O ódio fascista dos petralhas contra o povo indignado

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Por Marcelo Paulino Rocha

Infelizmente deixei passar na época esta dica de um seguidor que mandou essa postagem via inbox, mas acho que ainda há tempo de mostrar a forma selvagem com a qual a quadrilha dos petralhas tem agido em relação àqueles que tem resistido aos constantes golpes dados por essa gangue que promete causar o caos no país, não dar um dia de sossego, ir às ruas entrincheirados com armas na mão, atirar nos reacionários, colocar o exército do Stédile nas ruas, dar um jeito no juiz Sérgio Moro e até tanta porrada nos coxinhas que eles não iriam nem saber o que aconteceu. Enfim, o velho discurso belicista da extrema-esquerda consagrado em Marx, que falava sobre a “fogueira da revolução”, onde os burgueses seriam queimados, ou a corda de Lênin, com a qual ele prometeu enforcar os burgueses que oferecessem material para ele.

O discurso é o mesmo e a prática não poderia ser diferente. Os pelegos, à exemplo dos camisas negras do fascista Mussolini, tem partido para cima dos que ousam resistir ao projeto de poder petralha, e agem exatamente como as milícias dos regimes bolivarianos, como na Venezuela de Maduro, onde aconteceram mortes e prisões políticas, ou na Bolívia de Evo Morales, onde foi prometido castigo físico para quem não votasse nele.

Leiam então o relato de Felipe Vieira, estudante da UFBA:

O clima no país vai de mal a pior. E eu mais 5 colegas fomos perseguidos na rua por uma massa petista enfurecida que somavam quase 100 pessoas.

Quiseram nos agredir fisicamente por estarmos protestando contra o uso da reitoria da UFBA para realização de um palanque político prol PT. Fomos a reitoria gritar palavras de ordem contra o uso da universidade para uso político e partidário, afinal, a universidade é pública e não deve ser usada para tais fins. Nosso protesto foi ousado porém legítimo,. Estávamos num espaço nosso!

Do lado de fora da reitoria nós fomos cercados por uma massa petista, coagidos, agredidos e ameaçados. Professores da UFBA (CREIAM, PROFESSORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA!!!!) nos ameaçaram de espancamento, de linchamento e, pasmem, DE MORTE. Um professor que desconheço disse que eu merecia apanhar até morrer. Uma colega que me acompanhava foi chamada de vagabunda e ameaçada por outra professora. Tudo foi filmado por emissoras de TV, na frente das câmeras agiram desta forma. Imagine se não estivessem sendo filmados.

Parecendo animais irracionais e furiosos movidos por instintos, pessoas que tem o dever de manter posturas éticas e morais mostraram-se verdadeiros rebanhos selvagens, prontos para agir de forma violenta contra toda e qualquer pessoa que se coloque contra a sua ideologia.

Nos rotularam de coxinhas e meninos criados a leite com pêra. Ora, se somos esses menininhos ao qual se desdenha, porquê tanta fúria e instinto selvagem contra simples garotos? Porque 100 pessoas coagindo 6? A resposta para isso esta na situação crítica que vive nosso país.

Uma máfia apoderou-se do estado, quis se transformar no próprio estado e agora enfrenta uma população resistente. Preparou um verdadeiro exército que se coloca pronto para defendê-lo a qualquer custo, aconteça o que acontecer.

O nosso ato terminou com 6 pessoas sendo perseguidas na rua por uma massa de petistas enfurecidos prontos para lincha-las. Terminei machucado e temi pela minha vida e dos meus colegas.

Não estou relatando isso para me fazer de vítima, e sim para mostrar a profundidade da crise que atinge o nosso país. Esse país corre sérios riscos de ter sua ordem social destruída, e infelizmente a história mostra como isso termina.

Ah! Lembrando sempre da necessidade de denunciar a doutrinação esquerdista nas universidades, que é um dos pilares do Gramscismo. Sem combater esse nível de aparelhamento do ensino, nunca iremos vencer a narrativa de extrema-esquerda, que sempre estará em plena circulação nas mentes dos jovens, e, consequentemente, das futuras gerações. Para isso apoiem o projeto Escola Sem Partido, de Miguel Nagib.

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5 COMMENTS

  1. Na minha opinião, teremos tempos difíceis nos próximos meses. Pessoas como essas, que agrediram esses estudantes, estão totalmente cegas pela lavagem cerebral que sofreram nas universidades, e são perfeitamente capazes de atos violentos. O momento requer vigilância, estratégia e prudência.E sobretudo paciência, porque não será da noite para o dia que se mudará esse aparelhamento do ensino. Isso é coisa para décadas.

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