Canalhice psicopática de feministas destrói um negócio honesto

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Mais um caso de monstruosidade feminista. Como todos sabemos, feminismo hoje é desculpa para a prática de monstruosidades em nome de um discurso politicamente correto (o qual sempre só serve para justificar barbáries mesmo). A partir da tática de fingimento histérico, um movimento feminista criou uma página na Internet para instar o ódio contra um estabelecimento comercial a partir da alegação de que duas clientes foram assediadas no bar. Pelo fingimento desonesto, disseram que a responsabilidade pela segurança não é da PM, mas de garçons (acreditem se quiser).

Leia mais a partir do Globo:

O empresário Flavio Pires, sócio do Quitandinha e de pelo menos cinco bares da Vila Madalena, na Zona Oeste de São Paulo, afirmou nesta segunda-feira (8) que mesmo se confirmarem  denúncia de negligência feita por uma cliente nas redes sociais após suposto assédio sexual não justificaria a repercussão que o caso teve. Uma mulher convocou seus amigos a se manifestar contra o bar no Facebook usando a hashtag #vamosfazerumescândalo.

“Fiquei assustado quando soube. O bar é muito tradicional, tem quase 30 anos e nunca tivemos esse tipo de problema. Somos passíveis de cometer erros, mas jamais negligenciaríamos a defesa de um cliente. Pode ter tido erro, mas não do tamanho da repercussão”, acredita.

Uma mulher relatou em seu post que ela e uma amiga foram abordadas por dois homens no bar na última quinta-feira (4). Após serem ignorados, eles as teriam xingado e agredido. Ela afirma ter recorrido ao garçom e ao gerente, e conta que, ao invés de ajudá-las, os funcionários do bar explicaram que tratavam-se de clientes de longa data e solicitaram que o segurança as expulsasse do local. O post teve mais de 100.000 likes e mais de 35.000 compartilhamentos.

Em nota publicada na rede social, um funcionário do bar negou o relato. Uma nova postagem dizia que “havia um engano na interpretação do texto anterior”. Uma terceira mensagem seguia com pedido de desculpas e uma quarta nota garantia a apuração intensa dos fatos.

Flavio explicou que não teve a oportunidade de conversar com os funcionários que estavam no local devido ao feriado. O estabelecimento fica fechado por três finais de semana por conta dos blocos de rua.

“O melhor a fazer é apurar com a equipe, garçons e gerente, além de examinar as câmeras de segurança para entender o que houve. Aí então tomaremos uma providência, consultando um advogado que possa nos orientar”, contou Flavio.

O empresário confirmou que os dois acusados de assédio são frequentadores assíduos do bar e disse ter recebido duas ligações de antigos clientes que estavam no local no momento da suposta confusão.

“Os antigos clientes estavam assustados no telefone. Pode ter certeza que negligentes nunca fomos nesses 30 anos. Não somos qualquer bar. Precisamos apurar direitinho porque só repercutiram o lado da menina”, disse.

Flavio Pires explicou que em casos de assédio, preconceito ou agressão, uma equipe de segurança está à disposição no bar, os gerentes são orientados a prestar auxílio e há ainda o policiamento que faz ronda na região.

A página do bar no Facebook contava com mais de 25 mil avaliações negativas e mais de 400 positivas. Também foi criado um perfil na rede social que divulgou um evento exigindo o fechamento do bar. Mais de 6.000 pessoas haviam confirmado presença em um dia.

Esperem aí…

Destruir um estabelecimento de tantos e tantos anos a partir do chilique é moral? Causar o desemprego de funcionários de um bar em nome do discurso de ódio é aceitável? Parece que de novo as feministas querem estabelecer um novo recorde de cinismo e hipocrisia.

Aliás, exigir que garçons tenham poder de polícia é mais outra fanfarronice que deveria ser desmascarada.

Lançar culpas sobre um estabelecimento por puro sadismo e desumanidade é mais um exemplo de que o feminismo é cada vez um movimento psicopático.

O Quitandinha merece solidariedade daqueles que odeiam injustiças.

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27 COMMENTS

  1. Então a culpa não é dos babacas que as abordaram (supondo que o relato seja real, o que acredito que seja) e sim do BAR? Dos funcionários do bar?

