Extrema-esquerda aplica tática da guerra de cuspe e a direita entra em catatonia

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JOSE-ABREU

Desesperados para manter as boquinhas, a escória da política nacional – a extrema-esquerda do PT, PSOL e PCdoB – resolveu apelar a uma tática que, embora arriscada, começou a dar resultados: cuspir na cara daqueles de quem discorda. Mas para compreender esta tática bem organizada, é preciso olhar a política de forma adulta.

Na guerra política, como disse Alinsky, é preciso “executar as táticas que as pessoas mais gostam”. Ou seja, a cultura de cada grupo dá as cartas. A extrema-esquerda gosta de praticar violência, e então precisa – como parte do jogo – validar esta violência. Sem esta validação, iriam para a cadeia e automaticamente teriam suas reputações destruídas.

Cuspe na cara é uma agressão violentíssima e um ato de convocação ao confronto. Não há dúvidas de que resolveram levar o jogo até seus limites.

Para entender a jogada, é preciso compreender onde tudo começou: no discurso de Jair Bolsonaro em 17/4. Por ser extremamente agressivo, apelar a frames indefensáveis (defesa de um torturador) e sem o menor traquejo político, deu a validação que a extrema-esquerda buscava para retrucar com a violência do cuspe. Roger Roberto escreve, acertadamente:

Tudo começou na votação pelo Impeachment de Dilma na Câmara dos Deputados, quando o deputado psolista Jean Wyllys cuspiu em seu opositor, o deputado Bolsonaro. O cuspe foi comprovadamente premeditado, pois encontraram uma filmagem que mostra Wyllys falando para Chico Alencar, seu colega de partido, que cuspiria no opositor, segundos antes do ato. Entretanto, até quinta-feira este parecia ter sido um caso isolado, o que veio a ser desvendado após o cuspe dado por José de Abreu, o ator petista da Globo, em um casal que o confrontou em um restaurante de São Paulo.

O deputado Jean Wyllys, após o feito, não se desculpou. Pelo contrário, ainda inventou toda uma estória sobre ter sido agredido pelo deputado Jair Bolsonaro, insinuando que o cuspe foi meramente um revide. Pura mentira, é óbvio. Só que a sua versão dos fatos incluía as palavras-chave, o recado para a militância entender que aquilo ali foi só uma deixa, não foi o grande ato. Jean chamou seu opositor de fascista, não porque ele defende a ditadura militar e as torturas, mas pelo simples fato de ser opositor. Para qualquer um da esquerda, não ser de esquerda já é fascismo. Só que dessa vez o “fascista” usado na frase possuía um intuito diferente. Jean não queria apenas ofender e rotular um oponente, o que ele queria era, de maneira codificada, justificar e legitimar sua ação sob a desculpa de que cuspir em fascistas é, por assim dizer, um dever, não um motivo de vergonha.

Essa mensagem codificada foi rapidamente captada pela militância de esquerda. O esquema de dog whistle é o que os líderes socialistas utilizam neste caso, pois assim só interpreta corretamente as mensagens dadas aqueles que já fazem parte do clube. Com isso, nem você, nem a imprensa e nem mesmo a marionete socialista Jair Bolsonaro percebeu o que realmente acontecia. E seu discurso em defesa do Coronel Ustra foi, na realidade, a senha. Foi uma senha que ele deu de bandeja aos militantes de esquerda.

Em seguida, Roger conclui lembrando que Bolsonaro – cujos discursos estão sendo utilizados como ferramenta de validação da tática do cuspe pela extrema-esquerda – precisa ser descartado pela direita:

O deputado, que é tido como um dos maiores representantes da direita – grande erro, aliás, que a direita o deixe representá-la -, elogiou Eduardo Cunha. Este é o primeiro pecado, pois ao fazê-lo, Jair Bolsonaro associa inevitavelmente o presidente da câmara, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, com a imagem de todo o movimento de oposição ao PT. É certo que Cunha foi figura importante nesse processo, mas ele não merece créditos e louvores por isso e certamente há de pagar por seus crimes.

