Desmascarando feministas que assediavam o Quitandinha Bar

11
329

______________________feministas

Thais Godoy de Azevedo é proprietária da página Moça, não sou obrigada a ser feminista. Também é detentora de uma paciência elogiável que, em 30 minutos de interação com feministas insanas, não se dissolveu. Em um dia em que ela estava no Quitandinha Bar, em 14/02, gravou um vídeo, assim descrito por ela:

Como vocês sabem, marcamos um encontro em defesa aos ataques cibernéticos caluniosos que o Quitandinha’s Bar sofreu. Coletivos feministas decidiram, então, marcar um evento no mesmo dia e local. Estávamos em minoria, mas isso não quis dizer nada. Eu havia postado o outro video falando que já estávamos no lugar. Elxs então entraram no bar que estávamos para ter certeza de que eu era a “moça do vídeo”. Começaram a me chamar de fora do bar! O vídeo foi gravado no dia 14/02/2016, domingo. O resto deixo com vocês…
Ps. Tivemos um problema técnico com o áudio, mas para não editarmos em nada, decidimos manter o video como está!

beijos opressores! wink emoticon kiss emoticon

O vídeo é ótimo e vai melhorando próximo ao final, onde as feministas que protestavam demonstram que… não conhecem as autoras feministas. Ficou feio para a turma que adora lançar textão e fazer justiçamento. Parabéns à Thais e à sua amiga Nádia!

Anúncios

11 COMMENTS

  1. Thais se posicionou de forma muito boa, manteve o controle de toda situação e o melhor não se deixou cair na armadilha dessas feministas, muito bom vê-las engajadas nessa causa, tanto Thais quando Nádia.

    Pessoalmente vejo mulheres e jovens aderindo o movimento antifeminista sem deixar de lado o combate aos direitos que é comum a todos.

    Luciano, talvez em um outra oportunidade você poderia fazer um post sobre essas mulheres que estão
    demonstrando coragem para refutar as falácias feministas e da agenda esquerdista. Essa interação se
    é que não existe, acredito eu, que pode ser de muita valia.

  2. Só para manter atualizado um Quitandinhagate que já começa a arrefecer:

    1) Mais memes sobre o assunto:

    http://www.facebook.com/fatosdesnecessarios/photos/a.177474172454636.1073741827.177473629121357/539037622964954/?type=3

    http://www.facebook.com/aventurasnajusticasocial2/photos/a.161204770908677.1073741828.158650484497439/191847934511027/?type=3

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/photos/a.816366398446830.1073741828.753226151427522/1014968305253304/?type=3

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1014727015277433

    2) Textão (no bom sentido) reflexivo do cara que filmou as meninas da “Moça, não sou obrigada a ser feminista” discutindo com as feministas:

    http://www.facebook.com/forafeminismo2/posts/1015044778578990

    Há aqui algo a ser frisado: notaram que havia meninas menores de idade na linha de frente? Isso está com toda a cara de “transferência de tecnologia” entre grupos marxistas-humanistas-neoateístas, pois foi isso que se fez quando daquela greve “espontânea” de estudantes das escolas estaduais contra o Alckmin, greve essa que depois se transmutou em protesto contra os R$ 3,80 do transporte público. Eles estão notando que estudantes secundaristas são mão de obra mais lidável do que os universitários nos quais se centravam outrora, uma vez que:

    I) São mais impulsivos e se encaixam naquele lance de obediência acrítica a uma instância superior;

    II) São inimputáveis pela lei e no máximo ficam três anos na Fundação Casa;

    III) Estão em número maior que universitários, uma vez que sua condição independe de um vestibular, significando aí mão de obra mais barata para um mesmo serviço;

    IV) São mais acríticos aos superiores do que seriam universitários, mesmo que fossem universitários do tipo mais doutrinado;

    V) Não afetam no longo prazo os ambientes de trabalho que exigem nível superior como afetaria um universitário que vive de ficar causando;

    VI) Já são produtos de um método feito para gerar prosélitos do marxismo-humanismo-neoateísmo;

    VII) Têm em si a natural rebeldia sem causa adolescente, que pode ser direcionada para aquilo que um MHN funcional queira. Essas meninas na frente do Quitandinha podem ser feministas agora, africanistas amanhã, participantes da Marcha das Vadias depois de amanhã, militantes gays na semana seguinte e por aí vai, sem que tenham como ter noção de o que estão favorecendo;

    VIII) São mais descartáveis enquanto inocentes úteis do que os universitários.

