Ayaan Hirsi Ali desmascara entrevistador picareta

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Em meu livro Liberdade ou Morte, prestes a sair pela editora Simonsen, comento que os defensores do uso do barbarismo para conquista de poder vivem na dependência da censura de adversários. Igualmente também dependem de alguns truques verbais que precisam ser desmascarados, entre os quais a justificação da violência e o duplo padrão.

Outro truque que amam de paixão é a ausência deliberada de senso de proporções, uma variação radical da falácia tu quoque. Com o ardil, eles buscam validar os seus atos de violência ou daqueles a quem defendem, afirmando que seus oponentes “também fizeram”. O duro é quando em suas comparações praticam equivalências morais abomináveis como aquelas pregadas por Leandro Karnal. Veja a ativista Ayann Hirsi Ali somali-holandesa-americana desmascarar um jornalista que tentou o embuste:

 

Fonte: Khadija Kafir

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5 COMMENTS

  1. Pergunta-se: deve-se ser tolerante com os intolerantes? Deve-se conceder liberdade aos inimigos da liberdade que possa ameaçar ou eliminar a própria liberdade? deve-se, em nome da democracia, permitir a ação dos inimigos da democracia contra esta? O filósofo liberal Karl Popper denominou tais questões “paradoxos” (da tolerância, da liberdade e da democracia, respectivamente).

    Sua resposta aos “paradoxos” foi “não”.

    Com a palavra, Karl Popper:

    “Menos conhecido é o paradoxo da tolerância: tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da tolerância. Se estendermos tolerância ilimitada até mesmo para aqueles que são intolerantes, se não estivermos preparados para defender a sociedade tolerante contra a investida dos intolerantes, então os tolerantes serão destruídos, e a tolerância junto destes.”

    “Nós devemos portanto declarar, em nome da tolerância, o direito de não tolerar o intolerante”.

    Ou seja: a democracia deve ser intolerante com as forças que visam destruí-la. É uma questão de autopreservação, uma questão de sobrevivência. Simples assim.

  2. Mais um jornalista psicopata.
    Comparando a sharia que é praticada HOJE com palavras em um livro que ninguém mais pratica há SÉCULOS.

  3. Luciano.
    Lembra do caso da torcedora do Grêmio, que foi atacada, crucificada, perdeu o emprego, por causa do “caso Aranha” em Porto Alegre ?
    Pois começa a se desenhar algo semelhante, de novo por aqui.

    “Notícia do Extra
    A ex-secretaria de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul, Ariane Leitão, vai denunciar ao Conselho Regional de Medicina e ao Ministério Público a pediatra de seu filho, Francisco, de um ano de idade. Segundo Ariane, que é vereadora suplente do PT em Porto Alegre, a médica – cujo nome ela quer preservar até a denúncia no Cremerj – negou atendimento a seu filho por causa de “filiação partidária”
    – Ela era pediatra do meu filho desde que ele nasceu. Tínhamos uma consulta marcada na semana passada, a consulta mensal. De repente, pelo WhatsApp, ela disse que estava declinando de ser a pediatra dele por causa da minha filiação partidária – disse Ariane ao EXTRA.
    – Francisco está gripado e eu não tenho uma pediatra para levar. Sou servidora do Estado e uso o plano de saúde daqui.
    Ariane fez registro em cartório dos prints da conversa mas não quer divulgar o nome da médica.
    – Estou me reunindo com advogados para saber o que o código de ética da medicina, o que o juramento da profissão, diz sobre isso. Ela sempre me tratou de forma estranha, mas como é excelente profissional e cuidava bem do meu filho, não me importava. Mas não dá para aceitar isso.”

    Já começou a se vitimizar. Ora “não tenho pediatra para levar”. Porto Alegre tem pediatras à rodo. O que não falta nessa cidade é pediatra. Pode escolher entre centenas que atendem pelo convênio dela.
    Tem uma outra parte da mensagem que foi omitida pelo jornal, em que a mãe diz: ” favor me enviar o prontuário do meu filho, também estou declinando da convivência (da médica), obrigado”.

    Mas como sempre fazem, a petista não fugiu a regra e depois foi aos jornais, rádios e redes sociais, se dizendo “chocada!” (sensibilidade artificial histérica).
    Alguns pseudo-jornalistas esquerdista até a medula (mas que querem se passar por isentões), lançaram a médica às feras (redes sociais), onde está sendo pedida até a cassação do registro profissional da mesma !!
    Entre os absurdos comentários, está um que diz: “daqui a pouco a médica vai se negar a atender negros”.

    Imediatamente lembrei do seu post, sobre a torcedora do Grêmio, onde você fala da “ausência de senso de proporções” e do fato de ser negro é inerente a pessoa. Ninguém escolhe ser negro. Mas ser “petista” é comportamento, não é inerente a pessoa.

    Quanto ao código de ética médica diz o seguinte:
    “Os direitos e os deveres do Médico.

    Amplos são os limites da diceologia e da deontologia médicas, e aqui estão listados os principais direitos e deveres dos médicos:

    O médico tem o direito a:

    -Exercer sua profissão com autonomia, sem sofrer qualquer tipo de discriminação, e ter liberdade e independência para indicar e praticar os atos médicos necessários e os mais adequados e benéficos para os seus pacientes, para a comunidade ou para atender à Justiça;

    Recusar-se a trabalhar em instituições que não ofereçam segurança para os pacientes e recursos mínimos para o desempenho ético e técnico da medicina;

    -Recusar-se a atender paciente que por motivos fortes não o queira fazê-lo, ressalvadas as situações de urgência e emergência, estando ele de plantão ou sendo ele o único médico presente na ocasião ou no lugar;

    -Recusar-se à pratica de ato médico que, mesmo permitido por lei, seja contrário aos ditames de sua consciência;”

    etc…
    http://www.portalmedico.org.br/Regional/crmsc/manual/parte1c.htm

  4. Minhas preces foram ouvidas? hehe, esse é o segundo artigo que leio que você traz a tona o picareta do Leandro Karnal, grato por falar desse lazarento.

    Te mandei dois emails, se tiver um tempinho me responde lá… grato.

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