    Quer dizer então que eu posso pedir para fecharem a prefeitura de São Paulo por já ter sido assaltado na rua? Interessante… #FechaPrefeitura

  2. Acho que é muito cedo pra acusar essas mulheres de histeria e etc se nem o dono está ciente do que aconteceu. É possível sim que os frequentadores tenham realmente sido filhos da puta e depois acobertados por garçons e seguranças. Não vejo razão alguma pra eles estarem agora acima de qualquer suspeita.

    Só tem uma coisa possível de se fazer aí, o dono está certo.

    Investigar direito o que aconteceu. Ele pode facilmente ver o q aconteceu pelas câmeras. Caso as clientes tenham mentido pra fins políticos (o que está ficando comum nesses casos, como aquele falso estupro no Beco – e essa página do facebook realmente não cheira nada bem) ele PRECISA processar pra servir de exemplo. Sem perdão e sem aceitar desculpas.

      • Vou explicar melhor. Não quero de forma alguma validar o justiçamento (independente do que ocorreu está claro que estão explorando cinicamente a situação pra ganho político – por isso é importantíssimo artigos como esse).

        Me refiro especificamente às clientes. Elas podem ter sido vítimas de alguma coisa. Então vai que depois fica provado que realmente alguma sacanagem aconteceu lá no bar. Os garçons e seguranças acabam demitidos, o dono pede desculpas publicamente…
        “Estava só contra a reação exagerada ainda que o abuso tenha ocorrido…” é uma posição ruim de se ter pra quem toma as dores do bar.

        Uma vez que se prove o que aconteceu – e isso tudo cheira muito mal – e elas sejam pegas na mentira – aí sim.

      • Allure,

        Ao contrário: ENQUANTO elas não apresentarem provas, tudo que estiver sendo feito contra o bar é JUSTIÇAMENTO. E isto é crime.

        Olha que absurdo que você diz: “Uma vez que se prove o que aconteceu – e isso tudo cheira muito mal – e elas sejam pegas na mentira – aí sim.”.

        Quer dizer então que em todo o período de ataque e difamação, a vítima deve FICAR QUIETA?

        E isto que você está PROPONDO?

        “Elas podem ter sido vítimas de alguma coisa.” <- Quando provarem, voltem. Enquanto isso, estão fazendo uma barbárie e devem ser processadas por isso.
        "Então vai que depois fica provado que realmente alguma sacanagem aconteceu lá no bar." <- Quando provarem, voltem. Antes disso, não tem desculpa para o que estão fazendo.

        É tão simples?

        Não seria preciso nem do código penal para isso. Bastaria fazer uma análise moral.

        Abs,

        LH

      • Só vi blábláblá, mimimi e reclamação, não apresentaram um BO, uma filmagem, uma foto, absolutamente nada que documentasse o ocorrido. Ninguém acha isso estranho? Ainda mais nos tempos de hoje onde até um cachorro cagando na parede é motivo de videozinho no Whatsapp?

      • E você acha que tem como as garotas exigirem provas? Receberam assédio verbal e foram retiradas do bar; queria que elas já estivessem com o gravador ligado na hora? E o susto do ocorrido?

        Só porque são feministas você acha que elas estão mentindo? Cada vez que uma mulher (que você creia que seja feminista ou não) reclamar sobre tais situações, imagine uma filha ou mão sua passando pelo mesmo ocorrido.

        E ao autor da matéria: Defende o site e os leitores como céticos, mas fazem exatamente o que estão criticando: estão difamando sem terem provas de quem está certo ou errado.

      • Como se fala bobagem.

        E você acha que tem como as garotas exigirem provas? Receberam assédio verbal e foram retiradas do bar; queria que elas já estivessem com o gravador ligado na hora? E o susto do ocorrido?]

        O ônus é de quem acusa. Se elas não tem provas, que corram atrás. Mas JULGAMENTO antes das PROVAS é UM CRIME. Se elas não tinham gravador, que vão atrás de outras coisas, e que façam o B.O. e busquem a lei, mas NÃO o justiçamento. É tão difícil entender algo tão óbvio?

        Só porque são feministas você acha que elas estão mentindo? Cada vez que uma mulher (que você creia que seja feminista ou não) reclamar sobre tais situações, imagine uma filha ou mão sua passando pelo mesmo ocorrido.

