Nova onda do feminismo: lavar as partes íntimas apenas uma vez por semana

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cheiro

Luana Basto acertou em cheio neste vídeo. Claramente essas ondas de comportamento bizarro propostas pelas feministas tem algo de artificial e não atendem a nenhuma das demandas reais das mulheres. Já vimos de tudo: axilas não depiladas, não usar absorventes quando estão menstruadas, bigodinho, culto à gordice e, enfim, uma série de coisas que faz a maioria das mulheres sãs darem risada. Por exemplo, não há motivos para questionar alguém por ser gordo, mas daí a transformar a valorização da obesidade em uma demanda? Principalmente em uma época onde cada vez mais sabemos que excesso de peso é perigoso? Evidentemente, as feministas representam qualquer outra coisa, menos as mulheres.

Luana nos explica a razão e acertou em cheio: é claro que essa nova demanda, junto com as anteriores, tem o objetivo de gerar a manifestação de comportamentos que a sociedade evidentemente acha estranho. Daí, quando alguém as criticar – por exemplo, dizendo “ei, que fedor é esse?” – surge um motivo para mais chilique e histeria.

Veja:

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19 COMMENTS

  1. Espero que elas vão fundo neste intento, mas tem que melhorar o programa, primeiro faça suas necessidades fisiologicas onde ter na tellha, e tenha sempre um saquinho de areia a disposição para esfregar nas partes intimas, e outro saquinho para esfregar a mão ate sair a areia grudada, como se usa fazer no deserto nos paises arabes, leve o saquinho para casa e curta o seu feminismo com o seu proprio cheiro.

  2. Por mim, elas não lavariam nunca. Se procedessem assim, ficaria bem mais fácil identificar uma desqualificada moral e intelectual apenas através do olfato, poupando-nos um precioso tempo gasto com aproximações físicas inúteis visando uma maior interação verbal e, posteriormente, carnal. Claramente isso é um daqueles lapsos psicológicos que, involuntariamente, denunciam algo. Nesse caso temos uma interessante confissão de ascetismo sexual das mesmas moças que alardeiam a “revolução do corpo”; afinal, quem duvidaria da relação entre cheiro de bacalhau podre e evitação sexual por parte do sexo oposto?

    • “Se procedessem assim, ficaria bem mais fácil identificar uma desqualificada moral e intelectual apenas através do olfato, poupando-nos um precioso tempo gasto com aproximações físicas inúteis visando uma maior interação verbal e, posteriormente, carnal.”.

      Boa ideia.

  3. Acho que o Rodrigo Constantino comentou a relação entre higiene e civilidade no livro “Esquerda Caviar”. O que obviamente faltam aos porcos comunistas.

  4. Na corte francesa, antes da Revoluçõ, havia um nobre que não me lembro o nome pedia a sua amante que não lavasse a xereca por uma semana antes do seu regresso porque ele adorava o cheiro. Vai ver que esse nobre reencarnou.

  5. Pessoal, e qual é a orientação sobre a calcinha para cumprir essas leis feministas: _A calcinha também deve ser trocada uma vez por semana? Ou troca todos os dias por cima de tudo? Ou as feministas também já dispensaram essa peça íntima importante para a higiene? E o matagal? Se o mato não for aparado, aí o perfume chega a ficar transcendente. A mulherada de antigamente já fazia mais ou menos isso devido à falta de água e inexistência das peças íntimas naquela época. O mesmo acontecia e ainda acontece em alguns países mais primitivos da América do Sul. Mas elas usam saias longas bem fechadas, para não denunciar tanto o bacalhau que escondem. Mas as meninas de hoje usam mini-saia. Então, imagino que o quarteirão inteiro vai ser atingido por essa bomba química.

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