Após elogiar Cunha, Bolsonaro segue seu discurso recheado de clichês da direita intervencionista, falando inclusive em Foro de São Paulo e enaltecendo o Golpe de 1964 (ou contra-golpe, se preferirem assim). Ao fazer isso, o deputado mais uma vez destrói a oposição – ou seja, nós – associando sua imagem a algo que é tido no imaginário popular como a pior ditadura do mundo e que é ensinado nas escolas desde a década de 1980 como Golpe Militar. Assim, a militância de esquerda pegou o gancho e imediatamente fez o link, colando a imagem do Golpe Militar com a do impeachment. Seu discurso foi um imenso desserviço para toda a direita, e sua homenagem ao Coronel Ustra foi apenas patética.

A blogosfera de esquerda, obviamente, ficou feliz com isso. Agora podem usar todo esse pacote de informações para associar os opositores da esquerda, aqueles que lutam pelo impeachment e todos os que querem o fim do PT com o que há de pior: o fascismo. Não importa, caro leitor, se isso é verdade ou não. Importa é que será uma narrativa convincente. É por isso que todos os movimentos da extrema esquerda estão usando vorazmente esses fatos a seu favor. A cuspida de Jean Wyllys, que os direitistas mais otimistas acharam que iria prejudicá-lo, na realidade o ajudou ainda mais, exatamente como previ que seria no exato dia do acontecimento. O fato de José de Abreu ter repetido o ato e ainda ter se orgulhado disso no Twitter também reforça a narrativa. E ele repetiu inúmeras vezes que cuspir na cara “dos fascistas” é plenamente normal.

É questão de tempo para que avancem um pouco mais. As cuspidas são só o começo. Já disse isso em outros textos e vou repetir: Não vai tardar para que cheguem às vias de fato. E é através das cuspidas que irão conseguir o que querem, ou seja, conseguir que alguém de sangue quente revide, seja agressivo e bata com vontade. O rapaz que sofreu a cuspida do ator global poderia muito bem ter partido para a porrada, e talvez o fizesse se não fossem os seguranças ali presentes. Cedo ou tarde isso vai acontecer, e quando acontecer, eles terão conquistado exatamente o que desejam: a barbárie.

Por estas razões, reitero meu pedido: A direita precisa rejeitar Jair Bolsonaro e tudo o que ele representa, ou seremos todos destruídos por ele.

Vale lembrar outro texto, revelador, do blogueiro petista Eduardo Guimarães, mostrando como o discurso de oposição é utilizado como validação da tática criminosa de cuspir nos outros:

Jean Wyllys e José de Abreu deram o tom: há que cuspir nos fascistas, já que espancá-los e/ou atirar neles é crime.

Cuspir, não. É eficiente se for em reação a calúnia, injúria e difamação, atos penalmente tipificados, porque para reclamar judicialmente da reação da vítima o agressor terá que se expor ao fato de que agrediu primeiro.

É por isso que o casal de bandidos que chamou o ator José de Abreu de “safado” e “ladrão” e a esposa dele de “vagabunda” vai ficar bem quietinho mesmo com as cusparadas que levou nos rostos.

Faço apologia ao cuspe como REAÇÃO aos fascistas porque só será usado se eles agredirem primeiro. Se vierem cuspir em você sem que tenha dado motivo, estarão cometendo crime. E só levarão cusparada se o insultarem, acusarem, difamarem publicamente.

Quem são “os fascistas”? Ora, são os que usam métodos de militância fascista. Quais sejam, insultar pessoas que têm opiniões políticas diferentes só por elas pensarem diferente.

Vejam o caso do ator José de Abreu: estava jantando com a esposa calmamente no restaurante de um amigo quando, na mesa ao lado, um casal começou a agredi-lo e à sua mulher, quem os agressores chegaram a chamar de “vagabunda”, enquanto que o ator foi chamado de “safado” e “ladrão”.

O que Abreu fez para merecer uma agressão assim, do nada? […]

O casal fascista que agrediu Abreu poderia ter evitado a cusparada se tivesse respeitado o direito do ator de ter sua opinião política. Não existe lei que proíba alguém de apoiar o PT, Dilma ou Lula, mas existe lei que proíbe que insultem alguém por sua opinião política.

Eis que o cuspe surge como um remédio contra o fascismo. Você não espanca ninguém, não causa dano físico, apenas moral, assim como o agressor. Como este agrediu primeiro, para reclamar judicialmente da reação terá que assumir a ação.

Pronto, os envolvidos ficam todos infelizes. Perdem ambos, não apenas o agredido inicialmente.

Se fôssemos aplicar a lógica psicopática de Eduardo Guimarães acima, então toda vez que Dilma usa o termo “golpista” para se referir aos oponentes mereceria tomar um cuspe na cara, pois à ofensa deve se seguir um cuspe. Estas são as palavras textuais de Eduardo Guimarães.

