Feminista cria movimento de preconceito explícito aos homens

6
301

feminismo_e_preconceito

Se havia necessidade por mais alguma evidência de que o feminismo é intrinsecamente preconceituoso e divisionista, agora elas não faltam mais. A frase acima, publicada na Época como se fosse normalíssima, mostra como o feminismo hoje abusa de discursos que seriam inaceitáveis em qualquer sociedade civilizada.

Ao fingir defender as mulheres, Babi Souza pratica a misandria, lançando o medo de estupradores – uma pequena minoria criminosa em sociedade, rejeitada em todos sentidos – sobre todos os homens.

O internauta Matheus Cruz expos toda a canalhice de Babi, aplicando exatamente a frase dita por ela ao contexto racial. Se qualquer pessoa decente rejeita a versão hipotética descrita por Matheus, não pode moralmente apoiar a frase de Babi. Simples assim.

Ademais, Babi mente, pois o documentário She Stole My Voice, mostra a realidade dos diversos estupros praticados por mulheres contra outras mulheres. Recentemente, uma jornalista foi estuprada pela sogra e seus filhos. Mas essa realidade é omitida pela feminista, o que até prejudica a proteção feminina, que deveria ser contra molestadores em geral, e não uma emulação da guerra de classes demonizando todos os homens.

Algo dá a entender que agora as feministas vão jogar todas as fichas em barbarismo e discurso preconceituoso, visando cravar no senso comum que elas podem fazer o que bem entenderem e pisar sobre todas as normas éticas das sociedades civilizadas. Desmascará-las enquanto fazem isso é fundamental.

Anúncios

6 COMMENTS

  1. E tal qual o ocorrido com Jair Bolsonaro e o episódio do purpurinaço, só podia ser em Porto Alegre, RS!

    Porto Alegre é a “Seattle” do Brasil. Uma cidade relativamente afluente, cheia de hipsters desocupados, descoladinhos endinheirados metidos a socialistas de boutique e guerreirinhos da justiça social – reduto político de patricinhas como Manuela d’Ávila e Luciano Genro, as quais gozam de imensa popularidade lá, e sede da Arquidiocese do Rio Grande do Sul da Igreja Apostólica Comunista, também conhecida como UFRGS. Por mim, poderiam separar esse município e adjacências do resto do país e deixar que fundem sua republiqueta socialista. Seria interessantíssimo ver o quanto durariam até implorarem para voltar.

    • Estive em Porto Alegre há uns anos atrás e me assustei com o tanto de referências socialistas pelos muros, prédios, e até em ônibus vi rabiscadas referências ao Che e Chávez. Estou aliviado pelos gaúchos que a louca da Manuela D’Ávila já declarou que não se candidatará à prefeitura de lá. Espero que a candidatura de Luciana Genro acabe sendo uma piada de votos, pois ela no poder de uma cidade grande como aquela será um perigo.

      E São Paulo, apesar de ser (segundo Marta Suplicy, risos) conhecida como “cidade anti-PT”, tem tudo isso aí também:

      – MUITO hipster desocupado, é andar pela Paulista numa quarta-feira de tarde que encontrará vários hipster desocupados tomando café na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.

      – descoladinhos endinheirados metidos a socialistas está CHEIO, onde eu trabalho tem VÁRIOS, vários estagiários riquinhos esquerda caviar, que moram em Pinheiros com casa com piscina que nunca chegaram nem a meio metro de um mendigo, mas se dizem socialistas, engajados, preocupados, esquerda (esse é o tipo que mais me irrita).

      – a Igreja Comunista daqui é a USP, bastante próxima de onde moro, e é uma merda pois aqui no Butantã, qualquer barzinho que você vá de final de semana, estão lá os socialistas, os uspianos, e o bizarro deles é que eles insistem em conversar sobre política falando ALTO – não conseguem falar baixo. É tudo alto, tudo gritado. Já tive a pachorra de namorar, há 4 anos atrás, uma uspiana, e frequentar os redutos com os amigos uspianos dela, lá conheci de perto a esquerdopatia e por isso me simpatizei com o direitismo. Qualquer dia conto essa história no blog.

      – e aqui de tempo em tempo elegem um Haddad, uma Marta Suplicy ou uma Erundina. Espero que esse ano Haddad saia, pois São Paulo na mão desse esquerda-rico tá na merda.

  2. Recentemente escrevi para O Boticário reclamando contra as propagandas deles, que tem uma mensagem subliminar de ódio contra os homens. Eu disse em meu texto que homens e mulheres não são inimigos naturais, como eles pretendem fazer parecer. E disse também que eu não sabia qual o público que eles estavam tentando atingir com essas propagandas mas que eu sabia, com certeza, que em geral, as mulheres que gostam de se maquiar são mulheres que gostam de homens. Eles não admitiram o cunho sexista e antagônico, mas está lá, para quem quiser ver.

    • Já eu, que era uma cliente contumaz da Boticário deixei de comprar seus produtos desde a polêmica da dupla gay. A última propaganda sobre divórcio foi a gota d’água para mim. Me recuso a sequer entrar em suas lojas.

