Extrema-esquerda tenta destruir família por fantasia de carnaval. A escória vai perder mais essa.

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psicopatia

O carnaval apresentou uma extrema-esquerda ainda mais psicopática que o habitual. Teve de tudo: feministas desejando extermínio de homens e se unindo para destruir um negócio honesto, o PT chamando tratando o povo como escravo na TV (falaremos disso daqui a pouco), militantes atacando crianças vestindo fardas, etc.

Em suma, abriram as tampas do esgoto.

Aliás, eu costumo dizer que a luta contra a extrema-esquerda depende do entendimento de que a luta é contra psicopatas, pois eles vão apelar aos abismos mais profundos da depravação humana. Tentar entender este combate como um “conflito de ideologias” ou até “um confronto de ideias” é desligar o cérebro para a realidade. Se você não quiser preparar sua mente para este nível de confronto, se tornará apenas uma pessoa vivendo de “surpresas” e “espantos” que seriam inaceitáveis para adultos nessa altura do campeonato. Mas se você se preparar para perceber que a interação com eles é um confronto com psicopatas, tende a ter bons resultados.

Duvida?

Então vejamos o que a escória resolveu fazer para tentar destruir uma família lançando uma acusação escrota contra um casal por ter “praticado racismo”, no carnaval.

Leia matéria do Globo:

Uma foto de uma família de Belo Horizonte com fantasias de Alladin, o macaco Abu e a princesa Jasmine causou comoção nas redes sociais. O produtor de teatro Fernando Bustamante e sua mulher Cíntia saíram fantasiados com o filho Mateus, de dois anos, vestido do macaquinho amigo de Alladin. A associação da imagem da criança negra com macaco foi alvo de muitas críticas e apontada como “racismo” por alguns internautas.

No domingo (7), Fernando, Cíntia e Mateus desfilaram no Bloco do Batiza, no bairro Floresta, em Belo Horizonte. Produtor de teatro, o pai usou o figurino de uma peça que já apresentou e fantasiou toda a família. De Alladin, Fernando levou o melhor amigo de sua personagem, o macacão Abu, nos ombros. Era Mateus.

A foto foi postada pelo pai em seu perfil no Facebook e foi alvo de muitas denúncias de racismo e injúria racial. Alguns internautas caracterizaram a atitude do pai de vestir o filho como Abu de “nojento” e “sacana”. Ao mesmo tempo, muitos internautas saíram em defesa do pai, dizendo que não houve racismo na fantasia.

Fernando Bustamante conversou com o G1sobre o episódio, e disse que “jamais, em hipótese nenhuma, foi racismo. É surreal pensarem que foi intencional ou que foi nossa vontade expor o Mateus desta maneira”. O produtor de teatro disse que a escolha das personagens teve como motivo mostrar uma grande família.

“Ele [Alladin] não tem filho, tem um melhor amigo. Está sempre com ele, ajuda a conquistar o que quer. E a figura do filho está representado no amor, que é um macaco. Partiu do principio de representar uma família”, disse.

Fernando disse que, como usou o quepe e o colete da peça no filho, alguns foliões no bloco até pensaram que Mateus também estava caracterizado de Alladin. “Eu acho que eu parti de um idealismo e eu tenho que ser mais realista. Neste contexto do filme, do personagem, não é uma ofensa ele ser o Abu. É óbvio que, em outro contexto, é grotesco. Esse aprendizado vai vir diariamente com o Mateus”, se defendeu.

Mas como o ser humano – especialmente no Brasil – ainda não treinou sua mente para a interação com psicopatas, o pai da criança apelou ao discurso frouxo e infantil:

Na segunda-feira, a família saiu em outro bloco de carnaval com outras fantasias. Neste dia, Mateus estava de Pequeno Príncipe. A foto também foi publicada no Facebook, junto com a explicação de Fernando sobre a fantasia de Abu. Em seu relato, o pai disse que “gostaria de pedir desculpas para aqueles que sentiram ofendidos com a nossa fantasia. Jamais foi a nossa intenção”.

Sobre a repercussão da foto, Fernando espera que “traga frutos positivos de uma discussão aberta”. “Da próxima vez, vou ter mais cuidado”, disse o pai. “Eu sou adulto e ele é uma criança. Ele vai gostar de qualquer personagem. Fica uma alerta. Vou aprender todos os dias, vamos ter ainda muito preconceito”, refletiu.

