A “ética” de Leandro Karnal inocentaria Hitler, Stalin e os estupradores em Colônia

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leandrokarnal

O nível de nossos “intelectuais” é catastrófico. Alguns até já largaram a mão e nem se preocupam em criar qualquer pose de decência.Eles já partem para o “vale-tudo” e nem mesmo buscam se diferenciar – em termos de argumentação canalha – daquele advogado que, para defender um bandido que assassinou um jovem na USP, disse que os bandidos não podem denunciar seus cúmplices, pois isso seria “quebrar um código de ética”. Daí, como toda “profissão” tem um código de ética, o bandido – segundo ele – não poderia ser questionado criminalmente por omitir os dados de seu parceiro de crime.

Quando um sujeito fala uma coisa tão indigna desse tipo, imediatamente nos questionamos: o que leva alguém a descer tão baixo? Fazemos o mesmo tipo de questionamento quanto ao historiador Leandro Karnal, que criou uma rotina suficiente para que tenhamos medo de sua pessoa devido a um senso moral tão baixo.

Basicamente, ele diz o seguinte: “Não se pode culpar um único partido pela corrupção, e a corrupção na verdade é de todos os partidos, e, muito além disso, ela começa nos menores atos ilícitos que as pessoas praticam, e este é o real problema”. O que ele diz é que as pequenas ações imorais justificam todas as monstruosidades, e que o foco é “nas pequenas ações imorais” (onde residiria o maior problema). Em termos de dinâmica social, esta é uma tática de interrupção. É como dizer “por favor, pare com sua ação de momento, pois temos outra prioridade”. A “outra prioridade” é geralmente uma distração.

Se utilizarmos o mesmo método de Karnal, o estupro de mais de 600 mulheres em Colônia – muito provavelmente o número já deve chegar próximo às 1.000 vítimas – já não seria mais um problema, pois esse tipo de agressão “começa nos menores atos de agressão em nossa sociedade, e deveríamos nos voltar para esses menores atos de agressão”. Em seguida, ele poderia complementar com a cereja do bolo: “os casos de violência não são problema de um grupo”. O truque é só isso e nada mais.

A mesma tática suja poderia ser utilizada para inocentar os genocídios nazistas. Imaginemos que, durante o genocídio de milhões de judeus, alguém dissesse que “o genocídio começa nos menores atos de opressão de grupo em nossa sociedade, e deveríamos nos concentrar nesses menores atos de opressão”. Novamente, a cereja poderia ser colocada: “os casos de opressão não são problema apenas do nazismo”. O mesmo padrão poderia ser utilizado para defender os genocídios de Mao, Stalin e Pol Pot. Eis o método desenvolvido por Leandro Karnal, que nem mesmo se envergonha de lançar mão de truques dignos de um psicopata.

Mas, ao contrário do que esse embusteiro diz, é claro que punir os estupradores de Colônia, os genocídios de Hitler e Stalin e a corrupção absurda do PT não significa que dizemos que “estupro, genocídio ou corrupção” são problemas de um “único grupo”. É claro também que o Julgamento de Nuremberg não imaginava “resolver de vez o problema de todas as opressões”. É preciso de muito cinismo para usar tal ampliação indevida no momento de julgar as ações que fazemos para punir as barbáries praticadas contra o povo. (Ampliação indevida, como nos mostra Schopenhauer é uma variação da falácia do espantalho: com ela exageramos a alegação do oponente, refutamos essa versão exagerada e fingimos ter refutado a afirmação original. Ao dizer que queremos “dizer que a corrupção é só de um partido” ou “que imaginamos resolver o problema da corrupção com a investigação dos crimes do PT”, Karnal se vale da ampliação indevida)

Ademais, estamos assustados com a corrupção do PT porque este é o partido que está no poder e destruindo a economia de nosso país com o aparelhamento baseado na corrupção. Não há motivos para temer outro partido neste momento, pois só o PT tem a chave do cofre das estatais. E, enquanto isso, criou o maior caso de corrupção organizada do mundo. A corrupção do PT não é igual a de qualquer outro partido: ela é utilizada para criar uma ditadura (fator escondido marotamente por Karnal). Ou seja, não falamos apenas de corrupção, mas corrupção organizada. Minto: nem falamos apenas de corrupção organizada, mas de corrupção organizada em prol da escravização de todo um povo. Se Karnal tivesse tentado igualar isso a outros casos de corrupção ele já teria cometido uma monstruosidade moral. Mas ele vai além de tenta comparar a corrupção em nome da construção de uma ditadura com “andar no acostamento”.

Na verdade, ele é um monstro ético que joga pelo uso da equivalência moral do modo mais canalha que uma mente perversa poderia arquitetar. Decerto a tolerância à corrupção existe, mas ela é alimentada pelos exemplos vindos de cima, que Karnal tenta inocentar pelos casos menores ocorridos no cotidiano. Obviamente, a corrupção menor do dia a dia deve ser questionada, mas andar no acostamento não é moralmente igual a saquear uma Petrobrás para criar uma ditadura, assim como colocar milhares de pessoas na câmara de gás não é igual a expulsar um palmeirense da torcida do Corinthians, e nem mesmo estuprar mais de 600 mulheres não é igual a fazer uma piada com o óculos do amigo.

