Extrema-esquerda usurpa nome da UFRJ para defender a criminosa Dilma

5
85

1424812528731

Por Marcelo Paulino Rocha

A informação é de um seguidor da página no Facebook, Werner Freund, que denuncia que movimentos de extrema-esquerda dentro da UFRJ utilizaram o nome da Instituição para defender a criminosa no poder, Dilma Rouseff.

Segundo ele, nos dois eventos que aconteceram em nome da instituição – e o usaram como se toda universidade fosse a favor do governo criminoso de Dilma –  não ficou claro que tipo de votação legitimou o evento. Afinal, o evento afirma defender a democracia, mas numa democracia existem vozes discordantes, o que não houve no evento, que foi apenas um evento normal de tiranetes, a exemplo de qualquer ditadura, na qual só há o Partido Único e seus sicários conversando entre si. Uma piada total.

No primeiro evento, que foi divulgado pelo Facebook, podemos ver a narrativa do governo oficial, atacando a Constituição, a Justiça e a Lei, lançando mão das mesmas mentiras, do mesmo jogo de palavras e da mesma torpeza moral, manipulando o discurso com frames desonestos.

Mas como venho dizendo que diante de barbáries não enfrentadas, os sádicos aumentam o nível de suas ações, não poderia ter acontecido algo diferente neste caso, pois ontem, dia 06/04, o próprio reitor participou de outro evento, ainda mais canalha, onde o artista servo do PT, Tico Santa Cruz, compareceu. Afinal, após algumas doses de Rouanet, você perde totalmente a dignidade e o respeito próprio, e vira apenas um serviçal, um eunuco do Governo.

Diante de toda essa monstruosidade, Freund escreveu o seguinte texto em uma discussão entre amigos:

Relaxa, isso foi um show de democracia, observe a votação em plenário nos diversos campi da UFRJ. Olha como os diversos posicionamentos foram respeitados e debatidos para que a UFRJ tomasse sua decisão uníssono, em sequência:

Primeiro tivemos uma panelinha unilateral de debates aonde professores chamados pelo sindicato dos docentes da UFRJ, com um único posicionamento sobre o tema, concordaram sobre o que já estava previamente concordado.

Inclusive falando em alto e bom tom seu posicionamento contra o que chamam de direita e chamando a esquerda para lutar pelo que chamam de democracia. Sim, realmente, isso é a bandeira da democracia, mas tão democrática quanto aquela do partido nacional socialista dos trabalhadores da Alemanha. Falam de respeito aos pensamentos plurais que, por acaso, não estão presentes na panelinha.

Na semana seguinte, houve outra reunião, também na faculdade de direito da UFRJ, dessa vez com o reitor, novamente com o mesmo posicionamento JA decidido previamente, ou seja, foram debater o que já havia sido decidido https://www.facebook.com/events/477259922460489/?active_tab=highlights

Tipo, foda-se os demais 27183916387125361756731 cursos e professores da UFRJ, basta a seção sindical de docentes da UFRJ se unir com o reitor e pronto, você pode representar a UFRJ toda: que democrático, uma panelinha de 100, 200, representando dezenas de milhares. Está nítido que não há representação do interesse da UFRJ, e sim do sindicado dos docentes, que não me surpreenderia estar desesperada, assim como a CUT, em manter seus mimos do governo [1]. Ou seja, mais um motivo para apoiar a queda desse governo: são exatamente esses gastos com dinheiro obtido de maneira assertiva (e nada democrática) para se manter no poder usado para representar o interesse de uma minoria governista que geram a crise que atingem, em especial, a população mais pobre desse país. Mas relaxa, são artistas pagos com dinheiro de um país falido que falam estar representando os necessitados, recebendo justamente a grana que sugou o emprego e diversos outros serviços que a União não lhes provém.

#VendidosDAUFRJ vossa mascara caiu!

Aqui vocês conseguem ver a baixeza do Sindicato, que simplesmente manipula o sentimento dos estudantes ao afirmar que o Governo vindouro irá agir de forma mais destrutiva que o atual. Mas a própria notícia reconhece que está fazendo tudo que eles são contra. Inclusive a UFRJ está em crise provocada por esse governo, que cortou recentemente mais 6 bilhões da Educação.

Os sicários deste governo apresentam características claramente fascistas expondo seus camisas-vermelhas, que rejeitam completamente a democracia civilizada. Preferem o bolivarianismo, onde eles podem acabar de tornar o país um grande gulag no qual eles pensam em assumir o papel de liderança, quando na verdade vão sofrer tanto quanto o povo está sofrendo atualmente com a lenta venezuelização do Brasil.

