Bullying político nas universidades públicas é novo desafio para a cidadania

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Os socialistas se especializaram, ao longo da história, em criar unidades para a prática do barbarismo, como foram os campos da morte de Pol Pot, os gulags de Stalin e os campos de concentração de Hitler. É um padrão: eles sempre gostam de locais fechados onde podem praticar violência desenfreada.

Nas universidades públicas brasileiras, ainda não chegamos a este ponto, mas a coisa caminha para cada vez mais barbarismo. Temos visto nos últimos dias vários casos de violência praticada pela extrema-esquerda no ambiente universitário, o que por si só já configura um crime contra a humanidade.

Soubemos do caso de um eleitor de Jair Bolsonaro, Jorge Fontenelle, vítima de um inacreditável bullying político de tons fascistas e nazistas na UFC (Universidade Federal do Ceará). Eu não tenho o menor respeito por boa parte das ideias do candidato, mas entendo que o respeito à livre expressão deve ser exigido. Ali vimos a mais abominável variação desta prática violenta, tal como narra o BR Blasting News:

O fato que tornou-se conhecido em todo o país ocorreu no Ceará, mais precisamente na UFC (Universidade Federal do Ceará). Alguns alunos tiveram uma crise de piti e não suportaram a opressão de ver a foto deJair Bolsonaro ou ‘mito’, estampada na camiseta de um estudante no Centro de Humanidades.

O estudante em questão é Jorge Fontenelle, um inspetor da polícia civil e que cursa sua segunda graduação na universidade. Ao chegar no campus trajando uma camiseta do deputado federal, Jorge começou a ser hostilizado pelo grupo de estudantes da ‘Pátria Educadora’.

A situação lamentável não para por aí: um professor da FEAC agrediu o policial. Segundo a vitima, o professor disse que não se pode adentrar a instituição utilizando-se daquele traje, pois o local é constituído, majoritariamente, de feministas e ativistas de grupos LGBT (É uma universidade, deveria ser constituída de estudantes)O inspetor argumentou que tinha todo o direito de usar a camiseta e o ‘professor’ lhe desferiu um tapa no rosto.

Uma aluna, que queria que Jorge entregasse sua camiseta para que esta fosse rasgada como condição para que pudesse sair do campus, lhe desferiu dois socos na nuca ao ter seu capricho negado, ocasião em que o grupo de esquerdistas começaram a gritar que o policial estava ‘espancando uma mulher negra’. Ah, o vitimismo e a total falta de coragem em assumir as consequências de seus atos… não dá para esperar algo diferente de uma ideologia política que se considera ‘minoria’, mas na verdade quer oprimir aqueles que não possuem o mesmo pensamento.

Um vídeo de quase 7 minutos feito através de um celular foi divulgado na internet, mostrando parte da hostilização, humilhação e opressão contra o aluno, que em nenhum momento contra atacou os ‘democráticos’ alunos, que aliás, se eram alunos deveriam estar estudando. Afinal, com um linguajar tão chulo e comportamento tão primitivo e irracional, pareciam ser tudo, menos estudantes. Talvez agir assim seja um dos requisitos para fazer parte da ‘Pátria Educadora’.

Alguns amigos tentaram proteger o estudante durante o ataque esquerdista na universidade e seguranças escoltaram Jorge na saída da UFC. Um boletim de ocorrência foi lavrado e Jorge solicitará abertura de um inquérito policial, bem como pretende ajuizar ação cível pleiteando indenização pelo transtorno que viveu.

Em contato com a reitoria da universidade foi informado que estão cientes do ‘conflito’ entre estudantes, ocorrido na tarde de segunda-feira, 9, e que irá apurar o caso.

Assista o vídeo:

Uma pena que a atitude do candidato a quem Fontenelle tanto respeita tenha sido complacente demais:

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Isto se chama estrutura de “narração”. É quando você enfrenta uma ação de afronta absoluta e, ao invés de responder com indignação e convocações à luta, se limita a “narrar” o evento, quase indiferentemente. São atitudes frouxas como essas que patrocinam o aumento da violência.

