O que ainda não aprendemos sobre Nazismo, Fascismo e Comunismo?

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billwhittle

O conservador Bill Whittle mais uma vez nos presenteia com um vídeo assertivo falando sobre as similaridades entre nazismo, fascismo e comunismo. Claro que isso deve causar chiliques e ataques histéricos naquele típico “professor” doutrinador de marxismo, mas os fatos são mais claros que a neve: a única coisa que nos faz distinguir o nazismo do comunismo (e do fascismo) é o conteúdo desonesto ensinados em salas de aula aparelhadas. Caso contrário, olharíamos para a história recente e saberíamos que esses três sistemas são trigêmeos.

Créditos para os Tradutores de Direita.

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10 COMMENTS

  1. coletivismo é sempre ruim, oprime o individuo, porem a quarta teoria politica nao vejo como coletivista igual o proprio criador diz, nos tempois da aristocracia o povo nao tinha direito e decidir nada, e isso é o certo pois aristocratas de sangue e espirito devem governar ja que o povo nao sabe decidir nada. e nunca houve real democracia no brasil porque o voto é obrigatorio. a partir desse ano eu nao votarei mais, irie justificar sempre, voces deveriam fazer o mesmo.

      • logico que faz. quando o voto é obrigatorio meus direitos civis de nao votar sao destruídos, eu sou forçado pelo Estado a sair de casa num domingo e ir ate la votar. isso nao é democracia, é comunismo mesmo. so o esgotil pra ter voto forçado, uma vez que em grande parte do mundo isso nao existe. forçando o povo a votar qualquer favelado miseravel vota, e por isso o pt esta no poder. tenta pensar fora da caixa, a soluçao nao é votar em bolsonaro e sim se abster do voto, para que o voto deixei de ser uma obrigação. voces querem soluções imediatas pra tudo mas tudo leva tempo pra mudar.

  2. Posto do Tradutores de Direita no FB.
    “Primeiro, eles construíram a máquina; e, então, a máquina construiu eles.” – Bill Whittle
    Ontem (28/02/2016), o programa “Fantástico” exibiu uma matéria a respeito do ressurgimento do Neonazismo no Brasil, com ares de preocupação e de urgência de ação contra o perigo iminente. Assim, gostaríamos de lembrar à equipe do Fantástico e da Rede Globo de que, se você vê perigo no neonazismo, mas não emite uma palavra sobre os massacres e repressões promovidas por governos socialistas/comunistas, vocês não passam de hipócritas e não possuem autoridade moral para se apresentar como formadores de opinião. Afinal, que autoridade moral é essa que sequer consegue conter a invasão de socialistas e ativistas de extrema-esquerda em sua própria emissora?
    Entretanto, vamos assumir, Rede Globo, que as suas intenções são verdadeiras. Desta forma, o que podemos aprender com a história dos maiores assassinos da história (Mao, Stalin e Hitler)? Quais atitudes permitiram que estes genocidas obtivessem poder absoluto? Pode-se resumí-las em cinco itens:
    i) um inimigo doméstico para ser caluniado;
    ii) um Estado todo-poderoso;
    iii) uma mídia que age como cúmplice;
    iv) desarmamento civil;
    v) tempo.
    Já cumprimos os quatro primeiros itens e estamos a caminho do quinto, com a colaboração digna de nota dos senhores da Rede Globo.
    Nenhum destes três assassinos iniciaram a sua jornada prometendo genocídio e miséria; eles sempre começam prometendo empregos públicos, saúde gratuita e tantos “direitos” quanto possível – “o governo irá tomar conta de você”. O resultado é sempre o mesmo: estes “direitos” são continuamente negados à população, mas o aumento de poder estatal é sempre consolidado.
    Será que 100 milhões de mortes não serão suficientes para aprendermos que isto não passa de uma desculpinha barata para pavimentar o caminho até o poder absoluto?
    A elite esquerdista que domina o governo nacional está construindo a mesma máquina assassina dos regimes mais nefastos da história. Quando esta máquina decidir construir o seu operador, será tarde demais.

    https://www.facebook.com/traducoesdedireita/

  3. Ótima aula! Em comparação, sábado tive que aturar um professor de Filosofia defendendo o marxismo, inclusive, defendeu que assassinatos são sim necessários para o triunfo do estado socialista. E que por isso são defensáveis.

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