O que vai restar de Emma Watson depois de um ano “estudando feminismo”?

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Olhem para essa imagem com atenção, pois essa bela mulher vai tirar um ano sabático do cinema para… estudar feminismo. Leia mais, conforme o G1:

A atriz britânica Emma Watson irá tirar um ano sabático do cinema para se concentrar no movimento feminista, segundo declara nesta sexta-feira  (19) em uma entrevista à publicação nova-iorquina “Paper Magazine”.

“Ficarei um ano sem atuar para me concentrar em duas coisas: meu desenvolvimento pessoal é uma delas”, disse Watson, que narra como se dedica a seu próprio cultivo intelectual, lendo um livro por semana com especial interesse nos estudos de gênero.

Watson, embaixadora da Boa Vontade de ONU Mulheres, envolveu-se recentemente em campanhas como “HeForShe”, que procura somar o compromisso dos homens para acabar com a desigualdade de gênero antes de 2030.

“Pensei em ficar um ano fora do cinema para focar em estudos de gênero”, explica a atriz.

“Quero escutar o máximo de mulheres que puder. É algo que estive fazendo por conta própria, através da ONU, na campanha ‘HeForShe’ e em meu trabalho em geral”, repassa Watson.

A entrevista é narrada como uma conversa informal entre Watson e a prolífica escritora americana e ativista feminista Bell Hooks, e ambas trocaram experiências.

Watson também rememora seus primeiros passos como atriz, aos 9 anos, com o papel da estudante de magia Hermione na série “Harry Potter”, baseada nos romances de J.K. Rowling.

Segundo confessa a intérprete, que agora tem 25 anos, nessa época queria aparentar ser uma adolescente “muito mais cool” que seu personagem.

O que vai resultar disso? Quem sabe não a vejamos tirando fotos menstruada, sem usar absorvente e utilizando calça branca. Muito provavelmente veremos axilas não depiladas. Talvez um bigodinho. Quem sabe uns 30 quilos a mais? Depois de estrelar filmes teens e romances, talvez a vejamos estrelando filmes de terror. Mas não como protagonista.

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11 COMMENTS

  1. Pode realmente estudar, aprender, entender, ver o q está por trás e pular fora, ir além, ser voluntária no Estado Islâmico e cair fora ou ser uma escrava sexual, mas, como tem boa estrutura financeira, pode ser explorada, usada e abusada , ficar iludida e ser uma fantoche garota propaganda.

  2. Existe uma esperança.
    Se realmente estudar, vai largar o feminismo.
    Se apenas engolir tudo, vai virar feminazi.
    Pelos discursos atuais da moça, as probabilidades estão para 5%-95%…

    Vai virar uma Ellen Page do feminismo.

  3. Tem uma entrevista com a Hannah Arendt ,disponível no youtube, onde bem no início o entrevistador faz uma pergunta a ela referindo-se ao tema da “emancipação feminina”. É uma entrevista famosa e creio que muitos que leêm o Luciano–e o próprio Luciano–já devem ter visto. Bem, mas a resposta dela foi daquelas que desarmam toda a retórica feminista de uma cajadada só. Diz a Hannah: ” nunca preocupei-me muito com isso, pelo simples fato de que sempre fiz tudo aquilo que quis fazer”. Bingo! Jogue o óbvio na fuça de legiões de acéfalos e eles vão responder com mil e uma tergiversações ocas e mecanizadas. As reivindicações constantes na pauta de toda essa ralé do politicamente correto já estão todas contempladas nas constituições dos países democráticos!

    Se você ainda não conhece a entrevista, vale a pena assistir a toda ela aqui:

  4. Desculpem a grosseria, mas vai estudar porcaria nenhuma! Vai é se deixar ser doutrinada com mais lixo ideológico, tal qual o professado por essa afro-marxista chamada bell hooks (ela assina sem maiúsculas mesmo). Se ela REALMENTE se propusesse a estudar, aprenderia que o feminismo não tem nada de “grassroots” em sua origem (NUNCA foi um movimento oriundo das mulheres de classe trabalhadora), conheceria episódios vergonhosos como o movimento das Plumas Brancas de Emmeline Pankhurst, que humilhava e pressionava garotos de apenas 14 anos a ir morrer na Grande Guerra por elas, e saberia que, à exceção de encorajar a luta de classes e ajudar a alimentar a voracidade do Estado – incentivando a indústria do divórcio e obrigando pais e mães a entregarem seus filhos pequenos na mão da “educação” estatal e trabalharem fora para cobrir o aumento dos impostos – sua contribuição para o bem estar da mulher menos privilegiada foi muito pouca. O capitalismo de livre mercado, esse sim, trouxe contribuições para a tecnologia e confortos que facilitaram a vida de todos, em especial das mulheres. O rule of law, a razão e o livre mercado são a força motriz que levanta qualquer nação onde há retrocesso e opressão, não esse blá-blá-blá dos marxistas. Essa garota está completamente idiotizada. Sinceramente, acho improvável que uma madame dessas algum dia aprenda algo que preste ou mesmo que faça alguma coisa relevante no cinema ou teatro novamente. Vai virar mais uma adição ao exército de idiotas úteis que servem de nada mais que garotos-propaganda para a doutrinação de jovens incautos.

  5. Pago um pau nessa mina que ‘cê não tá ligado… mas ficar sabendo duma bosta dessas é igual quando vi uma ex namorada (de muitos anos atrás) numa foto com o Jean Wyllys: um misto de asco com alívio por não ter mais contato.

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