    3) Comentários do Smith Hays, um dos gays anti-MHN de mais destaque, sobre o assunto:

    http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1145744748770718&id=852885074723355

    http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1145878495424010&id=852885074723355

    4) Uma análise da primeira parte do segundo texto de Júlia Velo que pode agregar algum interesse, ainda que a página “Aventuras na Justiça Social” não seja exatamente anti-MHN:

    http://www.facebook.com/aventurasnajusticasocial2/photos/a.161204770908677.1073741828.158650484497439/191764707852683/?type=3

    Abaixo segue o original para que o pessoal compare:

    http://www.facebook.com/julia.velo/posts/1034553279952334

    5) Li este comentário, cujo conteúdo repasso abaixo:

    Há boatos de que isso é uma iniciação para as militantes que acabam de ingressar no movimento. Fiquei chocada só com essa possibilidade, porque né. Não preciso nem falar o óbvio.

    Tem gente que achou razoável a hipótese, como podemos ver aqui e aqui. Analisando com atenção, também acho que pode ser uma espécie de rito de iniciação, ainda mais se considerarmos o caráter gnóstico do MHN (considerar que o mundo é intrinsecamente ruim e que eles são os portadores da solução dos males do mundo), além da diferença entre outros gnosticismos por pretender criar o paraíso na Terra. Também poderíamos aqui considerar a projeção interna por meio da lealdade à causa em vez de méritos próprios ou busca da verdade, podendo aí significar que um textão de internet seria uma forma de falar para o coletivo algo como “observem como estou preparado(a) para a causa e sou capaz até mesmo de abdicar de minha vida pelo movimento”. Se alguém seria capaz de mentir e consequentemente mover as estruturas legais ou privadas indiretamente promovendo visibilidade para o grupo, estaria mostrando ser capaz de coisas piores (black bloc ou mesmo algo além, por exemplo).
    Poderíamos aqui considerar um paralelo com seitas, uma vez que estas têm o discurso para os de fora e o discurso para os de dentro, por vezes sendo um mesmo discurso que só alguém de dentro sabe o real significado. Sabemos que o MHN nunca esteve tão por baixo nestes últimos tempos, o que na prática pode fazer seus adeptos sentirem-se perseguidos por portarem a solução para os problemas do mundo e nessa, reunirem-se e começarem a fazer uma série de comportamentos de seita, que sabemos ser algo mais restrito que uma religião. Logo eles podem estar na base de achar que o mundo inteiro é “opressor” e eles não só os “oprimidos”, como aqueles que irão salvar os fracos e oprimidos, que no caso seriam os outros do mesmo barco em que se encontram. Pode ser essa uma das razões de termos visto durante a segunda metade do ano retrasado e durante o ano passado inteiro, mais o começo deste, uma epidemia de textões, alguns mais brandos e outros mais acusatórios, incluindo aí fanfics mais absurdas que a do Quitandinha, como foi o caso daquela escrita por uma à época menina de 17 anos que disse ter sido estuprada por três eleitores do Aécio Neves por simplesmente haver dito que votou em Dilma.

