O golpismo de Jaques Wagner ao defender renúncia de Temer

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E de novo o duplo padrão da escória petista mostra que o caráter dessa gente torna as cascavéis muito mais confiáveis na comparação. Eles viviam nos dizendo que “impeachment é golpe”. Motivo: o que vale é o resultado das urnas. Depois que o discurso foi refutado, mudaram para “impeachment sem crime é golpe”, mas após tantos crimes sendo evidenciados até o frame petista está ficando ridículo. Igualmente, rejeitaram a renúncia, pois “quem quiser o lugar tem que se eleger” (sim, repetiram isso milhares de vezes). Seguindo a lógica da escória, Wagner está apelando ao golpismo:

O ministro-chefe do Gabinete da Presidência da República, Jaques Wagner, afirmou na noite desta segunda-feira, 11 que, se Dilma derrotar o processo de impeachment contra ela no plenário da Câmara, como o governo acredita, o vice-presidente Michel Temer, “depois de assumir a conspiração”, tem de renunciar. “Se Temer for desmentido no domingo, só sobraria a ele renúncia ao cargo”, declarou o ministro […]

Renúncia, Wagner? Não, pois Temer não cometeu crime de responsabilidade, logo não tem que renunciar. E Temer foi eleito junto com Dilma, portanto, o fato é que esta, por ter cometido crime de responsabilidade, tem que sair. Se Wagner não gosta de Temer, que ganhe as eleições de 2018. Ou então que prove que ele cometeu crime de responsabilidade. Pois impeachment sem crime de responsabilidade é golpe. Wagner dirá: “ah, mas eu não pedi impeachment, só renúncia”. Eis o frame: “Então se você pede a renúncia é porque não confia no próprio pedido de impeachment sobre Temer, tonto!”.

É um palhaço mesmo…

Fonte: Jaques Wagner defende renúncia de Temer se Dilma vencer votação sobre impeachment em plenário no domingo – Política – Estadão

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2 COMMENTS

  1. Como é que este país e suas leis permitem que Lula da Silva – pluri-investigado pela Justiça e impedido de assumir o cargo de ministro da Casa Civil por crime de desvio de finalidade – exerça essa função por usurpação, no quarto de um hotel adjacente ao Palácio do Planalto, onde compra, acintosamente, com dinheiro público, os votos de que o governo precisa para safar-se do impeachment?

    E que o seu julgamento tenha sido postergado para depois que o processo do impeachment tiver sido votado na Câmara, o que lhe permitirá agir livremente até então para fraudar a vontade da imensa maioria do povo brasileiro, que deseja que ele e a sua corja sejam escorraçados do poder?

    E que isso seja feito sob a proteção do STF, ainda que ele não tenha foro privilegiado e que tenha se referido à Suprema Corte do país com expressões injuriosas, numa torpe demonstração de desrespeito às instituições e às leis?

    Ele é um politiqueiro sórdido, verdadeiramente asqueroso, mas os que permitem que ele continue tripudiando sobre as instituições e zombando de todos nós, em total impunidade, são muito mais sórdidos e asquerosos ainda!

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