Reviravolta no caso Quitandinhagate: feministas são desmascaradas e a justiça, enfim, começa a ser feita

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___________quitandinha

Uma característica que este blog sempre teve foi o ceticismo (chamado por alguns de criticismo) em relação aos embustes dos tiranos. Os métodos defendidos por este blog são o ceticismo político e a guerra política (ou também definida como a arte da guerra política). Com isso, historicamente este blog sempre teve entre seus leitores alguns verdadeiros céticos políticos, além de muito atentos às minúcias da guerra política. Alguns deles produzem alguns posts que tratam em detalhes algumas questões que trato de maneira genérica. É o caso das observações dos leitores Cidadão, Rafael Queiroz e Bruno Giordano a respeito dos desdobramentos do caso Quitandinhagate, que teve novos lances recentemente, em que a justiça começou a ser feita e a escória feminista desmascarada. Antes leia o texto original sobre o início da treta.

Rafael Queiroz havia descrito bem o caso:

Esse caso tá bombando no facebook.

Resumo da história: uma patricinha feminista rasteira e oportunista alegou que ela e sua amiga foram assediadas e agredidas no Quitandinha’s bar, um bar tradicional da Vila Madalena em São Paulo (o bar tem mais de 25 anos de existência), e segundo ela, os garçons, gerente, seguranças e policiais do bar nada fizeram para socorrê-las. Ao contrário, trataram tudo de forma cômica sem lhes dar nenhum auxílio e ainda perdoaram os supostos agressores já que eles eram amigos do dono e frequentadores da casa faz 10 anos. Com base nisso, a feminista fez um textão no facebook bem ao estilo social justice warrior, falando o quando estava indignada e que nunca mais pisaria nesse bar e compartilhou o texto onde centenas de milhares de outros esquerdinhas caviar e social justice warriors também atacaram o bar virulentamente,  espalhando pelas redes sociais as tags  #boicotequitandinha #quitandinhabarnuncamais, etc.

Essa história toda está muito mal explicada, portanto vamos a apuração dos fatos:

– A patricinha feminista Júlia Velo, logo após o ocorrido não foi em nenhuma delegacia e não fez nenhum BO. A única coisa que ela fez foi textão de facebook relatando o suposto ocorrido. Isso é estranho, pois se realmente aconteceu o que ela disse (agressão verba e física, ameaças e afins) poderia facilmente fazer um BO na delegacia mais próxima e todos os envolvidos iriam prestar depoimento.

– A patricinha feminista não quer denunciar o agressor nem mesmo receber assistência já oferecida pelo bar sobre o ocorrido. Ela está simplesmente se prestando a falar mal do bar e só. Não está nem um pouco interessada em entrar na justiça contra o bar e dar nome aos bois. Esse é o fato que torna mais duvidoso o que ela está dizendo, pois não dar nome aos agressores e ir na justiça explicar sua versão dos fatos significa que com certeza ela está escondendo algo e que toda essa história é inventada.

– O bar está providenciando levar o caso a justiça – coisa que Júlia Velo se recusa a fazer de todas as formas – e abrir um processo por calúnia e difamação (afinal, quem não deve, não teme). Segundo os representantes do estabelecimento, nos 25 anos do bar nunca houve nenhuma ocorrência desse tipo. Essa é a primeira e a acusadora se recusa a colocar os fatos perante a justiça

Agora vejamos o que Cidadão nos lembrou ontem (15/2), a respeito da palhaçada feita pelas feministas em um dia em que chegaram a provocar o fechamento do bar:

Sobre o Quitandinhagate, eis que hoje as feministas foram praticar seu attention whoring na porta do referido bar. As meninas da página Moça, não sou obrigada a ser feminista foram lá e ficaram não só filmando as meu-corpo-minhas-regras da vida como também deram dicas preciosas nesses tempos doentios de textões facebookianos:

http://www.facebook.com/forafeminismo2/videos/1013277568755711/

http://www.facebook.com/forafeminismo2/videos/1013415215408613/

Novamente repito que devemos tornar esse tipo de textão uma coisa que doa no bolso e na vida de quem insistir em fazê-lo ou reverberá-lo.

