Escola que agrediu modelo por se manifestar contra a ditadura petista por pouco não cai para a segunda divisão

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Dane-se o carnaval, pois não gosto deste evento. Ele não teria nada de repugnante per se, não fosse o envolvimento de governos – especialmente os totalitários – enfiando verba estatal na busca de apoio político. Essa farra nojenta deveria acabar.

Mas este carnaval ficou marcado pela agressão covarde e troglodita praticada contra a modelo Ju Isen por esta ter se manifestado em plena passarela (ver aqui, aqui e aqui). Para justificar a violência, os brutamontes da escola Unidos do Peruche inventaram a conversinha fiada de que “a escola poderia perder pontos”. Faz bem Ju Isen se processar a escola, sempre demonstrando que o papo de “podia perder pontos” não justifica a agressão. A escola agiu de forma canalha, imperdoável e quem defendeu essa violência deve ser visto com desconfiança.

Eis a ironia da coisa: hoje sairam os resultados e a escola Império da Casa Verde se sagrou campeã. Já a Unidos do Peruche não caiu para a segunda divisão, mas ficou pessimamente posicionada: em 12º lugar. Caíram para a segunda divisão Pérola Negra (13º) e X-9 Paulistana (14º).

Porém, essa posição vergonhosa da escola cavernícola não decorreu de nenhuma perda de pontos, mas de ruindade mesmo. Provavelmente sejam tão incapazes para criar um desfile quanto são inábeis para o convívio social.

E como não foram punidos pela nudez de Ju Isen, perderam a desculpinha cretina de que “agrediram porque iam perder pontos” – mas é realmente preciso de muita cara de pau para vir com um papo desses.

Agrediram porque são totalitários, fascistas e moralmente indignos. A ausência de punição para a Unidos do Peruche tirou a última conversinha fiada que eles tinham no bolso. Agora cabe a Ju Isen processar seus agressores.

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    • Correção: se não podemos achar algo intolerável, sendo branco, preto, azul, amarelo verde, a sociedade está condenada. E se não cabe aos brancos, tampouco cabe aos pretos!

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