É evidente que a expressão “[o casal] vai ficar bem quietinho mesmo com as cusparadas que levou nos rostos” é uma tática de submissão sádica, pois se tiverem o mínimo de caráter e vergonha na cara processarão não apenas José de Abreu como também o blogueiro petista, por incitar a violência.

O cuspe é uma interação física de humilhação, similar a um soco no rosto ou navalhada. E, como tal, é uma ação de confrontação para a guerra. Em um mundo civilizado – não aquele mundo de porcos imundos que cospem nos outros – uma provocação verbal só poderia ser respondida com outra provocação verbal ou no máximo um processo. Assim, é evidente que monstros do tipo de Eduardo Guimarães estão apelando ao extremo da violência na tentativa de manter poder.

A direita agora se encontra na obrigação moral de reagir a esta barbárie. Mas não poderá fazê-lo com base naquele que, junto com seu alter ego Jean Wyllys, iniciou esta batalha: Jair Bolsonaro.

A reação de Bolsonaro ao cuspe de Jean Wyllys foi frouxa e indigna. Ele não processou e nem utilizou termos adequados contra Wyllys. Como resultado, incentivou o aumento da cusparada, provavelmente materializada na covardia abominável de José de Abreu.

Espertos, os ultraesquerdistas estão expondo os cuspes dados nos opositores como troféus. Mais focado em sua bizarra tática de glorificar a ditadura militar, Bolsonaro parece ter se esquecido de que ganharia mais expondo os monstros petistas que estão lançando sua nojenta saliva nos outros. Mas em relação a Wyllys, Bolsonaro agiu feito criancinha de jardim da infância. Podemos até apostar na tese psicológica: talvez todo discurso “metido a macho” de Jair Bolsonaro dizendo “tem que torturar terrorista mesmo” é apenas uma forma de compensar sua falta de culhão para a verdadeira batalha política. (Por isso uma direita pragmática deve se desvencilhar de Bolsonaro, e, mesmo que não existam candidatos de direita em 2018, pensar em arternativas mais focadas no centro)

Como lemos no Wikipedia, a catatonia “é uma perturbação do comportamento motor que pode ter tanto uma causa psicológica ou neurológica. A sua forma mais conhecida envolve uma posição rígida e imóvel que pode durar horas, dias ou semanas. Mas também pode se referir a agitação motora sem propósito mesmo sem estímulos ambientais. Uma forma menos extrema de catatonia envolve atividade motora muito lenta”.

Parece que a direita hoje se encontra em catatonia no curso da tática de cuspe, pois cada apologista do cuspe poderia ser processado. Pode-se até questionar se é viável iniciar uma tática reversa do cuspe, onde cada cuspe dado por alguém da extrema-esquerda em alguém da direita, deveria gerar cuspes em pessoas da extrema-direita como retaliação. Claro que como alternativa (melhor) existe a guerra de processos, mas algo não podemos negar: aceitar cuspe calado é suicídio político.

Um detalhe importante: a cena do restaurante – especialmente o momento em que uma mulher, impotente, é obrigada a limpar o cuspe de seu rosto enquanto o arrogante José de Abreu comemora o feito – é de uma violência simbólica inacreditável. E deveria valer OURO na mão de uma direita inteligente. Se isso acontecesse com um casal de extrema-esquerda, com certeza a direita pagaria muito, muito caro em termos de reputação. O que a direita fez com isso? Nada.

Toda a tática do cuspe, praticada pela extrema-esquerda, não passa de um jogo. Eles sabem que estão jogando e tem a perfeita noção de que a baixa reação aos cuspes – e por enquanto a reação de Bolsonaro e do casal frouxo do restaurante são ridículas e infantis – é a senha para que eles cuspam mais algumas vezes, e depois partam para o esfaqueamento de pessoas.

Mas basta um pouco de dignidade, esperteza e agilidade mental para sepultar o projeto petista com o shaming lançado sobre eles em virtude de estarem agindo como porcos imundos. Infelizmente, Jair Bolsonaro não tem este tipo de agilidade mental, e nem mesmo fibra suficiente para uma reação enérgica. Como consolação, prefere propagar seus discursos fracassados de apologia ao Coronel Ustra enquanto toma cuspe na cara de Wyllys. O esposo do casal cuspido no restaurante também ainda não apareceu, demonstrando não ter dignidade para entrar nesta guerra.