    Observe-se que em muitos casos os outros membros do movimento começaram a ficar de solidariedade com quem proferia os absurdos, como foi o caso dessa que disse ter sido violentada e recebeu uma série de desenhos com “somos todas …”. Poderia ser aqui o reconhecimento das presentes à recém-iniciada, mais ou menos como se fosse um ritual em que consideram que ela superou a própria morte e passa a ser considerada uma “irmã”. Também não seria por acaso que as vemos sempre fazendo showzinho com casos próximos geograficamente ou exagerando casos de terceiros, uma vez que estes são mais aproveitáveis para a promoção da seita política do que uma muçulmana apedrejada no Oriente Médio, algo de que se depende muito de fontes secundárias. Também não seria por acaso a fúria delas contra as mulheres antifeministas, que, se não podem dizer que nunca foram mulheres (uma vez que tão XX quanto qualquer outra mulher), seriam vistas como traidoras e mais traidoras ainda se outrora nas fileiras desses grupos.
    Aqui também poderíamos considerar a epidemia de pichações racistas em banheiros de faculdade, bem como aquele panfleto mal colado na UFF, como possibilidadesde serem rituais iniciáticos em grupos afro-MHNs. Estou com receio de que possamos ver uma escalada de loucura muito parecida com aquela no pós-Guerra dentro da comunidade japonesa, cujos integrantes eram perseguidos pela Shindo Renmei caso afirmassem a verdade de que o país de onde saíram (ou de onde saíram seus ancestrais, considerando-se aí os nisseis e sanseis) perdeu para os Aliados em 1945. E, como sabemos, a Shindo Renmei era uma seita que se rebelou contra a estrutura da realidade e passou a perseguir quem a aceitasse. Vamos prestar atenção para ver se não surgem novas “shindo renmeis” MHNs, pois estas teriam a diferença de atacar mais pessoas do que apenas as dos grupos a que dizem representar. Observe-se aí acusações de “palmitagem” contra pessoas de ancestralidade africana que se casam com quem não de ancestralidade africana ou fenótipo africanizado, a fúria das feministas contra mulheres que não assinam esse rosário e por aí vai. Confesso estar muito preocupado.

    • Sobre a alínea 5, em que se levanta a hipótese de que esses textões AKA fanfics de esquerda seriam uma espécie de rito de iniciação para que marxistas-humanistas-neoateístas atinjam níveis mais elevados nas organizações de que fazem parte, eis que vejo um de uma feminista de Belo Horizonte que muito me faz pensar nessa possibilidade:

      http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1049997835063730?comment_id=1050022141727966

      Sim, ela se diz perseguida por meia dúzia de homens quando esperava o ônibus após ter estado em uma balada. Ela se refere a um ponto escuro da rua Curitiba, na capital mineira (belo-horizontinos que estiverem lendo este texto poderão ajudar na explicação de que pontos poderiam ser esses, pois suspeito apenas daquele na esquina da Guaicurus, que sabemos ser ponto de baixo meretrício histórico da cidade planejada em questão). Ela também fala de algo que muito lembra um taharrush como aquele sofrido pelas mulheres em Colônia (Alemanha), com dois segurando e um passando a faca nela com cortes rasos e os outros dando porrada nela, até que em uma ocasião o cara rasgou as roupas dela e depois tentou passar a faca no cabelo da mesma, até que um taxista salvador pede para ela correr para dentro do carro. O final, como sabemos, não tem BO e só fica mesmo no textão, por mais que ele siga a tal linha de montagem fordista facilmente identificável e anteriormente testada em contextos escamoteadamente experimentais.
      Deixo a quem quiser a aplicação daquela preciosa lista desenvolvida pela “Resistência Anti-Feminismo Marxista” pela qual deve ser passado qualquer textão e está bem na cara que todos os quesitos são atendidos desta vez. Não é minha intenção neste comentário falar disso, mas sim da possibilidade de esses textões também estarem mostrando que o marxismo-humanismo-neoateísmo cada vez mais poderá tomar o tal caminho de passar de uma religião para uma seita política, com direito aí a rituais iniciáticos. Quem olhar para as respostas do texto irá notar que as pessoas estão partindo do pressuposto de que aquilo de fato aconteceu. Alguns podem achar que foi isso mesmo, mas outros podem estar indo mesmo pela mecânica da histeria, que envolve acreditar no que se é dito em vez de aquilo que a realidade mostra. Também poderíamos aí acrescentar alguma dose de sentimentalismo. Uma analogia possível para tal tipo de mecanismo seria aquele em que vemos pessoas pedindo desculpas para alguém que foi morto por um terceiro dizendo-se também culpado daquela morte, mesmo que não tenha como ter culpa disso. Observe-se também aí alguma analogia com aqueles mecanismos típicos de seita, como o tal tipo de relato de difícil comprovação, mas que na prática é o que basta para os outros integrantes tomarem como verdade, mesmo que na prática possa gerar problemas na vida real (imagine a polícia sendo movida para identificar isso, que muito provavelmente não aconteceu, e deixando escapar reais delitos que ocorram no momento da investigação).

