Aumento de agressividade do discurso petista é sinal de desespero ante a derrota

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Conforme avalia muito bem Reinaldo Azevedo, a violência aterradora dos discursos petistas tem uma razão:

Embora Jaques Wagner saia por aí a plantar para jornalistas que a fatura do impeachment está liquidada a favor do governo, a verdade é que, nos bastidores, as coisas se dão de outra maneira.

Abaixo, vão algumas informações sobre bancadas e partidos, e elas apontam que o governo é que está perdendo terreno. Não estou fazendo previsão nenhuma, não! Até porque não tenho bola de cristal, e eles têm o Brasil para lotear. De todo modo, o impeachment avança.

Dos 94 deputados da bancada evangélica, uma estimativa conservadora aponta que 89 votarão em favor do impeachment, que conta hoje, como certos, com sete votos do PV (toda a bancada), 29 dos 48 do PP, 20 dos 40 do PR, 20 dos 22 do PRB. No PMDB, são considerados recalcitrantes apenas 12 dos 67.

Notem: esses são números, do ponto de vista do impeachment, conservadores.

O discurso agressivo de Dilma em sua reunião com aquelas que se consideram as donas do sexo feminino tem uma razão de ser: ela sabe que está perdendo a batalha.

Convém que os jornalistas não acreditem em tudo o que lhes conta Jaques Wagner.

É importante não apenas que os jornalistas não acreditem nos blefes petistas. A oposição – em todos os lugares onde ela estiver precisa ficar blindada contra esses blefes.

Fonte: Governo sabe que está perdendo votos, e isso aumenta a agressividade do discurso | Reinaldo Azevedo | VEJA.com

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