Mas a guerra precisa ser disputada, e com inteligência. Na extrema-esquerda temos porcos imundos psicopatas, apelando ao mais algo grau de fascismo que a espécie humana consegue praticar. Resta saber como a direita aproveitará para capitalizar em cima da escória da humanidade.

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30 COMMENTS

  1. Então quer dizer que Bolsonaro usou um frame indefensável, defendeu um torturador? Eu concordo que foi um presente de mão beijada para a extrema esquerda cujo senso de moral é completamente deturpado, mas para formadores de opinião ditos de direita dizer o mesmo só posso entender como extrema covardia e validação do discurso de extrema esquerda. Esse discurso de que a defesa e a citação do coronel Ustra é indefensável deve ser combatido, já que a merda está feita. Concordar com a extrema esquerda é validar seu discurso mentiroso e ser covarde. Terroristas pusilânimes e facínoras não merecem ser torturados apenas para quem concorda com suas ações. Entendam, agora que o Bolsonaro já fez a cagada, concordar com a extrema esquerda em suas mentiras dá no mesmo que ficar de quatro e pedir pra ser arrombado. Salve Carlos Alberto Brilhante Ustra!

    • Seu discurso é só mentiras.

      Para começar com a mentira de que denunciar a tortura do regime militar é “validar discurso da extrema esquerda”. De jeito algum. É você que está dando o presente da esquerda de ser a única “contra a ditadura militar”. Isso é jogo de falsa representação.

      Eu não concordo com a extrema esquerda. A extrema esquerda é TÃO TOTALITÁRIA E PODRE quanto foram os ditadores militares.

      Vocês é que serão arrombados pela extrema esquerda, pois estão caindo no joguinho deles.

      Carlos Ustra é um lixo igual os capangas de Maduro. Bolsonaro e petistas devem afundar juntos.

      • Qual parte do meu discurso é mentira? Quando eu falo que terroristas merecem a tortura? Você não concorda? Responda! Se não concorda, você automaticamente concorda com o discurso pedantista da extrema esquerda! Mas é lógico que você concorda com eles, e deixa isso evidente nas entrelinhas quando diz que os ditadores militares são tão “totalitários e podres” quanto a extrema esquerda. Isso é completamente mentiroso, existe um abismo de diferença entre as ditaduras de direita e as de esquerda, essas últimas foram incomensuravelmente mais sanguinárias e facínoras e quem não consegue ver a diferença possui graves transtornos morais. Bolsonaro é uma pessoa que não tem muita habilidade no jogo político e muitas vezes serve de marionete para a extrema esquerda, mas desejar que ele “afunde junto com os petistas” revela que esse ódio por ele deve ter outros fundamentos além da infantilidade política dele. Agora me responda, porque esse ódio extremo ao regime militar? Não defendendo unilateralmente mas para sermos honestos temos que admitir que houveram ações positivas para o desenvolvimento e para a liberdade da qual gozamos agora (pelo menos não viramos algo parecido com Cuba e Venezuela). Então responda, porque tamanho ódio?

      • A mentira de todo apoiador de ditadura é dizer que “todos os presos políticos são terroristas”.

        Você é um monstro moral porque defende uma ditadura.

        Eu não defendo NENHUMA ditadura.

        Há uma diferença vital entre nós em termos morais.

        Não tenho “ódio ao regime militar”. Tenho repulsa a TODOS DITADORES, arrumem estes salafrários as desculpinhas que queiram.

      • Ayan me desculpe, mas vc está sem senso de proporções.
        a ditadura militar matou quantos? torturou quantos?
        quantos desses não mereciam realmente serem torturados por serem terroristas de facto?
        Agora me diga sobre as ditaduras de esquerda. Quantas pessoas mataram? quantas eram inocentes? quantos milhões????
        é sério que você quer comparar a ditadura militar braasileira, com Holodomor?, Gulags?, PolPot? Mao?
        Sério não estou lendo isso….
        Que fique bem claro o que estou falando aqui n se trata de defender o contra-golpe da ditadura militar. Mas estou falando aqui de senso de proporções. Você comparar essas coisas acima, fede a psicopatia.
        Você é um psicopata, caso considere que são a mesma coisa

      • a ditadura militar matou quantos? torturou quantos? quantos desses não mereciam realmente serem torturados por serem terroristas de facto?

