Ditaduras que estão de mimimi receberam “obras” do governo petista

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Como se sabe, o estado é laico, mas o socialismo alega que o dinheiro cai do céu. Quando eles protestam contra alguma coisa e a favor de outra – especialmente quando se trata de lideranças e beneficiários em geral do esquemão – basta “ir atrás do dinheiro”. Com as “opiniões” de ditaduras bolivarianas contra o afastamento de Dilma, não poderia acontecer coisa diferente, bem como lembra o Implicante:

Nada de novo sob o sol, não é mesmo? Alguns poucos países resolveram “não reconhecer” o governo de Michel Temer, demonstrando apoio a Dilma Rousseff. Sim, eles são do grupo chamado “bolivariano” (nome dado ao socialismo latino, uma versão tropical do totalitarismo de sempre). Mas há obviamente razões menos imateriais.

Todos eles – sim, todos – receberam obras que tiveram financiamento ou participação financeira de órgãos ligados ao governo federal. Geralmente o BNDES, mas há também participação da Eletrobras e nem se fale da Petrobras. No caso das obras, a metodologia usada não era do empréstimo ao país, mas sim às construtoras que construíam por lá – e ganha um doce quem adivinhar em qual Operação da PF essas mesmas construtoras estão enroladas…

Cuba, por exemplo, ganhou o Porto de Mariel – valendo também sempre destacar os bilhões que a ditadura embolsa com o programa “Mais Médicos”, com o qual escraviza profissionais e fica com a maior parte da grana que deveria ir para eles. Outro “bom” exemplo é a Bolivia, que tomou de assalto uma refinaria da Petrobras (e Lula não falou nada – ao contrário, noticia-se que ele DEU AVAL a isso).

E assim vão os demais: Venezuela, Equador, El Salvador etc. O “não reconhecimento” de Temer acontece entre países que apresentam esse CURIOSO padrão: tiveram obras financiadas pelo governo brasileiro nas gestões de Lula e Dilma. Viram que agora acabou isso e estão desesperados.

Pela lista, aliás, dá para ver que a gestão Temer está no caminho certo. É preciso buscar acordos comerciais que DE FATO beneficiem o setor produtivo de nosso país, deixando de lado as parcerias bolivarianas só beneficiam “poucos e bons”.

No mais, reiteramos nossos parabéns ao Ministério das Relações Exteriores pelas notas duras contra tais tiranetes. E que os povos desses países, certamente as maiores vítimas dos opressores que ali mandam, consigam retirá-los do poder o quanto antes. Toda nossa solidariedade aos que vivem sob esse jugo.

Então você já sabe: se ouvir algum esperneio em favor do governo Dilma, é bom olhar que isto geralmente encontra sua raiz em interesses financeiros. E dos mais pobres. E vindo das lideranças políticas mais imorais da atualidade.

Fonte: O que tem em comum os países que “não reconhecem” Temer? Obras financiadas em gestões petistas – Implicante

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