Lola relativiza o estupro de 500 mulheres por islâmicos na Alemanha: “machismo igual”

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Desonesta a cada parágrafo, a típica feminista de extrema-esquerda Lola Aronovich comentou o estupro de quase 500 mulheres em Colônia, demonstrando, como sempre, um relativismo moral que assustaria até um Hannibal Lecter da vida. Comecemos:

Óbvio que todos os grupos de extrema direita não só da Alemanha como de qualquer lugar do globo está usando o terrível ocorrido no reveillon como um “Tá vendo como estávamos certos em ser contra imigrantes? Tá vendo como fazemos bem em considerar todos os muçulmanos criminosos?”

Mentira, claro. Nenhum movimento de direita falou em “todos os muçulmanos criminosos”. Falaram outra coisa: que a imigração sem restrições seria danosa. E se os centristas europeus estavam corretos, eles fazem bem em lembrar, dizendo: “Está vendo como estávamos certos em ser contra a falta de controle nas imigrações?”. Ela não tem argumento para refutar isso. Ela sabe que escolheu por uma situação causada pela esquerda radical, e que sua escolha levou ao horror lançado sobre as mulheres alemãs. O feminismo deixou de ser uma opção intelectual legítima aí.

E, claro, o de sempre — esses mesmos reaças culpam feministas (não estupradores) pelos ataques. Afinal, somos nós que adoramos o mundo islâmico mas infelizmente ainda não nos mudamos pra lá para combater onde o machismo existe de verdade.

Mentira, de novo. Na verdade a culpa final é dos estupradores, mas se uma tartaruga está no alto de um poste, precisamos descobrir: quem colocou a tartaruga lá? Foi a extrema-esquerda – movimento do qual Lola faz parte, junto com as feministas que a acompanham – que exigiu a falta de controle da fronteiras. Fizeram isso de caso pensado. Sabiam que o assistencialismo europeu depende de imigrantes vindo em busca do “welfare state”. Mesmo que com isso levassem ao alto influxo de refugiados, muitos deles ansiosos por estuprarem as garotas alemãs. Feministas e jihadistas construíram juntos o cenário de horror atual.

Eu adoro isso. Até parece que tenho alguma simpatia pelo islamismo ou por qualquer outra religião. Pra mim, são todas machistas. E qualquer pessoa, de qualquer religião, em qualquer lugar do globo, deve ser punida se sair por aí apalpando mulheres.

Ué. E agora para relativizar os crimes de muçulmanos, ela diz querer punições a “qualquer pessoa, de qualquer religião, em qualquer lugar do globo”. É o mesmo que ajudar Hitler, mas depois se dizer contra as câmaras de gás praticadas por “qualquer pessoa, de qualquer sistema político, em qualquer lugar do globo”. Não, Lola. Não existe isso de cultura de estupro coletivo de mulheres em “qualquer pessoa” ou “qualquer religião”. Isto ocorre especificamente na religião que invadiu a Europa porque pessoas como a senhora exigiram que assim fosse, com o único fito de ajudar os inchadores de estado a ganharem votos. Foi uma escolha desumana. Simples assim.

Faltava a cereja do povo ao comentar sobre a Suécia:

E eu também acho engraçado reaça falar da Suécia como se fosse um paraíso antes dos malditos imigrantes desembarcarem. Os países escandinavos têm os melhores índices de qualidade de vida por um motivo simples: porque eles seguem à risca uma política de bem estar social. Isso só é conseguido com um Estado grande e altos impostos. Justamente o que os reaças mais odeiam.

Mentira. A Suécia só tem os melhores índices de qualidade de vida porque viveu como um livre mercado por muitas décadas e não foi afetada por nenhuma das duas grandes guerras mundiais. Somente depois disto foi possível implementar um “welfare state”. Inchamento de estado em países que não tiveram uma história como a sueca só leva a um resultado: Venezuela.

Ou seja, para o Brasil virar Suécia seria preciso mandar o esquerdismo para a vala por pelo menos cinco décadas. E não adianta acreditar em “Estado grande e altos impostos”. Seja ao falar da Suécia ou da Alemanha, Lola só tem um comportamento: a desumanidade em nome dos detentores de poder no estado inchado.

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33 COMMENTS

  1. Quando o maior atos de “machismo”, no maior dos conceitos feministas (estupro) da década acontece, as feministas estão ocupadas demais dizendo que nós somos machistas e xenófobos com os estupradores. Tadinhos deles. Maus somos nós.

