Aumenta pressão para Kassab deixar covil

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O político fisiológico só respeita aquele que o escracha. Ele não entende a linguagem dos que “possuem fé em suas ações”. Após ter sua imagem corroída por você, ele poderá pensar em te apoiar. Há uma lógica nisso: ele começa a entender que há um “custo” em não ficar do seu lado. É assim que devemos tratar gente como Kassab.

Claro que a pressão deve ser balanceada, sem ir para o estágio daquela que lançamos contra aqueles que não são fisiológicos, mas ideológicos. É por isso que não pressionamos Jandira Feghali ou Paulo Pimenta pensando em que eles venham para o nosso lado. Eles jamais farão isso. Por isso, os limites são diferentes. Mas, mesmo assim, Kassab já está sofrendo pressão – e isso precisa aumentar – e assim, somente assim, começa a respeitar um pouco mais aqueles que querem ver seu partido fora do covil:

Não é só no PMDB que aumenta a pressão pelo desembarque do governo Dilma Rousseff. Prestes a lançar candidatos de perfil oposicionista em várias cidades e no comando da comissão de impeachment, o PSD cobra que seu presidente, Gilberto Kassab, deixe o quanto antes o Ministério das Cidades.

No ato de sua filiação à legenda, o ex-tucano Andrea Matarazzo já explicitou o desejo de que Kassab desembarque do governo para que possam focar a campanha na crítica ao governo federal e ao prefeito, o petista Fernando Haddad.

Matarazzo deve intensifica as conversas de bastidores com Kassab para que ele aceite sair do posto.

Antevendo o problema, Dilma trata de tentar segurar o aliado: no mesmo dia da filiação de Matarazzo, Kassab posava para fotos ao lado da presidente no lançamento do “Minha Casa, Minha Vida” 3, ligado à pasta que comanda.

Kassab, saia o quanto antes de perto dessa gente, pois o custo vai chegar às suas mãos.

Fonte: Aumenta pressão para Kassab deixar ministério | Radar on-line | VEJA.com

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