“É um milagre”, diz Mario Vargas Llosa, sobre livro de Leopoldo Lopez

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O que mais o PT ambiciona é nos levar ao horror venezuelano, onde em pleno ano 2016 pessoas são mantidas em cárcere apenas por discordar de ditadores imundos. Para compreendermos um pouco o que é viver no coração das trevas morais – não quanto ao povo, claro, mas quanto aos líderes políticos socialistas – vamos ler sobre o lançamento de um livro do prisioneiro político venezuelano Leopoldo Lopez:

“É um milagre”. Com essas palavras, Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel de literatura e pensador liberal, definiu o livro escrito pelo venezuelano Leopoldo López durante seus últimos dois anos de cárcere. Preso pero libre (Preso porém livre) é o relato pessoal dos maus tratos e abusos sofridos pelo líder da oposição ao governo de Nicolás Maduro, presidente que foi alvo de protestos estudantis, reprimidos violentamente. A participação de López nas manifestações foi utilizada como motivo para condená-lo a mais de treze anos de prisão por “incitação ao crime”.

Na última quarta-feira (16), um evento em Madri marcou o lançamento de Preso pero libre. No entanto, a cerimônia foi além desse propósito, reunindo na capital espanhola políticos e personalidades, que se manifestaram por mobilização internacional em prol da lei de anistia na Venezuela. Em toda América Latina e Espanha, o livro já está disponível. Na Venezuela, sem contrariar as expectativas, a publicação foi censurada.

Na prisão, câmeras e microfones vigiam 24 horas por dia cada movimento de López, mesmo estando sozinho e trancado num calabouço, blindado atrás de várias grades e cadeados. As torturas físicas não são incomuns. Seus pertences são constantemente confiscados em abordagens truculentas, quando guardas levam qualquer livro, papel, lápis ou vestimenta pessoal que estiver na cela.

“Os cadernos dos primeiros meses foram roubados pelos militares em julho de 2014. Ele recebeu um tratamento muito cruel. Depois disso, se deu conta de que deveria começar a retirar seus cadernos da prisão, com a ajuda de seu advogado” disse em entrevista a irmã de Leopoldo, Diana. Os relatos só vão até julho de 2015, quando textos, documentos e correspondências passaram a ser retidos na prisão de Ramo Verde, onde López cumpre pena.Mesmo com parte de seu conteúdo perdida, o livro é um documento de grande valor para a luta pela anistia dos presos políticos da Venezuela. Segundo Diana, “todas as ações têm a finalidade de denunciar a situação grave de direitos humanos deste país e restabelecer a ordem democrática.

É importante destacar que estamos pedindo a libertação de todos, dele e dos outros 74 presos.”Consideramos imprescindível o respeito aos direitos humanos, à democracia e à livre expressão. ‪

#‎LiberdadenaPolítica

‬Entrevista completa de Diana ao Jornal O Globo

Artigo de Mario Vargas Llosa sobre o livro Preso pero Libre para o El País 

Enfim, qualquer pessoa que não repudie a monstruosidade do governo de Nicolas Maduro é uma pessoa moralmente perigosa, da qual devemos manter distância segura. São inimigos da sociedade civilizada. Não é possível que um ser humano civilizado e decente assista impassível ao que acontece na Venezuela.

Fonte: “É um milagre”. Com essas palavras, Mario Vargas… – PSL – Partido Social Liberal

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1 COMMENT

  1. O senador Requião, do paraná e aquinhoado pela Dilma com sinecura para seu irmão atestou a sanidade da democracia Venezuelana. Já Lula achou que lá havia excesso de democracia.

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