  2. A expressão desta moça é muito pouco feminina, para quem se diz feminista. Provavelmente sua mente é tão confusa quanto sua aparência. Ainda não consegui encontrar uma feminista que tenha um mínimo de cuidado consigo mesma. Elas devem querer se reproduzir por alporquia ou divisão espontânea. Ou quem sabe por clonagem. Não merecem crédito intelectual e ainda por cima arruinam com a Europa, se preparando para outros voos até sofrerem na carne a maldição que estão criando. tudo muito triste e tenebroso.

  3. Dolores Aguero Aronovich respira mentira. Esta psicopata atrela seus alvos em crimes fictícios e ainda por cima com a sua misândria e o seu caráter podre, quer se promover em cima da desgraça alheia. Ela representa tudo o que há de podre neste REGIME ESQUERDO PETISTA que vai ser algum dia condenado por crimes contra a humanidade em um TRIBUNAL DO FORO DE SÃO PAULO.
    O que esperar de uma abortista assassina misândrica intolerante?

  4. Qual o nome dessa escrotice, Lola ARONOVICH? E ela diz que não tem simpatia por nenhuma religião? Alem de esquerdopata “femerdista” é mentirosa descarada ou apóstata? São lixo como essa criatura que legitimam e patrocinam a destruição do Ocidente Cristão e a implantação gradual, mas já em fase adiantada da Nova Ordem Mundial… Atirá-la no esgoto seria polui-lo irremediavelmente…

  5. Bom dia Luciano
    Sempre li que o politicamente correto é “um cacoete ideológico, surgido nas universidades americanas nos anos 80”,
    Isto me fez lembrar de um artigo que li na pagina do falecido Janer Cristaldo, onde uma leitora disse que ao pesquisar sobre o tema, leu um livro com o título é Child of the Revolution, e o autor é Wolfgang Leonhard. No livro esta que o termo foi usado primeiramente na Russia no inicio dos anos 1940, Voce conhece?

  6. Um detalhe sobre as tão queridas Suécia e Noruega: o socialismo fabiano desses governos só se mantêm porque são parasitas de commodities como ferro e petróleo, respectivamente.

    Sem isso, duvido que manteriam esses Estados inchados apenas com impostos, tanto que a Noruega usa royalties para custeio da Previdência.

  7. Toda vez que uma feminista de terceira onda abre a boca, fica cada vez mais evidente o quanto são imorais e que não se importam de usar as próprias mulheres como escudo ou trampolim para a esquerda destruir democracias. É o tipo de asco que nós sentimos em uma situação abominável como essa que falta para essas feministas.

    Todo discurso remete ao esquerdismo e cita a violência contra a mulher só como uma ponte para depois defender políticas que no futuro irão escravizar mulheres e homens.

    “A violência da mulher não é só a agressão física mas também quando…”;
    “O machismo não se encontra apenas em estupros mas em pequenos detalhes como…”;

    Toda vez que esse tipo de blá, blá, blá aparecer como início de um texto feminista; pode ter certeza que lá vem pregação esquerdista. Só faltou dizer que a culpa era das alemãs por serem bonitas demais devido ao sistema opressor e ditador do machismo. Feminismo hoje é a doença que mais acomete as mulheres.

    Os estupros promovidos pelos imigrantes são só um aquecimento. Quando as mulheres começarem a ser apedrejadas até a morte em praça pública sob o apoio de um parlamento islâmico; devemos colocar isso também na conta conjunta Feminismo – Islamismo.

  8. É mais fácil fazer negócio e abrir negócio da suécia do que no brasil. A suécia é um dos ambientes mais fáceis para as empresas funcionarem no mundo. A esquerda como sempre tentando falsificar a realidade.

  9. Cara eu não gosto das posições dela, mas existem umas pessoas que fazem blogs fakes dela e postam coisas absurdas como se fosse ela e não são. Já teve até gente sendo preso pela Polícia Federal por isso.

    Tem como você colocar a fonte do texto pra gente saber se é do blog oficial dela ou do fake?