  3. Isso acaba indo de encontro àquela tese de que comecei a falar anteontem (alínea 5) e continuada ontem, tese essa que me pareceu no começo estranha, mas que ao analisar mais atentamente faz algum sentido: o feminismo, assim como o africanismo, estão tomando um caminho em que deixa de ser um ramo religioso político marxista-humanista-neoateísta para se tornarem seitas igualmente MHNs. E seitas, como bem sabemos, diferem de religiões por serem mais fechadas e fazerem questão de isolar seus membros do resto do mundo (achei este passo a passo de identificação de uma seita extremamente interessante e aplicável também a certos movimentos do marxismo-humanismo-neoateísmo, principalmente a esses que se sectarizam).
    Nestes dias aconteceu uma coisa que me fez pensar ainda mais que o textão de internet pode estar sendo um rito iniciático em que o prosélito na realidade está falando para os que já estão efetivamente na seita de que é capaz de abdicar de tudo, inclusive da própria reputação e da capacidade de se aferrar caninamente à verdade dos fatos. O exemplo que peguei para suspeitar disso acabou se tornando matéria no portal BHAZ, que comprou a versão de que o textão seria verídico. O que aconteceu após a repercussão?

    http://www.facebook.com/pabsandrade/posts/1053390678057779

    Entendam que o único intuito de escrever o relato foi relatar mais uma agressão e deixar sobreaviso pras mulheres que isso acontece e que sofremos isso todos os dias.
    Tomou uma proporção de alcance inimaginável, onde recebi muito carinho das pessoas, e agradeço. Algumas mídias tiveram interesse em relatar meu caso, mas já estava expansivo demais e única coisa que quero é esquecer o acontecido e todas as pessoas entenderam e respeitaram meu pedido.
    Mas infelizmente a BHZ não entende o quão invasivo é fazer uma matéria com seu caso, mesmo que não coloque seu nome, sem nem ao menos avisar que vai fazer a matéria e se deparar com a sua vida exposta em um site de “jornalismo” barato.
    Então vou apagar esse relato pra que não haja mais surpresas DESAGRADÁVEIS.

    Por que ela iria querer apagar o tal relato? A meu ver fica parecendo aquele tipo de texto que tinha uma determinada função ainda que acessível a qualquer um, mas que acabou extrapolando seu objetivo inicial, que nesta hipótese seria o de fazer a tal declaração pública mas que na prática é direcionada aos de dentro como uma forma de falar que se está disposto a abdicar daquilo que é caro ao ser humano para se tornar mais um do grupo. Quem for pesquisar o tal perfil que peguei de exemplo vai notar que há uma série de declarações um tanto agressivas e que se encaixam dentro daquele conjunto de chavões típicos feministas, mas que estão sendo utilizados em um contexto mais de seita do que qualquer coisa. Daria inclusive para pensar em alguns pontos da lista de Randall Waters encaixando como que uma luva (aliás, o próprio Randall fala de seita também em contexto político). O tal relato original foi apagado, é verdade, mas encontra-se disponível no cache do Google para quem quiser saber como começou a história toda. Por que alguém ocultaria um relato desses e por que não faria BO se considerarmos o conteúdo nele relatado? A meu ver a tal hipótese de rito de iniciação em que se quer mostrar publicamente que se está desligando do mundo normal para se circunscrever ao ambiente da seita se encaixa muito bem e o textão de internet acessível a quem quiser ler acaba sendo uma forma bem adequada de sinalizar isso.
    E podemos aí considerar uma sectarização do feminismo (aqui no tal sentido de ser algo que te isola do mundo e pratica controle estrito sobre seus atos) como algo mundial e capaz de estar pegando incautos que não conhecem os mecanismos de uma seita, como é o que estou suspeitando que esteja na cabeça de Emma Watson no presente momento, podendo ser ela para o feminismo algo como o Tom Cruise enquanto cientologista, em que a fama e a simpatia do público em geral são usadas como forma de se ter um porta-voz capaz de angariar mais prosélitos. Lembremos que seitas criam uma suposta perseguição a seus integrantes como forma de manter a coesão interna e a lealdade ao grupo. Nesse caso, afirmações como “o patriarcado oprime as mulheres”, “não ensinem as mulheres a se vestir, ensinem os homens a não estuprar”, “o machismo existe mesmo que de forma sutil”, “todo homem é estuprador em potencial” e outras acabam sendo ótimas para criar o tal clima que mantém o rebanho junto. Ainda nessa hipótese de seita também pode se encaixar a tal constatação de termos visto no desenrolar do Quitandinhagate meninas menores de 18 anos com indumentária light de Marcha das Vadias (em que se está com o sutiã, mas se está com o corpo pintado com frases de guerra e as mãos ocupadas com cartazes cheios dos chavões pra lá de conhecidos, sendo a única diferença básica das maiores de idade em protesto de mesmo tipo o fato de o sutiã lá estar), significando aí que podem estar procurando prosélitas na faixa mais influenciável da humanidade, aqui indo para além da simples militância inimputável por nossa lei.

    Confesso estar bem preocupado e agora pensando na possibilidade de algumas dessas seitas MHNs se tornarem algo como foi a Shindo Renmei para a comunidade nipo-brasileira no pós-Guerra, especialmente para aqueles que falavam a óbvia verdade de que o Japão foi derrotado na Segunda Guerra.

  4. Se um dia estourasse no mundo uma guerra Feministas x Homens o mais hilário da situação seria que no próprio quartel dos homens provavelmente veríamos alistadas mais mulheres do que a totalidade de feministas combatentes lá do outro lado!! kkkkkkkk. E não sei se no campo de batalha as “finalizações” mais impiedosas por parte do exército masculino seriam a dos homens!hahaha. O problema todo resume-se ao mote fundamental da política moderna: as minorias numéricas, quando organizadas e articuladas aos meios convenientes, conseguem fazer um barulho danado; e desde o momento em que os representantes legais escolhidos via eleições são na verdade representantes dessas correntes de pensamento, então a nação em questão tem um abacaxi monumental nas mãos.

Deixe uma resposta