Por que a situação de Dilma é igual a de Nixon e não há nada que a escória petista possa fazer para negar isso?

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Deve ser humilhante para a escória bolivariana olhar para o rosto de seus familiares e dizer: “meu trabalho é mentir para proteger tiranos”. Mas pagando bem, que mal tem? Este deve ser o raciocínio.

Agora o El País – outro órgão de imprensa adorador de verbas estatais – usa o seguinte fricote:

Moro, portanto, pode continuar indo atrás de Lula. É o seu papel. Quando se viu obrigado a explicar por que filtrou uma conversa privada entre a presidenta e Lula, disse que a “chefe da República não tem privilégio absoluto no sigilo das suas comunicações”, como demonstra “o precedente da Suprema Corte norte-americana em EUA v. Nixon, em 1974, um exemplo a ser seguido”. Esquece que, no caso de Watergate, quem gravou seus adversários não foi um juiz, mas o próprio presidente, que foi obrigado a renunciar. Não é um mal exemplo para um magistrado, especialmente se ele tiver ambições políticas.

Boa tentativa, mas, como sempre, ela fracassa pela observação dos fatos.

Os grampos determinados por Moro foram legais e não há nada que os petistas possam fazer para negar isso a não ser lançar mão do teatro mais vergonhoso. Já os grampos feitos por Nixon foram ilegais. Ademais, o que torna Nixon e Dilma farinha do mesmo saco? Tanto um quanto outro fez uso de seu cargo no poder para obstruir justiça ou atacar inimigos. Só a nomeação de Lula como ministro já seria o suficiente para Dilma sofrer impeachment, tal como aconteceu com Nixon. E olhe que ainda temos as pedaladas e muito, muito mais.

Quanto ao uso do estado de forma anti republicana, Dilma e Nixon são pinga da mesma pipa. Chorem o quanto quiserem, petralhas.

Fonte: El País chama Sergio Moro de justiceiro e rechaça comparação com Nixon – O Cafezinho

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