Saída de Aragão é alívio para Lava Jato

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A missão era clara: barrar os trabalhos da Lava Jato. Escolhido como ministro da justiça há menos de dois meses, Eugênio Aragão ainda assombra os trabalhos dos policiais federais sérios. O fantasma deve ser afastado assim que Dilma cair?

O breve ministro da Justiça, Eugênio Aragão, está arrumando a casa para o próximo titular da pasta.

Ainda que não admita a transmissão de cargo, praticamente no último dia do governo atual Aragão aprovou o novo regimento interno do gabinete, estabelecendo as finalidades, diretrizes e estruturas do escritório. O último regulamento era de 2008, mas já foi revogado.A estrutura regimental do Ministério da Justiça também foi alterada em pormenores — divisões de segurança, cerimonial… detalhes.

Além da competência delegada ao secretário-executivo — adotar todos os procedimentos administrativos necessários à realização das tomadas de contas especiais referente à Secretaria Executiva –, até o emblema, logo e bandeira da Polícia Federal Rodoviária foram instituídos.

Aragão, além de tentar deixar a casa em ordem, tenta deixar um legado no breve período em que esteve à frente da pasta.

Melhor que Aragão não tenha deixado a “casa em ordem”. Esse tipo de “ordenação” é o que não precisamos.

Fonte: Aragão arrumando a casa para o próximo ministro | Radar on-line | VEJA.com

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