Dilma defende MinC ditatorial mas atribui tirania ao oponente

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As redes sociais tem complicado a vida dos tiranos. Dilma incluída. Anos atrás poucos questionavam a existência de um Ministério da Cultura autoritário, tirânico e socialista, conforme aquele mantido pelo PT por tantos anos. Hoje em dia, expor a crueldade de artistas milionários que mamam nas tetas do estado – enquanto o povo trabalhador morre nos corredores de hospitais abandonados e é deixado à propria sorte nas mãos de bandidos, em razão da absoluta falta de segurança – é uma atividade não muito difícil, e com justiça essa nossa divulgação gera revolta no povo. A coisa não está fácil para a escória artística do Brasil e seus tiranos. Mesmo assim, Dilma resolveu apostar suas fichas na tacada de ficar do lado daqueles que estão sendo tão rejeitados pelo povo quanto seu governo:

Afastada da Presidência há uma semana, Dilma Rousseff criticou o governo interino de Michel Temer (PMDB) por extinguir o Ministério da Cultura e disse que a gestão pemedebista parece desejar a volta ao passado autoritário, do tempo da ditadura militar. Ao lado do ex-ministro da Cultura Juca Ferreira, Dilma afirmou que a criação do ministério foi uma das primeiras medidas depois da redemocratização do país e que “não é coincidência” a extinção da pasta.Ao assumir o comando do país na semana passada, Temer unificou o Ministério da Educação com o da Cultura.

Os comentários da presidente afastada foram feitos pelo Facebook, na página da petista. “O fim da ditadura foi um período que permitiu ao país voltar a sonhar com mais liberdades, com a melhoria da qualidade de vida. O desenvolvimento cultural foi uma das grandes marcas desse período. Por isso, agora, não é coincidência que a primeira medida do governo provisório seja a extinção do Ministério da Cultura. É como se eles quisessem voltar ao passado autoritário”, disse.

Não, Dilma. O aparelhamento do Ministério da Cultura é que é autoritário e ditatorial. Qualquer estudioso das tiranias modernas sabe no uso de verbas estatais para financiar mídia comprada e intelectuais aparelhados se constitui a essência das novas ditaduras. Ao defender a manutenção da ditadura pelo apoio à existência do Ministério da Cultura, Dilma confessa ser inimiga da liberdade. Acabar com o Ministério da Cultura e talvez futuramente até com a Lei Rouanet é uma das formas de se conquistar a verdadeira liberdade, longe dos grilhões de um estado totalitário que usa verbas públicas para comprar o apoio de intelectuais, jornalistas e artistas cuja moral envergonharia uma cascavel.

Fonte: Para Dilma, governo Temer parece querer voltar ao passado autoritário | Valor Econômico

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