  10. Luciano, urge que você fale deste assunto que já foi abordado pelo Flávio Morgenstern em seu blog Senso Incomum: sim, uma das vítimas de taharrush em Colônia foi entrevistada e, por simplesmente ter dito a verdade (a de que a multidão que praticou sevícias com ela era de muçulmanos), foi acusada de racismo pelos gramscistas de plantão por lá e agora não só tem de conviver com o trauma sexual como também com o trauma social, pois descobriram o nome dela, onde mora, com o que trabalha e outras tantas coisas, quase como se pedissem para a multidão que a abusou ir fazer o mesmo agora em domicílio.
    Para mim o gramscismo na Alemanha começou a tomar dimensões que se assemelham à do nazismo se considerarmos aqui a tal devassa que estão fazendo por lá contra quem se opõe a ele. Se àquela época era gente do governo que fazia isso e no máximo passava os dados a alguma milícia, agora é a própria milícia e sem participação direta do governo que está fazendo isso, quase como se estivéssemos falando de um exército de zumbis que não tem governo próprio, mas segue uma lógica de enxame. Pense aí em uma formiga que encontra uma presa contra a qual sozinha nada pode mas, por meio de feromônios e, sem haver qualquer comando central (uma vez que a rainha só bota ovos e não tem como influenciar naquilo que as operárias fazem fora do formigueiro), logo um monte de bichinhos de seis patas com ferrões e capazes de injetar ácido fórmico logo mata esse bicho (uma minhoca, uma centopeia ou qualquer outro animal pequeno que seja bem maior que uma formiga sozinha) mas não sem antes fazê-lo sofrer bastante.

    Vai o vídeo legendado em inglês e que começou a desgraça para essa senhorita pelo simples fato de ser alemã de raiz e ter posto a cara pra bater. Como bem sabemos, pôr a cara pra bater perto de gramscistas é pedir para ter a vida desgraçada, pois eles irão praticar esse tipo de assédio de “sabemos onde você trabalha, onde você mora e, por não ter praticado a espiral do silêncio que Marcuse determinou em sua ‘tolerância repressiva’, iremos agora mostrar quem somos”:

    http://www.liveleak.com/view?i=3c6_1452192650

    Tudo bem que ainda vemos nela um certo atordoamento e pode ser que até então ela fosse tão propagadora inconsciente de gramscismo quanto qualquer alemão médio, conforme se pode observar em seu descrédito de que seja uma ação organizada. O problema é que taharrush é sim ação organizada e, considerando-se as intenções do Estado Islâmico em relação à Europa, é também uma forma de terrorismo por vias psicológicas. É um terrorismo no qual estão falando com atos algo como “somos homens superiores aos da terra em que invadimos e mostramos isso aterrorizando suas mulheres”. Como o gramscismo tem por mecânica dizer que a culpa de atos não é de pessoas, mas de abstrações com significado elástico e atribuível na hora e da forma em que se desejar (“machismo”, “racismo”, “homofobia”, “islamofobia” etc.), irão dizer que a culpa não foi daqueles soldadinhos do EI, mas sim do “machismo”, diluindo a responsabilidade para todos os homens, incluindo aqueles que não praticaram tal ato nem teriam como fazê-lo. Quando Selina botou a boca no trombone e falou daqueles a quem os frankfurtianos de plantão querem como bucha de canhão, aí os praticantes dos ditames iniciado por um italiano no cárcere baseando-se no que escreveu um certo alemão radicado na Inglaterra no século XIX irão individualizar a culpa e falar que ela praticou racismo por simplesmente ter dito as coisas tal qual elas foram: árabes, magrebinos e africanos de religião islâmica foram lá, a cercaram e abusaram sexualmente. Não foram alemães de raiz nem estrangeiros dessas regiões que porventura pratiquem outras fés. Selina não tem como trocar as cores e as etnias da multidão que a pôs como alvo de taharrush e, se trocasse, estaria praticando falso testemunho. Porém, aqui ocorre aquele efeito gerado se sangrarmos um tubarão e o deixarmos no meio de outros tubarões: este irá ser atacado pelos outros e sequer irá entender o porquê de seus outrora companheiros estarem fazendo isso com ele. Se considerarmos a tal hipótese de que até então Selina propagava gramscismo sem saber que o fazia, seria surpresa muito parecida com a sofrida por qualquer um assim enquadrado que acabou proferindo as palavras-gatilho que fazem o bando voltar-se contra um de seus próprios integrantes, aqui considerando-se comandantes do bando os gramscistas propriamente ditos (diferente de um propagador inconsciente disso) e que precisam gerar espiral do silêncio, podendo aqui ser funcionais mesmo em vez de haver alguma presença de beneficiários. Cai-se aqui na tal história da formiga operária que vê algo diferente que interessa ao formigueiro e emite feromônios para que outras operárias (aqui podendo se comparar a propagadores inconscientes de gramscismo) cheguem lá, tudo isso sem presença da rainha. Se esse algo for grande e demandar mais força, passam a vir as formigas soldado (que podem ser comparadas aos gramscistas funcionais propriamente ditos), cujas presas são maiores e mais afiadas. Vai se formando um bando cada vez maior e contra o qual aquela única pessoa não tem como lutar sozinha e o estrago já está feito.