Tentar igualar isso tudo para proteger a escória moral da humanidade é, aí sim, aquilo que propicia a corrupção do PT. Se hoje é tão fácil para o PT saquear um país para construir seu tão almejado totalitarismo, o partido deve agradecer não aos pequenos atos de corrupção cotidiano, mas à perversidade contida na equivalência moral praticada por figuras como Leandro Karnal. Com truques sujos deste tipo no debate moral, a vida de partidos aparelhadores e genocidas fica sempre uma moleza.

O truque de Karnal fica ainda mais evidente neste vídeo:

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53 COMMENTS

  1. Graças à Deus, encontrei um comentário sobre o que aquele homem diz.
    No Brasil é assim. Quando se vê pessoas se juntando pra ouvir alguém, quando os vídeos de suas palestras circulam nas redes sociais, pode ter certeza de que há um traço de marxismo no que esse alguém diz.
    Já havia percebido isso no discurso mole desse Karnal. Nos vídeos que já vi, ele sempre ameniza a responsabilidade da esquerda (e do PT) socializando a culpa. E as pessoas assistem e espalham o que ele diz.

  2. Me deu a impressão que este senhor está muito preocupado com o problema do acostamento nas estradas – assisti outros vídeos para formar uma opinião e me pareceu que este exemplo é recorrente. Por outro lado ele se mostra muito articulado, o que o torna muito perigoso. Ele fala para pessoas que talvez não alcançem sua ironia e raciocínio insidioso. Tem uma locução monocordia, contida, que procura demonstrar segurança e conhecimento profundo de todos os temas pelos quais trafega. Na minha opinião, ele não diferencia aquilo que é um ato “corrupto” do que se poderia chamar de pecadilhos. Nesta linha de raciocínio, qualquer um que pratique um ato de desobediência civil é um corrupto na mesma intensidade de um Lula ou de seus filhos. Ele tenta passar o sentimento que ao cometer tais atos, estaríamos nos equiparando aos monstros morais, como se não houvessem limites morais, que as pessoas têm “em graus individuais diferentes”. Ou seja o pequeno infrator é igual ao corrupto isolado que prejudica centena ou milhares que por sua vez é igual ao psicopata que pratica qualquer ato desonesto para subjugar milhões de outros à sua vontade e à um projeto coletivo de poder totalitário. Tenta nos fazer culpados por aceitarmos o relativismo inerente às atitudes infratoras, até que coloquemos um partido que por coincidência(!) detem o poder, no mesmo nível de quem ultrapassa pelo acostamento. Eu não conhecia este cara, não sei quem ele é, mas me parece uma fraude. Pelo menos filosóficamente. Qual é a dele afinal? Em termos práticos e objetivos o que ele defende? Por que ele não coloca claramente o que pensa sobre este desastre político que estamos vivendo ao invez de fazer ilações aparentemente intelectuais? Se nós vis mortais fossemos debater com ele os crimes cometidos contra as crianças atravez de políticas de educação (ou falta de) do MEC ou do escarnio com os que necessitam de saúde publica no Rio de Janeiro são tratados; para citar dois exemplos; ele os relativizaria e nos faria acreditar que não trafegar no acostamento é mais importante e primal para resolvermos o problema?

  3. Esse Leandro Kornal é ridículo. HÁ UM VIDEO EM QUE ELE relativiza até os terroristas e homens-bomba muçulmanos, dizendo não haver diferença entre o que eles fazem e o que fizeram os 300 espartanos na luta contra os persas. Pilantrinha da voz macia!

  4. Eu talvez discorde um pouco dessa crítica, pois não acho que o Karnal tenha o objetivo de relativizar a corrupção ou comparar pequenos atos com a corrupção organizada.
    Acho que a intenção dele (e é o que eu acredito também) é mostrar que os grandes problemas acontecem devido a nossa tolerância com as pequenas coisas. Essa tolerância é que se dilata com o passar do tempo, e permite que surjam as monstruosidades relacionadas pela Ayan.
    O que quero dizer é que quando praticamos esses pequenos erros, eles viram normais, passam a ser rotina, e os eŕros maiores vão perdendo sua real dimensão.
    Nós nos tornamos relativistas….
    É claro que a corrupção do PT é injustificável, mas eles só chegaram lá porque não cortamos o mal pela raiz. Reelegemos políticos que roubam, mas fazem… caramba, tem muito exemplo ruim.

    • Cesar,

      Mas é em cima disso que transformei a argumentação dele em um modelo: “os grandes problemas acontecem devido a nossa tolerância com as pequenas coisas.”. Seria a teoria das janelas quebradas, porém sua própria aplicação por Karnal incorre em erro (na melhor das hipóteses): ele não está comparando casos de corrupção, mas projetos de poder (onde corrupção é um meio) com pequenos casos de corrupção. Ora… ele só poderia comparar grandes casos de corrupção com pequenos casos de corrupção em sua teoria. Mas a partir do momento em que a corrupção É APENAS PARTE de um projeto de poder, SAIU DA CATEGORIA dos elementos passíveis de comparação por Karnal.

