Transexuais são apedrejadas na Alemanha. E agora: do lado de quem ficará a extrema-esquerda?

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Em Dortmund, na Alemanha, duas transexuais foram apedrejadas por – tal como ocorrera no estupro de quase 600 mulheres em Colônia – por homens que não apenas tinham aparência, mas também falavam árabe.

O bizarro é que a notícia do Globo menciona que elas apenas “acusam imigrantes”, como se a questão fosse duvidosa. Mas a polícia já prendeu três homens, dois dos quais já eram conhecidos pelas autoridades. Como sempre, a leniência em relação à violência islâmica colocou de novo as minorias em risco e, pior, desprezou seu sofrimento.

Yasmine disse: “O que eles fizeram é bárbaro”. Outra vítima contou: “Eles pegaram pedras de um chão de cascalho e jogaram em nós”. Chegaram a apalpar os mamilos das vítimas e puxaram os cabelos. Gente…

Feministas, o que vocês tem a dizer sobre isso? Movimento LGBT, onde estão vocês? Sim, eu sei. Ambas foram perguntas retóricas.

 

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18 COMMENTS

  1. Já respondo: ficarão a favor dos “imigrantes”, pois são mais numerosos, fanáticos e violentos, ou seja, a força paramilitar/kamikase que os comunistas pediram ao “satanarx”.

    • É mais ou menos isso, mas por outros motivos: leia esta postagem do Senso Incomum, blog do Flávio Morgenstern, em que ele fala sobre coisas que fogem à compreensão de quem não é marxista-humanista-neoateísta ou que no máximo foi propagador inconsciente de gramscismo (ou até mesmo pode ter sido MHN, mas fazia parte da raia miúda). Algo a nos acostumarmos no marxismo-humanismo-neoateísmo é o fato de eles usarem palavras com significado elástico e vago (ao que o autor do blog usa o termo mana, emprestado das línguas aborígines australianas e que significa “poder mágico exalado de uma substância mágica”, algo que na prática é o abstrato do que já é abstrato). São mana palavras como “machismo”, “homofobia”, “islamofobia”, “gordofobia” e outras do jargão MHN de matiz gramscista, além de termos como “cultura do estupro”. Também se tornam mana em bocas e mentes MHNs termos que para pessoas normais têm significados definidos, como “estupro”, “fascismo”, “nazismo” e outros quando usados por essa gente. A lógica é sempre a mesma: algo que por si só já é vazio de significado (ou que pode ter significado, mas é esvaziado do mesmo se usado por MHN) e ao qual o MHN atribui o significado que quiser. Por isso que para nós algo absurdo como o silêncio das feministas após o taharrush ocorrido em Colônia ou mesmo qualquer silêncio delas e de outros MHNs quando surgem barbaridades vindas do Oriente Médio para eles se torna algo perfeitamente normal. E para os de fora, um termo como “feminismo” passa propositadamente a ser mana como forma de jogar cortina de fumaça quando temos aquele papinho de “existem vários feminismos” ou quando chamam de “femismo” aquilo que conta contra o movimento quando visto por quem não é dele. O principal da coisa é que só se torna feminismo (e por extensão militância gay, afromilitância ou outras) se o que está sendo defendido protege causas MHNs. Ainda que essa última parte boa parte dos anti-MHNs já soubesse em uma base empírica, é sempre bom saber a mecânica por trás.
      Também dentro dessa mecânica de mana podemos considerar aqueles acontecimentos que o MHN pega para si próprio, que em essência não eram MHNs mas podem ser usadas para avanço da causa. Enfim, vale a pena dar uma olhada atenta nessa postagem.

      PS: Luciano, você não vai falar da alemã vítima de taharrush que teve sua vida devassada por MHNs pelo simples fato de ter falado a verdade a respeito de quem a atacou, sendo acusada de racismo em contexto mana?

    • Não, está funcionando perfeitamente. Nada mais comum do que socialistas/comunistas “sacrificarem” seus próprios colegas em prol do partido e suas ideias macabras.

      Stálin deu ordem aos comunistas alemães para que não atacassem os socialistas hitleristas, ainda que estes perseguissem aqueles porque chegaram primeiro ao controle do Estado. A aproximação da esquerda para com o Islã tem por intuito principal acabar de destruir o que sobrou da influência da cultura cristã no Ocidente, nem que para isso sejam sacrificadas as feminazis e os LGBTs como outrora foram os bolcheviques alemães, pois são grupelhos menos úteis por serem menos violentos.

    • E mesmo que fiquem com essa alegação, ela não irá colar, pois já sabemos que o Estado Islâmico joga do topo de prédios duas pessoas que estiverem fazendo sexo em modalidade não heterossexual, bem como no Irã eles são enforcados e pendurados em guindastes para todos verem. Se a massa de refugiados veio a pé do Oriente Médio, obviamente que trouxe tal cultura consigo própria.

  2. Os muçulmanos vão dominar a Alemanha e Europa em só mais uns 10-15 anos e vão matar todos os homossexuais, democratas, comunistas, judeus, globalistas e outros desse naipe! Se preparem!

  3. e agora né? vamos acusar o ocidente de que maneira???

    o impacto cultural de pessoas que saíram do oriente médio “contra a vontade” e estão na Alemanha é gigantesco. No oriente médio não é comum mulheres saírem nas ruas mostrando mais do que os olhos ou o rosto, se acontece algo assim, são consideradas prostitutas. Tenho um caso na família de uma pessoa que foi ao Egito e estava sem vél, mostrando o cabelo. Ela era parada de 5 em 5 minutos perguntando quanto era o programa. O que eu quero dizer é: pessoas que saem por outras razões que não o exôdo atual, tendem a se adaptar ao nosso meio de vida. Como neste caso é uma população inteira em deslocamento, eles vão querer impor sua cultura não importa o que isso custar, está no livro sagrado deles isto. Eles não tiveram tempo para se adaptar ao Ocidente, portanto, vão levar o Oriente Médio junto com eles, e lá, sabemos como eles tratam mulheres e homossexuais.

  4. Vídeo para viralizar, recentemente legendado em português pelos Tradutores de Direita, e que na prática mostra o quanto que Islã político e feminismo, bem como o marxismo-humanismo-neoateísmo em geral, são mais parecidos do que aparentam:

  5. Hipótese: Os coitadinhos muçulmanos apalparam os seios e gostaram. Quando foram verificar a documentação, ficaram irritados e apedrejaram as “meninas” por falsidade de gênero.

    O que Merkel vai fazer? O mesmo que os esquerdistas, os LGBT e as feministas… Nada!

  6. Os políticos de esquerda perderam completamente a compostura e só faltam dizer com todas as letras, “sim, trouxemos esses bárbaros aqui para destruí-los, seus idiotas. Depois, provavelmente vão nos matar também, mas teremos cumprido a satânica missão a nós confiada por Marcuse e companhia. Todos devem perecer no holocausto revolucionário”;
    A não ser que façamos alguma coisa, como sugere Homer Simpson no excelente livro de Flávio Morgenstern.
    Uma boa coisa seria suecos, alemães, belgas, franceses, etc, mandarem a lei para a PQP e andarem armados até os dentes, na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê. Barbudinho da mesquita saiu da linha, larga o aço, e na cabeça que é pra não voltar mais!

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