E hoje ele nos postou isso, causando-nos grande satisfação:

Luciano, reviravolta histórica no Quitandinhagate:

http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=985078498206295&id=339947812719370

O bar da Vila Madalena matou a cobra e mostrou o pau após ter recuperado as imagens mostrando o que de fato aconteceu com Júlia Velo (gravem esse nome), aquela que escreveu um rosário acusatório em forma de textão de Facebook:

http://www.youtube.com/watch?v=4XKepUsAD5Y

O pessoal da página “Moça, não sou obrigada a ser feminista” já repercutiu a respeito:

http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1014050105345124

Se uma imagem vale mais do que mil palavras e o vídeo tem 8min18, considerando-se uma taxa de 30 quadros por segundo, temos aí uma razão de 14.490 palavras, o que é 30 vezes mais do que as 496 palavras da referida acusadora, que já está sendo detonada em seu próprio textão após constatado o tiro no pé, conforme poderá ver aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui. Vamos ver se o Quitandinha irá processar a autora de tão compartilhado textão, podendo aí inclusive ir na base do lucro cessante se considerarmos que o estabelecimento ficou fechado durante o Carnaval, época essa em que normalmente bares aumentam o faturamento em relação à rotina normal. Tenho a nitidíssima impressão de que o fenômeno do textão de Face, também conhecido por “fanfic de esquerda”, irá “espontaneamente” desaparecer da rede social do senhor Mark Zuckerberg e no máximo irá servir como testemunho de um período da história urbana e social de um Brasil que notou antes da Europa que estava se tornando marxista-humanista-neoateísta sem saber e cada vez mais reverte isso inclusive no campo cultural. Fiquei agora bastante esperançoso com essa mostra de que nosso país está sabendo se desgramscianizar e dando exemplo para um mundo que ainda está por inércia dentro da escolinha do italiano encarcerado.

Novamente não custa lembrar que a checklist da página Resistência Anti-Feminismo Marxista provou-se extremamente eficiente se pegarmos o referido textão e aplicarmos as diretrizes passadas:

http://www.facebook.com/resistencia.anti.feminismo.marxista/posts/476236225882961

Abaixo repito essa peça preciosa que sistematiza a forma como devemos analisar esses textões que pipocam na rede:

Cuidado com os relatos de estupro ou violência contra a mulher. Principalmente os da internet. Grande parte deles são relatos inventados com o intuito de propagandear movimentos ideológicos.

As pessoas andam acreditando em tudo que leem ou ouvem. E isso é MUITO, mas MUITO irresponsável. Temos que ter o mínimo de desconfiança.

Se não tivermos, uma hora ou outra algum inocente vítima de uma falsa acusação poderá ser agredido/ter sua vida destruída injustamente. É isto mesmo que queremos? Certamente que não!

Segue abaixo algumas dicas para identificar possíveis falsos relatos. Se muitas dessas condições abaixo forem satisfeitas, cuidado, você provavelmente está diante de uma falsa acusação.

1 – Analise o perfil da pessoa que está denunciando o caso. Se você notar alguma inclinação ideológica feminista ou esquerdista, aumente o grau de desconfiança. Algumas ideologias necessitam do uso da mentira, do sensacionalismo e do exagero para se manterem presentes na mente de seus seguidores e para recrutar novos indivíduos.

2 – Pesquise sobre o caso. Se você encontrar na mídia notícias sobre o caso que relatem que inexistem provas, que não há testemunhas ou então que não houve nenhum boletim de ocorrência (principalmente se no relato for dito que ocorreu em lugar público com muita gente em volta, como num metrô , por exemplo) fique ainda mais desconfiado.

3 – Se atente para o que o relato original diz sobre a vítima e o acusado.Caso o acusado ou a vítima for um “desconhecido” sem descrição alguma, caso a vítima seja uma “amiga” sem nome,ou então caso esteja no relato que aconteceu com a “amiga da amiga da prima” da pessoa que está relatando, tome cuidado. É sabido que a maioria dos casos de violência contra a mulher vêm de agressores que são indivíduos conhecidos da vítima. Já na maioria dos relatos falsos de internet que vêm de páginas feministas, os agressores são de desconhecidos.

4 – Veja se o relato têm alguma conclusão ideológica para doutrinar os leitores.
Caso a pessoa demonstre estar mais preocupada em dizer como a sociedade é “machista” ,como a “cultura do estupro” esta presente em nossa volta, ou como os homens são horríveis, DESCONFIE MUITO. Vítimas ou testemunhas de agressões ficam preocupadas com o ocorrido em si, e não preocupadas em ensinar ideologia para aqueles que estão lendo o relato.

Sabe de alguma dica adicional? Poste nos comentários!

Conforme já disse em outra ocasião, ela é tão aplicável a outros ramos do marxismo-humanismo-neoateísmo como é a lista dos 12 passos do Alcoólicos Anônimos para se largar de outros vícios. Apenas é necessário fazer algumas pequenas mudanças para cada contexto, mas o cerne da coisa fica o mesmo, de tão forte que é.