      Melhor seria se ele dissesse que “o totalitarismo petista, que usou a corrupção para seu projeto de poder, é facilitado por nossa tolerância ao autoritarismo e pouco foco na denunciação de golpes ditatoriais, mesmo aqueles menores”.

      Aí sim ele falaria de objetos passíveis de comparação. Karnal pisou muito feio na bola.

      Abs,

      LH

      • Esse sujeito tem que apear de Shakespeare e voltar à realidade. Quer dizer que, para ele, os exemplos “de cima” não têm valor nenhum? É com exemplos que meus pais criaram a mim e meus 15 irmãos e irmãs. Nunca quiseram saber o comportamento da sociedade que tinha a parte podre e os exemplos “menores” para nos criar como cidadãos honestos, trabalhadores e conscientes de nossa responsabilidade como componentes de uma sociedade. Tivessem meus pais a “consciência” do Carnaval, digo, Karnal, não teríamos nos tornado cidadãos cônscios dos nossos deveres. Se a corrupção vem de baixo, para que nos preocupar, não é, Karnal? Não sabe ele que os governantes para ocuparem cargos governamentais de alto nível têm que ter conduta ilibada? Dizer que o governo é assim porque a sociedade também o é significa simplificar demais as coisas e não permitir que elas mudem a partir de cima. Vejo que meu neto de três anos costuma a reparar nos comportamentos do avô e da avó e, dificilmente se esquece de uma palavra que ouviu. Se o comportamento superior sucumbir, a parte de baixo também sucumbirá. Talvez Karnal seja filho único que não conhece essas coisas.

  5. O trecho destacado do vídeo de 2014 é pouco para se saber a opinião de Karnal sobre o PT. A mim, se não me engano, parece que ele está a exemplificar o que seria o conceito de “corrupção”. Ele não distingue, nem classifica os tipos de corrupção, apenas os menciona. Seria bom ver o vídeo na íntegra.

    Mas claro, um espertinho petista poderia tomar este trecho da entrevista e usá-lo para defender seus corruptos preferidos, porém seria pego numa fraude pela ausência do senso de proporções. Quem sabe o cara que postou o trecho seja um defensor do PT e tenha pensado nisso?

    Conheço várias pessoas (de esquerda e/ou puritanas) que afirmam ser o mesmo roubar 1 real e roubar 1 milhão de reais. Ambos os roubos entram na categoria “corrupção”, mas em proporção, não se comparam.

    • Ygor

      Eu vi o vídeo na íntegra, e esse é o PROBLEMA MORAL. Dizer que “genocídios e petelecos na orelha” não devem ser diferenciados entre “tipos de agressão” é EQUIVALÊNCIA MORAL. E isso é um problema moral GRAVÍSSIMO praticado pelo Karnal.

      Abs,

      LH

      • Luciano

        Se é assim, de fato, Karnal incorre num erro gravíssimo ao ignorar que há inúmeros tipos de ação que se enquadram como “corrupção”.

        Não seria esta questão semelhante a das “pedaladas fiscais”? Quando o PT emplacou o termo “pedalada” no lugar de “fraude”, teve uma imensa vantagem perante a opinião pública, pois muitos entenderam o termo como qualquer coisa, menos crime. Do mesmo modo, ao se dizer “PT é corrupto”, o termo é tão vago que se aproveitam para dizer que até a minha mãe é corrupta. Então se todos são corruptos, por que estamos reclamando? Esta é a argumentação pega-bobo que o termo “corrupção” permite fazer. Deveríamos tipificar como “crime”. E são crimes graves porque afetam a milhões de pessoas. Aí o Karnal jamais poderia dizer que todos são criminosos…

  6. É a mesma argumentação que visa criticar com veemência o homem branco católico de classe média que trabalha para sustentar a própria família ( a praga a ser exterminada pelo socialismo ). Sempre com exemplos que remete ao nosso cotidiano ( da praga ); sempre há um sistema intrínseco na sociedade que move todos a cometerem atos ilícitos ( corrupção estrutural)mesmo que muitos consigam viver em sociedade sem os malabarismos morais sugeridos pela esquerdalha e sempre o que a gente faz (a praga), é pelo menos tão horrendo quanto a maior bestialidade cometida pelo mais psicopata chefe de Estado. Como exemplo; o nosso machismo opressor que nos habitua abrir porta de carros e elevadores para mulheres é o mesmo do Taliban que enterra as mulheres até os ombros e abrem o crânio delas com pedradas. Não é lindo?

  7. Karnal errado em dar a entender que o PT seria apenas mais um partido corrupto (o “nunca antes” foi substituído pelo “sempre antes”) e não um movimento subversivo e de viés totalitário.

    Mas ele tem razão em colocar que muitos criticam os corruptos, mas têm comportamentos antiéticos no seu dia a dia. Cada pessoa que votou no PT cometeu um ato de corrupção, vendeu o país e a “alma” em troca de seu benefício indevido.

