. Ainda estou tentando entender essa “moral” que interdita o amor e romantiza a violência”, postou em seu perfil do Facebook.

O truque, é claro, não muda. Usar militância de extrema-esquerda para pressionar a Rede Globo. Com isso, conseguem ainda mais servilismo ao PT. Se a emissora dos Marinho hoje baba tanto ovo do PT como babava dos militares na época da ditadura, os bolivarianos, insaciáveis na busca por tanto chupa-culhonismo, querem sempre mais.

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8 COMMENTS

    • A esquerda e a grande “merdia” manipuladora dos fatos, ajudando a estuprar a realidade a serviço dos senhores da Nova Ordem Mundial… Afinal, eram mulheres cristãs, ou atéias mas brancas, portanto de nenhum valor para as escória esquerdopata e aliada-simpatizante da escória islâmica, que são a linha auxiliar da elite novaordemundista criada para combater e destruir a civilização ocidental cristã… Mas os idiotas de plantão acreditam que tudo o que expus é mera teoria conspiratória, e que nosso país está alheio a estes problemas… Até que a maré vermelho e verde islâmica venha a bater em nossas costas, já envergadas pelo peso que nos impuseram os que exercem o poder no Brasil-maravilha…

  1. Acredito que não tenha limites para essa psicopatia. Um grupo de mulheres, se unir ao Estado Islâmico para derrubar um estado democrático mesmo as custas da vida e da honra de outras mulheres. Se sujeitar e sujeitar outras mulheres ao barbarismo do estupro, apedrejamento e humilhações completamente inaceitáveis e ainda defender radicais que usam seus filhos ainda crianças como escudos humanos. Até onde vai o ódio desses esquerdistas pela sociedade? Muitos detentos não perdoariam estupradores covardes e assassinos como esses em Colônia mas as feministas acabaram por se mostrar pior do que muitos criminosos.

    • Feminazis, são feminazis. Elas só enxergam a ideologia com o famigerado duplo padrão de pensamento. As mulheres que são vítimas do EI não passam de lixo para o movimento feminista.

  2. Para jogar o nazismo na lata do lixo da História, ignoram-se até hoje as violências perpetradas pelos Aliados antes, durante e depois da 2ª Guerra mundial principalmente contra os alemães e outros povos.

    Hoje, a esquerda continua fazendo o mesmo: nada de novo sob o sol.

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