Em defesa da agressão contra divergentes, Marcia Tiburi representa o extremo do fascismo

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Essa só errou quem se recusou a aprender com o padrão da extrema-esquerda: estava mais do que na cara que quando a ultraesquerdista Márcia Tiburi escreveu o livro “Como conversar com um fascista?” tinha uma intenção: preparar o terreno para a prática das formas mais violentas de fascismo. A regra “acuse-os do que fazemos” estava óbvia. Antes de tudo, saiba mais sobre a selvageria fascista lançada contra uma jovem, Kelly Bolsonaro, que ousou discordar da tirania petista neste 07/04 no Planalto:

A Presidente Dilma Rousseff recebeu, no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (7/4), mulheres representantes da Marcha das Margaridas e da Central Única de Trabalhadoras (CUT) para o “Encontro com Mulheres em Defesa da Democracia”. Durante o ato, a manifestante Kelly Cristina, mais conhecida como Kelly Bolsonaro, foi expulsa do Palácio.

Ela vestia uma camiseta escrita: “Impeachment é democracia”. Quando a plateia percebeu a presença dela começaram a gritar: “Golpistas não passarão” e “Fora Bolsonaro”. “Eu estava ali para exercer meu direito de democracia. Defendi o que 90% do país quer: a saída da Dilma”, contou Kelly em entrevista ao Metrópoles:

Os seguranças a escoltaram para fora. Ela disse ter sido hostilizada pelos presentes e agredida com puxões de cabelo, tapas, murros e empurrões. E também afirmou não ter tido tempo de estender uma faixa com a mesma frase da camiseta.

“Eu me sinto violentada e estuprada de certa forma. Me tiraram o direito de me manifestar. Não existe democracia. 
Sim, a presidente Dilma, enlouquecida, mais uma vez usou o Palácio do Planalto para promover violência miliciana. Momento ideal para ler esta análise feita por Alexandre Borges a respeito do papel da ultrafascista Márcia Tiburi nesta barbárie:

A brasileira Kelly foi escorraçada de um prédio público, o Palácio do Planalto, atualmente sequestrado para uso privado de um grupo político. Se alguém tem direito de estar lá é Kelly Cristina, mas o Brasil atual é o país da inversão de todos os valores.

Para coroar o surrealismo do episódio, uma das fascistas que enxotou Kelly do Planalto foi Márcia Tiburi, autora do risível “Como conversar com um fascista”, uma daquelas irrelevâncias que você só ouviu falar por ela ser mais uma invenção das Organizações Globo, o mesmo conglomerado “golpista” que criou o deputado e ex-BBB que assina o prefácio.

Na foto, o momento em que Marcia Tiburi gesticula e berra contra Kelly Cristina, uma brasileira que não tem as Organizações Globo e suas afiliadas para dar a ela fama e dinheiro porque não preenche os requisitos da cota ideológica. A banda podre do país que ironiza a ira santa de Janaína Paschoal finge que não vê o surto hidrofóbico de Marcia Tiburi.

A ex-presidente em exercício é a principal responsável pelo show de horrores que se transformou o Palácio do Planalto. Isso tem que acabar, o Brasil precisa virar esta página e ser devolvido aos brasileiros.Quando houver a tão esperada festa do impeachment, que Janaína Paschoal e Kelly “Bolsonaro” recebam as homenagens e os pedidos de desculpas que merecem.

Como conversar com um fascista? Pelo que se vê no comportamento de Márcia, sicária de Dilma, não há conversa. Para o fascista, só existe violência, como aquela lançada contra Kelly Bolsonaro.

Agora parece que todo dia encontramos uma violência praticada pela escória petista contra uma mulher. Seriam as feministas petistas de “grelo duro”? Deve ser o grelo fascista…

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