        Elas ESTÃO MENTINDO quando dizem ter justificativa para ATACAR um bar sem ANTES TER PROVAS. Quem define isso é a JUSTIÇA. Não existe JUSTIÇAMENTO. E sim, é porque são feministas que se acostumaram a mentir em nome de uma alegada causa.

        Se minha mãe ou minha filha passassem pelo mesmo eu ia avisar: “Antes de acusar, você tem provas?”.

        Eu fiz essa sugestão recentemente para uma familiar: “Colete as provas primeiro, e depois procure a justiça”. Não defendi justiçamento.

        E ao autor da matéria: Defende o site e os leitores como céticos, mas fazem exatamente o que estão criticando: estão difamando sem terem provas de quem está certo ou errado.

        Está maluco.

        Eu apontei um fato: um bando de feministas quis fazer JUSTIÇAMENTO e LINCHAMENTO sem PROCURAR A JUSTIÇA e SEM PROVAS EM MÃOS. Isso não é difamação. Isso é o fato. Se as acusadoras tem provas, não apresentaram. Se lançaram ação judicial, até agora ninguém viu. Então ELAS NÃO TEM MOTIVO PARA PEDIR PUNIÇÃO ALGUMA. Desculpe, é assim no mundo civilizado. Já saímos das eras tribais…

  3. Acho que num caso desse a única resposta cabível é apurar os fatos e comprovado a sacanagem por parte delas iniciar uma campanha de esculacho r não permitir que elas entrem no estabelecimento. Um das grandes vantagens que esses pessoas tem é que ninguém reage à altura.

    • Exato. É fácil fazer esse tipo de coisa porque todos morrem de medo dessa turba então o custo disso pra eles é zero, não tem consequência alguma.

      Por isso os donos tem que processar quem puder ser processado.

  4. Li o relato da moça.
    Três coisas me chamaram a atenção:
    1. “seria” (não sei foi) muita imbecilidade por parte dos garçons e do gerente tratá-las daquela maneira.O referido estabelecimento não teria quase 30 anos agindo dessa maneira.
    2. os amigos delas saíram para fumar e devem ter demorado muito e ido bem longe para não ver o ocorrido. O fato é que muita coisa aconteceu e eles não apareciam. Não sou fumante, tenho amigos fumantes que vão até a ponta da calçada para fumar e não dá para acontecer tanta coisa no tempo de fumar um cigarro.
    3. gente estupida e mimada existe aos montes, mas se for verdade o relato os caras são trogloditas.

    Não sei o que aconteceu. Estou só colocando minhas impressões sobre o relato.

    • Tem mais nessa história: uma delas alegou que teve os braços cortados, mas não mostrou foto alguma. Sem contar que também os policiais que chamaram eram amigos dos garçons e dos clientes e quando chegaram lá foram se confraternizar com eles e mandaram elas ficarem quietas.

  5. Só para avisar, já existe um evento sendo planejado no Quitandinha em solidariedade ao estabelecimento:

    http://www.facebook.com/events/1528226944143892/

    O pessoal da página Moça, não sou obrigada a ser feminista está caindo pesado em cima do episódio tentando defender os donos do estabelecimento após esse textão que tem toda a cara da chamada fanfic de esquerda devido a detalhes muito estranhos (homens todos saindo juntos da mesa para irem a algum lugar, como se fossem mulheres indo ao banheiro, cigarros que demoram um tempão para serem consumidos, mãos que causam ferimentos visíveis tal qual o dono delas fosse o Wolverine ou o Edward Mãos de Tesoura, falta de BO e corpo de delito, ninguém em um bar cheio ter notado nada, amigos que misteriosamente não mais são mencionados no texto etc.):

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1007933812623420

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1008234295926705

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1008263862590415

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1008310839252384

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/photos/a.816366398446830.1073741828.753226151427522/1008726765877458/?type=3

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1008920739191394

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1008933259190142

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/photos/a.816366398446830.1073741828.753226151427522/1008952245854910/?type=3

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1009203785829756

    Há também outras demonstrações a favor do Quitandinha:

    http://www.facebook.com/fabiopegrucci/posts/10204160344769357

    http://www.facebook.com/MulheresContraoFeminismo/posts/992526210840748

    Para facilitar a vida em relação ao tal relato que gerou a massa de histéricos contra o Quitandinha, segue também a lista de características para suspeitar ou não da verossimilhança de um textão na internet:

    http://www.facebook.com/resistencia.anti.feminismo.marxista/posts/476236225882961

