EUA negam existir golpe no Brasil

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NA OEA (Organização dos Estados Americanos), enquanto ditaduras como Venezuela, Bolívia e Nicarágua choramingam dizendo que “há um golpe em curso no Brasil”, os Estados Unidos afirmam o oposto:

“Não acreditamos que seja um golpe suave ou de outro tipo. O que ocorreu no Brasil seguiu o processo legal constitucional, respeitando completamente a democracia”, afirmou à agência Efe o embaixador americano, Michael Fitzpatrick, após reunião do Conselho Permanente da OEA.

Que situação vivem os petistas!

Não conseguiram que nenhuma liderança séria do mundo os apoiasse no discurso picareta.

Já quando os líderes das nações mais civilizadas se pronunciam, é só para mandar a hipótese petista para a vala.

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10 COMMENTS

  1. Realmente o PT com esta boca de trapo sujo, esta conseguindo que, países que nunca ouviram falar, ou que sabiam que este país fizesse parte do mundo dos vivos, a não ser aqueles que exploram as riquezas aqui existentes, e oferecidas a preço de banana por politicos safados de todos os partidos, ficam dando palpites em assuntos onde não são chamados, isto já esta enchendo o “S” até daquele que não o possui, é uma vergonha de cabo a rabo, fala-se de tudo que não passa de fofocalhada calhorda para ir , deixando de lado os problemas graves que estes malditos ladrões tem causado a população brasileira que foi levada e esta situação deplorável, de moradia, educação, saúde, vivendo literalmente no lixo e esgoto a céu aberto, salário vergonhosos, que incentivam a prostituição, ao trafego e ao consumo de drogas, a assaltos e crimes de toda a ordem, e ainda assistindo a estes politicos milionários, artistas imbecis, jornalistas que so falam “M” com dinheiro publico, uma verdadeira fogueira de vaidades do mais baixo nível. É muito difícil, que um dia possamos ser um país decente, pelo histórico legado pós anistia daqueles que jamais deveriam voltar para este país.

  2. Acho graça do petê (e até mesmo do Maduro) dizer que a CIA e os Estados unidos serem culpados do golpe neles, sendo que eles viviam de amores pelo Obama, antes da presidanta ser afastada queria falar com o Obama. São soberbos, arrogantes, não assumindo a culpa pelo desastre no governo, não são nada humildes. Hoje no governo do Obama eles nem se metem tanto na soberania dos países como foi no governo dos republicanos.

  3. Tem que ser muito criminoso ou muito trouxa para cair nessa conversa de “golpe”. Escolham um e tratem o sujeito conforme. Eu não acredito muito na ingenuidade de quem grita “golpista” para um processo legítimo de afastamento de uma presidente.

  4. Em 1964, o Congresso Nacional afastou João Goulart e elegeu Castelo Branco conforme os ditames da Constituição de 1946, eleição aceita pela Justiça brasileira e pela comunidade internacional. Mas como eram os “feios e malvados” (vergonha de usar os termos “burguesia” ou “classe dominante”, para não espantar a clientela) quem quer ser “bonitinho” e “politicamente correto” não pode admitir isso.

    A extrema-esquerda considera 1964 e 2016 como golpe porque não acredita na legitimade dos Poderes Legislativo e Judiciário, porque “a ditadura do proletariado é a dominação não-restringida pela lei e baseada na força”, nos dizeres de Lênin. Entretanto, não vejo coerência em apoiar 2016 e execrar 1964 como fazem muitos da esquerda à “centro-direita”, pois seletivamente assume-se a posição da extrema-esquerda de 1964 e a verdade histórica em 2016.

    Poder-se-ia alegar a revolta militar (considero esse o melhor termo para descrever o 31/03/64), que foi motivadora da saída de Goulart para o Sul, mas ao se jogar luz sobre essa figura perniciosa da política nacional chega-se ao fato de que ele mesmo era de uma linhagem de golpistas varguistas, porém fracassados, vindo da tentativa de golpe de Jânio (real motivo de sua renúncia) e da tentativa de golpe do próprio Goulart em sua decretação de estado de sítio em 1963. Por essas e por outras e considerando a suspeita de que Jango aplicaria o golpe em 01/05/64, também não considero errado as correntes que chamam o 31/03/64 de “contra-golpe”.

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