Novamente é preciso ressaltar: boa parte das ideias de Bolsonaro são repugnantes, mas ainda mais repugnante é ver a violência sofrida por Fontenelle enquanto ninguém faz praticamente nada a respeito disso.

Parece absurdo que ninguém entendeu o aspecto moralmente monstruoso de toda a situação. Fontenelle é um pagador de impostos e passou em um vestibular para cursar a universidade. Ele tem o direito de estar lá e de não sofrer violência por usar a camisa de um candidato político. Não importa se na camisa está estampado um extremista – só nas ideias, mas jamais no combate político assertivo – como Jair Bolsonaro, assim como não importaria se ali estivesse estampada uma imagem de Jean Wyllys.

É preciso reagir com indignação ao bullying político nas universidades. Deixar tudo “por isso mesmo” é pedir para que eles aumentem a violência. A estrutura de “narração”, tal qual usada por Bolsonaro, não serve. Ao contrário, ela estimula o aumento da violência.

Uma pena que Bolsonaro esteja preocupado com uma campanha à presidência que parece mais a venda de uma ilusão na qual nem mesmo ele acredita. Mas infelizmente ele não se mostra um lutador político que sequer se importe com as pessoas vitimadas por defendê-lo.

Bolsonaro deveria neste momento estar liderando uma campanha contra o bullying político e exigindo uma forma de responsabilizar as universidades que permitam esse tipo de violência. Campanhas envolvendo a expulsão de todos os praticantes dessa ação nazista deveriam já ter sido iniciadas há algum tempo. Um processinho na cara dos bárbaros igualmente cairia bem. As universidades públicas não podem ser campos de concentração. Alguém precisa dizer “chega”. Não me parece que Bolsonaro seja capaz de falar neste tom, pois tem agido feito frouxo político desde que tomou uma cuspida de Jean Wyllys e nada fez politicamente quanto a isso. Quem se habilita a ir para esta luta política?

Os que se habilitarem possuem a faca e o queijo na mão para criar projetos de lei aumentando as penas para o bullying político nas universidades, criando novas formas de se punir a doutrinação escolar, responsabilizando reitores e professores que endossem o barbarismo e daí por diante.

Se a violência da extrema-esquerda tiver como resposta demandas políticas pragmáticas teremos manifestado respeito pela humilhação inaceitável e imperdoável sofrida por cidadãos em universidades que viraram instrumento de horror nas mãos de sádicos.

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13 COMMENTS

  1. Bolsonaro é um idiota. Ao invés de capitalizar em cima da situação, posta uma bostinha de nota dessas. Até a assessoria da Dilma soube escrever uma nota mais esperta quando o Chico Buarque foi abordado na rua.

    E tem gente que acha que vai ser ~~show de bola~~ ver esse deputado-ex-militar-que-gosta-de-ser-chamado-de-coronel num debate presidencial… show de bola pra ver passando vergonha, né?

  2. As universidades são ainda um dos poucos redutos em que os esquerdistas fascistas tem domínio e controle da situação, e por tal motivo, estão abusando do direito de expressar o seu caráter nazifascista, que não aceita nem respeita opiniões nem posições contrárias.
    Hoje mesmo, está circulando um vídeo em que um grupo de apoiadores do próprio Bolsonaro estava recebendo uma militante LGBT de forma amistosa, sem violência, e até com uma certa dose de gentileza e humor. Muito ao contrário das atitudes nazifascistas do pessoal de esquerda que só sabe agredir, reprimir, atacar, criar caos, confusão, confrontos, separações, discórdias, balbúrdias, conflitos, etc, etc, etc.
    Há pouco tempo, o Jean Willys cuspiu no próprio Bolsonaro; o ator da Globo, José de Abreu, cuspiu num casal; pessoas defecam em pleno ambiente público como forma de agressão à moral e a ordem; qualquer pessoa que manifeste sua posição e ideias são combatidos por eles com altas doses de violência e agressão.
    Ainda não chegou à barbárie como já aconteceu e acontece em outros países, mas o certo é que não podemos esperar e deixar que chegue a esse extremo. Medidas drásticas precisam ser tomadas, urgentemente, no sentido de coibir essas manifestações nazifascistas, a despeito de vermos chegar a extremos como mortes de pessoas que estão apenas manifestando de forma pacífica suas posições ou opiniões.
    É como disse, ainda não chegou a esse extremo, mas se nada for feito, com certeza chegará, pois esse pessoal de esquerda não tem limites nem freio moral. Eles são doidos para ver o circo pegar fogo, e estão fazendo tudo para que isso aconteça, E mais, avisaram que iriam fazer. Cabe às autoridades agirem com firmeza e força se for preciso, a despeito de vermos chegar ao extremo de mortes acontecerem.

