Dilma ainda não tocou no assunto do estupro em acampamento do MST

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Dilma não tem o direito moral de se eximir de falar neste assunto, uma vez que o “exército do Stédile” presta serviço diariamente ao PT. Assim, devemos pressionar todos os petistas, mas principalmente Dilma (e Lula) a se pronunciarem a respeito do caso da mulher estuprada por dois invasores do MST.

Como diz o Ucho.Info, o caso da garota estuprada no Rio, mostrou “o oportunismo barato de algumas parlamentares, em especial da esquerda nacional, que fizeram da tragédia alheia uma cortina de fumaça para esconder o fiasco em que se transformou o governo de Dilma Rousseff.”

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A ideia inicial era direcionar a opinião pública para esse crime hediondo, permitindo que ao largo passasse o processo de impeachment da presidente afastada, como se ao interino Michel Temer coubesse a responsabilidade pela barbárie cometida por delinquentes que tão bem representam o caos social instalado no País. Por questões óbvias, essas políticas não perderam tempo e mobilizaram um movimento contra o estupro, alegando que a mulher não merece ser vítima desse crime bárbaro. Nada contra o protesto em si, mas o oportunismo remeteu à máxima que embala o Brasil: coloca-se a tranca na porta depois da casa arrombada. Ou seja, as parlamentares resolveram pensar no tema depois do ocorrido na capital fluminense. Pois bem, no Brasil ocorrem, em média, 130 estupros por dia, mas até então essas indignadas parlamentares nada tinham feito para barrar o que agora convencionou-se chamar de cultura do estupro. Confirmando o viés ideológico da manifestação repentina, as mesmas parlamentares adotaram silêncio quase obsequioso diante do estupro de que foi vítima uma mulher de 42 anos, violentada em um acampamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). O crime ocorreu na cidade mineira de Teófilo Otoni e a vítima, que supostamente estava alcoolizada, foi estuprada por dois integrantes do movimento.

A vítima teria sido embriagada por um de seus algozes e levada ao acampamento, onde um segundo homem aguardava a dupla. Em uma barraca de lona, a mulher foi violentada alternadamente pelos dois criminosos, enquanto tentava escapar da violência.Quase 72 horas depois do crime ocorrido no acampamento do MST, tão bárbaro quanto o cometido no Rio de Janeiro, nenhum representante do movimento – que reúne baderneiros de aluguel – se pronunciou sobre o fato. No mesmo silêncio permaneceram a afastada Dilma Rousseff, o Partido dos Trabalhadores e as outrora indignadas parlamentares que organizaram protesto contra a cultura do estupro. O viés ideológico da manifestação ficou evidente quando em cena surgiu um cartaz cujos dizeres acusavam o “golpe de ser machista”.

Esta é Dilma. Uma pessoa incapaz de se comover com o sofrimento de uma mulher estuprada pelo MST não iria se comover com o sofrimento causado deliberadamente por ela ao Brasil. Mais uma evidência de que Dilma é uma pessoa desumana e cruel digno dos abismos mais profundos da depravação humana.

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1 COMMENT

  1. E o estupro da menina de 10 anos que teve o coração arrancado, também em MG, noticia do Estadão, hoje as 13:12 horas, por um criminoso de 42 anos, foragido da policia. O que eu acho engraçado é a preocupação da chegada de terroristas nas Olimpiadas, aqui os criminosos são muito mais perigosos.

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