        Diga aí, quantos, oras. Mas faça isso com provas.

        Agora me diga sobre as ditaduras de esquerda. Quantas pessoas mataram? quantas eram inocentes? quantos milhões????

        E daí? Eram outros contextos. Outras situações. Não justifica a ditadura militar.

        Mas estou falando aqui de senso de proporções. Você comparar essas coisas acima, fede a psicopatia.

        Estou apenas apontando os fatos.

  2. Lancem um novo significado para a sigla PT: porcos terroristas, ou alguma outra coisa de impacto no lugar de terrorista. Quando encontrarem um petista na rua, comecem a gritar: fora porco terrorista. Rotular um partido que se diz sério com um termo degradante (porco) provavelmente teria um efeito bastante forte.

  3. Mais uma coisa, seja honesto e publique a verdade, Bolsonaro está processando o verme esquerdista SIM! Quero ver se você é MACHO e publica meus comentários, pois este post apenas valida o discurso mentiroso da extrema esquerda!

  4. Os 20, 25, no máximo 30 por cento de sequelados petistas, após a deposição da presidente vão partir para a afronta e o desacato total aos outros 70, 80 por cento da população. Pode apostar nisso; essa vai ser a tática deles, a maneira das mentes pútridas ali alocadas justificarem o sebastianismo político que circula nas suas correntes sanguíneas. Será esse o ritual de reforço da união dessa seita, já que toda ela possui seus rituais de reforço……………………………..Tem algum carioca aqui? Maldita hora em que resolvi passar uma temporada no Rio e fui me instalar logo no bairro de Santa Tereza!!! O bairro mais poser do Rio, onde a população de mulambos humanos gritando “olha como sou rebelde” é máxima. Aliás, no Rio de Janeiro pode até haver uma gente interessante, mas a cidade como um todo é o retrato do poserismo cultural e comportamental resultado de um severo processo de aliciamento psicológico promovido pelas mídias e pelas universidades . Uma cidade–especialmente entre parte da sua elite– entregue às mais farsescas leis do ridículo. É impressionante. Não à toa esta cidade deu maioria ao PT em 2014 sem precisar ter a quantidade de totais desamparados para capitalizar politicamente como existe no interior do nordeste. Uma cidade onde o jovem médio é menos que mediano, grotescamente burro, sem leitura alguma e cujo maior objetivo na vida é se sobressair no diuturno campeonato de “coolness” que ocorre nesta cidade de farsantes. O carioca , em geral, é desesperado por parecer “cool”, “ixperto”, e muito “putão”. Só isso. Poucas metáforas representariam tão bem uma cidade quanto a quantidade de merda que entope a sua famosa baía. A Baía de Guanabara não está localizada no Rio, ela é o Rio de Janeiro…

  5. Para entender a jogada é preciso ter em mente que você, o Reinaldo Azevedo, esse Roger e outros “isentões” de direita convalidaram o ato abjeto do deputado “BBB” por encontrar uma suposta justificativa para ele na manifestação do Bolsonaro. E continuam insistindo na patranha, como inocentes-úteis a serviço da esquerda. Na verdade, o Bolsonaro não fez mais do que elogiar, com justiça, a boa condução da sessão pelo Eduardo Cunha, já que este vinha sendo propositalmente denegrido pelos “comunas”. Eles, por óbvio, pretendiam reforçar, perante o país que a tudo assistia, a narrativa do golpe. E fizeram isso a partir da desqualificação do impeachment por meio da desqualificação do presidente da Câmara, sem que a oposição presente se desse conta do ardil. Bolsonaro percebeu a trama, vocês não.

    Por outro lado, referindo-se ao Ustra, o Bolsonaro respondeu como radical de direita às invectivas dos radicais de esquerda, que lastrearam seus votos com criminosas menções a terroristas como Marighela, Lamarca e Guevara. Mas vocês, os “isentões”, mais uma vez encamparam a narrativa da esquerda sobre o contragolpe de 64, investindo furiosamente contra o Bolsonaro e o Ustra. Enquanto isso, calaram-se obsequiosamente diante da glorificação pública de assassinos frios e implacáveis que a esquerda já inseriu no panteão do heróis do povo brasileiro. De que adianta, então, essa pantomima toda em torno de uma pretensa guerra política, se vocês se permitem cometer o erro crasso de justificar que os psicopatas lulopetralhas respondam com cusparadas a quem expressa opiniões distintas das suas, sejam elas quais forem? Tendo cometido essa falha monumental, não adianta ficar xingando-os, que isso não serve de reparação.