Vale assistir o vídeo, com detalhes ótimos:

Rafael de Queiroz complementa:

Eu sabia que era tudo invenção. A história toda estava mal contada. Seria ótimo agora o bar levar o caso à justiça e abrir um processo de peso contra ela por calúnia e difamação. O texto dela tem 40 compartilhamentos e quase 140 likes.

É bom levantar esses números, pois permite uma avaliação dos danos causados ao bar, que também deve mencionar os danos à imagem e os prejuízos de quando teve que fechar.

Bruno Giordano, que defendeu o bar dos ataques desde o primeiro dia – até porque estávamos diante de uma tremenda injustiça mesmo -, concluiu:

O caso “Bar Quitandinha” ruiu.

Não houve nada, além de um sujeito que pegou um porta guardanapos na mesa vizinha. Tudo “fanfic” (ficção de fã). Tudo mentira. Tudo isca (bait) pros jornais, tribunais de militantes e jornalistas com credibilidade abaixo de zero (como os do Huffington Post). Processinho em todo mundo resolve isso. Inclusive processinho no HuffPost. Esse jornal é tabloide inglês de quinta, sem nenhum charme.

As dicas dos três leitores, enfim, estão aí. Não tenho nada mais a acrescentar. O negócio agora é focar em shaming nas feministas (e no restante da tropa do politicamente correto que os seguiu) e pressionar pelo processo contra a lançadora da falsa acusação.

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43 COMMENTS

  1. Divertido. Começar o dia vendo esquerdopata sendo desmascatado é começar bem o dia.

    E que bonita a moça da página “Não sou obrigada a ser feminista”, hein? Bem diferente das feminazis. Ok que comentar beleza é irrelevante, mas não resisti.

    Quem quiser fazer um encontrão no Quitandinha, moro na zona oeste, tô perto, só marcar. Estive lá no carnaval de 2014 acho. Boa oportunidade pra voltar.

  2. Já divulguei isso em outro post, mas gostaria de divulgar nesse que com certeza terá mais acessos, por favor:

    Paulo Ghiraldelli escreveu o texto mais bizarro de todos os tempos no qual ele romantiza pedofilia, envolve erotização de cães, insinua que pedagogos são pedófilos, pede compaixão pelos pedófilos, tanta bizonhice e desrespeito com meninas, e obviamente nenhuma feminista abrirá a boca pra dar um piu:

    https://casacaindo.wordpress.com/2016/02/16/petista-paulo-ghiraldelli-comete-suicidio-moral-insinua-que-pedagogos-sao-pedofilos-romantiza-a-pedofilia-e-conta-com-o-silencio-da-esquerdopatada-covarde/

  3. Luciano, você devia criar uma categoria “Blog do Cidadão” ali em cima e transformar os comentários dele em posts, já que ele faz um blog EXCELENTE nos comentários do seu, mas não faz um blog próprio. 😀

  4. Essa fabricação de factoides por parte da extrema esquerda não deve apenas ser desmascarada, precisa ser penalizada. Alguém orienta aos donos do Bar a processar a infeliz dessa feminazi ou isso nunca vai parar. Serem desmascaradas é só um atraso na agenda esquerdista dessas sociopatas; elas não vivem sob valores morais como vergonha. Elas não se sentem constrangidas por serem desmascaradas. Nesse momento, essas canalhas estão planejando o próximo ataque sórdido a qualquer empreendimento, pessoa ou símbolo que represente nossa sociedade da mesma forma que um criminoso faria.

    • Quer ver mais e so a DIREITA esta unida e espulsar da sua casa o jornalzinho do TV globinho e jornalzinho canal7 o brasileiro e demionio e os mulcumanos sao um AMORES frases do jornalsinho canal “7” assista o video do Silas Malafaia dos mulcumabnos decepando cabeças de Bebes jogue o lixo da TV globinho e jornalsinho “7” no lixo , e estejamos unido doda DIREITA contra sa filhas da TV globinho voce policial nao precisa ser Objetificado pra defender jente inutil… Direitas unidas já.
      .

  5. O mais incrível é que essa turma feminista continua batendo na mesma tecla.
    Agora elas estão reclamando porque o vídeo não tem áudio.
    Quer dizer, dane-se se o vídeo prova que a garota está mentindo, dane-se que ela nem BO fez.O que imporrta é ter vídeo com áudio.
    Essa gente faz coisas ridículas para ganhar “like” da plateia.