  3. O estudante deveria fazer um B.O e entrar em contato com o reitor da Univerdade.O que o professor disse não tem cabimento.Pouco importa se o local é constituído, majoritariamente, de feministas e ativistas de grupos LGBT pois, antes de tudo, é um espaço público.
    É essa turminha que adora falar em visão “críticada”.É claro que a visão só não pode ser “crítica” ao que eles pensam.

    • Isso não demonstra uma certa inércia de bolsonetes? Se gabam de Bolsonaro ter milhões de seguidores, mas quando é para defender o direito de expressão até mesmo de estudantes que apoiam Bolsonaro e que são agredidos por esquerdalha onde não deveria ter doutrinas, a repercussão para o caso é muito pouca. Se fosse um xingamento mínimo diretamente ao próprio Bolsonaro, coisa que a maioria do povo nem se indignaria, aí o caso teria muitas visualizações pela choradeira que bolsonetes fariam. Acho que bolsonetes, na maioria das vezes, é quem não sabem o que o povo precisa ver e realmente com o que o povo fica indignado, vivem num mundinho de idolatria e esquecem o que pode ser mais importante.

  4. Luciano, já várias vezes você disse que o Bolsonaro está tendo uma atitude frouxa perto do que estão fazendo com ele. Como então pode-se chamá-lo de fascista, homofóbico, radical? Onde isso?

  5. Interessante essa sua análise da “narração”. Não havia pensado sob esse ponto de vista antes. É realmente isso o que Jair Bolsonaro sempre faz. Apesar disso, e não me declarando eleitor dele, respeitosamente discordo de você que suas ideias sejam tão “repugnantes” quanto você afirma. Bolsonaro é um candidato bem mediano até e fica muito atrás de boa parte dos republicanos (e até de alguns democratas Blue Dog) dos EUA em sua postura. Boa parte de suas propostas são extremamente vagas e soam apenas como populismo nacionalista. Enfim, é um grande falador, e só. A janela de Overton no Brasil, contudo, pende tanto para a esquerda que “social-democrata” aqui é considerado “direita” e qualquer posição que fuja do senso comum do progressismo ou populismo de esquerda já é taxada como radical ou extremista.

    Sobre a questão da hostilização ao cidadão com a camiseta, já afirmei isso e afirmo novamente: o socialismo/esquerdismo é uma religião secular da era contemporânea, e as Universidades são os seus templos. Adentrar um recinto desses com uma camiseta de um candidato “de direita” é não muito diferente de querer divulgar o cristianismo, ou mesmo o secularismo, em uma mesquita em Teerã. Não espero que isso mude tão cedo, visto que boa parte desses professores e reitores ideólogos são pessoas que não têm qualificação ou habilidades para operar no mercado e por isso mesmo o desprezam. São as Marilenas Chauís da vida, que ganham salários na casa dos cinco dígitos para falar sandices pós-modernas, mas que produzem absolutamente nada de útil para a sociedade. Enquanto as universidades estiverem cheias de professores inúteis e enquanto houver pessoas não dispostas a produzir algo de valor para ganhar dinheiro, a mentalidade esquerdista prevalecerá.

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