País pode ter recessão inédita, diz Credit Suisse. E o PT não pode esconder mais essa informação…

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Em junho de 2014, em plena eleição presidencial, o governo tirano do PT pressionou o Santander para causar a demissão de sua executiva por ter revelado a verdade sobre a crise econômica. Na tentativa de esconder a crise, partiram para o terrorismo contra analistas de investimento. Agora, com a explosão da crise, não conseguem mais esconder muita coisa, e, pior, tem que aturar análises realistas de bancos estrangeiros, contra os quais não conseguem lançar ameaças e promover demissões de seus executivos.

Como se lê na Folha, o Credit Suisse avisa que o Brasil pode ter recessão inédita:

A economia brasileira corre o risco de mergulhar em um período de três anos seguidos de contração, fato inédito desde 1901, início da série histórica.

Dados muito negativos de atividade econômica referentes ao fim de 2015 e o início deste ano têm levado as projeções de analistas para o desempenho do PIB em 2016 (Produto Interno Bruto) a continuar piorando.

O banco Credit Suisse esperava contração de 3,5% do PIB, mas agora já trabalha com número mais próximo de 4%, mesma estimativa da instituição para 2015. E, para 2017, projeta um terceiro recuo, entre 0,5% e 1%.

A última vez que o PIB encolheu por dois anos seguidos foi no biênio 1930-1931, quando a economia global passava por crise severa após a quebra da Bolsa de Nova York. Um período de três anos de contração nunca ocorreu.

E parece que o medo da ditadura está diminuindo até mesmo nas instituições nacionais:

O Itaú Unibanco anunciou na sexta (5) esperar contração de 4% do PIB em 2016. Antes, projetava recuo de 2,8%. Para 2017, estima expansão modesta de 0,3%.

A consultoria MB Associados trabalha com cenários alternativos: com e sem a presidente Dilma Rousseff.

Se a presidente deixar o governo, espera queda de 3% do PIB neste ano e expansão de 0,6% no próximo.

Caso Dilma sobreviva ao processo de impeachment, os números mudam para duas contrações de 4,1% e 1%.

“Não há nada nem de perto comparável à crise atual”, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, que acredita que o governo ainda não adotou mecanismos capazes de reverter esse quadro.

Agora só a censura de mídia conseguiria esconder a situação por mais algum tempo, enquanto os vampiros petistas conseguem sugar o resto. Não vamos deixar isso acontecer, certo?

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