    • Reclamam do áudio, não porque o considerem imprescindível, mas porque estão usando a tática de se agarrar a um detalhe secundário para desviar o assunto. Mesmo que porventura surgisse o áudio, em vez de aceitarem, imediatamente inventariam outro subterfúgio.

      * * *

    • E se o Bar vacilar vai acordar numa cadeia com trabalho forçado uma tijela de sopa e o Macho Alfa fodão namorado da FEMINAZI como encarregado desta cadeia , não vacile nas maos destas mulheres carente elas precisam entender que precisam ser amadas pelos machistas.

  6. Luciano, o único erro seu aí é colocar Neo-ateísmo no balaio, como se tivesse algo a ver. Neo-ateísmo é o movimento conhecido por tentar frear um avante ruim de alguns grupos religiosos sobre os direitos das pessoas. Não tem absolutamente nada a ver com marxismo, nem feminismo, nem nada.
    Ateísmo é a ausência de crença em uma divindade, neo-ateísmo é um movimento de alguns pequenos grupos de ateus como frente a um movimento crescente de preconceito contra ateus, nada tem a ver com marxismo… você postar isso da forma como colocou diminui os créditos de seu post.

    • Lucas, quando uso os termos “marxista-humanista-neoateísta” e “marxismo-humanismo-neoateísmo”, bem como a sigla “MHN” servindo para definir tanto a prática quanto quem a pratica, é porque notei que o pessoal desse espectro ideológico usa de várias bandeiras para seu projeto de poder. Bandeiras, como sabemos, são trocáveis conforme a circunstância mas na prática embalam um mesmo produto, que é o tal projeto de poder baseado em uma negação frontal da estrutura da realidade e uma tentativa de querer alterar essa estrutura conforme suas crenças, em uma tentativa de fazer um paraíso na Terra, algo que seria tão bom e tão perfeito que valeria qualquer coisa, mesmo a mentira e o mal, para que ele seja atingido, e quem for contra isso acaba sendo visto como alguém que está contrário a essa perfeição suprema e, portanto, um inimigo a ser silenciado ou eliminado.
      Em que pese o gramscismo ser consequência de justamente se haver provado que a economia comunista é inviável no longo prazo e a economia capitalista pode muito bem abastecer fartamente um regime baseado nos ditos de Marx, ele tem de se escamotear para quando for desmascarado o ser em longo prazo. Como também sabemos, ainda que um revolucionário troque de bandeiras como nós trocaríamos de roupas íntimas, ele acaba transitando em um certo campo justamente para não ser identificado com aquilo que mais odeie, no caso outro pensamento revolucionário, mesmo que em muitos pontos a ele se assemelhe.

      Portanto, ao chamar isso de “marxismo-humanismo-neoateísmo”, é porque noto os caras transitando nesses campos e evitando ao máximo transitar em um campo nazifascista (ainda que haja as tais semelhanças flagrantes e o gramscismo em si pegue um belo tanto desse campo da arte de negar a estrutura da realidade). Dependendo da circunstância, eles irão usar uma bandeira das várias que podemos reunir nesse grupo. Se o ambiente estiver francamente contrário ao marxismo, eles poderão posar de humanistas. Se o ambiente estiver dando muita moral à religião, eles poderão usar do neoateísmo. Irão usar daquela dialética reducionista que inclusive quer obrigar quem esteja a meio caminho entre dois extremos a ficar enquadrado nos extremos dos mesmos, de maneira que criem o teatrinho de que só existem duas forças, quando na prática o que eles estão fazendo é orientar várias forças da sociedade contra um único alvo, notadamente a civilização ocidental, que é apoiada no tripé da ética judaico-cristã, a lei romana e a filosofia grega.
      Dentro do grande ódio nutrido pelos MHNs em relação aos nazifascistas, o famoso ódio que um revolucionário nutre por outro revolucionário, e o enorme esforço que fazem para que não sejam confundidos com estes (vide a tentativa de dizer que eles seriam de uma “extrema direita”), o campo de tráfego deles fica restrito a esses três grupos de bandeiras trocáveis conforme as circunstâncias. Pode haver dentro desse campo alguém que seja só marxista, alguém que seja só humanista e alguém que seja só neoateísta, mas há certa inter-relação entre eles e há também que usa essas três cartas do baralho. No caso de marxismo (aqui considerando o modo atual de fazê-lo), humanismo e neoateísmo, estes são mais insidiosos em suas reais intenções do que o nazifascismo o é. Ambos são revolucionários, mas MHNs são insidiosos e, para manter isso, precisam se distanciar ao máximo dos nazifascistas perante os olhos leigos, que não irão se atentar tanto às muitas semelhanças entre MHN e nazifascismo.

