Em sequência à tática do cuspe, deputado petista agride policial

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Jair Bolsonaro, ao tomar um cuspe de Jean Wyllys, e o casal cuspido por José de Abreu em um restaurante, acreditavam que sua passividade seria uma forma de “deixar pra lá”. Na verdade, essa frouxidão serviu como parte da tática dos dois petistas (na verdade, Wyllys é do PSOL, mas dá no mesmo). Era evidente que eles estavam cuspindo em pessoas para obter uma vitória simbólica: cravar no imaginário popular que eles podem fazer a agressão que quiserem e ainda sairem impunes.

Dito e feito!

Neste vídeo, vemos o deputado estadual de SP João Paulo Rillo, do PT, agredindo um policial militar. O policial nada fazia além de um trabalho de contenção. A escalada de violência era prevista na semana passada, como alguns blogs focados em guerra política já avisaram, como este, o Modo EspartanoBrigada Política e O Reacionário. A tática do cuspe, validada pelos agredidos, tinha um objetivo claro.

Se Bolsonaro e o casal do vídeo se recusaram a reagir – e com isso deram incentivo à nova tática de violência praticada pela extrema-esquerda -, que ao menos os novos agredidos reajam, pois é preciso dizer bem claramente ao público – via pela judicial, inclusive – que os petistas não tem o direito de praticar qualquer violência impunemente.

Nossa reação – que deve ser sempre dentro da lei, e pelas vias institucionais e políticas – vai definir se a violência petista vai diminuir ou aumentar.

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5 COMMENTS

  1. Êpa, êpa, o Bolsonaro foi defendido por seu filho, que devolveu a cusparada na boneca. Quem tem guarda-costas da PF como deputado federal está bem na foto.

  2. Reagir é exatamente o que os petistas querem. Assim poderão chorar, vangloriar o “nobre guerreiro democrático” que apanhou e dizer na mídia golpista que a oposição é violenta, truculenta e ditadora.

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