O partido tóxico: larvicida usado pelo governo petista pode ter causado surto de microcefalia

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Escreve o Antagonista:

Há risco de a epidemia de microcefalia ter nascido de uma lambança do Ministério da Saúde. Pesquisadores argentinos da Physicians in the Crop-Sprayed Towns levantaram a hipótese de que os casos registrados até o momento decorram do uso do Pyriproxyfen, um larvicida utilizado pelo governo brasileiro contra o Aedes aegypti.

A revista Época noticia que o governo gaúcho decidiu suspender o uso do Pyriproxyfen em água para consumo humano até que o governo Dilma se pronuncie. A substância é usada desde 2014 para combater a dengue no Brasil.

A hipótese explicaria, por exemplo, o fato de a Colômbia ter mais de 5 mil grávidas infectada pelo vírus da zika, mas nenhum registro de microcefalia.

Olha, isso aí até podemos acreditar que foi lambança mesmo. Se o PT destruiu a economia de propósito – na verdade como efeito inexorável de seu projeto de poder baseado em saqueamento estatal – é difícil dizer que eles desejaram causar o surto de microcefalia. Não ganhariam nada com isso.

Porém, de fato é um partidinho que não liga para o sofrimento humano mesmo, e usa cargos importantes como o de ministro da saúde para fazer politicagem do nível do esgoto.

Pensando bem, o PT é um agrotóxico enquanto a população brasileira é tratada como insetos de plantação. Temos que tirá-los do poder, pois os danos estão sendo cada vez mais devastadores.

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13 COMMENTS

  1. Como profissional de saúde posso lhe garantir que essa relação de causa e efeito é muito mais coerente, do ponto de vista científico e fisiopatológico, do que a associação zika-microcefalia.
    Mas, ciência se faz com estudos sérios, que custam dinheiro e levam tempo. Nossas Fiocruzes contaminadas com a eloqüência e imediatismo socialistas, têm dado mostras contínuas de que já não é mais confiável.
    Aguardemos os desdobramentos, ambos com potencial catastróficos para as autoridades em saúde pública.

  2. Pessoal da Direita e da Oposição, vamos usar isso para fazer propaganda contra o PT, pelo menos, mostrando que é um partido extremamente incompetente, canalha, mentiroso, que destruiu o Brasil e que não deveria estar no poder. É uma chance de ouro.

  3. É provável que o tal veneno que o PT mandou colocar na água potável gerou uma NOVA CEPA do vírus Zika, que AGORA passa a provocar a Microcefalia, quando antes não provocava!!! Belo “presente” do PT ao povo brasileiro!!!!

    • Que vacinas? Da rubéola? Ora, gestante NÃO FAZ vacina contra a rubéola. Logo essa teoria é, no mínimo, implausível.

      Mesmo vacinas vencidas não poderiam causar este tipo de dano. O vencimento da vacina faz com que o seu princípio ativo perca a eficácia.

      Associar a microcefalia à vacinas, em termos pragmáticos, só ajuda o próprio governo, voltando a população contra as empresas e contra o sistema de saúde de um modo geral. Isso causa mais malefícios do que benefícios.

      O ponto que devemos bater – a curto prazo, até que se saiba COM CERTEZA o que esta causando este surto de microcefalia – é cobrar do Governo ações técnicas e eficazes contra o mosquito, e não meramente respostas políticas que só servem como marketing.

      Aedes é assunto sério e não deve ser tratado como um garoto propaganda.

  4. É por essas e outras que estou fora das campanhas de vacinação em massa do governo. Sabe-se lá o que esses ordinários querem de verdade? E se isso for comprovado, o pt além de corrupto e ladrão, vai ser visto como perverso, descendo mais um degrau na escala da iniquidade. Eita estrovenga! Onde fomos amarrar o nosso burro…

  5. Reflexão

    Se a atual epidemia de microcefalia for verdadeira, e não um pânico institucional politica e economicamente conveniente, ela poderia ser causada por uma combinação de fatores teratogênicos ao invés de uma única causa. Todos os fatores da coluna dois da lista abaixo são, por si só, teratogênicos. O vírus zika não poderia, hipoteticamente, amplificar o efeito teratogênico desses fatores? Ou, de outro modo, esses fatores, já presentes, não poderiam aumentar o efeito teratogênico do vírus? Quem não me garante que a ação do vírus GMO, trasmitida por mosquitos GMO, não se somaria a ação de alguma vacina também GMO, causando reações teratogênicos? (questões conspiratórias devem ser levadas a sério em tempos de governos revolucionários) Cabe aos especialistas sérios e isentos investigar tais possibilidades. De qualquer maneira, isso não inocenta o governo, muito pelo contrário, pois a população não poderia ter contato com esses fatores de risco, independentemente do zika vírus. Vejamos abaixo possíveis combinações.

    1)Vírus + agentes físicos (zika + radiação ionizante, etc.);
    2)Vírus + agentes químicos (zika + chumbo, mercúrio, benzeno, agrotóxicos, etc.);
    3)Vírus + agentes biológicos (zika + dengue, zika + sífilis, zika + toxoplasmose, etc.);
    4)Vírus + vacinas (antivirais);
    5)Vírus + Aedes aegypti transgênico usado para combater o mosquito natural;
    6)Vírus + drogas ilícitas (zika + crack, merla ou óxi, etc.).
    7)Vírus + drogas lícitas da classe X (álcool, anticoagulantes, hormônios estrogênicos, benzodiazepínicos, estatinas, isotretinoína, finasterida, retinóides, bactrin);
    8)Vírus + agentes mistos (zika + desnutrição, zika + stress, etc.);
    9)Vírus + predisposição genética;
    10)Vírus + agentes químicos + agentes biológicos;

    11)Combinações sem vírus: vacina + crack, agrotóxicos + drogas lícitas classe X, dengue + zika, etc.)

  6. De qualquer forma, independente das hipóteses, as doenças infecto-contagiosas precisam de uma abordagem racional, o que inclui, em linhas gerais, as seguintes fases:

    1) Estabelecer ou recordar os critérios técnicos para se definir microcefalia;
    2) Identificar os casos de fetos ou bebês que se enquadram nesses critérios, de modo a verificar os pontos de corte epidemiológico que definem, entre outras, as situações de “epidemia, ou seja, estabelecer criteriosamente se existe de fato uma epidemia ou somente “pânico institucional politicamente conveniente”;
    3) Traçar o perfil epidemiológico dessa população afetada (aspectos somáticos, familiares, sociais e ambientais), tentando estabelecer relações de causa-efeito (o Aedes é vetor único? O zika realmente causa microcefalia na população estudada? Há mais de um fator para a microcefalia?) e fatores de risco (idade, sexo, etnia, comorbidades, saneamento básico, etc.);
    4) Estabelecer políticas públicas de saúde baseadas nesses dados científicos, considerando-se também os aspectos econômicos, éticos e logísticos;
    5) Minimizar a interferência política e ideológica nessas ações de saúde;
    6) Revisar a efetividade das ações, compará-la com outras estratégias mundo afora e divulgá-las ao público.

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