      Como há esse trânsito de espectros mais limitados (compare-se aí com um eurasianismo da vida e seu uso de tudo aquilo que seja de matiz revolucionário com o intuito de derrubar o Ocidente, desde que seja antiocidental), fica fácil prever para onde pode ir um MHN dependendo da circunstância. Em relação à parte neoateísta, como o próprio Luciano já disse e eu reforço, este é diferente do ateu comum. O ateu comum não vive de querer converter os outros à sua não-crença e, no caso daqueles no Ocidente, reconhecem o benefício que foi esse balanço entre o judaico-cristão e o greco-romano justamente por saberem que podem ser ateus sem que ninguém os incomode (compare-se, por exemplo, a alguém ateu em uma área controlada pelo Estado Islâmico, por exemplo). Ele vive sua vida, não se incomoda que rezem por ele nem que lhe desejem feliz Natal, por exemplo. Já o neoateu, como sabemos, divide o mundo entre “nós” (obviamente os neoateus) e “eles” (os religiosos, aqui mais especificamente os cristãos) e acusa os crentes de serem a causa das guerras da humanidade, por exemplo (quando qualquer estudo sério mostra que a maioria absoluta das guerras da humanidade foi por território e não diferença de fés, com a maioria das guerras religiosas vindo da Jihad). Por serem minoritários entre os ateus, irão chamar a si próprios simplesmente de ateus por precisarem agir insidiosamente, assim como um gramscista não se chama de “comunista”, mas sim de “progressista” ou outro eufemismo para que se disfarce em uma massa que majoritariamente não concorda com ele.
      No caso específico dos neoateus, eles começam a perder força após os episódios advindos dos “refugiados” do Oriente Médio na Europa (vide taharrush contra mulheres em Colônia e atentados em Paris, por exemplo). O próprio Richard Dawkins agora começa a reconhecer que alguém que não acredita em Deus é muito mais livre em uma sociedade cristã do que o é em uma sob a Sharia, justamente por ver que a água está batendo na bunda e se o Estado Islâmico dominasse a Europa, os MHNs seriam os primeiros a serem mortos. Dawkins sabe claramente ser sua pregação possível apenas no Ocidente e, se o Ocidente cair, ele teria de buscar refúgio em algum outro lugar. Como neoateísmo é a ponta mais fraca dessa hidra que chamo de MHN, eles estão sendo os primeiros a tentar escapar do Encouraçado Potemkin de que são tripulantes também o M e o H desse movimento de muitas bandeiras e que se apresenta com várias faces.

      Espero ter sido entendido quando uso esses termos, bem como sobre a diferença entre ateu e neoateu. Grato.

  7. Confesso que estava completamente por fora de toda essa história! Porém, hoje, vi por acaso um post sobre isso! Foi atrás para me contextualizar… logo quando vi o vídeo desmascarando a “dita cuja”, me senti muito bem! E depois de ler este magnífico texto, confesso que estou em “estado de êxtase”! Me sinto completamente revigorado em saber que a justiça está sendo feita! 🙂

  8. Nossa cara…eu tava esperando pra ver no que isso ia dar…em nenhum momento pelo vídeo elas foram tocadas pelos caras do lado…por garçons…seguranças ou pela polícia…que coisa feia…mentir por birra…sensacionalismo barato…esse novo feminismo é podre…até as antigas feministas tem vergonha dessas choronas de hoje em dia…

  9. Vamos atualizar com mais material sobre o caso. Eis que temos este vídeo do Jesse Navarro que foi feito antes de o vídeo com as imagens do circuito interno ter sido divulgado. Observe como esse cara compra a versão da Júlia Velo, mas também que observemos outros detalhes que podem passar despercebidos, como nas fotos com poses oficiais das feministas justamente as mais bonitas terem ficado no centro do enquadramento, o que apenas comprova que aquela cantilena delas de que beleza é algo socialmente construído é o que é: cantilena. Qualquer um que saiba o que são proporções áureas sabe que é a elas que se relaciona a beleza tanto em humanos quanto na natureza em geral.

    http://www.youtube.com/watch?v=rP30LGwuEoE

    Que também notem o silêncio dos seguranças do Quitandinha quando interpelados pelas manifestantes. Provavelmente lhes foi pedido para que ficassem quietos e não estragassem a surpresa que surgiria no dia seguinte ao do vergonhoso protesto que agora essas manifestantes irão querer de alguma forma dizer que não eram elas, mas dublês, que estavam lá falando besteira. Como as meninas que tocam a página Moça, não sou obrigada a ser feminista também estavam lá, acabaram por gerar um tira-teima de um dos momentos da manifestação ao dar outro ângulo:

