Tudo certo quanto à legalidade da Lava Jato, diz Carmen Lucia

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A escória petista chora e se desespera dizendo que “a Lava Jato é ilegal” – eles realmente não tem vergonha na cara -, mas a ministra Cármen Lúcia não concorda. Para ela, não há nenhum abuso de poder na Lava Jato:

Questionada se há politização nas investigações que revelaram o esquema de corrupção na Petrobras, Cármen Lúcia respondeu: “Não. Estão sendo observadas rigorosamente a Constituição e as leis”.

[…] Cármen Lúcia também declarou que não vê sinais de abuso do Judiciário na Lava Jato. “A atividade do Judiciário é acionada pelos interessados, pelo cidadão. O Poder Judiciário não atua isoladamente, não atua de ofício, como nós dizemos. Atua por provocação. Então, quando se fala em ativismo judicial, é que o Judiciário ultrapassaria [suas atribuições] e não há demonstração nenhuma de que isso esteja acontecendo”, afirmou.

Impeachment – A ministra minimizou as declarações da presidente Dilma Rousseff, que chamou o processo de impeachment que corre contra ela de tentativa de “golpe”. “Não acredito que a presidente tenha falado que impeachment é golpe. Impeachment é um instituto previsto constitucionalmente. O que não pode acontecer de jeito nenhum é impeachment nem ou qualquer tipo de processo político-penal ou penal sem observar as regras constitucionais”, afirmou.

Cármen Lúcia disse que entendeu as palavras da petista como um “alerta” de que a Constituição tem de ser respeitada. “Acredito que ela [Dilma] esteja exercendo, primeiro, a liberdade de expressão. Segundo, apenas um alerta no sentido de que é preciso que se observem as leis da República e isso com certeza, em um estado democrático, está sendo observado”, afirmou.

Não devemos confiar nos ministros do STF, claro – a pressão tem que ser contínua – mas a quebra de frames petralhas é importante. Nisto, Cármen mandou bem.

Ela só derrapou ao final, pois Dilma é decididamente uma inimiga da constituição ao ter declarado que “impeachment é golpe”. De resto, só vi acertos.

Fonte: Cármen Lúcia: Lava Jato respeita rigorosamente as leis | Brasil | Notícias | VEJA.com

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6 COMMENTS

  1. Luciano , creio o que devemos conversar não sobre assuntos menores mas sim sobre o que deveremos fazer caso o impeachment saia.

    Esta é minha previsão do Brasil dentro de no máximo 45 dias.

    Em janeiro cheguei a esta conclusão mas me recusei a aceitá-la.
    Mas depois dos fatos desta semana, com esta tentativa suja e mal caráter de melar a lavajato, o golpe do teori e o vazamento da lista de políticos, mais o que li sobre a UFSM, uma frase de ódio pichada na parede há mais de dez anos “burguesia, ninguém terá compaixão de seus órfãos” me tiraram qualquer esperança de uma resolução pacífica e democrática da situação atual. Melhor dizendo, me enganava achando que tudo se resolveria dentro do estado democrático de direito, respeitando as leis mas não é o que acontecerá.
    A estrema esquerda, os comunistas tem ódio pela democracia e desprezo por qualquer opinião divergente. Nas palavras do presidente do PCB a solução do país é prender, amarrar as mãos nas costas e dar um tiro na cabeça dos conservadores, só assim eles aprenderão. E quem são os conservadores? Qualquer um que ele disser que o é.

    Agora que já aceitei a realidade te direi o que penso que ocorrerá neste país nos próximos 30 no máximo 45 dias.
    Primeiro, a mentira do golpe será repetida cada vez mais alto, o discurso do ódio se exarcebará e as ameaças de revide, agressão e de luta armada se tornarão mais comuns.
    Acontecendo o impeachment, o PT, o governo, o Lulla e a Dilma não o aceitarão. Dirão que é golpe, que já vinham alertando isso, que setores “democráticos” reagirão a ele. O PT concluirá dizendo não reconhecer o processo de impeachment, que foi ilegal e que NÃO VÃO SAIR DO PODER. “O Poder é tudo, todo o resto é ilusão” Lênin.

    Foi o que aconteceu no Paraguai, processo de impeachment, presidente não reconheceu e disse que não sairia, forças armadas o forçaram a sair e os governos bolivarianos(comunistas ou proto comunistas) Brasil junto não reconheceram o processo de impeachment, afastaram o Paraguai do Mercosul e gritaram golpe. Sim os governos controlados pelo Foro de SP foram os únicos no mundo que não reconheceram o governo paraguaio.

    A diferença é que o Brasil é grande e muito importante para ser perdido. Quem financia boa parte dos bolivarianos somos nós brasileiros com o dinheiro de nosso impostos e se eles perderem o Brasil ficarão na pindaíba. Atrás de Bolívia e Venezuela que já fizeram ameaças veladas estão Rússia e China (hoje a maior e mais agressiva não imperialista). Eles tem muitos interesses na região principalmente por causa dos minérios. A China já “comprou” muita coisa aqui e não abrirá mão deles.

    Finalmente, com a recusa dos PTistas de sair do poder ou as Forças armadas entram na jogada ou eles não sairão. E com a presença das FFAA aí que a situação ficará perigosa, pois reagirão. Com MST, MTST, estudantes(sempre massa de manobra)com jornalistas pixulecados gritando as “injustiças” sofridas pelo PT e xingando os “golpistas”.
    Creio que acontecerá lutas armadas. Espero estar errado mas é este o quadro que vejo. Quando se lida com pessoas que não te respeitam pelo fato de vc pensar diferente, que não aceitam visões diferente de mundo pois eles são o “bem” e estão certos, logo vc é o mau e esta errado. Com este tipode gente, conversa civilizada só ocorre quando eles não tem armas e nem poder, se eles o tiverem então não existe conversa.

    Recomendo a todos fazer estoque de alimentos, papel higiênico, ter dinheiro em mãos e quem tiver armas comprar o máximo de munição para se defender.
    Nos anos 60 eram só os grupos terroristas brasileiros, hoje são muitos contra o Brasil.

    Se o impeachment sair é isto o que ocorrerá, caso o impeachment não ocorra aí acontecerá a vingança e tb não sairão do poder.
    Resumindo, a busca da esquerda é o poder pelo poder mais nada. Não sairão se não houver o povo decidido nas ruas. Alguns grupos extremistas não aceitarão o povo e dirão que são nazistas, racistas e usarão o discurso vitimistas e de ódio para justificarem seus atos. Se não houver vontade de ferro por parte da população nós é que seremos as vítimas.

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