Pikaretty quer que latinos afugentem investidores e tenham “moeda única”

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Thomas Piketty – também conhecido como Thomas Pikaretty – é da mesma linhagem de Paul Krugman: finge se interessar pelo sofrimento do povo quando na verdade só tem por intenção dar dicas para que os totalitários de extrema-esquerda conquistem poder tirânico e levem o povo ao sofrimento. Quaisquer dicas aos latino-americanos saindo de sua boca só tem um propósito: criar novas Venezuelas.

Segundo lemos na Exame, o negócio é afugentar investidores (do jeito que os chavistas fizeram na Venezuela e os kirchneristas na Argentina, e os dilmistas fazem no Brasil):

Primeiro, Piketty disse que os países precisam tomar cuidado quando recebem investimento estrangeiro demais, já que isso coloca em risco a soberania e a habilidade de formar consensos sobre a distribuição dos custos.

Claro, claro…

E como isto poderia ocorrer senão com a formação de um cartel, como existe hoje entre Brasil, Bolívia, Venezuela e Equador?

Ele dá as dicas:

E nesse caso, uma maior união política e monetária dos latino-americanos poderia ser útil, já que “é mais fácil controlar os fluxos de capital numa grande escala do que no nível relativamente pequeno de um estado-nação”.

Questionado pelo jornalista se isso não seria muito mais difícil por aqui do que na Europa, o economista nota que o tema não é algo “para o ano que vem”, e sim para ser debatido com tempo.

De qualquer forma, caberia agora à Europa mostrar para o mundo que uma moeda comum é possível – e para isso precisa caminhar na unificação de coisas como dívidas, impostos e tudo que ficou inacabado.

“A América Latina deveria esperar e ver o que se passa com este experimento e em seguida fazer da sua maneira. Mas isto deveria se suceder no longo prazo”, diz Piketty.

Apesar do euro não ter tido nenhuma debandada de membros em seus 14 anos de existência (nem mesmo da cambaleante Grécia), o debate sobre até que ponto ele foi bem-sucedido permanece em aberto.

Quer dizer: aquilo que arrebentou com a Europa deve ser utilizado na América Latina, somente a título de estabelecimento de cartéis de governos socialistas cujo interesse é saquear seus países em nome da tirania.

Lá se foi o papo de “defensor de um capitalismo compassivo, mas não o dogmatismo marxista”. Pikaretty é defensor de tecnologias para o totalitarismo, sem jamais apresentar a menor compaixão pelo ser humano. É como qualquer marxista ortodoxo. Sua única diferença é ser dissimulado.

A mim ele jamais enganou…

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