    Se Selina irá deixar o gramscismo totalmente para trás não sabemos, mas aqui muito se assemelha àquilo que vemos gerar muitos contrários ao marxismo-humanismo-neoateísmo nos tempos atuais: pessoas que outrora eram marxistas-humanistas-neoateístas em algum grau e que foram atacadas por aqueles a quem consideravam irmãos de luta. E as feministas seguem quietinhas após Selina ter dito o que disse, o que apenas nos comprova uma coisa: feminismo, africanismo, militância gay e outros braços do gramscismo são apenas e tão somente braços de uma grande máfia e que irão defender apenas e tão somente quem da máfia for ou que praticar a omertà caso seja agredido por alguém dentro dos grupos dos quais os gramscistas tiram seus inocentes úteis. Em um caso de tal vulto, não havendo como praticar a tal omertà em relação às autoridades, começou a se fazê-la contra quem se atrever a falar sobre o que aconteceu, uma vez que isso atrasa o avanço da agenda e mostra o quão perverso esse protocolo é.
    Aliás, já que estamos falando de soldados do jihadismo gerando terror na sociedade europeia, que se veja este vídeo deles agredindo homossexuais em Dortmund:

    http://youtu.be/6B_mZTgm8MQ?t=32

    Diferentemente de Selina, esses dois aí, que também viraram matéria no Breitbart, resolveram não mostrar a própria cara, talvez por estarem mais acostumados à marginália e do que ela é capaz de fazer do que uma moça de 26 anos que até então vivia a vida tranquila e segura que só o Ocidente é capaz de proporcionar a alguém do sexo feminino. A meu ver “Elisa” e “Jasmin” (os nomes alterados dos dois que não irão mostrar os próprios rostos) estão sendo mais eficientes no combate ao marxismo-humanismo-neoateísmo do que Selina, uma vez que se tornam parte de uma multidão sem rosto que os MHNs não têm como saber quem são, mas da qual passam a ter medo por poder ser qualquer um e, após o fim de ano alemão, um monte de “qualquer um” que pode fazer desabar o postulado de que ocidentais seriam opressores a serem silenciados a todo custo. Que se pense aqui em mais ou menos algo como o “juiz sem rosto” que tão decisivo foi para derrubar os cartéis colombianos mais de 20 anos atrás.

    • Excelente sua análise!

      Interessante essa figura do “juiz sem rosto”, eu não conhecia. Talvez daqui a algum tempo precisemos de juizes sem rosto para prender certo membros poderosos da política.

      • Sobre ser “sem rosto”, creio que essa inclusive seja uma forma excelente de combater o gramscismo em si para além do simples tráfico de drogas (que sabemos ser uma das coisas mais incentivadas na implantação dessa ideologia). Que se veja o que aconteceu com Selina por ela simplesmente ter falado a verdade sobre aquilo de que foi vítima na noite de Colônia. Se os marxistas-humanistas-neoateístas ficarem com medo de quem os desmonte sem poderem saber quem é, melhor para o bom combate a ser combatido. Que metaforicamente se pense aqui em algo como um front de guerra em que um dos combatentes é atingido sem saber de onde veio o tiro e olha para o lado inimigo sem nada ver de anormal ou ameaçador.
        Uma coisa que acaba se confirmando é a seguinte: sempre que se ouvir ou ler um MHN dizendo que a sociedade ocidental, o cristianismo, o homem heterossexual ou outros a quem sempre têm uma acusação pronta é isso ou aquilo, é “isso ou aquilo” que eles estão preparando para fazer em uma intensidade muito pior, com os acusados em questão sendo usados como espantalhos que na realidade são aquilo que os MHNs sempre foram mas não dizem o que são porque fariam as pessoas se afastarem deles e de sua pregação.