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/videos/1014420031974798/

    Ainda falando da postura de silêncio dos donos do Quitandinha, fiquei com a nítida impressão de que quiseram de propósito que fosse feita uma “femicareta” na frente do bar para que depois soltassem um vídeo que as desmoralizasse a um ponto em que não mais se atrevessem a ficar na esquina da Aspicuelta com a Fidalga. Vamos dizer que entregaram uns peões para que se desse o xeque-mate a posteriori sem que quem comandasse as outras peças soubesse dessa intenção deliberada.
    Já que havia falado da página Resistência Anti-Feminismo Marxista, da qual é a autoria da tal checklist preciosa que praticamente desmonta a maioria dos textões que vemos nas redes sociais e que pode ser usada para outros braços do marxismo-humanismo-neoateísmo com pequenas mudanças, eis que eles também preferiram se manifestar só quando a verdade viesse à tona:

    http://www.facebook.com/resistencia.anti.feminismo.marxista/photos/a.110298089143445.16961.110252192481368/537968523043064/?type=3

    Vamos também pegar o que foi publicado em outras páginas da esfera antifeminista:

    http://www.facebook.com/feminismonossodecadadia/posts/570614479760119

    http://www.facebook.com/estaeumafemimista/posts/445856768940575

    Como era de se esperar, gente graúda do lado da Força que não é marxista-humanista-neoateísta também preferiu esperar a verdade vir à tona:

    http://www.facebook.com/Lobaooficial/posts/965676923515644

    http://www.facebook.com/flaviomorg/posts/575901629251987

    http://www.facebook.com/flaviomorg/posts/576094719232678

    Também tivemos mais gente falando do Quitandinhagate, como o pessoal d’O Reacionário:

    http://www.facebook.com/OReacionario/posts/746517088819173

    Também temos um minuto produtivo a respeito do assunto, no qual compilaram toda a trajetória da imputação falsa.
    Já na esfera MHN, olhei o Catraca Livre e até agora eles nada noticiaram sobre a virada do ocorrido. Na notícia original, já há um monte de gente descendo a lenha em Gilberto Dimenstein e sua equipe. O HuffPost Brasil teve a dignidade de noticiar a reviravolta, ainda que minorando a coisa ao dizer que só algumas imagens foram divulgadas:

    http://www.facebook.com/HuffPostBrasil/posts/1186567731353479

    Na prática estão comprando a nova versão das feministas de que as pessoas estariam sendo induzidas a conclusões errôneas pelo fato de se haver divulgado imagens editadas, quando qualquer um sabe que o material bruto é bem mais longo que isso e muito provavelmente tem longos trechos em que não acontece nada de mais. Pelo que alguns falam, provavelmente os donos do Quitandinha devem ter entregue essa versão longa no mínimo a um advogado de confiança para que ele tenha consigo a prova. Quem for olhar os comentários no Face poderá dar umas risadas com a casa das feministas voltando-se contra si própria. Acho que vamos ter alguma nova divisão no movimento para além das feministas autodeclaradas negras que acusam as feministas brancas. Claro que há o risco de crescimento do MHN por cissiparidade, mas por ora irão perder um belo tempo discutindo entre si, dentro daquele mecanismo de MHNs por vezes sendo mais combatentes do MHN do que os anti-MHNs, aquilo que sempre metaforizo com a famosa cena da briga entre o tiranossauro e os velociraptores no primeiro Jurassic Park, em que os répteis se engalfinham entre eles e sem notar deixam os humanos a quem perseguiam irem embora na maior das pazes:

    http://www.youtube.com/watch?v=OJ9jTOxv7gw

    Por ora o que vamos ver mesmo é feminista e feministo tentando cavar falta ao dizer que não há áudio ou que as imagens foram editadas, mas vamos aqui considerar da mesma maneira que consideraríamos quando vemos alguém no flagra traindo cônjuge e tentando sair por cima fazendo chilique. A vida continua e agora todo anti-MHN tem de dar um pulo no Quitandinha nem que seja para comprar uma garrafa de água em solidariedade aos donos. Finalizando a intervenção, também acho que depois dessa e do inocentamento do segurança Wellington, acusado de estupro durante a festa The Box – Reveião, provavelmente a moda do textão de Facebook vai se encerrar “esponteaneamente” se considerarmos a ação de grupos MHNs tentando ganhar a guerra das narrativas nas redes sociais e espontaneamente (aqui sem aspas mesmo) se considerarmos as pessoas comuns que não estão vinculadas a qualquer coletivo, mas que por vezes propagam gramscismo inconscientemente.

