Cunha deve perder salário, seguranças, carro e residência oficial

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Parece que a maré de “azar” de Eduardo Cunha não baixará nos próximos dias:

Diante do ineditismo do afastamento do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a Direção Geral da Câmara já discute a retirada de direitos e regalias do peemedebista, como uso de residência oficial, segurança da Polícia Legislativa, suspensão de pagamento para assessores e corte de salário.

“Tem coisas que aconteceram hoje que nunca aconteceram. Isso para nós é um fato novo, é uma situação inédita”, resumiu o primeiro-secretário da Mesa Diretora, deputado Beto Mansur (PRB-SP), ainda sob efeito da surpresa do afastamento.

Técnicos da Casa disseram ao Broadcast Político que, com Cunha afastado por determinação do Supremo Tribunal Federal a Câmara terá apenas 512 deputados, uma vez que seu suplente não poderia ser chamado para ocupar o mandato. Apesar de não poder exercer seus direitos parlamentares, o peemedebista continua com foro privilegiado.

Inicialmente, a direção da Câmara deve esperar a publicação da decisão do STF para retirar as facilidades do presidente agora afastado. Cunha deixará de receber o salário de R$ 33.763,00, não terá mais à sua disposição os policiais legislativos que fazem sua segurança, nem direito a carro oficial com motorista. Deve ser concedido um prazo de 30 dias para que o peemedebista deixe a confortável residência oficial em Brasília.

Algo que me diz que ele vai atirar pra todos os lados, o que nesses casos é sempre bom. Mexer no bolso, para pessoas assim, é a maior afronta…

Que venha o caos!

Aliás, o justo seria que Dilma, após afastada, perdesse toda a mamata também.

Fonte: Com afastamento, Cunha deve perder salário, seguranças, carro e residência oficial – Agência Estado – UOL Notícias

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3 COMMENTS

  1. “Como vota o deputado?”

    Cunha é um ladrão dos bem ambiciosos, mas é de se admirar sua frieza na votação do impeachment, apareciam aquelas cadelinhas poodles xingando ele, gritando, e ele apenas dizia: “Como vota o deputado?”. rs, sensacional!

  2. O STF criou o “afastamento” sem respaldo na lei. As ações no STF pediam a condenação de Cunha por crimes ligados à Lava-Jato, fraude, lavagem de dinheiro e recebimento de propinas e a cassação do parlamentar. Ao inventar o instituto do “afastamento” o STF agiu fora da CF e manteve Cunha longe do alcance de Moro. Essa é a estória que queremos que seja investigada. A sessão aconteceu de madrugada, em regime de urgência, para decidir sobre o número 3 na sucessão. Quem acreditar nisso, é mais que ingênuo, é alguém que está se auto-iludindo.

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