    Diante do exposto, não é nenhuma surpresa que os cúmplices da bandidagem lulopetralha comecem a cuspir na cara dos cidadãos decentes deste país. Com a obsequiosa colaboração de vocês.

    • Bobagem.

      O Bolsonaro só falou besteira. Ninguém é obrigado a defender coisas em que não acredita só para atender às manias do Bolsonaro.

      Ninguém deu justificativa. Mas o Wyllys aproveito o pretexto e Bolsonaro foi FROUXO na resposta.

      O Bolsonaro é parte da cagada e ajudou a extrema-esquerda a capitalizar com o cuspe.

    • Isentão da direita é uma pinoia. Eu tenho lado, sim. Meu lado é o liberal, o conservador. Estou do lado de gente que trabalha contra o autoritarismo e o totalitarismo. Por isso quero proteger estas pessoas de gente escrota e patética como Bolsonaro, que só faz estragar todo o trabalho delas.

      Não fosse pelas merdas que ele fez e disse, hoje estaríamos falando de Marighella e Carlos Lamarca, poderíamos aproveitar e atacar a esquerda mostrando quem realmente é golpista. Em vez disso, graças a esse deputado otário, temos que ficar nos defendendo de cuspes e justificando que não apoiamos ditadores.

      Isentão é quem passa a mão na cabeça de político escroto só porque concorda com a ideologia dele. Acorda pra vida, moleque. Seja adulto. Você, assim como todo Bolsominion, é uma criancinha chorona pedindo arrego e chamando a mãe. Aqui não tem mãe nenhuma pra te atender.

      • E tem mais: Essa patifaria toda do Bolsonaro, o adulto que quer ser chamado de mito por criancinhas no Facebook, acabou foi ofuscando a vitória que tivemos na câmara. Metade do enfoque da imprensa foi dado às babaquices ditas por ele no domingo e aos processos que ele vai sofrer por isso. Ademais, não fosse pelas baboseiras ditas, Zé de Abreu não teria tido a oportunidade de ir no Faustão defender o PT e ser aplaudido.

        Pessoas como Bolsonaro e Olavo de Carvalho são um desserviço, seu otário.

  6. A extrema direita, conduzida por jumentos e analfabetos políticos como Bolsonada e Olasno de Caralho, segue fazendo uma cagada atrás da outra para sabotar o impeachment. Um dia descobriremos que estas antas trabalham para o PT.

  7. Esse é um artigo realmente de nível baixo. Ele inverte causa e efeito. Como se Bolsonaro fosse a causa das cuspidas que seriam um efeito, vindo de uma classe degradada, mas apenas um efeito. O autor foi muitíssimo infeliz nessa conjectura. Basta revisar todos os fatos, olhar os vídeos. Não importa a posição do parlamentar bolsonaro pois ele é um congressista tanto quanto Jean Wyllys e ambos foram eleitos para representarem interesses. Deixar de observar esse simples funcionamento constitucional é pura imaturidade. Acho que ninguém que chama o Bolsonaro de ultra-direita tem coragem de levantar uma discussão com os números: quem matou mais, o ídolo do Bolsonaro, o tal do Ustra, ou o ídolo do Jean o tal do Guevara? De qualquer maneira é vergonhoso o nível raso da discussão.

  8. Há de se observar que a “homenagem” ao brilhante Cel. Ustra sucedeu, em três ou cinco, ao voto em que foi homenageado o terrorista Marighella. Acredito no bom e velho costume do “bateu, levou” e Bolsonaro age assim. Nós, da “direita”, temos de sair de cima do muro do “politicamente correto” e resgatar os princípios infantis, mas eficientes em delimitação de espaço, do: “se cuspir aqui, xingou a mãe do outro”, “xingar a mãe não!”, “não mexa com minha irmã!”, “se apanhar na rua vai apanhar, mais ainda, em casa!”, etc.

  9. Não sei qual dos dois tem o nível mais baixo ou o José de Abreu do PT ou o Jean do PSOL. Demonstra um estilo de agressividade bem nojenta, além de um ato totalmente apelativo, sem ter equilíbrio para responder, simplesmente agiu cuspindo. Com toda certeza ambos são desequilibrados.

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