    • Amigo, só uma coisa: o que significa MHN? Não acompanho os seus comentários com a frequência que deveria, por isso a dúvida. Sei a quem se refere, mas qual o significado exato da sigla, afinal?
      Abraços.

  10. Da parte de Júlia Velo, que é redatora publicitária (logo podem suspeitar de uso de técnicas específicas para fazer pessoas reagirem emocionalmente a algo), ela publicou hoje um textinho com bem menos linhas sobre o flagra no qual foi pega pelo circuito interno:

    http://www.facebook.com/julia.velo/posts/1034553279952334

    Como podem observar, ela está usando aquele expediente de que não há aúdio e que o divulgado pelo Quitandinha seria menos verídico que seu textão, além de usar aquela rotina esquerdista de “não podemos fazer uma caça às bruxas”, que receptores de mensagens mais atentos entendem imediatamente como “livrem a cara de quem foi pego com a boca na botija”. Quem observar os comentário notará que está mais aquela coisa de uma feminista que fala para a “sororidade”, uma vez que esta fará ouças moucas para a verdade e irá continuando a apoiar uma “mana”, como sabemos ocorrer em grupos marxistas-humanistas-neoateístas, em que a projeção interna não se dá por méritos próprios, mas sim pela lealdade ao grupo e à causa. Vamos dizer que é um “apito de cachorro” para que a matilha passe a fazer outra coisa para a qual foi adestrada. Ainda assim, observe-se que agora a coisa virou e a galera que não é da tal “sororidade” já está descendo legal a lenha nela, ainda que aqui já suspeite que as feministas passem a usar esse material para continuarem a defender a integrante de suas fileiras. Ainda assim, passa a ser mais mesmo papo de feminista para feminista, ao que devemos ficar atentos para os significados profundos que quem é leigo no assunto não irá entender.
    E creio eu que também teremos memes a respeito do episódio, como este de Alexandre Borges:

    http://www.facebook.com/AlexandreBorrges/photos/a.542916875766128.1073741828.542868939104255/1022890697768741/?type=3

    Como circula uma hashtag intitulada “vamos fazer um escândalo”, muita gente a está usando para espalhar o desmentido e mostrar que, se há uma hashtag, há também alguma espécie de chamamento prévio virtual para que do nada surja gente até das profundezas para fazer a militância de costume. Gostei das intervenções de Florisvaldo Guedes de Oliveira sambando em cima da hashtag:

    http://www.facebook.com/florisgo/posts/1259845867375567

    http://www.facebook.com/florisgo/posts/1259899447370209

    Além de outras sem a dita cuja:

    http://www.facebook.com/florisgo/posts/1259981787361975

    http://www.facebook.com/florisgo/posts/1259960257364128

    http://www.facebook.com/florisgo/posts/1260050840688403

    http://www.facebook.com/florisgo/posts/1260065840686903

    Temos também tweets do Bolsonaro Zuero que vão em cima da lata, provavelmente surgidos após pressão da base de fãs da página para que se falasse sobre os ocorridos (desprezem a contagem que pula do 10 para o 12, pois quem toca a página já assumiu o erro):

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699654962423406592

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699655188706160640

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699655390779351040

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699655702667751424

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699655932377227264

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699656069388312577

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699656413124153345

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699660151528284160

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699660575438172160

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699661002888056832

    http://twitter.com/BolsonaroZuero/status/699664197135769601

    E mais uma mitagem das meninas da Moça, não sou obrigada a ser feminista:

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/videos/1014247851992016/

    Aqui ficamos naquela história de que a melhor maneira de combater o MHN é deixar os MHNs falarem à vontade…

  11. Vou dizer porque nunca gostei do movimento feminista. Porque quem realmente sofre a violência não está amparada por ele. Muito menos faz alarde pela internet. Também não fica dizendo que todos os homens são iguais. Quem sofre violência tem a auto estima destruída. O tempo que essas meninas usam pra postar textão é o tempo que a gente usa pra se reerguer. Demora? Muito. E, por isso, a gente não perde tempo publicando mimimi. A real estatística da violência está nos dados gerados pelas denúncias (que, no caso, não são um terço da realidade, justamente porque a maior parte das meninas não denuncia. Se cala. Sem textão). Essa gente que tem esse tipo de comportamento é massa de manobra. Enquanto elas gritam e se desrespeitam o resto fica em segundo plano. O feminismo não me representa. E eu tenho pena dessas meninas porque daqui a muitos anos elas vão olhar pra trás e sentir vergonha do que fizeram.

