Veja o povo honesto cantando “Moro vai te pegar” para constranger manifestantes petralhas

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O leitor Sergio Nauffal sugeriu: “Este vídeo “O Moro vai te pegar” merece uma análise sua! Uma aula de guerra política das ruas.”

Concordo plenamente com Nauffal. Mas farei apenas uma breve análise.

O vídeo mostra vários elementos de uma boa tática política. Primeiro, por incluir o componente de ridicularização. Segundo, por ser confiante e agir de cabeça ereta, encarando se inimigo de frente, sem luvas de pelicas. Terceiro, por usar expressões contundentes mas de baixo potencial de violência (pois se isso ocorresse, a escória capitalizaria). Quarto, por lançar o shaming sobre o adversário.

Dá gosto de ver:

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9 COMMENTS

  1. Achei interessante este vídeo para sua análise e apreciação. Fora o fato de ser divertido!!
    Confio muito no seu conhecimento e inteligência e o acompanho a muitos anos.
    Quando vi o vídeo, lembrei de seus ensinamentos sobre as atitudes a serem observadas na guerra política e os signos transmitidos, embutidos no comportamento dos fraudadores da Esquerda.

    Graças ao que aprendi com você, eu gostaria de dizer meu ponto de vista também, sobre o que eu percebi de imediato: um povo simples, da direita (sic), quebrando todos os esteriótipos esquerdistas!!

    Como você sempre diz, os frames gramscianos e marxistas são usados pelos petistas para criar castas de personagens, para dizer que o povo comum é que “pertence” ao petismo, ao esquerdismo, e só são contra “eles” os “outros”, a elite-branca-de-olhos-azuis (como se esta não tivesse o direito de existir na sociedade), composta de burgueses, ricos empedernidos, elitistas com curso superior e empresários opressores dos pobres proletários.

    Este vídeo destrói todos estes arquétipos: formando uma espécie de corredor polonês da opressão, um rapaz de roupa vermelha, moreno e jovem é um dos protagonistas, junto com ambulantes, vendedores de barraquinhas e transeuntes pacíficos, mas determinados.
    Formam a trupe de “opressores” senhores e uma senhora de falas, expressões e jeitos humildes e comuns, mas com uma sagacidade e uma verve irônica carioca, ações de shamming simples, mas eficazes, destruindo os slogans petistas ao longo do vídeo.
    Diferente, a cena parece uma atuação ensaiada, mas é vida real. Um jovem com jeito de estudante é incisivo no “o sítio está sem dono”, o que faz um senhor militante partir para o confronto, pagando um mico. Vira motivo de mais risos, enquanto o jovem evita a violência, mostrando auto-controle. O fulano me parece ser um representante de milícias de “sem terra” e pra mim acaba virando um personagem, o qual mostra todo seu comportamento espelho do fascismo e ditatorial, partindo para o – tá falando comigo? – agressivo e boçal.

    Enfim, o curioso deste vídeo é que ele parece ser um roteiro de curta-metragem, onde vão desfilando personagens típicos do espectro esquerdista, estudantes de humanas, miçangueiros, militantes pagos, universitários profissionais, milicianos sem-terra, sindicalistas…
    E para quebrar todos os paradigmas, os “representantes” da direita na cena, são pessoas simples e até simplórias, escarnecendo este comportamento artificial do militante profissional esquerdista doutrinado.

    E como disse alguém nos comentários do vídeo: Povo abençoado, abençoado pelo Saci, mas abençoado.
    Valeu Luciano Ayan!!

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