    • Mais um link sobre Selina, a vítima de taharrush que agora está sendo perseguida pelos gramscistas que a acusam de racista, bem como um mapa da violência sexual jihadista na Europa. A Finlândia havia recebido um aviso de que iriam haver ataques sexuais coordenados no fim de ano em Hensinque, significando aí que o taharrush é mesmo uma ação política com a finalidade de amedrontar as pessoas comuns por um período mais prolongado que o de um ataque terrorista comum, não algo que surge por acaso.

    • “Pra mim o grancismo na Alemanha começou a tomar dimensões que se assemelham à do nazismo”… Se vigorasse ainda o nazismo , o grancismo não teria a mínima chance, assim como a escola de Frankfurt que expulsa, foi contaminar os EUA e por tabela, após 1945, todo o Ocidente cristão… O analfabetismo político-ideológico deste site é comovente e se creem de direita… Tive vários comentário não postado por tocar em assunto tabu aqui: a origem primordial de toda ideologia esquerdopata. ´Continuem tentando derrubar ciclopes com estilingue, sem nem mesmo mirar o olho o do monstro e serão pisados por ele… Só uma dica, se duvidarem e tiverem coragem de desafiar suas convicções confortáveis de achar que toda a ideologia esquerdopata e sua estratégia, é mero fruto de irracionalidade proposta por irracionais, sem um autor-poder sinistro no controle de sua elaboração e aplicação. e lutarão em vão… Pior, atirando contra si mesmos! Confiram a origem étnica-religiosa dessa tal de Lola Aronovich, e outras tantas “femerdistas”, e saberão a que me refiro… Senão, continuem tapando o sol com peneira, pretendendo abater ciclopes com estilingue, à semelhança do herói mítico paleotestamentário Davi, que paradoxalmente é herói e modelo do poder pretendido e em futuro breve, estabelecido pelo ciclope…

  11. Pensando com mais cuidado, acho que o Luciano pegou até leve com o feminismo neste caso pelo seguinte:

    1-A sociedade inteira foi alertada de antemão do perigo que seria em abrir as portas para imigrantes sem nenhuma restrição.

    2-A sociedade inteira já sabe dos costumes islâmicos de oprimir mulheres em um nível de machismo inigualável.

    3-A esquerdalha manteve os argumentos independente das consequências e ainda estimulou o evento.

    Na minha terra isso tem nome: se chama co-autoria. Como o Brasil não é nenhuma referência em ética e bons exemplos no que tange as leis e sua jurisprudência; acabamos por não fazer essa análise por muitas vezes. Já estamos tão anestesiados de tantos absurdos.

    No Japão por exemplo, dirigir sob efeito de álcool é punido com prisão. Estar dentro de um carro com uma pessoa alcoolizada na direção é co-autoria e também dá cadeia. Afinal você já foi alertado do perigo (1), você já conhece o histórico de acidentes sob direção alcoolizada (2) e mesmo assim estando ciente da situação deixou o amigo alcoolizado assumir a direção (3)

    No Brasil bastava trocar o bêbado pelo sóbrio e fica tudo resolvido.

  12. Então essa é a porta-voz do feminismo no Brasil? Uma gorda horrorosa que só fala asneiras? Isso é o melhor que esses marxistas conseguem produzir? Não sei se rio ou se choro, especialmente quando penso que centenas de milhares de pessoas acompanham o seu blog e reproduzem as suas sandices.
    Dizem que não se deve julgar um livro pela capa. Pois bem, acredito que salvo em exceções, a aparência do indivíduo diz muito sobre o mesmo. Essa ogra tem com o seu intelecto o mesmo cuidado que tem com seu corpo e sua aparência e possui uma retórica da profundida de um pires. Fala como uma mulher amarga, cheia de ódio, inveja e ressentimento, feia por dentro e por fora, que sequer é capaz de apresentar UM argumento que elucide, por exemplo, por que o cristianismo é tão “machista” quanto ela acusa. Sua página não passa de uma grande parede de banheiro de bar, uma colagem de devaneios amargos e depressivos de uma mulher feia, velha, ignorante e mal resolvida, temperada com uma boa pitada de marxismo pop. Não há nada de intelectual ali, ou que simule uma pretensa intelectualidade, nada.

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