  12. Eu peço aos proprietários do bar: denunciem, processem, não deixem impunes, é uma questão de justiça e saber que os atos geram consequências. São pessoas mal intencionadas que tem que saber que fazendo, levarão o troco na justiça. Srs proprietários, favor abrir o processo por calúnia e difamação, os Srs estarão prestando um serviço de utilidade pública.

  13. “RUUNN FOREST, RUUUUUNN!!!” Rapaz, ao menos ela tem habilidade pra inventar histórias, hein!! Ou melhor, mentiras! Que descarado, velho!! kkkkkkk

    To achando que esse caô todo foi só pra não ter que pagar a conta…

  14. frequento o bar e nunca vi nada desabonador acontecendo por lá..só mesmo as porções que são depravadamente deliciosas e opressoras… não existe a possibilidade de escapar !! . Frequentei,frequento e recomendo!!! Triste é ver quem nunca foi ao bar desvalorizar o trabalho honesto deles, como a maior parte das pessoas que criaram esse linchamento virtual, por modinha dos”politicamente corretinhos”. Não sou advogada ,mas creio que a justiça poderá resolver esse dano por retratação e indenização por danos morais.

  15. Só para atualizar um pouco mais sobre o Quitandinhagate, temos esta postagem do Instituto Libertare dando o passo a passo da história. além de abaixo ter dois vídeos, um deles do Izzy Nobre, que meio que tenta amaciar as coisas mas tem alguns dados interessantes que valem a pena:

    http://www.youtube.com/watch?v=gy74ucRF-G8

    Já que ele falou de um tweet da Paula Rosiska com a distância entre o quitandinha e a 14ª DP, eis que repasso o mesmo para cá:

    http://twitter.com/paularosiska/status/699655972181188608

    Sim, ela pôs no Google Maps a distância e, como se pode ver, dá nove minutos andando. Se você for de bicicleta, chega em três minutos, o que inclusive é mais rápido que os cinco a bordo de um automóvel. Qualquer dúvida é só montarem o mesmo trajeto que a referida transformou em tweet e ir comparando os modais.
    Achei também outro vídeo sobre o assunto, que para mim fica muito naquela base de também querer amaciar para o lado da Júlia Velo, mas aqui sem apresentar algo de substancial como os dados do Izzy:

    http://www.youtube.com/watch?v=gy74ucRF-G8

    Por fim, o do Nerd de Barba, que também aponta alguns pontos válidos, mas fica também amaciando para o lado que iniciou o salseiro:

  16. As feminazes fizeram (1) que a palavra de um homem valesse menos do que a palavra de uma mulher; (2) que todo homem acusado por uma mulher fosse culpado até prova em contrário e (3) que o ônus da prova fosse do acusado. A tecnologia está ajudando a mudar isso. Espero que todos os caluniados processem essas criminosas e divulguem ainda mais.

    * * *

  17. No fim do dia, o feminismo depende de OMIs “sensíveis” e/ou mal intencionados (se é que vocês me entendem), para prosperar, afinal, ao invés da força feminina, o que se vê por todo o texto e dinâmica é a moça cobrar por uma Ação masculina.

  18. Acho ótima a proposta de ceticismo político, principalmente se o propósito final for a imparcialidade. Acho, no entanto, por mais que eu não esteja a favor da Júlia nesse caso, que o jeito que as informações estão colocadas aqui é totalmente arbitrário, buscando mais ofender do que esclarecer.
    Se há a crença de que houveram exageros por parte das ativistas, vai se nós não cair no mesmo erro

    • Não há o “mesmo erro”.

      Fato 1: Julia não tinha provas
      Fato 2: Julia fez a acusação sem ter essas provas em mãos
      Fato 3: Um bar foi julgado e TEVE PREJUÍZO no justiçamento sem provas, mencionado anteriormente
      Fato 4: Isso é abominável e imoral, no contexto de uma sociedade civilizada

      Dizer os quatro fatos não é ofensa. É olhar para a realidade.

  19. Isso ainda vai longe, teve aquele prof da UFRJ, Bernardo Santoro,que perdeu o emprego por causa de uma treta com uma aluna feminista, Maria Clara Bubna…ele soltou uma nota de repúdio sobre esse caso falando dela Bubna, e ela não gostou e decidiu que vai processar o cara.

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