    Ele também está certo em dizer que se ilude quem pensa que basta tirar o PT. É um grande passo, mas é apenas o começo de um longo e trabalhoso processo.

    * * *

  8. “Não se pode culpar um único partido pela corrupção, e a corrupção na verdade é de todos os partidos, e, muito além disso, ela começa nos menores atos ilícitos que as pessoas praticam, e este é o real problema”. O que ele diz é que as pequenas ações imorais justificam todas as monstruosidades, e que o foco é “nas pequenas ações imorais” (onde residiria o maior problema). Em termos de dinâmica social, esta é uma tática de interrupção. É como dizer “por favor, pare com sua ação de momento, pois temos outra prioridade”. A “outra prioridade” é geralmente uma distração.

    Você fez uma interpretação monstruosamente hiperbólica da frase dele de modo a criticar não o que ele disse, mas sim o que você projetou na fala dele.

    Analiticamente, temos o seguinte:
    1. Não se pode culpar um único partido pela corrupção.
    Verdadeiro ou falso? Obviamente verdadeiro, porém disso não se pode inferir que ele diz para equipararmos a corrupção de todos os partidos ou que não devamos dar prioridade a punição do partido mais corrupto, haja vista que ele não entrou no mérito do grau de corrupção de cada partido, apenas disse que ela está presente em todos os partidos. Interpretar uma constataçao genérica dessa como tentativa de relativismo é hiperbolismo descarado.

    2. A corrupção na verdade é de todos os partidos.
    Verdadeiro ou falso? Obviamente verdadeiro, haja vista que isso nada mais é do que uma consequência lógica da frase anterior, por isso sobre ela se aplica a mesma observação que fiz no parágrafo acima.

    3. Ela começa nos menores atos ilícitos que as pessoas praticam.
    Verdadeiro ou falso? Falso, pois não há nada que prove que uma pessoa que hoje cola na prova da escola amanhã vai fraudar uma licitação pública. Isso que ele disse é apenas uma rasa crendice da mentalidade popular, mas nem de longe pode-se afirmar que com isso ele quis equiparar o ato de colar na escola com o de fraudar uma licitação, pois o que ele substancialmente disse foi apenas que uma é consequência da outra, e não que uma é equivalente a outra. Portanto, interpretar essa frase com a idéia de que ele quis usar a corrupção menor para justificar a maior é novamente um hiperbolismo sem noção, uma vez que não há nada na frase que indique que ele defenda que um certo ato possa ser justificado dependendo da sua causa. É completamente ausente um raciocínio interno à fala dele do tipo “se o ato mais grave tem como causa um ato menos grave, então ele é automaticamente justificado” – – foi basicamente essa interpretação que você fez da frase dele, o que é praticamente uma invenção sua, pois, como demonstrei, é gramatical e logicamente inexistente qualquer coisa na frase dele que indique tal posicionamento.

    4. Este [menores atos ilícitos] é o real problema.
    Verdadeiro ou falso? Falso, pois todo problema é “real” dentro do seu contexto. Quando alguém cola na prova da escola, a situação de vantagem injusta sobre os outros é faticamente criada; quando alguém frauda uma licitação, a situação de concorrência desleal é faticamente criada também, porém com o diferencial de que este último caso tem efeitos financeiros. Pelo fato de ele apontar “este [menores atos ilícitos]” como o real problema não se pode inferir que ele está dizendo que os outros problemas, como a corrupção dos partidos, são irreais, pois é bem presumível que a palavra real é usada com o sentido de chamar a atenção do ouvinte para aproveitar esse momento de calamidade política do país para refletir sobre os seus erros pessoais, e não com a intenção de ofuscar as atrocidades do mundo para livrar a pele dos grandes monstros. Ademais, mesmo que a palavra real fosse usada com o sentido de dar prioridade a algo, isso não seria um problema tendo em vista que o público alvo é uma coletividade de pessoas que em sua maioria não são ativistas políticos, e assim sendo jamais poderiam ter como prioridade a corrupção da Petrobras ou qualquer coisa do tipo. Isso é prioridade para pessoas politicamente engajadas como você ou para a PF, mas pra quem ta vendo esse programa porque não tem o que fazer no domingo a política do país e as atrocidades do mundo são as suas últimas prioridades – – óbvio que isso é uma fala de auto-sugestão pessoal, e não uma diretriz de estratégia política. Ou você acha que ele defende a criação de uma força tarefa na PF pra investigar e punir “estes [menores atos ilícitos]”?

    • Você fez uma interpretação monstruosamente hiperbólica da frase dele de modo a criticar não o que ele disse, mas sim o que você projetou na fala dele.
      Já que é assim, vamos aos detalhes.
      1. Não se pode culpar um único partido pela corrupção.
      Verdadeiro ou falso? Obviamente verdadeiro, porém disso não se pode inferir que ele diz para equipararmos a corrupção de todos os partidos ou que não devamos dar prioridade a punição do partido mais corrupto, haja vista que ele não entrou no mérito do grau de corrupção de cada partido, apenas disse que ela está presente em todos os partidos.