Anúncios

5 COMMENTS

  1. só é contra a DILMA universitário coxinha, que entrou na faculdade via de regra, usando dinheiro para subornar, universitário que entrou para faculdade pelo prouni (sem falsificação de documento que é prioridade de coxinha), certamente esta a favor da Dilma, voces da direita GOLPISTA deveriam é ser mais sinceros e dizerem que querem as faculdades só para seus filhos (elite), voces não aguentam ter que ir as faculdades em seus carrões (cheroque, bmw, porche kayene, ferrari e outros) e ter que dividir espaço com os pobres em seus carros populares, queriam que eles fossem de busão ou na realidade nem fossem, cambada de hipócritas.

    • Exatamente, tanto que nós cortamos 6 bilhões da Educação esse ano e 9 no ano passado, deixando a Educação em crise propositalmente, sem contar que somos contra o projeto que torna obrigatório o pagamento do curso por aqueles que tem renda familiar para fazê-lo. Ou seja, nós estamos destruindo a Educação desse país como dirigentes da nação que somos.

  2. Caro Luciano,

    Sou professor na Universidade Federal de Juiz de Fora e venho aqui, de forma anônima, denunciar uma nota hipócrita emitida pelo seu Conselho Superior em defesa oculta de Dilma e do PT. Se puder, gostaria que você desse ampla publicidade às minhas críticas no seu blog.

    Abaixo seguem os trechos da nota entre aspas, seguidos dos meus comentários:

    “Nota do Conselho Superior da Universidade Federal de Juiz de Fora em defesa da democracia
    O Conselho Superior da Universidade Federal de Juiz de Fora, reunido em 30 de março de 2016, manifesta publicamente sua preocupação com a crise política e econômica do país que ameaça a ordem democrática, a garantia de direitos e o funcionamento republicano das instituições públicas brasileiras.”
    Observa-se, aqui, logo de cara, uma evidente falsidade colocada como se fosse um fato incontroverso: “a crise política e econômica do país que ameaça a ordem democrática”.
    Não é a crise que ameaça a ordem democrática! Definitivamente não! O que ameaça tal ordem são as inúmeras tentativas do PT, mesmo antes de chegar ao poder, de solapar a democracia com o aparelhamento do Estado, a utilização da máquina sindical para fins partidários, o uso irresponsável dos fundos de pensão para a concretização de um projeto de poder, a rapina nas empresas estatais e demais órgãos públicos para financiar campanhas políticas, a tentativa de controle da imprensa, etc.
    Outro ponto que merece destaque é o fato de que a nota não esclarece como a crise ameaça “a garantia de direitos” e “o funcionamento republicano das instituições brasileiras”.
    Provavelmente, isso é uma referência velada à suposta obtenção de delações premiadas “sob tortura”; ao suposto emprego, pela 13ª Vara Federal de Curitiba, de prisões temporárias e preventivas de caráter abusivo; ao suposto açodamento na condução do processo de impeachment sem fundamento jurídico e sem o respeito ao contraditório e à ampla defesa.
    Obviamente que nada disso é verdade e corresponde ao discurso petista. A nota divulgada pelo Conselho Superior da UFJF é hipócrita porque, se – de fato – ela realiza tais ilações, conforme eu sugeri acima, ela apoia os argumentos petistas sem dizê-lo expressamente. De forma que a instituição pose de “isenta” e “imparcial”, enquanto defende uma posição política de forma mascarada. Essa é uma forma de atacar, sem ceder um flanco para ser contra-atacado.