Pedir desculpas? Quer dizer que um pai foi acusado de um crime que não cometeu e ainda “pediu desculpas”? Que comportamento frouxo é esse? Ele deveria processar quem o acusou falsamente de racismo, e não pedir pedir desculpas.

Porém, na página de Fernando Bustamante, é possível notar que o apoio ao pai mostra que a escória de extrema-esquerda se deu mal. Ele até deu sorte, pois com seu discurso frouxo tudo dava a entender que a tropa do politicamente correto levaria essa e teria orgasmos com a destruição da família. Mas a situação criada pelos lançadores da falsa acusação foi tão ridícula, tão cínica, tão encenada que até a opinião pública ficou em favor dos pais da criança.

É claro que seus acusadores não acreditavam no que diziam. Como sempre, fingiam indignação inexistente para poder causar vítimas inocentes. Essa seria mais uma família inocente destruída pelos predadores do politicamente correto. Deram sorte porque esses monstros exageraram no tom.

 

Em tempo: os pais da criança não podem relaxar, pois há indícios de que escória vai denunciar os pais para interferir na adoção. Assim, eles podem se preparar para novas fases da guerra política. E devem processar seus acusadores, e, além disso, expor ao público a monstruosidade lançada sobre a família.

O politicamente correto não pode ser perdoado por mais esta atrocidade.

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5 COMMENTS

  1. Considero que este Carnaval foi um marco em relação à perda de hegemonia cultural do marxismo-humanismo-neoateísmo no povo brasileiro. Observe-se inclusive que dá para identificar um padrão interessante: o de o sucesso das marchinhas ser maior em uma época de conturbação política no país, como foi quase todo o período republicano. Neste Carnaval estourou de sucesso a marchinha do japonês da Federal e também se espalhou pelo WhatsApp por todo o Brasil aquela que canoniza o papa Luís 51. Serão marchinhas que possivelmente iremos cantar décadas depois de elas terem sido lançadas, como fazemos com “bota o retrato do velho, bota no mesmo lugar” e servirão de testemunho histórico desta época que vivemos. O mesmo poderemos dizer dos bonecos de Olinda, que agora também têm em seu panteão as presenças de Bolsonaro e do japonês da Federal. Se até em Olinda, cidade tida como uma reserva natural de comunistas clássicos, estamos vendo manifestações que nada têm de marxistas-humanistas-neoateístas, é sinal de que já está com mais força do que supomos a marcha para dentro da cultura praticada pelos anti-MHNs.
    Enquanto os anti-MHNs puseram na rua a alegria, os MHNs ficaram destilando rancor ou no máximo um humor mais forçado que o de um Porta dos Fundos da vida, vide a afro-MHN que se fantasiou de “branca maluca”, não por acaso usando a indumentária típica de quem vai a uma passeata anti-MHN, como se só brancos lá estivessem e não tivéssemos aquelas famosas fotos comprovando o oposto:

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/photos/a.816366398446830.1073741828.753226151427522/1008875825862552/?type=3&permPage=1

    http://3.bp.blogspot.com/-Ty_xVBl8iVI/VQcdCm5UiMI/AAAAAAABbf8/lDKj5jpx028/s1600/dilma.png

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/files/2015/04/12-Elite-branca.jpg

    http://3.bp.blogspot.com/-D9ox__jThfU/U6yi9579TyI/AAAAAAAAlko/WundJTRAGuc/s1600/!1ADILFORAFORA.jpg

    http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/files/2015/08/Elite-branca-BH.jpg

    No caso do Quitandinhagate, fica patente que foi militância organizada que influenciou um tanto de inocentes úteis a ponto de se poder usar métricas de internet para saber quantos eles são. Acho que vai virar contra os MHNs também aqui, pois mais e mais irão se espalhar as dúvidas sobre a veracidade do referido relato, mais a tal ida ao bar em solidariedade. Pode acontecer aqui como ocorreu com o tal bar curitibano que foi vítima de textão e hoje em dia tem mais sucesso do que antes das acusações infundadas.
    Sobre a família que se vestiu de personagens de Alladin, vamos dizer que foi o escândalo necessário que viesse, mas ai daquele por quem vem o escândalo. No caso, o escândalo veio dos justiceiros sociais de plantão e acabou ricocheteando contra eles próprios, pois as pessoas normais, que não raciocinam por chavões nem babam de hidrofobia quando ouvem determinadas palavras logo começaram a ir contra essa modalidade de MHN:

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/photos/a.816366398446830.1073741828.753226151427522/1010031989080269/?type=3

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/photos/a.816366398446830.1073741828.753226151427522/1009988482417953/?type=3

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1009590682457733

    Logo, o que podemos ver aqui é que se as pessoas estavam com uma raiva dos MHNs em um nível intuitivo, agora estão em um nível concreto. Se virem o pessoal fazendo das suas contra pessoas que vivem felizes e sem fazer mal a ninguém, irão cada vez mais contra esses que não conseguem ver os outros viverem em paz e sem invejar os outros, ainda mais sabendo que o MHN é o evangelho da inveja e a sistematização do comportamento psicopático.
    Deixo abaixo os comentários de Fernando Bustamante, o pai do pequeno Mateus, sobre o assunto. Destaque para um amigo de adolescência desse cara que teve o gesto nobre de adotar uma pequena alma:

    http://www.facebook.com/fernando.bustamante.501/posts/10153887871783560?comment_id=10153887920638560&comment_tracking=%7B%22tn%22%3A%22R9%22%7D

    Sim, discriminadores foram os MHNs, não as pessoas normais. Se Fernando Bustamante estivesse de pirata, poderia ser que o pequeno Mateus estivesse vestido de papagaio e continuasse sobre os ombros. Se ele estivesse de Dr. Evil, era capaz de o filhinho estar de Mini-Mim, e por aí vai. Talvez o Carnaval 2016 esteja marcando uma redescoberta da alegria de viver do brasileiro, aqui em um contexto de “não vou deixar que manguem de mim e da minha cultura e quem fizer isso vai se ver comigo e com os outros brasileiros”.
    Vamos agora aguardar o vídeo do Autêntico, pois ele prometeu falar a respeito e já mandou muito bem quando o assunto foi desagravar a Renata Meins.

  2. Luciano, esse povo que grita racismo não é aquele mesmo que há pouco tempo tinha a campanha “somos todos macacos”, onde Luciano Huck et caterva tiraram fotos com bananas?

  3. Não duvido em nada das boas intenções do pai. Apenas acho que ele foi infeliz e muito inocente na escolha dessa fantasia. Claro que o racismo está nos olhos de quem vê! Ate pouco tempo atras escravo era chamado de macaco pelos brancos escravistas, como não relacionar? Hoje em dia negro é chamado de macaco, como arrancar essa imagem dos meus olhos? Não podemos negar que o racismo existe e está presente em todos lugares. Chama o filho negro de um amigo de macaco e justifica que só chamou pq ele é alegre e brincalhão. Aposto que não vai colar.

    • Não duvido em nada das boas intenções do pai. Apenas acho que ele foi infeliz e muito inocente na escolha dessa fantasia.
      Debate sobre segurança NÃO PODE coexistir com debate moral, e confundir isso é apavorante.
      Claro que o racismo está nos olhos de quem vê!
      Falso. Racismo é crime. Ou alguém cometeu ou não cometeu. O estupro, o assalto e o latrocínio estão nos “olhos de quem vê”?
      Ate pouco tempo atras escravo era chamado de macaco pelos brancos escravistas, como não relacionar? Hoje em dia negro é chamado de macaco, como arrancar essa imagem dos meus olhos?
      Este é um PROBLEMA TEU. Ou você prova ou não prova o crime do qual acusa o oponente. Não existe “crime sentido”. Ou há crime ou não há. Aliás, o truque da “vivência” já foi desmascarado muitas vezes.
      Não podemos negar que o racismo existe e está presente em todos lugares. Chama o filho negro de um amigo de macaco e justifica que só chamou pq ele é alegre e brincalhão. Aposto que não vai colar.
      Então processa o pai do garoto e vê aonde você vai com essa de “crime sentido”. Tomaria um processo de volta por denunciação caluniosa e ainda teria que pagar as despesas. Desculpe, mas esses truques estão sendo cada vez mais rebatidos.

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