      Isto é a equivalência moral. Dizer que “a violência” está presente em todas as guerras não serve para dizer que uma ação militar contra soldados inexoravelmente vai levar ao ISIS. São classes moralmente diferentes de ações. Ele MENTIU ao dizer que a questão do PT era “corrupção”. Essa é uma questão dos demais partidos. A questão do PT é um projeto totalitário no qual a corrupção é apenas um meio.
      Interpretar uma constataçao genérica dessa como tentativa de relativismo é hiperbolismo descarado.
      Foi VOCÊ que escolheu tratar elementos moralmente diferentes como PERTENCENTES À MESMA CLASSE. Aguente…
      2. A corrupção na verdade é de todos os partidos.
      Verdadeiro ou falso? Obviamente verdadeiro, haja vista que isso nada mais é do que uma consequência lógica da frase anterior, por isso sobre ela se aplica a mesma observação que fiz no parágrafo acima.

      Isso é erística, e não debate honesto. O assunto com o Pt não é “a corrupção”. Karnal está mentindo e está ciente de sua mentira. No caso do PT temos um projeto de poder com base em corrupção. Ninguém é criança aqui para cair em truques assim…
      3. Ela começa nos menores atos ilícitos que as pessoas praticam.
      Verdadeiro ou falso? Falso, pois não há nada que prove que uma pessoa que hoje cola na prova da escola amanhã vai fraudar uma licitação pública. Isso que ele disse é apenas uma rasa crendice da mentalidade popular, mas nem de longe pode-se afirmar que com isso ele quis equiparar o ato de colar na escola com o de fraudar uma licitação, pois o que ele substancialmente disse foi apenas que uma é consequência da outra, e não que uma é equivalente a outra.

      O que “substancialmente ele disse” é uma mentira (e ele está ciente de que é uma mentira), pois temos puxões de cabelo na infância em todos as culturas, e isso não leva a genocídios em todas elas, só em algumas. Então, não podemos dizer que o extremo da imoralidade é consequência das práticas imorais menores. Mas ele TAMBÉM praticou a equivalência, ao mentir que a questão era “a corrupção”.
      Portanto, interpretar essa frase com a idéia de que ele quis usar a corrupção menor para justificar a maior é novamente um hiperbolismo sem noção, uma vez que não há nada na frase que indique que ele defenda que um certo ato possa ser justificado dependendo da sua causa.
      Falácia do espantalho. Como embusteiro que é, Karnal seria BURRO se fizesse a defesa direta. O truque dele é a EQUIVALÊNCIA FALSA. Aliás, estude o significado de hiperbolismo. Não tem nada a ver com o que você disse. Aqui falamos de lógica formal. Aqui é: falou ou não falou. Simples assim. Equiparou amostras em uma população ou não equiparou.
      É completamente ausente um raciocínio interno à fala dele do tipo “se o ato mais grave tem como causa um ato menos grave, então ele é automaticamente justificado” – – foi basicamente essa interpretação que você fez da frase dele, o que é praticamente uma invenção sua, pois, como demonstrei, é gramatical e logicamente inexistente qualquer coisa na frase dele que indique tal posicionamento.
      Falácia do espantalho de novo. Desonestidade total. O que está sendo dito é que a desonestidade da EQUIVALÊNCIA MORAL e da AUSÊNCIA DE SENSO DE PROPORÇÕES só encontram sentido em tentar compreender os genocídios pelos puxões de cabelo na idade escolar, ou a corrupção do PT pelas pequenas corrupções do dia a dia. Tudo no posicionamento de Karnal significa EQUIVALÊNCIA MORAL e da AUSÊNCIA DE SENSO DE PROPORÇÕES, goste você ou não. Karnal é moralmente perverso.
      4. Este [menores atos ilícitos] é o real problema.
      Verdadeiro ou falso? Falso, pois todo problema é “real” dentro do seu contexto. Quando alguém cola na prova da escola, a situação de vantagem injusta sobre os outros é faticamente criada; quando alguém frauda uma licitação, a situação de concorrência desleal é faticamente criada também, porém com o diferencial de que este último caso tem efeitos financeiros. Pelo fato de ele apontar “este [menores atos ilícitos]” como o real problema não se pode inferir que ele está dizendo que os outros problemas, como a corrupção dos partidos, são irreais, pois é bem presumível que a palavra real é usada com o sentido de chamar a atenção do ouvinte para aproveitar esse momento de calamidade política do país para refletir sobre os seus erros pessoais, e não com a intenção de ofuscar as atrocidades do mundo para livrar a pele dos grandes monstros.