    “Considerando a importância da democracia, da garantia de direitos e do funcionamento republicano das instituições públicas brasileiras, o Conselho Universitário entende que o tema ‘combate corrupção’ deve ser precisamente enfrentado dentro das regras legais sem que seja manipulado como vetor político para agravamento da crise e, consequentemente, favorecimento de possíveis interesses escusos e antidemocráticos.”
    Esse parágrafo da nota, de fato, confirma as minhas suspeitas quanto ao que a UFJF quis dizer com a tal suposta ameaça à “ordem democrática” e à “garantia de direitos”, pois ele conecta tais ameaças com o “combate à corrupção”. Para um bom entendedor, um pingo é letra! Vamos desconstruir, agora, as falsas premissas e mentiras contidas neste parágrafo da nota.
    Em primeiro lugar, ao contrário do que a nota sugere, o combate à corrupção tem sido conduzido dentro das normas legais. O número de decisões judiciais do juiz Sérgio Moro que foram revertidas em tribunais superiores é mínimo. Como o combate à corrupção poderia estar violando as normas do ordenamento jurídico brasileiro se os próprios tribunais superiores, aparelhados pelo PT, confirmam as decisões – corretas – de Sérgio Moro?
    Em segundo lugar, ao contrário do que a nota sugere, as ações do juiz Sérgio Moro e dos membros da equipe de investigadores do MPF e da Polícia Federal não são orientadas por critérios político-partidários. Eles não realizam “investigações seletivas”, baseadas em quem é o investigado. Logo, é um acinte afirmar, como a nota afirma, que o combate à corrupção é “manipulado [por quem?] como vetor político para agravamento da crise”. Os autores da nota poderiam argumentar, em sua defesa: não estamos sugerindo que a Justiça esteja manipulando, mas os políticos de oposição. Esse argumento também não faria sentido. Como os políticos de oposição poderiam manipular o combate à corrupção como um vetor político? Manipulação exige que o manipulador tenha controle sobre as instituições que conduzem a investigação e que seja realizada uma manobra fora dos padrões de normalidade. Não há tal controle e nem foi feita tal manobra.
    Em terceiro lugar, não é o movimento de combate à corrupção que provoca um “agravamento da crise” política e econômica. A crise econômica foi – e está sendo agravada – por medidas econômicas equivocadas tomadas por esse governo no passado recente: controle de preços de combustíveis e energia, crescente déficit fiscal, etc.; bem como pela ausência de perspectivas de reformas estruturais do Estado como, por exemplo, reforma da previdência, entre outras. É um disparate relacionar as instituições que combatem a corrupção ou – até mesmo, a oposição – com o agravamento da crise econômica. Em relação à crise política, a questão é mais complexa. Se o PT tivesse dominado tudo, talvez não existisse nenhuma crise política dentro do aparato político formal do Estado, especialmente nos poderes Executivo e Legislativo. A crise política teria outra natureza. Afinal, em uma ditadura, o dissenso político é uma empreitada de alto risco. Como não estamos ainda em uma ditadura, é verdade que, conforme a nota sugere, o combate à corrupção contribua – em parte – para o agravamento da crise política em virtude de um simples fato: os corruptos combatidos estão no poder. Mas isso não é bom? Afinal, a queda desse governo seria algo muito bem-vindo. Mas atenção, não é só o combate à corrupção que agrava a crise política, a própria resistência obstinada deste governo, disposto a fazer o diabo para não cair, também contribui – e muito – para o agravamento da crise política.
    Em quarto lugar, a nota sugere que a crise política irá permitir o “favorecimento de possíveis interesses escusos e antidemocráticos”. Esse é um dos pontos mais asquerosos, repugnantes, da nota emitida pelo Conselho Superior da UFJF. É reproduzido, aqui, de forma velada, todo o discurso petista de que a deposição da Chefe de Estado, de forma absolutamente legal, constitui um golpe contra a democracia. Favorecimento de interesses escusos e antidemocráticos, senhores dirigentes da UFJF, é a continuidade deste desgoverno no poder! Existe golpe maior à democracia do que eleições – no plural, sim, pois se trata de mais de uma – ganhas com a “ajuda” de bilhões de reais roubados dos cofres públicos? A queda do governo não é garantia de que a nossa democracia seguirá uma marcha triunfal rumo ao seu aperfeiçoamento. Mas a continuidade dele é uma certeza de que ela seguirá rumo ao seu achincalhamento.

    “Nesse sentido, considera também que a apuração dos fatos relacionados ao tema da corrupção precisa chegar à essência dos problemas e a todos envolvidos, independentemente dos cargos e mandatos que ocupem, das vinculações partidárias e das condições sócio-econômicas que possuam.”
    Esse parágrafo pode ser compreendido em vários sentidos. Ele pode estar sugerindo que as investigações são seletivas hoje, o que não é verdade; ou ele pode estar recomendando que as investigações, ainda que atualmente imparciais, não se tornem seletivas no futuro. Nesse último caso, é de se perguntar, quais os indícios que os dirigentes da UFJF possuem para justificar tal receio? O parágrafo pode ser compreendido também como uma tentativa dos dirigentes de mostrar isenção: clamamos pela investigação de todos, sem exceção, logo não é possível nos acusar de partidarismo! O parágrafo é estrategicamente ambíguo.