      Observe-se que logo após o referido textão a mesma fez textinho em tom revanchista:

      http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1050390738357773

      Depois disso, vemos também um reflexo de ela se sentir acolhida com um “somos todas fulana” que decorre disso, que a meu ver pode ser interpretado como a aceitação em um grau superior da seita:

      http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1050428515020662

      Após aquilo que suspeito ser “iniciação”, eis que agora ela, acolhida, passa a dizer que samba na cara do espantalho chamado “machismo” e dos machos igualmente espantalhados:

      http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1050870994976414

      Que se observe também a referida passando a dar o testemunho, que a meu ver é aquela coisa com nuances especificamente direcionadas para o entendimento dos membros da seita, que se põe como perseguida contra o mundo e usando essa perseguição espantalhada como meio de coesão de seus membros:

      http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1051137291616451

      Ela muda a foto de capa, que muito convenientemente remete-se àquele primeiro textão:

      http://www.facebook.com/photo.php?fbid=1051168078280039&set=a.298301250233396.71213.100001605710953&type=3

      Mais adiante ela meio que passa um motivo de por que não fez BO para um caso tão grave quanto o por ela relatado:

      http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1052072784856235

      Quem olhar as outras postagens irá notar que elas acabam seguindo aquele roteirinho básico do afrofeminismo enquanto ramo MHN que junta duas resultantes, não adicionando muito àquilo que quero aqui explicar. Claro que iremos estranhar uma mulher que se diz vítima de tentativa de estupro parecer tão relaxada nos dias decorrentes de algo que na prática iria lhe gerar um trauma dos mais prolongados, bem como dificuldades de identificar as coisas com tantos detalhes, uma vez que o cérebro submetido a traumas pesados e súbitos tende a bloquear aquele momento, inclusive dificultando a identificação de algozes.
      O que fica para discussão é justamente a tal mecânica que agora me parece muito clara: a de textões que denunciam coisas pesadas, mas que se olhados com atenção ficam muito inverossímeis, na realidade estarem sendo uma forma de membros funcionais do MHN estarem querendo se sacramentar como membros efetivos, dignos da lealdade do resto do grupo e com a possibilidade de serem funcionais por haverem abdicado de tudo. O problema, como sabemos, é que textões estão afetando a vida real. Pode ser um aspecto das tais fanfics a que não estamos nos atentando, mas que deveríamos se considerarmos a tal possibilidade de os tais textões indicarem chances de haver a criação de transmutação de um simples textão para recrudescimentos de tipo uma seita que se revolta contra a estrutura do real e passa a perseguir quem disser que o leite é branco, o café é preto e a aceleração da gravidade terrestre é de 9,8 m/s².

  3. Uma pessoa articulada tentando argumentar um uma turba de ignorantes e despreparados (É a pura realidade) não dá jogo. Estas pessoas são totalmente desarticuladas e manipuláveis. Retrado do mundo onde estamos alojados sem chance de sair. Realmente precisa de muita paciência para tentar manter um diálogo.

Deixe uma resposta