      Esperneie à vontade, mas faltou uma explicação LÓGICA para ele incluir elementos de CATEGORIAS DIFERENTES em uma análise. Eu mostrei as escalas diferentes, que jamais poderiam ter sido colocadas em uma mesma análise. E outro fator que você omitiu: a lógica absurda de Karnal obedece aos padrões da marquetagem do PT feita para inocentar o PT de seus crimes. Ou você vai negar que o discursinho de “a corrupção dos maiores começa nos menores atos” não foi feita anteriormente seguindo o mesmo padrão de EQUIVALÊNCIA MORAL?
      Porém, goste você ou não:
      (1) Achar que o debate sobre genocídios vai junto com o debate de puxões de cabelo na escola
      (2) Achar que o debate sobre estupro de 500 mulheres vai junto com o debate sobre palavrões
      (3) Achar que o debate da corrupção petista vai junto com o debate sobre andar no acostamento
      Todos os (3) itens acima são exemplo de debates desonestos com base em EQUIVALÊNCIA MORAL, o que tem muito a dizer contra a moral de quem o levanta.
      Daqui a pouco vai ter palhaço dizendo que se a mulher pergunta “estou gorda?” e o namorado, sabendo que ela está um pouco acima do peso, diz “de jeito algum, você está ótima”, isso é o que “leva à psicopatia na espécie humana”. Por favor, vamos manter o senso de proporções pois ninguém é trouxa para cair nisso…
      Isso é prioridade para pessoas politicamente engajadas como você ou para a PF, mas pra quem ta vendo esse programa porque não tem o que fazer no domingo a política do país e as atrocidades do mundo são as suas últimas prioridades – – óbvio que isso é uma fala de auto-sugestão pessoal, e não uma diretriz de estratégia política
      O que ele fez foi só um truque de equivalência moral que qualquer adepto do debate moral HONESTO pega de primeira.
      Ou você acha que ele defende a criação de uma força tarefa na PF pra investigar e punir “estes [menores atos ilícitos]”?
      Não me interessa o que ele defende, pois muito provavelmente é dissimulação. O que interessa é que ele praticou EQUIVALÊNCIA MORAL E AUSÊNCIA DE SENSO DE PROPORÇÕES, e, quando fez isso, usou o discurso CRIADO pela equipe de marketing do PT. (Não estou dizendo que ele usou o discurso intencionalmente, mas isso é irrelevante). O fato é que ele cometeu fraudes intelectuais diversas e moralmente se mostrou um ser asqueroso.

      • O que ele quer é subverter o senso de proporção das pessoas normais (as não engajadas politicamente), visando minimizar em suas mentes os crimes maiores cometidos pelo PT. Se o objetivo dele não tivesse nada a ver com isso, ele JAMAIS teria em posição de destaque em seu discurso a negação da possibilidade de a corrupção ser culpa de um único partido.

  9. Graças a Deus não foi só eu que percebeu a falácia sutil desse intelectual orgânico do lulo-petismo. Com o discurso facinho dele se tira a responsabilidade do PT pela roubalheira e desastre que este partido vem fazendo no país e transfere-se para a “sociedade”, é assim que no raciocínio tosco desse paspalho o roubo dos bilhões da Petrobrás, ou o aparelhamento de nossas instituições para um partido corrupto deve ser deixado para segundo plano porque alguém estacionou no acostamento ou o Zezinho deu uma espiada na prova do amiguinho no exame de matemática, a única coisa que se pode dizer a um sem-vergonha desses e´mandá-lo tomar naquele lugar!

  10. O mais Assustador é que a semelhança dele com o Foucault vai além da aparência, mas a argumentação é a mesma, baseada na micro estruturas de poder e opressão. Para esses pós-modernos o que vale é combater as micro agressões ao invés das macro agressões, afinal, as micro agressões estão presentes no nosso dia-a-dia e criam as macro agressões. Aí você vê as feminazi odiando o patriarcado do dia-a-dia e passando a mão na cabeça de estupradores muçulmanos.

  11. Quando eu vi a foto eu pensei: “nossa, como o Pondé emagreceu”, depois que eu me toquei que era do FDP que eu refutei há meses no Facebook nos comentários dos compartilhamentos de DIVERSOS amigos meus, e todos ficaram sem resposta. E olha que eu nem fiz tão bem quanto o Luciano, pra ver como é simples refutar um absurdo desses.

  12. realmente a crise histórica da educação resulta em leituras burras de um texto. não ele diz que se a sociedade não assumir posturas éticas o tempo todo, continuaremos a conviver com a corrupção dos partidos, PT, PSDB, DEM, PMDB e os outros. Sacou? Vê se aprende a ler.

    • É engraçado ver um analfabeto funcional querendo ensinar os outros a ler.

      Em que parte de meu texto eu digo que ” ele diz que se a sociedade não assumir posturas éticas o tempo todo, continuaremos a conviver com a corrupção dos partidos”?

      hahahahaha…

      Vê se aprende a ler primeiro antes de querer cagar regra. 😀

  13. eh triste vcs falarem de karnal como se o fosse comunista
    ateh onde sei ele esta entre os maiores historiadores fora dos eua
    pais do qual deve ser comunista ….olhem bem o discurso dele sobre ha ditadura e como pessoas
    se enriqueceram com ela no nosso brasil ,concordo que o pt esta roubando mais tbm concordo que
    psdb tbm o faz querem falar de merenda ou metro….leandro karnal o grande historiador do brasil