    “É importante lembrar que os direitos de exercício da cidadania e as instituições brasileiras já foram duramente abalados por regimes de exceção ao longo da história do país e que, por esse motivo, não há espaços para retrocessos políticos. Com efeito, o Conselho entende que as ações em curso no Judiciário e no Legislativo devem ocorrer em estreita observância aos princípios constitucionais e sem manobras políticas, espetáculos e manipulações midiáticas, incitações à intolerância e qualquer outro tipo de ameaça aos pilares da ordem democrática. E, nesse processo, pensa que o pluralismo de posições políticas, partidárias e/ou ideológicas e a liberdade de organização precisam ser respeitados como em todas as sociedades democráticas contemporâneas.”
    Esse é um dos mais sórdidos parágrafos de toda a nota. Ele realiza uma delinquência intelectual gigantesca, de forma desavergonhada e ligeira: equipara os episódios de autoritarismo ao longo da história brasileira – desde o golpe militar que instalou a república, passando pelo Estado Novo getulista, pelo golpe militar de 1964, entre vários outros – com os atuais movimentos de combate à corrupção capitaneados pelos poderes Legislativo e Judiciário e com o apoio da sociedade civil. Não! Definitivamente, não! Com exceção de uma parcela minoritária da população, os que atualmente pedem mudanças não desejam qualquer tipo de “retrocesso político”. Eles querem a democracia e o respeito ao Estado de Direito em sua plenitude. Acusar o cidadão que quer mais democracia de exigir a volta do autoritarismo é o cúmulo da canalhice. Observe-se aqui também um truque sujo de retórica: quem defende a permanência deste governo a qualquer custo, como única alternativa admissível, se auto intitula “pluralista”; ao mesmo tempo em que acusa aqueles que acreditam na coexistência de diversas alternativas políticas de “autoritários”.

    “Por fim, o Conselho Universitário da UFJF compreende que são necessárias reformas profundas no país para o fortalecimento da vida política, dos processos eleitorais, dos mandatos e das instituições republicanas para consolidação do Estado democrático e rejeita as ações que apontam para o aprofundamento da crise que ameaça a ordem democrática atual e futura no país.
    Juiz de Fora, 30 de março de 2016”
    É de se questionar se as reformas para “o fortalecimento da vida política, dos processos eleitorais, dos mandatos e das instituições republicanas” que o Conselho Superior da UFJF acredita serem necessárias são aquelas que, tecnicamente, poderiam ser mais eficazes para alcançar tais objetivos ou, na verdade, são aquelas defendidas pelo PT que podem, eventualmente, não serem as mais eficazes ou, até mesmo, em alguns casos, contraproducentes.
    O Conselho Superior da UFJF afirma que “rejeita as ações que apontam para o aprofundamento da crise que ameaça a ordem democrática atual e futura no país.” Por todo o contexto da nota, não me resta outra alternativa senão entender que eles rejeitam o combate à corrupção, da maneira como tem sido feito por Sérgio Moro, assim como rejeitam um eventual impedimento da presidente Dilma. Isso é o que o Conselho chama de ameaça à “ordem democrática atual e futura no país”. Considerando-se que Moro tem agido, ordinariamente, de forma correta e, além disso, considerando-se que o processo de impeachment corre de maneira correta e democrática; é de perguntar: qual a legitimidade que o Conselho tem para emitir uma opinião política, dirigida à sociedade, baseada em falsas premissas (Judiciário e Legislativo agem de forma incorreta) e baseada em uma conclusão equivocada (democracia sob ameaça)? Não estou questionando a legitimidade de o Conselho emitir uma opinião política, embora eu pudesse fazer tal questionamento, mas sim a sua legitimidade quando as premissas e a conclusão em que se baseiam a opinião estão equivocadas. Uma opinião política honesta, mesmo que imprudente, não seria tão problemática.
    É óbvio que a ameaça à “ordem democrática atual e futura no país”, ao contrário do que a nota sugere, na realidade, se encontra justamente na ausência de punição aos corruptos investigados na 13ª Vara Federal de Curitiba, assim como na permanência deste governo com tendências autoritárias. Esses dois fatores, combinados, poderiam enviar um sinal para a elite política de que vale a pena investir no aparelhamento do Estado e na derrocada das instituições. Os empresários cooptados, por sua vez, receberiam o sinal de que esse seria o único caminho para o sucesso. Isso seria péssimo para a democracia, atual e futura. É isso que o Conselho Superior da UFJF, na realidade, defende?

    Confira o link para a notícia de divulgação da nota:
    http://www.ufjf.br/noticias/2016/03/31/consu-publica-nota-em-defesa-da-democracia/

    Confira o link para a nota:
    http://www.ufjf.br/noticias/files/2016/03/nota-consu-ufjf-em-defesa-da-democracia.pdf

    • As universidade federais brasileiras, hoje em dia, caro colega professor, não passam de autênticos soviets, sem exagero e sem figura de linguagem nenhuma. É a primeira esfera pública quase que totalmente COMUNISTA da nação brasileira. São, de longe, as instituições mais notoriamente comunizadas do estado brasileiro. Também trabalho numa universidade federal e te confesso que ando pelo “campus” com um verdadeiro sentimento de asia e desprezo generalizado por 98 % das pessoas que perambulam por ali, incluindo alunos, funcionários e professores. Vou apenas por força das necessidades financeiras, mas já começo a pensar seriamente em deixar…

Deixe uma resposta