Lindberg Farias não quer penas maiores para estupradores

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E no fim das contas, o caso do estupro coletivo no Rio – que ainda está sendo investigado – gerou como fruto a discussão sobre o aumento de penas para estupradores.

Enquanto isso, a extrema-esquerda segue pregando uma coisa e fazendo outra completamente diferente. Como exemplo, o senador Lindbergh Farias chiou muito quanto a ampliação de pena para casos de estupro, conforme foi aprovado pelo Senado nesta semana, como mostra o Radar on-line.

De acordo com o senador petralha, o tamanho da pena é irrelevante. O que conta, para ele, é a certeza da punibilidade. Papo de maluco, evidentemente, uma vez que não existe certeza de punibilidade em lugar algum do mundo. Ademais, um sujeito com o dobro da pena possui duas vezes menos tempo hábil para praticar estupros. Pura questão de lógica.

Não que Lindbergh se preocupe com coisas como lógica, é claro. Embora seja bem lógico – embora imoral – ver um socialista como ele desprezar o sofrimento das vítimas de estupro.

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4 COMMENTS

  1. O pior é que ele está certo. Pode colocar 100 anos de prisão. O tarado vai ser sempre tarado e, quando puder, vai atacar. Ñão é o tamanho da pena que o inibe. Aliás, nada inibe um maníaco. Nem mesmo a pena de morte, porque ele vai agir sempre irracional e instintivamente. A solução seria a pena de morte ou o isolamento perpétuo do energúmeno. Mas isso também não vai acontecer, porque aqui prevalece o liberalismo e o romantismo. Lascou!

  2. Penas maiores não necessariamente impedem que o crime seja cometido, mas fazem com que o criminoso fique afastado da sociedade por mais tempo, impedindo a reincidência. O truque esquerdista em matéria de Direito Penal é sempre esse: se apegam num aspecto para mostrar a ineficiênci da medida, mas maliciosamente deixam de fora outros pontos em que a proposta se mostra eficiente.

  3. Posso estar enganado mas o caso do estupro coletivo no RJ tem muito de mais um factóide de esquerda:

    – Poucas horas depois do estupro toda esquerdalha já estava em polvorosa gritando “Pelo fim da cultura do estupro”; mudando foto no Facebook e todos com o mesmo padrão; artigos de 3 a 4 páginas prontinhos para acusar novamente a classe dominante.

    – Todas as reações anteriores normalmente acontecem antes mesmo de um B.O ou do noticiamento na mídia main stream.

    – A acusação é sempre contra uma classe e não contra um indivíduo. Os suspeitos estão sendo liberados e a esquerdalha está calada.

    – Quando a investigação começa a tomar rumos sérios; vítima e advogada começam a atrapalhar.

    – Enquanto a vítima se diz constrangida em falar com o delegado se sente muito a vontade em falar com repórteres que muitas vezes fazem perguntas mais constrangedoras do que muitos investigadores.

    – Os únicos que se beneficiam são os de extrema esquerda que tentam capitalizar em cima do ocorrido.

    – A culpa é sempre do homem branco e sua cultura em geral, do Temer, do capitalismo, do cristianismo e os reais criminosos podem acabar recebendo apoio da esquerda. Mas quem Farias uma coisa dessa?

    – E por fim a esquerda aparece sempre como a boa samaritana. Dilma já fez discurso em ato organizado de mulheres no RJ.

  4. Se todo homem é um potencial estuprador, segundo a lógica preconceituosa dos pós-modernos progressistas:

    Todo negro é um potencial estuprador e um potencial assassino por causa da cultura da Favela que objetifica as mulheres e exalta a criminalidade (a maioria dos assassinatos e estupros são cometidos por negros).

    Toda mulher é uma potencial assassina infantil por conta de sua natural condição explosiva causada pela TPM (a maioria dos assassinatos de bebês e crianças são feitos por mulheres).

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