  14. Compreendo seu posicionamento e dou-lhe razão Luciano. Já vi alguns vídeos deste senhor e ele sempre gosta de ir ao passado em busca de exemplos de “naturalidade” do que hoje está aí nos incomodando e trazendo tantos problemas. Não é por que algo ocorreu desde os tempos mais primitivos e que seja comum na natureza humana que deva ser tomado como padrão de necessidade-saúde e normalidade biológica e psíquica para a manutenção da sociedade.Tomar as teorias de Darwin como ideal e emprestar-se das análises de Marx para o tal “sempre foi assim, por que o espanto?” é de uma desonestidade assombrosa, apesar de sutil e imperceptível ao telespectador e leitor menos informado e atento. O que você pensa sobre o trabalho de Luis Felipe Pondé? Parece-me interessante e lembro que nenhum argumento ou pessoa é só bom ou mau, todavia há argumentos tão venenosos que são profundamente maus para as finalidades a que se destinam os esforços, as questões levantadas e o que está em jogo. Abraços e excelente trabalho tu desenvolves aqui no Blogue.

  15. Vc distorceu td que o Leandro falou, acho que vc não entendeu. Ele diz, basicamente, e’ que a culpa da corrupção no Brasil e’ que as pessoas são educadas em uma ética do jeitinho brasileiro que favorece a corrupção.
    Ele não disse nada sobre estupro ou outra coisa, vc joga tudo no mesmo balaio. Mesma coisa de somar 1 maca + 2 bananas e dizer que da 3.

    • Vc distorceu td que o Leandro falou, acho que vc não entendeu. Ele diz, basicamente, e’ que a culpa da corrupção no Brasil e’ que as pessoas são educadas em uma ética do jeitinho brasileiro que favorece a corrupção. Ele não disse nada sobre estupro ou outra coisa, vc joga tudo no mesmo balaio. Mesma coisa de somar 1 maca + 2 bananas e dizer que da 3.

      Ele não precisaria ter dito qualquer coisa sobre estupro. Bastaria que ele provasse o SILOGISMO.
      É simples.

      (1) existem pequenos atos incômodos no mundo (ex. peteleco na orelha, andar no acostamento)
      (2) existem verdadeiras aberrações morais em larga escala (ex. Petrolão, estupro de 500 mulheres)
      (3) alta incidencia de (1) leva a (2)
      (4) quem pratica (1) não pode reclamar de (2)

      Prove que esses passos não descrevem TANTO o jogo de Leandro Karnal como os exemplos que citei.

      Na verdade, equivalências morais deste tipo são mais responsáveis pelo estado atual das coisas do que “pequenos atos de corrupção”. Com equivalência moral, a própria moral não faz mais sentido. Infelizmente, é este o jogo defendido por Karnal.

      Em tempo: o jogo do isentão (tentado por Karnal) é o mesmo que diz “você que já discutiu com seu pai não tem moral para reclamar da Suzane Richtofen…”

  16. Tive a impressão, que o que ele quis dizer é que, os atos imorais pequenos de antigamente, evoluíram para o que temos hoje, e os atos imorais pequenos de hoje de hoje, evoluirão para uma tragédia amanhã.

    • Sim, este é o truque. Mas a imoralidade humana é cíclica. Então, não adianta dizer que um puxão de cabelo hoje vai evoluir para o estupro de centena de mulheres na Alemanha. Isso é pseudociencia.

  17. A problematização do fenômeno corrupção enquanto comportamento intrinsecamente estruturado na formação do caráter coletivo, sendo este produto ou consequência do funcionamento coletivo em que ele esta inserido,sendo então potencializado pelo poder, é fato presente e denunciado nas variadas instâncias das representações sociais. Tal constatação se faz impactante, pois aponta tal fenômeno, como de imensa complexidade e difícil manejo, sendo assim de resolutividade distante, pois a mudança desta realidade esta implicada num olhar da sociedade para si mesmo do nível individual para o coletivo, do nível coletivo para o nível de suas representações. É absolutamente compreensível o impacto gerado por esta denuncia e é absolutamente natural o desencadeamento de reações resistentes como as expressas aqui neste espaço discursivo,com elaborações ate sofisticadas de argumentos e mirabolâncias variadas para negar e denegar os elementos de corrupção internalizados e presentes em cada um ( O mundo só mostra fora o que somos por dentro). me parece ainda, que o elenco de ataques esta expressando nada mais que um processo de identificação com as palavras do professor Karnal e mecanismos de projeção.

  18. Gente filosofia existe para isso que estamos fazendo – pensar. Karnal, Ponde, Cortella e tantos outros nao estão ai pra atacar ou agradar ouvidos. Cabe a vc pensar e não achar alguém que agrade os ouvidos. Quer dizer que se ele atacasse o PT a Dilma ele seria o correto (interrogação).

  19. eu acho que vcs estao viajando!

    O cara t’a tentando explicar que nao adianta SOMENTE atacar os corruptos do governo, mas que se DEVE DAR ATENCAO PARA A BASE. para que a corrupcao perca for’ca. Criancas honestas, isentas, nao serao politicos corruptos. Alguem que cresce achando que os pequenos atos ilicitos estao tudo bem, vai relativizar o que ‘e corrupcao e cometer atos maiores com muito mais facilidade. O Karnal, em nenhum momento, disse que era pra parar de reclamar dos corruptos poderosos. S’o ta pedindo pra galera parar de ser hipocrita e cada um mudar seu comportamento TB. pra que a sociedade toda evolua!