    Pelo que já falaram, aconteceu coisa parecida com um bar curitibano, mas por lá foi tiro no pé dos bons, pois o mesmo depois disso passou a ser frequentado por muitos clubes de motociclistas e com o tempo passou a ter mais sucesso do que tinha, além de o relato em questão ter se revelado mentiroso com o passar do tempo. Quem olhar os links que passei também notará algumas suspeitas levantadas sobre quem relata o suposto assédio no bar paulistano em questão.
    Ainda dentro da suspeita de que esse textão que foi estopim seja fanficado, vamos sempre lembrar das ondas de textões entre o fim do ano retrasado e durante todo o ano passado com mulheres dizendo que tinham sido estupradas, alguns com coisas bem absurdas, como aquela que disse que teria sido estuprada por três eleitores de Aécio Neves pelo simples fato de ter dito que votou em Dilma. A quem quiser identificar melhor o padrão dessa praga marxista-humanista-neoateísta que infesta as redes sociais, segue uma página só sobre o assunto:

    http://www.facebook.com/fanficdeesquerda/

    Outro detalhe: o uso MHN das redes sociais com essas acusações pode acabar gerando problemas muito piores que aquele famoso caso da Escola Base, mas também tem a seu favor o fato de se poder desarmar uma bomba-relógio com rapidez. Vamos considerar o fato de que essas mais de duas dezenas de milhar de avaliações negativas são muito mais coisa de minoria organizada do que uma maioria de fato, mais alguns propagadores inconscientes de gramscismo que foram influenciados pelos MHNs funcionais. Por ora o Quitandinha está fechado e perde lucros que o Carnaval poderia gerar, mas provavelmente reabrirá, ainda mais considerando que os justiceiros sociais de plantão agora partiram para cima de outras coisas e podem esquecer o bar em questão. Pode até ser benefício para o bar livrar-se de clientes MHNs, podendo aí se traduzir em gente mais culta, bem cuidada e menos propensa a barracos, o que na prática elevaria o nível do estabelecimento, que é bastante consagrado e sempre lota a esquina da Vila Madalena onde se encontra. Creio eu ser muito provável ocorrer aquilo que o Danilo Gentili relatou quando notou que seus shows de humor estavam sempre cheios mesmo após MHNs dizerem cobras e lagartos a seu respeito: o famoso lance de estarmos ampliando latido de chihuahua sem notar que um ataque de um cão desses pode ser repelido com uma simples batida forte de pé no chão que assuste o mesmo. É muito possível que a técnica dos MAVs tenha se espalhado para além da política partidária.
    Pode aí também haver uma técnica parecida com aquela dos protestos contra a reorganização das escolas estaduais paulistas: algo que aparentemente surge como se fosse espontâneo e de fato popular para só depois se revelar ser algo organizado, com essa organização entrando supostamente como apoiadora daquilo que nem de longe era assim espontâneo. Também seria importante levantar, nem que simplesmente para desencargo de consciência, se interessaria a alguém que surgisse um escândalo mirando especialmente o Quitandinha, podendo aí inclusive levantar outras suspeitas. Mas o principal de tudo é mostrarmos ao pessoal que MHN chiando em rede social é o famoso riso de puta sendo levado como argumento válido.

  6. Feminismo precisa criar cada vez mais mentiras, já que a única coisa que serve atualmente é fazer propaganda socialista de igualdade e justiça social.

  7. Ué: então feministas têm coragem de espalhar texto sobre um acontecimento sem evidências concretas, mas ficam caladinhas na hora de denunciar eventos como os de Colônia, cujas evidências apontam o envolvimento de imigrantes? Blz!

  8. Eu processaria as meninas por Calunia e Difamação e pediria grana alta na casa dos Milhões pra fazer doer no Bolso!

    Mesmo se elas não tiverem grana para pagar!

    Tem que se combater esse TOTALITARISMO IMPOSTO pelo Politicamente Correto!
    Essas Feminazistas não passam de Mulheres mal Amadas e Mal Comidas!
    Gente que não transa e não deixa transar!

  9. Olá, uma dúvida que tenho: não seria sacanagem mesmo o gerente do bar cruzar os braços e afirmar que nada podia fazer contra os clientes que as assediaram?

    Abraço!

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