    Acho que o autor do texto forcou a barra!!

    • Ué, Aline, você ACABOU DE CONFIRMAR MEU TEXTO.

      Diante de um genocídio praticado por Hitler, bastaria, utilizando esta narrativa, COMEÇAR A SE PREOCUPAR com as pequenas agressividades do dia a dia para que, então, a “sociedade toda evolua”.

      A tática retórica de Karnal pode ser utilizada para qualquer coisa. Mas uma olhadela mais cuidadosa mostra que Karnal está apenas praticando a EQUIVALÊNCIA MORAL. Com isso, ele é um monstro incentivador das maiores perversidades.

      Abs,

      LH

      • Desonestidade rolando solta. Antes de cometer genocídios, Hitler cometeu preconceito e racismo, logo, se toda a sociedade buscasse ser menos preconceituosa e racista ela iria eleger alguém assim? Fecha esse blog, vc não é nada, é um bosta, um ninguém e tem inveja do cara porque vc discorda dele e acha que ele é um imbecil, mas vc queria estar no lugar dele para vc falar as mesmas asneiras, só que ele não iria querer trocar de lugar com um blogueiro de quinta, que vai envelhecer e morrer como um ninguém, um bostinha atoa…

  20. Você disse: “Eles já partem para o “vale-tudo” e nem mesmo buscam se diferenciar – em termos de argumentação canalha – daquele advogado que, para defender um bandido que assassinou um jovem na USP, disse que os bandidos não podem denunciar seus cúmplices, pois isso seria “quebrar um código de ética”. Daí, como toda “profissão” tem um código de ética, o bandido – segundo ele – não poderia ser questionado criminalmente por omitir os dados de seu parceiro de crime.”

    E me lembrei que isso cabe bem no caso de Celso Daniel, bem como no caso do também prefeito, Toninho, em Campinas – até hoje “não esclarecido”.
    Valeu.

  21. Não li todos os momentários sôbre Karnal. Não ná obriação de concordar ou discordar dos filosofos. Aguns comentários aqui chegam a insinuar desonestidade intelectual do professor. Procurem ler o comentãrio do dia 5.11 sôbre ETICA. éALGO A SER LIDO POR TODOS OS BRASILEIROS ´POIS É UM ENSINAMENTO A SER APRENDIDO PELA NOVA GERAÇÃO .UMA VEZ QUE, PARTE DA VELHA E ATUAL GERAÕES NÃO SABEM NADINHA SÕBRE EDUCAÇÃO>

  22. Você se enquadra nas pessoas felizes de acordo com a fala do Karnal. Agora resta a reflexão. E aí, a corrupção acabou com a saída do PT? Agora são 7 ministros indiciados pela lava jato….. Ainda que haja algum grupo partidário que pratique mais a corrupção que o outro, ela segue a níveis alarmantes.
    A corrupção vai acabar com a saída do PMDB? Também não. Note que em nenhum momento defende-se a anistia dos crimes, e sim um trabalho que atinja a população para evitar a corrupção no nosso país.
    É uma ação paralela às ações de criminalização, e não substitutiva.

  23. Para quem foi lá e leu a matéria sobre esse merda. Vou simplificar. O que os caras querem dizer e´que esse safado, que se diz intelectual, filósofo ou que merda seja, trabalha a serviço da esquerda, financiado pelo PT e vem com essa conversinha fiada de que a corrupção existe desde que o mundo é mundo. Ora, isso a gente está careca de saber, mas a questão não é saber isso, a questão é punir quem esteja praticando e ele usa esses argumentos nojentos para justificar e defender o roubo, a corrupção, o assassinato social e economico que o PT promoveu durante todos esses anos no poder. Ou seja o PT roubou tudo, o rombo é de R$10.000.000.000.000,00. Vou desenhar: DEZ TRILHÕES DE REAIS.
    Karnal é um “filósofo” de plantão, nojento,financiado pelos esquerdopatas, principalmente os da quadrilha do PT.

  24. O verdadeiro cego é o que não quer enxergar, ou no caso pensar. Se você fosse inteligente o suficiente, entederia que não há comparação de nível entre as ações citadas. Você está criando isso na sua cabeça. O verdadeiro sentido é que devemos combater qualquer atitude corrupta, tida como uma “esperteza” brasileira, na raiz na nossa sociedade, seja ela andar pelo acostamento, não devolver o troco errado da padaria, dar um jeitinho aqui outro lá, e, óbvio, punir na forma da lei todos os corruptos com o dinheiro público.

  25. Hummm… quer dizer que o teu objeto de estudo é o Karnal? Só? Felizmente, para você tem bastante material dele para consulta.

    Agora faz o seguinte, quanto você produzir conteúdo filosófico, intelectual, moral etc sobre algum(s) assunto(s) que possa nos fazer refletir sobre temas alguma obra, vida, política, família, cotidiano etc me avisa por e-mail, por favor.

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